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 Desafio vinilico para o mês de março

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fredy
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Qua Mar 07 2018, 09:39

Olá

7- Disco ao vivo!



Fredie
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Mário Franco
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Qua Mar 07 2018, 10:39

Disco ao vivo bounce

scratch scratch scratch

Há tanta coisa, Lamb Lies Down on Broadway pela narrativa, os espectáculos dos Pink Floyd pela monumentalidade, Woodstock pela referência naif e dimensão simbólica, os festivais de Jazz, o espectáculo dos 75 anos da Joan Baez pela emoção e saudosismo, o intimismo do Caetano Veloso etc etc.

Fica aqui este por ser uma referência no género e andar um bocado esquecido sunny



Orquestra
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Goansipife
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Qua Mar 07 2018, 10:57

Do melhor. Infelizmente só em CD


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anibalpmm
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Qua Mar 07 2018, 14:30

Dos vários ao vivo cá em casa - qual deles o melhor, escolhi este q é uma compra recente e é o q estou a ouvir hoje


Última edição por anibalpmm em Qua Mar 07 2018, 19:03, editado 1 vez(es)
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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Qua Mar 07 2018, 15:52

Disco para levar para uma ilha deserta





David Bowie – “The Man Who Sold The World”

Escrever sob aquele que se considera ser, provavemente, o melhor álbum de pop-rock de todos os tempos não é tarefa fácil, chegar a esta conclusão é ainda mais difícil, mas só não o é para quem não o escutou atentamente. David Bowie em 1970 resolveu dizer ao mundo que estava disposto a marcar de forma inquestionável a história da música e fê-lo com um disco soberbo de criatividade, energia de quem quer mostrar em plenitude a sua vocação para nos maravilhar com múltiplas personagens e sonoridades. O que torna este álbum tão especial? Ele incorpora o melhor da música do seu tempo, consegue-se saborear o psicadelismo de Pink Floyd, que Bowie era grande admirador, a sonância de Led Zeplling, o timbre de Deep Purple e porque não falar também da loucura de Electic Ligth Orquestra e T- Rex, ou a consistência de Genisis, tudo num pacote elevadamente interpolado com os melhores sons que escorriam do outro lado do Atlântico tal como Doors (o enfâse da teatralidade da interpretação de Bowie só encontra par em Jim Morison) e numa tentativa de encontrar um caminho próprio na música como fizeram os Velvet Underground. Não existem plágios rítmicos neste trabalho, mas sente-se influências de monstros de então aqui e alí em cada tema, o que ao invés de tornar este trabalho uma amalgama de estilos, eleva-o a obra de arte. Como diz Bowie num dos temas deste trabalho “…dizem que a vista é maravilhosa, mas podes adoptar um outro ponto de vista…”. De facto foi o que ele fez, estava alerta para o melhor que fazia, mas adoptou uma nova forma de o fazer, personalizou em ele próprio o que o Mundo precisava de ouvir e ver. Sim porque a marca de Bowie extravasou o conceito de cantor ou músico. Bowie elevou-se ao criar um estilo de arte próprio. Se talvez Bowie não tenha vendido o mundo, talvez o mundo tenha adquirido Bowie e elevou-o ao estatuto de artista mais criativo de sempre. Na história da música existe o período AB e o PB. Talvez por isso digam que este disco é o primeiro disco da história do glam rock, Glam de Glamour, penso que esta definição ficaria deficitária para a história da música apenas pelas performances com trajes de mulher e pestanas postiças, purpurinas, saltos altos, batons, lantejoulas, cremes de noite e vestuários elétricos dos cantores. Eram os tempos da androginia e do glamour e suas músicas agitadas de rock n’ roll esbanjavam energia carnal, mas ao mesmo tempo cantava-se um novo homem. Cantava-se Jean Paul-Sarte, Franz Kafka e Friedrich Nietzsch, para os jovens um novo lema tinha sido estabelecido: “O depois de amanhã pertence-me ", pois tinha adoptado através da música que não queriam jamais voltar a viver como os seus antepassados, antes esquecer as loucuras da guerra.
Cantou Bowie que:
“I thought you died alone, a long long time ago”, para mim este álbum nunca morrerá é antes e tudo farei para a disseminar a maior celebração que o pop-rock já conheceu de tal modo que conseguiu colocar um o Super-Deus, a chorar:
“Far out in the red-sky
Far out from the sad eyes
Strange, mad celebration
So softly a supergod cries”
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José Miguel
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MensagemAssunto: Desafio vinilico para o mês de março   Qua Mar 07 2018, 16:00

