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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: Propostas Clássicas   Propostas Clássicas - Página 2 EmptySex Mar 26 2021, 21:36



A minha companhia esta noite, de uma suavidade enorme, de alguém que era reconhecidamente um grande boémio.

reirato e masa gostam desta mensagem

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Ghost4u
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MensagemAssunto: Re: Propostas Clássicas   Propostas Clássicas - Página 2 EmptySex Mar 26 2021, 21:48

Está bem acompanhado!

Alexandre Vieira e masa gostam desta mensagem

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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: Propostas Clássicas   Propostas Clássicas - Página 2 EmptyQui Abr 01 2021, 21:18



Bastante Pascal esta excelente e obrigatória obra de Mahler.

A Sinfonia nº 2 de Gustav Mahler, conhecida como Sinfonia da Ressurreição, foi escrita entre 1888 e 1894 e foi apresentada pela primeira vez em 1895. Essa sinfonia foi uma das obras mais populares e bem-sucedidas de Mahler durante sua vida. Foi sua primeira grande obra que estabeleceu sua visão ao longo da vida da beleza da vida após a morte e da ressurreição. Nesse grande trabalho, o compositor desenvolveu ainda mais a criatividade do "som da distância" e a criação de um "mundo próprio", aspectos já vistos em sua Primeira Sinfonia . O trabalho tem duração de oitenta a noventa minutos e é rotulado convencionalmente como sendo a chave de dó menor; o New Grove Dictionary of Music and Musicians rotula o trabalho '♭major. Foi eleita a quinta maior sinfonia de todos os tempos em uma pesquisa com condutores realizada pela BBC Music Magazine

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masa
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MensagemAssunto: Re: Propostas Clássicas   Propostas Clássicas - Página 2 EmptySex Abr 02 2021, 16:30

Será clássico ? Não sei , mas é reconhecidamente imaterial .Mais uma pesquisa que vale a pena .

Concerto Via Streaming > Duarte "No Lugar Dela" - 03 de Abril pelas 21h00-- 2021
Auditório Fernando Lopes Graça

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MensagemAssunto: Re: Propostas Clássicas   Propostas Clássicas - Página 2 EmptyTer Abr 27 2021, 20:56



Faz umas semanas que ando a tentar interiorizar Liszt e a sua obra .

Estou completamente rendido ao rendilhado que as melodias têm e ao drama intenso. Muitas vezes parece que os vários instrumentos estão num diálogo coerente.

Génio!

ricardo.canelas gosta desta mensagem

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MensagemAssunto: Re: Propostas Clássicas   Propostas Clássicas - Página 2 EmptySab Maio 01 2021, 13:57



A Sinfonia n.º 4 em Ré menor, op. l20, de Schumann, apesar de ser a última em termos de catalogação, foi inicialmente esboçada logo a seguir à sua primeira sinfonia, em 1841. Porém, apenas depois de inúmeras revisões é que o compositor procederia à sua publicação, em 1853, após a estreia desta última versão em Düsseldorf a 30 de Dezembro de 1852, com significativo sucesso. Pode ser considerada a mais inovadora, ao nível formal, das quatro sinfonias de Schumann. Os quatro andamentos devem ser tocados sem interrupção e podem ser considerados estruturalmente “incompletos”, formando no seu conjunto como que uma unidade formal, através da qual circulam os vários temas. Schumann chegou inclusivamente a pensar em designar esta obra como uma “Fantasia Sinfónica”. O tema principal, de carácter obsessivo e em forma de arabesco, conduz toda a obra sendo exposto no início e atingindo o seu desenvolvimento máximo no finale, a par com outras figuras temáticas que circulam ao longo de toda a sinfonia. Os quatro andamentos são Ziemlich langsam – Lebhaft (Introdução – Allegro), em Ré menor, construído sobre a forma-sonata; Ziemlich langsam (Romance), em Lá menor, com um certo carácter de nocturno; Lebhaft (Scherzo), em Ré menor, que inicia num cânone e se desenrola numa coda com o tema principal do primeiro andamento em transição para o Langsam-Lebhaft (Finale: lento-vivo), em Ré maior, em forma de sonata livre que termina em ímpeto heróico.

masa gosta desta mensagem

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MensagemAssunto: Re: Propostas Clássicas   Propostas Clássicas - Página 2 EmptySeg Maio 17 2021, 21:19



