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 Os nossos novos amiguinhos refugiados

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ducar
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MensagemAssunto: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Sex Jan 08 2016, 19:06

Já andam a fazer das boas

http://expresso.sapo.pt/internacional/2016-01-05-Uma-dimensao-de-crime-completamente-nova-dezenas-de-mulheres-atacadas-por-mil-homens-em-cidade-alema





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johnnys14
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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Sex Jan 08 2016, 21:18

Portas abertas e agora é ó da guarda!, agora quem é que anda a verificar que tipo de refugiados é que entram na Europa? muitos deles são mais terroristas cherry cherry do que outra coisa
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luis lopes
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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Sex Jan 08 2016, 21:28

e nós sempre de c*, perdão,... portas abertas.
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agorgal
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MensagemAssunto: re: Os nossos novos amiguinhos refugiados   Sex Jan 08 2016, 23:09

Se há refugiados que cometeram crimes (e tudo aponta para um sim) devem ser punidos e expulsos para o seu país de origem. Mas tal não pode servir para usarmos um ferrete em todos os que fogem a perseguições políticas ou religiosas e de situações de guerra, muitas das vezes situações criadas com a cumplicidade ou subjugadas a interesses dos governos ocidentais.

Tomar a nuvem por Juno é, nestes casos e infelizmente, a linguagem favorita da suposta superioridade moral que nos arrasta de conflito em conflito.
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Mário Franco
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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Seg Jan 11 2016, 11:24

agorgal escreveu:
Se há refugiados que cometeram crimes (e tudo aponta para um sim) devem ser punidos e expulsos para o seu país de origem. Mas tal não pode servir para usarmos um ferrete em todos os que fogem a perseguições políticas ou religiosas e de situações de guerra, muitas das vezes situações criadas com a cumplicidade ou subjugadas a interesses dos governos ocidentais.

Tomar a nuvem por Juno é, nestes casos e infelizmente, a linguagem favorita da suposta superioridade moral que nos arrasta de conflito em conflito.

Essa perspectiva é verdadeira como princípio geral e subscrevo.

Porém, em momentos de crise profunda, deixa de ser válida.

Resta saber se ainda temos espaço de manobra para nos darmos ao luxo de permanecer tolerantes ou se está na hora de radicalizar e passarmos à intolerância.

Sou a favor de acolher quem necessita mas repugna-me a ideia de ver na Europa fenómenos deste tipo.

Infelizmente também temos cá violadores mas não se organizam em massa.

Estes grupos fazem-me lembrar os grupos da "Primavera árabe" se calhar são a versão magrebina da liberdade.

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ducar
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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Seg Jan 11 2016, 19:07

Mário Franco escreveu:
agorgal escreveu:
Se há refugiados que cometeram crimes (e tudo aponta para um sim) devem ser punidos e expulsos para o seu país de origem. Mas tal não pode servir para usarmos um ferrete em todos os que fogem a perseguições políticas ou religiosas e de situações de guerra, muitas das vezes situações criadas com a cumplicidade ou subjugadas a interesses dos governos ocidentais.

Tomar a nuvem por Juno é, nestes casos e infelizmente, a linguagem favorita da suposta superioridade moral que nos arrasta de conflito em conflito.

Essa perspectiva é verdadeira como princípio geral e subscrevo.

Porém, em momentos de crise profunda, deixa de ser válida.

Resta saber se ainda temos espaço de manobra para nos darmos ao luxo de permanecer tolerantes ou se está na hora de radicalizar e passarmos à intolerância.

Sou a favor de acolher quem necessita mas repugna-me a ideia de ver na Europa fenómenos deste tipo.

Infelizmente também temos cá violadores mas não se organizam em massa.

Estes grupos fazem-me lembrar os grupos da "Primavera árabe" se calhar são a versão magrebina da liberdade.



Em cheio Caro Mário

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agorgal
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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Seg Jan 11 2016, 21:28

Mário Franco escreveu:
agorgal escreveu:
Se há refugiados que cometeram crimes (e tudo aponta para um sim) devem ser punidos e expulsos para o seu país de origem. Mas tal não pode servir para usarmos um ferrete em todos os que fogem a perseguições políticas ou religiosas e de situações de guerra, muitas das vezes situações criadas com a cumplicidade ou subjugadas a interesses dos governos ocidentais.

Tomar a nuvem por Juno é, nestes casos e infelizmente, a linguagem favorita da suposta superioridade moral que nos arrasta de conflito em conflito.

Essa perspectiva é verdadeira como princípio geral e subscrevo.

Porém, em momentos de crise profunda, deixa de ser válida.

Resta saber se ainda temos espaço de manobra para nos darmos ao luxo de permanecer tolerantes ou se está na hora de radicalizar e passarmos à intolerância.

Sou a favor de acolher quem necessita mas repugna-me a ideia de ver na Europa fenómenos deste tipo.

Infelizmente também temos cá violadores mas não se organizam em massa.