Caro Alexandre Vieira, gostei do que li e creio que mais ganhariam ao ler se colocasse esta sua "entrada" no tópico certo - o do desafio! Wink


É sempre um gosto poder acompanhar a visão que o Outro tem de uma Obra como esta de Bowie!
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Ferpina
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Qua Mar 07 2018, 16:42

José Miguel escreveu:
Caro Alexandre Vieira, gostei do que li e creio que mais ganhariam ao ler se colocasse esta sua "entrada" no tópico certo - o do desafio! Wink


É sempre um gosto poder acompanhar a visão que o Outro tem de uma Obra como esta de Bowie!

Done

O Alexandre normalmente anda distraído...

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Ferpina
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Qua Mar 07 2018, 17:05

Dia 7, dia de disco ao vivo!

Então temos este, que marcou profundamente a minha adolescência. E assim, "mato dois coelhos, só com uma cajadada"!


Álbum de 1972 e logo o primeiro da banda. Os de estúdio que se seguiram já não tiveram de maneira nenhuma o impacto que este teve. Tem temas originais e covers dos Ten Years After e Steppenwolf. Terá sido talvez o primeiro "Alive" dos muitos que se seguiram de outras bandas.




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Última edição por Ferpina em Qua Mar 07 2018, 17:49, editado 1 vez(es)
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José Miguel
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Qua Mar 07 2018, 17:22

No seguimento de uma intervenção de respeito...

Eu não tenho uma relação de gosto/desgosto com álbuns ao vivo... principalmente dentro do Rock e derivados. Há sempre qualquer coisa que falha, de más gravações a más produções principalmente.

Há, contudo, um lado de energia que é incrível e que facilmente me abre o apetite para ir a mais um concerto numa qualquer cave ou grande sala de concertos.

Por tudo isto, o álbum que escolho para colocar aqui é:

Joy Division - Les Bains Douches Vol. 1

Este exemplar encerra tudo o que disse antes, tem uma gravação de "cave", um produção da treta, mas uma energia que me transporta para tantos concertos vividos num bar que fica precisamente numa cave...

É o meu favorito?
Não... mas resume bem o que sinto quando estou perante álbuns ao vivo sem grandes artifícios.
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Ferpina
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Qua Mar 07 2018, 18:02

Mas o disco ao vivo que marcou toda uma geração terá sido este.

Primeiro saiu um triplo album e um pouco mais tarde um duplo album com restante material.

Woodstock - 1969


Por ex. aqui Carlos Santana e Soul Sacrifice


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birodisco
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Qua Mar 07 2018, 18:57

Acaba por ser engraçado verificar que ainda a procissão vai no adro e que em cada desafio diário se verifica que cada um de nós teria várias hipóteses, ou muitas hipóteses a indicar, demonstrativo que ouvimos muita música...e da boa, embora de géneros diferentes!...
Como o José Miguel referiu neste dia de hoje, realmente, também aqui as escolhas poderiam e são muitas, mas as gravações ao vivo tem vários problemas ao nível da gravação!
Para mim escolho o mesmo que o Mário:



...mas esta caixinha em vinil é

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Buck Banzai
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Qua Mar 07 2018, 19:48

Escolhi este, já referido pelo José Miguel, que é dos mais queridos cá em casa e toca que é uma delícia, vale como disco ao vivo, certo?

Menção honrosa para um álbum que não tenho em disco e por isso fica apenas a menção - Palma's Gang ao vivo no Johnny Guitar

Dia 7 - disco ao vivo!