O Barroco não é bacoco! Propostas Clássicas - Página 2 491368
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MensagemAssunto: Re: Propostas Clássicas   Propostas Clássicas - Página 2 EmptyDom Maio 23 2021, 19:40



Esta semana um amigo (João) recomendou-me a audição desta obra. Ele estava tão maravilhado que teria que a partilhar e eu fui a vitima perfeita. Eu nem sequer estava familiarizado com o autor. Por isso pesquisei a WIKI e encontrei isto:
A família de Górecki era modesta, e ambos os pais tinham amor à música. O seu pai Roman (1904-1991) era músico amador e a sua mãe Otylia (1909-1935) era pianista. Otylia morreu quando seu filho tinha apenas dois anos de idade, e os primeiros trabalhos de Górecki foram dedicados em memória de sua mãe. Henryk se interessou por música desde cedo, embora fora desanimado por seu pai e por sua madrasta até ao ponto em que não lhe era permitido tocar o velho piano de sua mãe. Entretanto, persistiu, e em 1943, permitiram que ele fizesse aulas de violino com Paweł Hajduga, um músico amador local e fabricante de instrumentos.

É a partir de 1951 que Górecki começa a compor as suas primeiras peças, maioritariamente canções e pequenas peças para piano, quando ingressa na sua primeira escola de música, em Rybnik. Pouco depois, estuda por si mesmo as regras do dodecafonismo e serialismo, e mais tarde evolui para o modernismo de Anton Webern, Iánnis Xenákis e Pierre Boulez. Conclui o curso de composição musical com Bolesław Szabelski em Katowice e, depois de uma pós-graduação em Paris, torna-se professor nessa mesma escola onde estudou.

Durante o seu estudo, Gúrecki apercebe-se da importância de trabalhar para desenvolver uma linguagem própria e as primeiras tentativas surgiram com os Quatro Prelúdios de 1955, evoluindo seriamente durante a década de 1960, considerada o seu período mais dissonante. Em 1969, Górecki parece ter atingido a sua maturidade com Old Polish Music¸ mas é na década de 1970 que atingirá o estilo que mais o caracterizará, com obras como Ad Matrem (1971), a sua Sinfonia n.º 3 (1976) e Beatus Vir (1979). Górecki preocupava-se em conseguir uma ligação perfeita entre o conteúdo espiritual e emocional do texto, frequentemente sagrado ou de origem tradicional com a sua música, e aí residiu o estrondoso sucesso destas composições.

Com a década de 1980, Górecki expande a sua gama de possibilidades e na música dele encontramos radicais contrastes no tempo, nas dinâmicas e na textura harmónica no que toca à oposição entre consonância e dissonância, ao mesmo tempo influenciado pelo folclore da Polónia. Tal expansão artística é visível na sua música de câmara, desde Lerchenmusik (1984) a Little Requiem for a Polka - Kleines Requiem fur eine Polka de 1993.

Ainda na década de oitenta, Górecki torna-se politicamente activo e são-lhe característicos actos em nome de uma causa que defende: depois de ter dedicado muita da sua música ao Papa João Paulo II, demite-se do seu cargo de professor da Escola Superior de Música de Katowice como acto de protesto ao governo por não ter permitido a visita do Papa na cidade; já o seu Miserere foi composto em memória às vítimas da repressão estatal soviética contra o movimento sindical polonês Solidariedade.

As suas composições após os anos 1950 e 1960, foram caracterizadas pelo modernismo dissonante com inspiração em Karlheinz Stockhausen, Luigi Nono e seus contemporâneos, Krzysztof Penderecki e Kazimierz Serocki. A meio da década de 1970, Górecki mudou seu estilo em direção do "puro" som minimalista, que foi marcado pela sua Sinfonia n.º 3. Górecki tem progredido com diversos estilos distintos desde a reverência a Beatus Vir (1979), ao meditativo Miserere (1981) e ao espiritualismo de Good Night (1990).

Até 1992, Górecki foi conhecido somente por alguns conhecedores, primeiramente como um dos primeiros compositores responsáveis pelo renascimento da música da Polónia no pós-guerra. Naquele ano a etiqueta Elektra-Nonesuch liberou uma gravação de sua Sinfonia n.º 3, com 15 anos de existência. Esteve no topo da venda de discos no Reino Unido. Em dois anos a sinfonia No.3 tinha vendido mais de 700 000 cópias no mundo inteiro, e esse valor é pelo menos quatrocentas vezes mais a expectativa de vendas de uma sinfonia de um compositor relativamente desconhecido no séc XX. Entretanto o sucesso da gravação não despertou o interesse em outros trabalhos do compositor.