Estes grupos fazem-me lembrar os grupos da "Primavera árabe" se calhar são a versão magrebina da liberdade.


Pois, e cito da internet:
"A palavra tolerância, provém da palavra Tolerare que significa etimologicamente sofrer ou suportar pacientemente. O conceito tolerância radica numa aceitação assimétrica de poder: a) Tolera-se aquilo que se apresenta como distinto da maneira de agir, pensar e sentir de quem tolera; b) Quem tolera está, em princípio numa posição de superioridade em relação aquele que é tolerado. Neste sentido pode ou não tolerar."

E então quando se fala de intolerância isso significa campos de concentração, muros a dividir nações, assassínios em massa, inquisições e respectivas fogueiras em praça pública, etc. etc. etc.

Cabe-nos a nós escolher de que lado estamos.

Ai que é tão bom quando estamos nas nossa confortáveis casinhas ou palácios, ouvindo as nossas musiquinhas favoritas esquecendo quem vive no terror de não viver amanhã, de não ter que comer amanhã, de ver a criança que foi parida ontem e que amanhã morre de inanição ou esmagada por uma parede alvo de um missil de um intolerante qualquer...
Morreu David Bowie. Todos nós sentimos isso um pouco. Morreram 15 crianças (sim, 15) por minuto (sim, por minuto) hoje, de fome ou em ambiente de guerra. Who cares?...
Tolerância e intolerâncias... É este o mundo em que vivemos.
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Mário Franco
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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Ter Jan 12 2016, 11:31

agorgal escreveu:
Mário Franco escreveu:
agorgal escreveu:
Se há refugiados que cometeram crimes (e tudo aponta para um sim) devem ser punidos e expulsos para o seu país de origem. Mas tal não pode servir para usarmos um ferrete em todos os que fogem a perseguições políticas ou religiosas e de situações de guerra, muitas das vezes situações criadas com a cumplicidade ou subjugadas a interesses dos governos ocidentais.

Tomar a nuvem por Juno é, nestes casos e infelizmente, a linguagem favorita da suposta superioridade moral que nos arrasta de conflito em conflito.

Essa perspectiva é verdadeira como princípio geral e subscrevo.

Porém, em momentos de crise profunda, deixa de ser válida.

Resta saber se ainda temos espaço de manobra para nos darmos ao luxo de permanecer tolerantes ou se está na hora de radicalizar e passarmos à intolerância.

Sou a favor de acolher quem necessita mas repugna-me a ideia de ver na Europa fenómenos deste tipo.

Infelizmente também temos cá violadores mas não se organizam em massa.

Estes grupos fazem-me lembrar os grupos da "Primavera árabe" se calhar são a versão magrebina da liberdade.


Pois, e cito da internet:
"A palavra tolerância, provém da palavra Tolerare que significa etimologicamente sofrer ou suportar pacientemente. O conceito tolerância radica numa aceitação assimétrica de poder: a) Tolera-se aquilo que se apresenta como distinto da maneira de agir, pensar e sentir de quem tolera; b) Quem tolera está, em princípio numa posição de superioridade em relação aquele que é tolerado. Neste sentido pode ou não tolerar."

E então quando se fala de intolerância isso significa campos de concentração, muros a dividir nações, assassínios em massa, inquisições e respectivas fogueiras em praça pública, etc. etc. etc.

Cabe-nos a nós escolher de que lado estamos.

Ai que é tão bom quando estamos nas nossa confortáveis casinhas ou palácios, ouvindo as nossas musiquinhas favoritas esquecendo quem vive no terror de não viver amanhã, de não ter que comer amanhã, de ver a criança que foi parida ontem e que amanhã morre de inanição ou esmagada por uma parede alvo de um missil de um intolerante qualquer...
Morreu David Bowie. Todos nós sentimos isso um pouco. Morreram 15 crianças (sim, 15) por minuto (sim, por minuto) hoje, de fome ou em ambiente de guerra. Who cares?...
Tolerância e intolerâncias... É este o mundo em que vivemos.

"Cabe-nos a nós escolher de que lado estamos"

Pela veemência do seu discurso suponho que está a agir concretamente no sentido de minorar o sofrimentos das pessoas.

Peço-lhe que me oriente indicando-me o que devo fazer para acompanhá-lo nesse meritório projecto (actos que se vejam, coisas concretas e não meras palavras) garanto-lhe que se tiver um bom plano de acção o acompanho.

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António José da Silva
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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Ter Jan 12 2016, 12:13

Todos somos a favor de ajudar pessoas em sofrimento, contra isso, ninguém se opões. O problema são as enormes diferenças sociais enraizadas e contra isso, nada à a fazer (ou com muita dificuldade).
Como já frisei várias vezes, trabalho com muitos deles e sei bem como pensam. É um pensar que dificilmente se coaduna com a nossa maneira de pensar e viver. O vídeo que se segue, mostra um pouco dessa maneira de pensar. É uma cultura que dá mais valor a um cão que a uma mulher.