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Luis Filipe Goios
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Qua Mar 07 2018, 20:27

Depois de tantos expostos e, tão bons ... bem, uns melhores que outros.. Razz Wink
aqui vai a minha escolha... subterrânea... mas, "velvet"  Cool

The Velvet Underground - 1969 Velvet Underground Live


Portem-se bem! Até amanhã.
cheers


Última edição por Luis Filipe Goios em Qua Mar 07 2018, 23:57, editado 1 vez(es)
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José Miguel
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Qua Mar 07 2018, 21:10

Buck Banzai escreveu:
Escolhi este, já referido pelo José Miguel, que é dos mais queridos cá em casa e toca que é uma delícia, vale como disco ao vivo, certo?

Menção honrosa para um álbum que não tenho em disco e por isso fica apenas a menção - Palma's Gang ao vivo no Johnny Guitar

Dia 7 - disco ao vivo!

Esse conta como álbum ao vivo e nessa edição ainda mais "vivo" deve parecer/soar!!!

Com os exemplares que por aí andam, as melhorias no sistema (que parecem andar na cabeça) ajudarão a revelar melhor o valor de cada um! Wink
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Pedro L200
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Qua Mar 07 2018, 22:08

Vou sair do Vosso registo, mas hoje apeteceu-me partilhar um álbum que ouvi numa k7 com gravação manhosa num auto rádio fraquinho, na altura miúdo da aldeia fiquei deslumbrado.... ja lá vão quase 30 anos.

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Djlitss
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Qua Mar 07 2018, 22:33

Disco ao vivo!

Infelizmente só tenho em CD e VHS, mas em breve virá o Lp2

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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Qui Mar 08 2018, 08:24

Ferpina escreveu:
José Miguel escreveu:
Caro Alexandre Vieira, gostei do que li e creio que mais ganhariam ao ler se colocasse esta sua "entrada" no tópico certo - o do desafio! Wink


É sempre um gosto poder acompanhar a visão que o Outro tem de uma Obra como esta de Bowie!

Done  

O Alexandre normalmente anda distraído...


Ando ajudar o Benfica...
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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Qui Mar 08 2018, 08:33

7 - dia do concerto ao vivo


Depeche Mode - 101




Existem muitos álbuns ao vivo marcantes, mas este duplo vinil é qualquer coisa. Depeche Mode conseguiram fazer uma carreira notável, eles vêm do tempo dos dinossauros da POP electrónica aos nossos dias dizendo que é possível ter uma longa carreira com uma formula que vem dos anos 80 e parecer sempre atual.

Este álbum foi ouvido até à exaustão, sempre em modo de celebração e de quando a quando ainda toca e tocará por aqui.

Um registo notável ao vivo que provavelmente no seu todo é o melhor álbum ao vivo de todos os tempos. Pelo menos por aqui, é!
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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Qui Mar 08 2018, 08:38

Dia 8 - Para mim o disco mais valioso que tenho é:




Durutti Column - Amigos Em Portugal

"Primeiro foram os textos de Miguel Esteves Cardoso, depois o concerto de 1982 em Vilar de Mouros e dois anos mais tarde a Aula Magna em Lisboa. Na alvorada dos anos 80, os Durutti Column do inglês Vini Reilly (e do veterano, dinâmico e simpático baterista Bruce Mitchell) foram um desses casos de sedução à primeira vista com o público português. Na época tentava-se compreender o fenómeno à luz da sonoridade magoada da guitarra de Reilly e faziam-se, como sempre, comparações com a expressão melancólica do fado. Foi por essa altura que a editora Fundação Atlântica (de Pedro Ayres Magalhães, Esteves Cardoso ou Ricardo Camacho) propôs a Reilly a gravação de um disco em Portugal, numa parceria com a sua editora inglesa de origem, a histórica Factory de Tony Wilson. Como constatámos recentemente (concerto no Festival Sónar de Barcelona, em Junho) a música do projecto deu-se mal com o tempo, excepção feita, precisamente, aos discos gravados na primeira metade dos anos 80 – principalmente os dois primeiros ("The Return Of Durutti Column" e "LC") e este "Amigos em Portugal", agora finalmente reeditado em CD. Um disco onde o piano, a guitarra, a caixa de ritmos e, ocasionalmente, o murmúrio da voz manifestam a brandura das emoções através de peças harmoniosas, circulares e encantatórias."