Durante a última década de sua vida, Górecki sofreu de freqüentes enfermidades. Sua Sinfonia n.º 4 deveria ter sido estreada em Londres em 2010, pela Orquestra Filarmônica de Londres, mas o evento foi cancelado devido a problemas de saúde do compositor. Ele faleceu em 12 de novembro de 2010, em sua casa na cidade de Katowice, de complicações devido a uma infecção pulmonar. Górecki foi casado com Jadwiga Rurańska e deixou dois filhos – Anna, uma pianista, e Mikołaj, compositor.

O que senti a ouvir esta terceira Sinfonia? Uma enorme proximidade com o autor. Achei a obra graciosamente contida, com uma estética simples mas cheia de sentido e sentimento. Recomendo muito a sua audição!

Muito obrigado João!  Propostas Clássicas - Página 2 754215
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MensagemAssunto: Re: Propostas Clássicas   Propostas Clássicas - Página 2 EmptySab Jul 03 2021, 01:41



Um sinfonia intensa mas ao mesmo tempo com um recortado quase inesgotável.
Antonín Dvořák nasceu em 8 de setembro de 1841, na aldeia boêmia de Nelahozeves, perto de Praga (então parte da Boêmia no Império Austríaco, atual República Tcheca), onde passou a maior parte de sua vida. Foi batizado na igreja católica de St. Andrew na mesma aldeia. Os anos que Dvořák passou em Nelahozeves nutriram a forte fé cristã e o amor pela sua herança boêmia que tão fortemente influenciou a sua música.[5] Seu pai Frantisek Dvořák (1814-1894) foi um taberneiro, instrumentista profissional de cítara e açougueiro. Embora seu pai quisesse que ele também fosse um açougueiro, Dvořák passou a buscar um futuro na música. Recebeu sua primeira educação musical na escola da aldeia, onde ingressou em 1847, aos seis anos. De 1857 a 1859[6] estudou música na única escola para organistas de Praga e, gradualmente desenvolveu-se, tornando-se um excelente instrumentista de violino e viola. Escreveu seu primeiro quarteto de cordas quando tinha vinte anos, dois anos após a graduação.

Ao longo da década de 1860, tocou viola na Orquestra Provisória do Teatro da Boêmia, que em 1866 era regida por Bedřich Smetana. Quando tinha dezoito anos, Dvořák era um músico em tempo integral. Recebia cerca de 7,50 dólares por mês. A constante necessidade de complementar sua renda levou-o a ensinar lições de piano. Foi através dessas aulas de piano que conheceu sua esposa. A princípio, ele se apaixonou por sua pupila Josefina Čermáková, para quem ele compôs Cypress Trees. No entanto, ela nunca correspondeu a esse amor e acabou casando com outro homem. Em 1873, Dvořák casou-se com a irmã de Josefina, Anna.

Seu primeiro sucesso foi um hino baseado numa obra de Vítězslav Hálek, famoso poeta de seu país. Assim conseguiu a colocação de organista na Igreja de Saint-Ethelbert, que ocupou até 1877. Datam desses anos Stabat Mater e outras obras sinfónicas, vocais e, sobretudo, de câmara. Em 1875 obteve uma renda do Estado.

A obra de Dvořák conheceu um sucesso cada vez maior: surgiram as Danças eslavas (1878), Quarteto op. 51 (1879) e as primeiras sinfonias. O compositor foi diversas vezes para a Inglaterra, onde recebeu o título de doutor honoris causa da Universidade de Cambridge em 1891. Obteve o mesmo título também da Universidade de Viena e da Universidade de Praga.

Em 1892 aceitou o convite para dirigir o Conservatório de Nova York. Escreveu então algumas de suas obras mais famosas, como a Sinfonia do novo mundo (1893). No entanto, a saudade de seu país fez com que o compositor retornasse para o lugar de professor de composição que obtivera em 1891.

A obra de Dvořák constitui uma síntese do pós-romantismo alemão de Brahms (que o admirava) e da tradição folclórica eslava.