Como o Intervenient diz, esta comida só serve para cães ou mulheres. É triste mas é assim.
Tenho a certeza de que muitos dos que hoje defendem acerrimamente e bem intencionados a vinda de todos os que queiram vir, ainda se vão arrepender da forma descontrolada com que isto se está a processar.
Como digo, trabalho com muitos deles e prefiro não lidar com a maioria deles... e não é por intolerância.  




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Mário Franco
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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Ter Jan 12 2016, 13:11

António José da Silva escreveu:
(...) É uma cultura que dá mais valor a um cão que a uma mulher (...)

E eu dou mais valor a um piolho do que a uma cultura que dá mais valor a um cão do que a uma mulher

Uma cultura que trata uma mulher como um ser inferior é uma patologia social. Para mim é igual ao nazismo!

E encerro aqui o assunto porque qualquer coisa que dissesse a seguir ainda seria pior do que o que acabei de dizer.
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ricardo onga-ku
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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Ter Jan 12 2016, 13:50

O irónico é que a mulher ocidental só deixou de ser uma "coisa" quando a "nossa" cultura se encontrou com a árabe no tempo das cruzadas...os Árabes estão a atravessar a sua Idade Média.

Mas não são todos assim, só as pessoas sem educação, que infelizmente é a maioria.

R
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António José da Silva
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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Ter Jan 12 2016, 13:56

Mário Franco escreveu:


Uma cultura que trata uma mulher como um ser inferior é uma patologia social. Para mim é igual ao nazismo!



Em muitos aspectos, bem pior que o nazismo.

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johnnys14
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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Ter Jan 12 2016, 15:25

Na minha opinião tudo o que se tem passado em França, Bruxelas, Síria, Alemanha, "refugiados"... passa tudo pela mesma bitola porque está tudo associado ao mesmo, e tudo isto têm um propósito, esse propósito visa a atenção das massas que é o de tentarem criar medo, guerras, caos, a divisão e as coisas do passado, ora o passado deve pertencer ao passado... tudo isto vem afastando as pessoas de coisas mais importantes.
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agorgal
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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Ter Jan 12 2016, 16:11

Mário Franco escreveu:

Peço-lhe que me oriente indicando-me o que devo fazer para acompanhá-lo nesse meritório projecto (actos que se vejam, coisas concretas e não meras palavras) garanto-lhe que se tiver um bom plano de acção o acompanho.

2cclzes


São as palavras que levam aos actos. As palavras agitam consciências, mobilizam multidões, são o ponto de partida para as melhores revoluções.
Quanto aos actos, os que pratico comigo ficam, não faço deles publicidade. Se me quiser acompanhar, nada mais fácil: exerça de pedagogia com o ignorante que está ao seu lado, ajude alguém que precise de auxílio e, sobretudo, compreenda a diferença. Se todos fizermos um pouco disto, garanto-lhe, teremos um mundo melhor.
Não, não se trata de profissão de fé alguma nem de caridade barata, trata-se apenas de exercer uma correcta e muito concreta cidadania.
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Mário Franco
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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Ter Jan 12 2016, 16:49

agorgal escreveu:
Mário Franco escreveu:

Peço-lhe que me oriente indicando-me o que devo fazer para acompanhá-lo nesse meritório projecto (actos que se vejam, coisas concretas e não meras palavras) garanto-lhe que se tiver um bom plano de acção o acompanho.

2cclzes


São as palavras que levam aos actos. As palavras agitam consciências, mobilizam multidões, são o ponto de partida para as melhores revoluções.
Quanto aos actos, os que pratico comigo ficam, não faço deles publicidade. Se me quiser acompanhar, nada mais fácil: exerça de pedagogia com o ignorante que está ao seu lado, ajude alguém que precise de auxílio e, sobretudo, compreenda a diferença. Se todos fizermos um pouco disto, garanto-lhe, teremos um mundo melhor.
Não, não se trata de profissão de fé alguma nem de caridade barata, trata-se apenas de exercer uma correcta e muito concreta cidadania.  

Agradeço o esforço que fez para me esclarecer. O conteúdo vale o que vale mas acredito que as suas intenções são boas.

Bem haja.

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johnnys14
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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Ter Jan 12 2016, 17:13

"Ai que é tão bom quando estamos nas nossa confortáveis casinhas ou palácios, ouvindo as nossas musiquinhas favoritas esquecendo quem vive no terror de não viver amanhã, de não ter que comer amanhã"

Aceitar, não aceitar tudo o que é refugiado, mas simplesmente aceitar o que é razoável de pessoas que se portam e agem como pessoas civilizadas, ou então estamos a aceitar o que não queremos para nós, é essa a aceitação e não palavras de superioridade nem de conforto...
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Manel
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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Ter Jan 12 2016, 17:34

agorgal escreveu:
Mário Franco escreveu:

Peço-lhe que me oriente indicando-me o que devo fazer para acompanhá-lo nesse meritório projecto (actos que se vejam, coisas concretas e não meras palavras) garanto-lhe que se tiver um bom plano de acção o acompanho.