In Público: por VÍTOR BELANCIANO a 6 de Outubro de 2005.


Por aqui mora a primeira edição e não está à venda...
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Goansipife
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Qui Mar 08 2018, 09:40

Não por ser o mais caro que possuo na minha colecção, mas porque é uma obra inqualificável de Glenn Gould, com uma interpretação muito própria e diferente de todos os outros que interpretaram as mesmas peças, para além de ser um disco, mesmo em vinil, torna-se desprezível aquela "lentidão", no tempo / ritmo,  própria da acção mecânica do formato, principalmente notória em música dita clássica.

O disco não foi uma produção dedicada, mas sim uma reedição de momentos únicos de Gould, compilados num álbum triplo. Quando pego no álbum, sou sempre levado a fazer girar os 3 discos.

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Mário Franco
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Qui Mar 08 2018, 10:54

Alexandre Vieira escreveu:
Disco para levar para uma ilha deserta





David Bowie – “The Man Who Sold The World”

Escrever sob aquele que se considera ser, provavemente, o melhor álbum de pop-rock de todos os tempos não é tarefa fácil, chegar a esta conclusão é ainda mais difícil, mas só não o é para quem não o escutou atentamente. David Bowie em 1970 resolveu dizer ao mundo que estava disposto a marcar de forma inquestionável a história da música e fê-lo com um disco soberbo de criatividade, energia de quem quer mostrar em plenitude a sua vocação para nos maravilhar com múltiplas personagens e sonoridades. O que torna este álbum tão especial? Ele incorpora o melhor da música do seu tempo, consegue-se saborear o psicadelismo de Pink Floyd, que Bowie era grande admirador, a sonância de Led Zeplling, o timbre de Deep Purple e porque não falar também da loucura de Electic Ligth Orquestra e T- Rex, ou a consistência de Genisis, tudo num pacote elevadamente interpolado com os melhores sons que escorriam do outro lado do Atlântico tal como Doors (o enfâse da teatralidade da interpretação de Bowie só encontra par em Jim Morison) e numa tentativa de encontrar um caminho próprio na música como fizeram os Velvet Underground. Não existem plágios rítmicos neste trabalho, mas sente-se influências de monstros de então aqui e alí em cada tema, o que ao invés de tornar este trabalho uma amalgama de estilos, eleva-o a obra de arte. Como diz Bowie num dos temas deste trabalho “…dizem que a vista é maravilhosa, mas podes adoptar um outro ponto de vista…”. De facto foi o que ele fez, estava alerta para o melhor que fazia, mas adoptou uma nova forma de o fazer, personalizou em ele próprio o que o Mundo precisava de ouvir e ver. Sim porque a marca de Bowie extravasou o conceito de cantor ou músico. Bowie elevou-se ao criar um estilo de arte próprio. Se talvez Bowie não tenha vendido o mundo, talvez o mundo tenha adquirido Bowie e elevou-o ao estatuto de artista mais criativo de sempre. Na história da música existe o período AB e o PB. Talvez por isso digam que este disco é o primeiro disco da história do glam rock, Glam de Glamour, penso que esta definição ficaria deficitária para a história da música apenas pelas performances com trajes de mulher e pestanas postiças, purpurinas, saltos altos, batons, lantejoulas, cremes de noite e vestuários elétricos dos cantores. Eram os tempos da androginia e do glamour e suas músicas agitadas de rock n’ roll esbanjavam energia carnal, mas ao mesmo tempo cantava-se um novo homem. Cantava-se Jean Paul-Sarte, Franz Kafka e Friedrich Nietzsch, para os jovens um novo lema tinha sido estabelecido: “O depois de amanhã pertence-me ", pois tinha adoptado através da música que não queriam jamais voltar a viver como os seus antepassados, antes esquecer as loucuras da guerra.
Cantou Bowie que:
“I thought you died alone, a long long time ago”, para mim este álbum nunca morrerá é antes e tudo farei para a disseminar a maior celebração que o pop-rock já conheceu de tal modo que conseguiu colocar um o Super-Deus, a chorar:
“Far out in the red-sky
Far out from the sad eyes
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So softly a supergod cries”

Bom texto

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Mário Franco
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Qui Mar 08 2018, 11:17

O mais valioso ?