Na relação de suas obras encontram-se nove sinfonias, um concerto para piano, um concerto para violino, um concerto para violoncelo (o mais famoso dos seus concertos), poemas sinfónicos (O espírito das águas, Meu Lar, Waldesruhe), aberturas (Othello, Na natureza, Trágica), danças sinfônicas, suites (Tcheca, Americana) e as danças checas.

As composições de Dvořák têm estilos muito próprios, com grande riqueza melódica e colorido orquestral.

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MensagemAssunto: Re: Propostas Clássicas   Propostas Clássicas - Página 2 EmptyQua Jul 21 2021, 19:36



Liszt nasceu em 21 de outubro de 1811 no vilarejo de Doborján (atual Raiding, Burgenland), então parte do Reino da Hungria, sob domínio Habsburgo, no comitato de Oedenburg. Foi batizado em latim com o nome "Franciscus", mas seus amigos mais próximos sempre o chamaram de "Franz", a versão alemã de seu nome. Era chamado de "François" em francês, "Ferenc", "Ferencz" ou "Ferentz" em húngaro; no seu passaporte de 1874, o nome registrado era "Dr. Liszt Ferencz".

A língua tradicional daquela região era o alemão, e apenas uma minoria sabia falar húngaro. Oficialmente, o latim era utilizado. Seu pai, Adam Liszt, tivera aulas em húngaro no ginásio de Pozsony, hoje Bratislava, mas ele não aprendeu quase nada. Apenas a partir de 1835 as crianças de Raiding passaram a ter aulas de húngaro na escola. O próprio Liszt era fluente em alemão, italiano e francês; também tinha um pequeno domínio de inglês, mas seu húngaro era muito precário. Nos anos de 1870, quando todos os habitantes da Hungria foram forçados a aprender húngaro, Liszt tentou aprendê-lo, mas desistiu depois de algumas aulas.

A nacionalidade de Liszt foi causa de muita intriga e discussão. De acordo com pesquisas, seu bisavô, Sebastian List,[n 1] era um alemão que resolveu morar na Hungria no século XVIII. Como a nacionalidade de uma pessoa nascida na Hungria na época era herdada, seu avô e seu pai também seriam alemães. Seguindo este raciocínio, Liszt também deveria ser considerado alemão. A mãe de Liszt, Anna Maria Liszt, era austríaca.

Quando perguntado sobre sua nacionalidade, Liszt sempre respondia com orgulho que era húngaro, mesmo sem sequer falar a língua; durante toda sua vida usou seu passaporte húngaro para viajar. Isto fez com que ainda hoje a maioria pense que ele era integralmente húngaro.

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MensagemAssunto: Re: Propostas Clássicas   Propostas Clássicas - Página 2 EmptyQua Jul 21 2021, 21:11

Felicito pelo bom texto sobre a origem de Liszt.

masa gosta desta mensagem

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MensagemAssunto: Re: Propostas Clássicas   Propostas Clássicas - Página 2 EmptyQui Jul 22 2021, 09:49

Ghost4u escreveu:
Felicito pelo bom texto sobre a origem de Liszt.

Estimado Fantasma, a wikipédia agradece o comentário.

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MensagemAssunto: Re: Propostas Clássicas   Propostas Clássicas - Página 2 EmptyQui Jul 22 2021, 10:42


Da mesma maneira que a aguia imperial russa tém duas cabeças, uma que olha para oeste e a outra para leste, o Svatislov Richter tinha essa capacidade de escrutar simultaneamente a arte e a vida, sém nunca escolher. O imenso e enigmatico pianista soviético deixa uma obra colossal que ainda ultrapassa a nossa maneira de conceber e compreender o génio. Artista secreto e taciturno, quase autista socialmente, o Richter possui uma potência interior e fisica que transforma em fogo de artificio as suas interpretações e paralelamente uma obcessão formal em relação à pauta ao ponto de dizer sobre si mesmo:

O interprete é verdadeiramente um executante, com a obrigação de reproduzir as intenções do compositor literalmente, ele não deve adicionar nada que não esteja escrito na pauta. Se ele for talentuoso, permite-nos de entrever a verdade da obra o que em si é um elemento do génio reflectido, ele não deve dominar a musica, ele deveria se dissolver nela...

tomaz, masa e Fernando Salvado gostam desta mensagem

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