2cclzes


São as palavras que levam aos actos. As palavras agitam consciências, mobilizam multidões, são o ponto de partida para as melhores revoluções.
Quanto aos actos, os que pratico comigo ficam, não faço deles publicidade. Se me quiser acompanhar, nada mais fácil: exerça de pedagogia com o ignorante que está ao seu lado, ajude alguém que precise de auxílio e, sobretudo, compreenda a diferença. Se todos fizermos um pouco disto, garanto-lhe, teremos um mundo melhor.
Não, não se trata de profissão de fé alguma nem de caridade barata, trata-se apenas de exercer uma correcta e muito concreta cidadania.  

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agorgal
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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Ter Jan 12 2016, 21:32

Mário Franco escreveu:
[
Agradeço o esforço que fez para me esclarecer. O conteúdo vale o que vale mas acredito que as suas intenções são boas.

Bem haja.


Caro Mário Franco
Agora é a minha vez de lhe agradecer. E destacar como no AAP é possível debater ideias sem combater ideias. É esta elevação no debate que me leva a continuar a partilhar neste forum opiniões que sei serem, por vezes, um pouco contra-corrente.
Todos sabemos como é pantanoso o terreno onde se misturam religiões, culturas étnicas e conceitos civilizacionais.
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agorgal
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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Ter Jan 12 2016, 22:15

ricardo onga-ku escreveu:
O irónico é que a mulher ocidental só deixou de ser uma "coisa" quando a "nossa" cultura se encontrou com a árabe no tempo das cruzadas...os Árabes estão a atravessar a sua Idade Média.

Mas não são todos assim, só as pessoas sem educação, que infelizmente é a maioria.

R

Caro Ricardo
Parece-me que na cabeça de muitos "machos latinos" essa "coisa" chamada mulher ainda é um facto.
Em Portugal a mulher só adquiriu o direito de votar nos anos 30 (e sob determinadas e rigorosas condições...). No tempo presente o nível de violência sobre as mulheres é assustador. Continuamos a ser uma sociedade governada por homens e onde é necessário impor, por lei, uma paridade nunca cumprida. Portanto não estamos, ainda, assim tão avançados no que à igualdade de direitos diz respeito...

Concordo plenamente com a ideia que o Islão atravessa hoje (AH 1437) uma Idade Média onde o obscurantismo pontifica. Mas não penso que, no Islão, domine essa maioria de pessoas sem educação, penso que são uma minoria, uma minoria muito barulhenta e poderosa. Razões históricas para isso muito têm contribuído.
Num aparte: no ano 1437 DC, a Inquisição já imperava, mas ainda faltavam umas décadas para se transformar num dos episódios mais cruéis da chamada civilização ocidental. É curioso como a história se repete, apenas que com novas caras.

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agorgal
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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Ter Jan 12 2016, 22:37

António José da Silva escreveu:

O vídeo que se segue, mostra um pouco dessa maneira de pensar. É uma cultura que dá mais valor a um cão que a uma mulher.

Como o Intervenient diz, esta comida só serve para cães ou mulheres. É triste mas é assim.




Caro António
Finalmente discordámos...
Onde ouve: esta comida só serve para cães ou mulheres eu ouço, num inglês bem pior que o meu:
Para o cão, ele não come, para a mulher... problema.
Deduzir disto um paralelismo social entre mulher e cão... não será um exagero?
Lembro que, ao contrário de nós, o cão não é propriamente o animal de estimação favorito do mundo islâmico. Bem pelo contrário. E que uma das mais belas obras de arte que a cultura islâmica nos oferece é fruto da homenagem de um homem a uma mulher.
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António José da Silva
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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Ter Jan 12 2016, 22:58

Então digo-te o seguinte, não os conheces minimamente. Já te disse, falo com montes deles e a maioria dos maltratados cães, são mais bem tratados do que as mulheres.

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Milton
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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Qua Jan 13 2016, 10:02

Aquilo que eu acho é que se alguem quer ser convidado para minha casa TEM que se portar de uma forma minimamente civilizada , sob pena de ser expulso , mesmo sendo amigo ou conhecido de longa data !
Nós não queremos que eles mudem os seus costumes e crenças nos seus Paises, mas aqui devem agir de forma recata e de acordo com o status quo.
Se esse pessoal quer ser acolhido , TEM que se portar de acordo com as regras e costumes do País e sociedade que os acolhe PONTO FINAL !
Isto é extensível tambem a TODAS as etnias que já cá estavam antes desta crise de refugiados.
Acredito que muitos deles sintam alguma revolta por não encontrarem o eldorado que pensavam, temos pena.
Estão a sofrer aquilo que muitos dos nossos antepassados emigrantes passaram nos bidonvilles do Mundo, onde tambem eram ostracizados e onde sempre fizeram tudo o que as sociedades de acolhimento não queriam fazer.