1. Wu-Tang Clan: Once Upon a Time in Shaolin - $2 million
By far the most expensive record ever sold is this 2015 album by Wu-Tang Clan, of which this is the one and only copy ever produced. The record comes with a contract which stipulates that the buyer may not attempt to sell or make money from the record for 100 years, although the owner may release the album for free should they wish to.

Unfortunately, that hasn't happened yet, since the buyer turned out to be the controversial Turing Pharmaceuticals CEO Martin Shkreli, who has become something of a pariah in America thanks to his company's buyout of an anti-HIV drug, and its subsequent price hike of more than 5,000 %. He paid the asking price of $2 million (approx. £1.5 million) to become its owner, which didn't go down too well with some fans.

Shkreli proceeded to make himself even more unpopular when he refused to release the album for free, although he has released snippets in Youtube videos since then, but while none of this is heartwarming news, you might like to console yourself with the fact that the Wu-Tang included a clause which might well be the best thing anyone has ever had written into a legally binding contract. See below:

“The buying party also agrees that at any time during the stipulated 88 year period, the seller may legally plan and attempt to execute one (1) heist or caper to steal back Once Upon A Time In Shaolin, which, if successful, would return all ownership rights to the seller. Said heist or caper can only be undertaken by currently active members of the Wu-Tang Clan and/or actor Bill Murray, with no legal repercussions”

Mas é um CD

[img][/img]

Em acetato (não sendo vinilo, já é disco lol! )

Elvis Presley, My Happiness acetate — $300,000

[img][/img]







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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Qui Mar 08 2018, 11:29

Justiça confisca exemplar único de disco dos Wu-Tang Clan a Martin Shkreli
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Luis Filipe Goios
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Qui Mar 08 2018, 12:49

Então dia 8, disco mais valioso..., mais valioso???

Este foi o tal que, com mais de 30 anos de "busca/procura", me fez alargar os "cordões à bolsa",
vale o que vale..., mesmo sabendo que tenho outros, que, segundo os "mentideros" são mais valio$o$...

Le Orme - Collage

em 1ª ed.
... já "roda" por aqui!!
cheers
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Qui Mar 08 2018, 14:03

8- Disco mais valioso

Numa vertente "Produto Nacional"...



Versão Original

Cumprimentos
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Buck Banzai
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Qui Mar 08 2018, 20:53

Para além da música, que vale por muitos, é o mais valioso porque foi oferta da sogra!



Dia 8 - o disco mais valioso
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birodisco
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Qui Mar 08 2018, 21:03

Para o dia de hoje esta pérola, para a qual tive que abrir os cordões à bolsa:




...uma versão acústica de Hotel Califórnia simplesmente maravilhosa
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Djlitss
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Qui Mar 08 2018, 22:22

Disco mais valioso

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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Sex Mar 09 2018, 10:40

birodisco escreveu:
Para o dia de hoje esta pérola, para a qual tive que abrir os cordões à bolsa:




...uma versão acústica de Hotel Califórnia simplesmente maravilhosa

De facto o preço do LP duplo é pesadito.

Tenho esse show num DVD (cópia) e sempre o considerei um bom espectáculo.