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ducar
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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Qua Jan 13 2016, 20:28

Além de tudo que se tem feito para os ajudar ainda reclamam como por exemplo na alimentação.







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Ferpina
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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Qua Jan 13 2016, 23:35

Normalmente não gosto, não quero meter-me em discussões do tipo religião, futebol ou "o meu é maior que o teu", mas por acaso hoje de manhã, recebi este email:

Uma criança muçulmana, residente em França, pergunta à sua Mãe:
«Mamã, qual é a diferença entre democracia e racismo?"

Então, a mãe responde, envolta na sua burka:
"Pois bem, meu filho, a democracia é quando os contribuintes franceses trabalham muito todos os dias para que possamos obter todas as vantagens... tu sabes..., como a habitação gratuita, saúde gratuita, educação gratuita e nos cedem terrenos para construir as mesquitas e centros comunitários, e desta forma podes compreender bem... é isto a democracia".

" Mas, Mamã, perante isto, os contribuintes franceses devem revoltar-se ?
"Sem dúvida que se revoltam... E é a isso que chamamos racismo!"


Vamos reflectir enquanto ouvimos a música que gostamos, enquanto podemos   Cool

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Cumprimentos, Fernando Pina
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Jorge Ferreira
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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Qui Jan 14 2016, 00:33

Milton escreveu:
Aquilo que eu acho é que se alguem quer ser convidado para minha casa TEM que se portar de uma forma minimamente civilizada , sob pena de ser expulso , mesmo sendo amigo ou conhecido de longa data !
Nós não queremos que eles mudem os seus costumes e crenças nos seus Paises, mas aqui devem agir de forma recata e de acordo com o status quo.
Se esse pessoal quer ser acolhido , TEM que se portar de acordo com as regras e costumes do País e sociedade que os acolhe PONTO FINAL !
Isto é extensível tambem a TODAS as etnias que já cá estavam antes desta crise de refugiados.
Acredito que muitos deles sintam alguma revolta por não encontrarem o eldorado que pensavam, temos pena.
Estão a sofrer aquilo que muitos dos nossos antepassados emigrantes passaram nos bidonvilles do Mundo, onde tambem eram ostracizados e onde sempre fizeram tudo o que as sociedades de acolhimento não queriam fazer.

É isso mesmo, e mai nada !!!
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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Qui Jan 14 2016, 00:37

Jorge Ferreira escreveu:
Milton escreveu:
Aquilo que eu acho é que se alguem quer ser convidado para minha casa TEM que se portar de uma forma minimamente civilizada , sob pena de ser expulso , mesmo sendo amigo ou conhecido de longa data !
Nós não queremos que eles mudem os seus costumes e crenças nos seus Paises, mas aqui devem agir de forma recata e de acordo com o status quo.
Se esse pessoal quer ser acolhido , TEM que se portar de acordo com as regras e costumes do País e sociedade que os acolhe PONTO FINAL !
Isto é extensível tambem a TODAS as etnias que já cá estavam antes desta crise de refugiados.
Acredito que muitos deles sintam alguma revolta por não encontrarem o eldorado que pensavam, temos pena.
Estão a sofrer aquilo que muitos dos nossos antepassados emigrantes passaram nos bidonvilles do Mundo, onde tambem eram ostracizados e onde sempre fizeram tudo o que as sociedades de acolhimento não queriam fazer.

É isso mesmo, e mai nada !!!


Não é bem assim. Ei já fui a casa dele com mais malta, e não sobrou ginja nenhuma. Fomos pouco civilizados e voltava a fazer exactamente o mesmo.

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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Qui Jan 14 2016, 00:46

António José da Silva escreveu:


Não é bem assim. Ei já fui a casa dele com mais malta, e não sobrou ginja nenhuma. Fomos pouco civilizados e voltava a fazer exactamente o mesmo.
A unica razão de queixa é em relação á musica que nos obrigaste a ouvir, mas isso perdoa-se com uma festa na cabeça...

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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Qui Jan 14 2016, 00:55

António José da Silva escreveu:
Jorge Ferreira escreveu:
Milton escreveu:
Aquilo que eu acho é que se alguem quer ser convidado para minha casa TEM que se portar de uma forma minimamente civilizada , sob pena de ser expulso , mesmo sendo amigo ou conhecido de longa data !
Nós não queremos que eles mudem os seus costumes e crenças nos seus Paises, mas aqui devem agir de forma recata e de acordo com o status quo.
Se esse pessoal quer ser acolhido , TEM que se portar de acordo com as regras e costumes do País e sociedade que os acolhe PONTO FINAL !
Isto é extensível tambem a TODAS as etnias que já cá estavam antes desta crise de refugiados.
Acredito que muitos deles sintam alguma revolta por não encontrarem o eldorado que pensavam, temos pena.
Estão a sofrer aquilo que muitos dos nossos antepassados emigrantes passaram nos bidonvilles do Mundo, onde tambem eram ostracizados e onde sempre fizeram tudo o que as sociedades de acolhimento não queriam fazer.

É isso mesmo, e mai nada !!!


Não é bem assim. Ei já fui a casa dele com mais malta, e não sobrou ginja nenhuma. Fomos pouco civilizados e voltava a fazer exactamente o mesmo.

Pois...refugiam-se na casa dos outros, portam-se mal, abusam da hospitalidade e ainda gozam com a situação. Os refugiados são todos iguais, quer sejam oriundos do deserto do Sahara ou do deserto da margem sul.
smedley
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António José da Silva
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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Qui Jan 14 2016, 00:57

Manel escreveu:
... quer sejam oriundos do deserto do Sahara ou do deserto da margem sul.
smedley


Deserto é deserto....e dá sede.

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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Qui Jan 14 2016, 01:01

António José da Silva escreveu:
Manel escreveu:
... quer sejam oriundos do deserto do Sahara ou do deserto da margem sul.
smedley


Deserto é deserto....e dá sede.

Agora que falas nisso, deixa lá ir beber "um copo" para não ficar desidratado.
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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Qui Jan 14 2016, 04:48

Mário Franco escreveu:
(...)

E encerro aqui o assunto porque qualquer coisa que dissesse a seguir ainda seria pior do que o que acabei de dizer.


“A mulher é um homem incompleto; um homem castrado." (Aristóteles)

“A mulher é um ser de cabelos longos e pensamentos curtos.” (Schopenhauer)

“Existe um princípio bom que gerou a ordem, a luz e o homem; há um princípio mau que gerou o caos, as trevas e a mulher.” (Pitágoras)

"O fato das mulheres se destacarem na história por sua capacidade intelectual não era um fator suficiente para serem reconhecidas. Para isto teriam que ser homens.” (Kant)

"A mulher foi moldada a partir das costelas de um homem." (São Tomás de Aquino)

"Deus criou a mulher de uma costela, de um osso torto. Se procurares endireitá-la, quebrará. Tenham pois paciência com as mulheres." (Maomé)

"Aconselhava-os a levar chicotes quando fossem com elas." (Nietzsche)

"A mulher foi o segundo erro de Deus." (Nietzsche)

"As mulheres podem tornar-se facilmente amigas de um homem; mas, para manter essa amizade, torna-se indispensável o concurso de uma pequena antipatia física." (Nietzsche)

"Dizia querer escrever de modo tão claro que até as mulheres o compreendessem." (Descartes)

“A inteligência da mulher é mais simples e elementar que a dos homens, mantém-se perpetuamente na infância; ela é incapaz de ver tudo que é exterior ao mundo fechado da domesticidade que a natureza lhe legou.” (Rosseau)

"Deve-se temer mais o amor de uma mulher, do que o ódio de um homem." (Sócrates)

"Fragilidade, o teu nome é mulher!" (Shakespeare)

"Eu não digo que toda mulher gosta de apanhar. Só as normais. As neuróticas reagem." (Nelson Rodrigues)

"O melhor movimento feminino ainda é o dos quadris." (Millôr Fernandes)

"A mulher é o negro do mundo. A mulher é a escrava dos escravos. Se ela tenta ser livre, tu dizes que ela não te ama. Se ela pensa, tu dizes que ela quer ser homem." (John Lennon)

E, se forem loiras, então! ...  Não há palavras!!! ...

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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Qui Jan 14 2016, 10:54

Ferpina escreveu:


Vamos reflectir enquanto ouvimos a música que gostamos, enquanto podemos   Cool


O prazo que temos para viver segundo o modelo que conhecemos é imprevisível.

Porém tranquilizem-se os espíritos.

Em psicologia há muito que se identificou um fenómeno designado "regressão para a média".

A regressão para a média consiste no seguinte: se isolarmos um grupo alargado de ascendentes e descendentes constacta-se que pais com QI mais baixo tendem a ter filhos com QI ligeiramente superior e que pais com QI muito elevado tendem a ter filhos com QI ligeiramente inferior.

Passando para outro domínio como por exemplo o estudo estatístico dos números da lotaria constacta-se que ao fim de um longo período de tempo a distribuição dos números premiados tende a ser equitativa.

Esta tendência tende a manifestar-se em tudo o que nos rodeia e eu chamar-lhe-ia preferêncialmente "convergência para a média".

Quem parar para analizar a História verificará que todas as calamidades, todos os desvios, se esgotam e ultrapassam dando lugar à estabilidade mediana.

A essência do caos nunca morre mas também nunca obtém uma vitória absoluta, o caos personifica o mito de Sísifo.

Mas a que propósito vem esta treta toda

Bom, sejam quais forem as convulsões sociais ou económicas, os fenómenos extremistas tendem a converter-se a longo prazo numa medianidade que nós conhecemos sob o nome de civilização e que nos permite "ouvir as  nossas músicas", saborearmos a paz, criar famílias, organizar sociedades viáveis, etc. etc.