Fico surpreendido pelo preço em vinilo ser tão alto, até porque desde a edição original em 1994 (não consegui perceber se a gravação ao vivo tinha sido feita em formato digital ou analógico) esta obra foi lançada diversas vezes em LP, DTS e cassete, não há dúvida que o renascimento do vinilo conduziu a um verdadeiro ataque à mão armada por parte das editoras.
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Mário Franco
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Sex Mar 09 2018, 10:56


Dia 9 - Melhor do que o original

O original é de Townes Van Zandt

Aqui cantam as meninas

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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Sex Mar 09 2018, 11:01

Dia 9 - Canção Que é melhor que o original

Tendo, entre outros interpretes, ficado famosa na voz da Amália, "Confesso", de Frederico Valério e José Galhardo, tem expoente máximo na voz de Maria Bethania, do álbum "Memória da Pele" (extremamente bem editado)


No concerto da Expo'98, no palco da Praça Sony - concerto de ir às lágrimas - a interpretação deste fado, sob a direcção musical de Jaques Morelenbaum fez explodir o público de palmas.

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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Sex Mar 09 2018, 18:32

9 - Melhor que o original


"Hallelujah" de Leonard Cohen
.

Foi gravada originalmente para o álbum Various Positions (1984), a canção já obteve inúmeras versões cantadas por diversos artistas como: K. D. Lang, Il Divo, Bon Jovi, John Cale, Rufus Wainwright, Pentatonix, Juninho Vox, Raul Blum, Ondiekson Lenke, wes tucker e Alexandra Burke, Pain of Salvation. Já foi incluída em inúmeros programas de televisão e até em bandas sonoras de filmes como Shrek. E é considerada por muitos uma das melhores músicas de todos os tempos.

Mas no meu entender Jeff Buckley, inspirado no anterior cover de John Cale, gravou a melhor versão de "Hallelujah" no seu álbum de estreia — e seu único realmente completo — Grace, em 1994. Muitos consideram essa "versão Buckley" como a versão definitiva da canção. Buckley, contudo, não totalmente satisfeito, gravou mais de vinte outras tomadas (takes), três das quais o produtor Andy Wallace utilizou e misturou para criar uma única faixa.
Conseguiu na minha opinião fazer uma coisa muito rara que é melhorar o que parecia impossível de melhorar.




A título de curiosidade deixo também aqui um excelente cover de um tema de Animal Colletive o fabuloso "My Girls". Vale a pena ouvir e ver o "tubo".

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Buck Banzai
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Sex Mar 09 2018, 18:51

Pois claro que o Hallelujah do Buckley havia de saltar cedo neste dia. Foi a minha primeira lembrança para hoje mas já cá está, merecidamente.

Tenho tentado colocar apenas discos que possuo, e por isso hoje fico me com All along the watchtower do Dylan na versão do Jimmy Hendrix no album Electric Ladyland



Menção honrosa para "A place to fall' do acima referido Townes van Zandt pelo Mark Lanegan e Isobel Campbell no álbum Hawk. So não fica a minha escolha de hoje porque não tenho o disco em formato físico.

Dia 9 - melhor que o original
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anibalpmm
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Sex Mar 09 2018, 19:00

Atrasado, estou atrasado para o desafio do dia de ontem
Então cá vai
Dia 8 - o disco mais precioso
Este desafio levanta à partida algumas questões
Será o disco mais precioso do ponto de vista emocional? Ou será q estamos a falar do ponto de vista monetário? E mesmo deste ponto de vista ainda há a considerar se foi o disco q me custou mais ou será o q tenho q vale mais?
Depois de várias considerações optei pelo ponto de vista emocional
Longe de ser o disco mais caro ou mais valioso da minha coleção é no entanto um disco ao qual tenho um grande apego emocional, não só pelas características da música, mas tb pelo ambiente q ela evoca e pelas letras das canções, essas são simplesmente do melhor q conheço e com a particularidade de fazerem muitas pontes com a minha vida
Assim cá vai
AMC - Califórnia

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anibalpmm
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Sex Mar 09 2018, 20:29

Dia 9 - versão melhor q a canção original
“My back pages” é uma canção escrita por Bob Dylan e incluída no seu álbum de 1964 “Another side of Bob Dylan”. É interpretada por este de forma simples com a sua guitarra acústica ao estilo da fase inicial de Dylan. Diga-se de passagem q ele só a tocou ao vivo em 1988.