Sejam felizes enquanto podem lol! porque a noite não dorme

Carpe Diem
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António José da Silva
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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Qui Jan 14 2016, 11:19

Mas também não deixa de ser verdade que alguns grupos (especialmente aquele em causa) estão a levar alguns milénios a mais do que o expectável para chegarem à tal "regressão para a média". Já tiveram algumas regressões, mas por incrível que pareça, nos últimos anos foi para se afastarem ainda mais dessa média.

Um caso bicudo.

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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Qui Jan 14 2016, 11:31

António José da Silva escreveu:
Mas também não deixa de ser verdade que alguns grupos (especialmente aquele em causa) estão a levar alguns milénios a mais do que o expectável para chegarem à tal "regressão para a média". Já tiveram algumas regressões, mas por incrível que pareça, nos últimos anos foi para se afastarem ainda mais dessa média.

Um caso bicudo.

O teu enfado é perfeitamente justificado porque preferes o melhor e rejeitas o pior (com esta  conversa do "melhor e do pior" ainda corro o risco de vir para aqui algum filósofo a discorrer sobre o relativismo decorrente da subjectividade pessoal, espero que não, porque não há c* que aguente essa pseudo sagacidade lol! ), a tua atitude é saudável e desejável, mas como dizia o Galileu: "no entanto ela move-se"  
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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Qui Jan 14 2016, 14:48

Deitei-me hoje muito cedo... Seriam umas seis e picos e já se antevia a alba e acordei a pensar (seria isso ou comichão nos ...)!? ...

E passou-me isto pela mona, ele há os racistas/fundamentalistas e os que dizem ( genuinamente convictos...) que não são!? ...

Senão vejamos o que ao longo dos séculos se tem verificado...

Os Cristãos aparecem há vinte e poucos séculos, no seio religioso dos Judeus e entre eles nunca deixou de haver um profunda disputa religiosa e social na qual nenhuma das comunidades se deixou ficar para trás no que à ferocidade e desHUMANIDADE DIZ RESPEITO...

Uns  séculos mais tarde, aí pelo nosso sec. VI, aparece o Islão, como religião, separada do Cristianismo, por sua vez separado do Judaismo e, de novo, agora a três, disputas, lutas, massacres, violências  agora entre todos e por vezes entre e dentro dos próprios credos...

Assim estão registadas violentas e cruéis investidas, curiosamente de Cristãos, contra Judeus, p/ex. no Sec. XII/XII, os Ingleses (Normandos) aprisionavam Judeus no centro da velha Albion e, não os sacrificando directamente , acantonavam-nos nas ilhotas7baixios do Tamisa, nas marés baixas e nas doze horas seguintes levava-os a água... Península Ibérica, sec. XV/XVI, os nossos parentes muito chegados Reis Católicos expulsaram os Judeus das Espanhas, os que resistiram foram marcados som simbolos infamantes e foram ateando fogueiras até finais do sec. XVIII, como aconteceu até ao reinado do Católico Quarto Filipe (III de Portugal)...

Em Lusas terras, o nosso Venturoso Manuel. o primeiro, para agradar à sua futura sogra, a já referida Católica Isabel, também os expulsou embora não se aquecesse tanto com aquele combústivel, mas quando precisaram mais tarde, lá assaram mais uns tantos,,, ( até 1732 estão contabilizados 1454 almas (*) relaxadas ao poder secular, que a Santa Madre Igreja não encardia as mãos com a fuligem... Mas com grande gáudio de toda a população pois organizava-se grande festa com o alto patrocínio de Suas Majestades!?...)...

Mas voltando ao que à pérfida Albion diz respeito, são muitas e cheias de tiques novelescos os exemplos de cabeças cortadas ( não usavam tanto fogueiras porque a lenha era muito húmida...) primeiro de Católicos às mãos de Protestantes (por motivos religiosos ou de amores ou simplesmente políticos...),  de Protestantes às mãos de Católicos ( por revanche religiosa da bloody Mary I...)  e de novo de Católicos às mãos de Protestantes ( no reinado da virgem Isabel e do puritano Cromwell...)...

Mais séculos corridos, já nos prelúdios da Ilustração e no seio do Europa culta, Miguel Servet, médico insigne e humanista notável, é preso à falsa fé e incinerado, na pacata e desenvolvida culturalmente Genebra, numa pira de madeira verde, segundo recomendação expressa do grande religioso CALVINO, em carta autógrafa que se conserva, para aumentar a duração do suplício...

Rússia, territórios polacos ocupados no consulado de Pedro , o GRANDE por aí ficaram gravados no inconsciente colectivo do povo polaco os terríveis e arrasadores progroms contra os judeus polacos...

E ....

E ....

E, sec. XX... Depois de tantos e exímios mestres eis o aluno    que surpreende, que sobressai e põe em prática a solução que seria a F I N A L!? ...

Que estarenos mais para ver?...