Os The Byrds lançaram uma versão electrificada de "My Back Pages" em 6 de fevereiro de 1967, no  seu quarto álbum, “Younger Than Yesterday”. O título do álbum foi inspirado pelo refrão “Ah, but I was so much older then/I'm younger than that now." “My Back Pages" foi lançada como single pelos The Byrds em 13 de março de 1967. A versão incluída no single era uma edição de rádio que omitiu o segundo verso da música, a fim de reduzir a duração do mesmo de 3:08 para 2:31. “My Back Pages" foi o último single de The Byrds a chegar ao Top 40 dos charts dos USA.
My back pages” teve versões por vários artistas, incluindo The Ramones, Po !, The Hollies, The Nice, Eric Johnson, The Box Tops, Carl Verheyen, Jackson Browne e Joan Osborne, Marshall Crenshaw, Keith Jarrett, Steve Earle, La Mancha de Rolando e o cantor escocês Dick Gaughan. Chegou a ter versões cantadas em alemães e japonês. Para mim o refrão diz tudo, mesmo sabendo q se refere às opiniões políticas de Dylan eu continuo a interpretá-lo como sendo a busca da juventude q quase todos sonhamos


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birodisco
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Sex Mar 09 2018, 20:47

Em conjunto com a minha Sr.ª um original de Simon & Garfunkel na versão dos:

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Luis Filipe Goios
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Sex Mar 09 2018, 22:27

Quase em cima da meta, leia-se, em cima do fecho... aqui vai a "versão" escolhida,
uma grande interpretação de uma grande canção, e vinda dos antípodas, da terra dos "kiwis"..



mesmo sabendo que havia outras Razz  e, boas! Wink
Bom fds
cheers
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anibalpmm
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Sab Mar 10 2018, 13:48

Dia 10 - canto isto no meu carro
A canção é do Craig Armstrong e chama-se “This Love”, do álbum “The space between us” e é cantada de forma sublime por Elisabeth Fraser

Aqui fica ao vídeo e a letra


This love
This love is a strange love
A faded kind of mellow
This love

This love
I think I'm gonna fall again
And even when you held my hand
It didn't mean a thing, this love

This love
Now rehearsed we stay, love
Doesn't know it is love
This love

This love
It hasn't have to feel love
It hasn't need to be love
It hasn't mean a thing
This love

This love loves love
It's a strange love, strange love

This love
This love
This love is a strange love, strange love
I'm gonna fall again
It doesn't mean a thing
Think I'm gonna fall again
This love
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Djlitss
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Sab Mar 10 2018, 14:02

Canção q é uma versão melhor q a original





Eu canto esta musica no meu carro

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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Sab Mar 10 2018, 14:34

Temas que canto no meu Carro.


O som e o cheiro da gasolina no meu "novo" Ford Sierra 2.0 GT (lol! ) têm me levado a escolhas musicais especificas para o carro ficar no ponto!

Existem dois temas de eleição para ouvir a música e o ronco do "bólide"


Os dois são apelativos a uma perca de pontos da carta de condução, mas existem prazeres que não têm preço. Lembro-me que a última vez que fui apanhado num radar foi nos túneis de Monte Carlo- Monaco. Mas seria uma heresia depois de tantos anos a ver na televisão os F1 a fazerem aquilo a alta velocidade, ser obrigado a fazê-los a 50 Km/h

Pelo que os dois temas, para não incluir muitos, que canto e com eles já fiz muitas viagens são:

NIN & Gary Numan - Cars
Um tema que impressionante ao vivo, vale a pena fazer a convers#&, disto para uma pen ou um cd...



The Clash - Rock The Casbah (versão adulterada e meio chunga)
Vidros abertos, de quando a quando, cantar o refrão, palito no canto da boca, e uma t-shirt sem mangas; é meio caminho para um tipo não ter qualquer problema no trânsito!
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birodisco
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Sab Mar 10 2018, 17:18

...e para o desafio de hoje, uma bem portuguesa e uma homenagem ao Zé Pedro.
Xutos & Pontapés: Homem do Leme



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José Miguel
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Sab Mar 10 2018, 19:32

Uma das GRANDES vantagens de viver numa cidade mais pequena é...

Pois é, não se anda de carro e felizmente já me esqueci da última vez que conduzi!

Contudo, como tem sido hábito um "twist" ao tema, por aqui enquanto se caminha também se vai pensando em Música e há uma canção em particular que é costume surgir-me na cabeça:

Do álbum Let It Bleed, You Can't Always Get What You Want...

Creio que por todas as cidades onde passei, todas!, esta canção foi cantarolada - a pé ou de carro. Smile
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Goansipife
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Sab Mar 10 2018, 19:37

Continuando na senda Xutos, apesar não ser muito habitual cantar no carro (sou mais de ouvir), aqui vai

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Tankado
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Sab Mar 10 2018, 20:25

Hoje vou participar.

No meu caso, tanto a pé como de carro, hoje andei a cantarolar uma musica.
Fui dar uma volta a pé e encontrei um álbum que queria na feira de velharias da cidade... caro e num estado duvidoso.

Fui a uma lojinha que gosto de visitar, lá estava novamente o álbum... este não chegou a ir para a prateleira da loja.

Foi esta a musica:



Bom fim de semana para todos
Rafael


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Luis Filipe Goios
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Sab Mar 10 2018, 23:33

Hoje o desafio é cantarolar..., ok!
sem provocações... 2cclzes


bom fds
cheers
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Ferpina
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Dom Mar 11 2018, 00:03

Luis Filipe Goios escreveu:
Hoje o desafio é cantarolar..., ok!
sem provocações... 2cclzes


bom fds
cheers

Luis Piçarra fica sempre bem em qualquer lugar, mesmo andando de "Mota" e depenando "Aves"  dvil

Bom fds

_________________
Cumprimentos, Fernando Pina
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Goansipife
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Dom Mar 11 2018, 09:43

Parece quase inevitável e ainda por cima logo de manhã

O breakfast é mais em Freiria, mas .... lol!
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fredy
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Dom Mar 11 2018, 11:25

Olá

11- Comida na capa



Fredie
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Djlitss
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Dom Mar 11 2018, 12:19

Comida na capa

Vítor Rua, ex-elemento e fundador dos GNR.
PSP (Projecto Som Pop) Vitor Rua - Baixo, Guitarra, Voz ), Dom Lino - Bateria, Luís Carlos - Sintetizador e Computador de Ritmos.
Único disco da banda editado pela Ama Romanta, disco raro de ver e encontrar.
Para coleccionadores de musica Portuguesa interessados encontra-se a venda um na carbono por 95€.

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birodisco
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Dom Mar 11 2018, 13:07

...hora da sobremesa, the Allman Brothers Band: Eat a Peach

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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    Dom Mar 11 2018, 13:40


Dia 11 - Cominha para os olhos, boa música para os ouvidos.

Beach House - Devotuion

2008, Carpark Records)

Do momento em que tem início Wedding Bell, passando pela sequência de músicas formada por Gila, Turtle Island e D.A.R.L.I.N.G., cada fragmento do segundo registro de inéditas do Beach House se transforma em um verdadeiro objeto de destaque. Enquanto a voz forte de Victoria Legrand delicadamente se transforma em um curioso instrumento, arranjos enevoados de teclados e guitarras consumidas pela psicodelia acabam arrastando o ouvinte para dentro de um território essencialmente sombrio, melancólico. Curioso perceber que mesmo dentro dessa atmosfera intimista, não são poucos os momentos em que a dupla cria pequenas brechas instrumentais e poéticas, fazendo do álbum uma obra tão hermético quanto acessível. Arranjos levemente ensolarados, por vezes acolhedores, porém, explorados de forma arrastada, detalhando uma densa massa de sons que ocupa todas as lacunas do disco. A mesma base instrumental testada pela dupla durante o lançamento do primeiro álbum de estúdio, porém, explorada de forma ainda mais complexa, detalhista.

http://miojoindie.com.br/author/admin/



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MensagemAssunto: Re: Desafio vinilico para o mês de março    

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