(*) - http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=82cb5dd0-3a18-42ee-a7fd-bdeae6490027&edition=24
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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Qui Jan 14 2016, 15:13

reirato escreveu:
Deitei-me hoje muito cedo... Seriam umas seis e picos e já se antevia a alba e acordei a pensar (seria isso ou comichão nos ...)!? ...

E passou-me isto pela mona, ele há os racistas/fundamentalistas e os que dizem ( genuinamente convictos...) que não são!? ...

Senão vejamos o que ao longo dos séculos se tem verificado...

Os Cristãos aparecem há vinte e poucos séculos, no seio religioso dos Judeus e entre eles nunca deixou de haver um profunda disputa religiosa e social na qual nenhuma das comunidades se deixou ficar para trás no que à ferocidade e desHUMANIDADE DIZ RESPEITO...

Uns  séculos mais tarde, aí pelo nosso sec. VI, aparece o Islão, como religião, separada do Cristianismo, por sua vez separado do Judaismo e, de novo, agora a três, disputas, lutas, massacres, violências  agora entre todos e por vezes entre e dentro dos próprios credos...

Assim estão registadas violentas e cruéis investidas, curiosamente de Cristãos, contra Judeus, p/ex. no Sec. XII/XII, os Ingleses (Normandos) aprisionavam Judeus no centro da velha Albion e, não os sacrificando directamente , acantonavam-nos nas ilhotas7baixios do Tamisa, nas marés baixas e nas doze horas seguintes levava-os a água... Península Ibérica, sec. XV/XVI, os nossos parentes muito chegados Reis Católicos expulsaram os Judeus das Espanhas, os que resistiram foram marcados som simbolos infamantes e foram ateando fogueiras até finais do sec. XVIII, como aconteceu até ao reinado do Católico Quarto Filipe (III de Portugal)...

Em Lusas terras, o nosso Venturoso Manuel. o primeiro, para agradar à sua futura sogra, a já referida Católica Isabel, também os expulsou embora não se aquecesse tanto com aquele combústivel, mas quando precisaram mais tarde, lá assaram mais uns tantos,,, ( até 1732 estão contabilizados 1454 almas (*) relaxadas ao poder secular, que a Santa Madre Igreja não encardia as mãos com a fuligem... Mas com grande gáudio de toda a população pois organizava-se grande festa com o alto patrocínio de Suas Majestades!?...)...

Mas voltando ao que à pérfida Albion diz respeito, são muitas e cheias de tiques novelescos os exemplos de cabeças cortadas ( não usavam tanto fogueiras porque a lenha era muito húmida...) primeiro de Católicos às mãos de Protestantes (por motivos religiosos ou de amores ou simplesmente políticos...),  de Protestantes às mãos de Católicos ( por revanche religiosa da bloody Mary I...)  e de novo de Católicos às mãos de Protestantes ( no reinado da virgem Isabel e do puritano Cromwell...)...

Mais séculos corridos, já nos prelúdios da Ilustração e no seio do Europa culta, Miguel Servet, médico insigne e humanista notável, é preso à falsa fé e incinerado, na pacata e desenvolvida culturalmente Genebra, numa pira de madeira verde, segundo recomendação expressa do grande religioso CALVINO, em carta autógrafa que se conserva, para aumentar a duração do suplício...

Rússia, territórios polacos ocupados no consulado de Pedro , o GRANDE por aí ficaram gravados no inconsciente colectivo do povo polaco os terríveis e arrasadores progroms contra os judeus polacos...

E ....

E ....

E, sec. XX... Depois de tantos e exímios mestres eis o aluno    que surpreende, que sobressai e põe em prática a solução que seria a F I N A L!? ...

Que estarenos mais para ver?...






(*) - http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=82cb5dd0-3a18-42ee-a7fd-bdeae6490027&edition=24



Belíssima síntese

O pontuado debruado com pinceladas de humor nocturno (ou negro como se usa dizer) está no ponto

Recreio-me no arte do texto à falta de me conseguir perder no horror do conteúdo (por força da habituação) como dizia Estaline: uma morte é um drama, um milhão de mortes é estatística.

A enormidade da carnificina é tal que não há ser humano capaz de compreender a dimensão de sofrimento que se encerra na História.

A dimensão desse sofrimento resídual é tão incognoscível como a dimensão do Infinito ou da Eternidade.

Já não é uma realidade é uma estupefacção.

[img][/img]

Muitas das vítimas terão jogado neste tabuleiro e depois nasceram
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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Qui Jan 14 2016, 15:32

Vale a pena ver e partindo do principio da veracidade do estudo...



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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Qui Jan 14 2016, 18:04

Não entrem em Pânico affraid

Não se arreliem

Isto até tem piada

É um bocado parolo mas tem piada

No último parágrafo da pág 13 estão as instruções para escolha dos profissionais de saúde

http://nutrimento.pt/activeapp/wp-content/uploads/2015/12/Acolhimento-de-refugiados-manual-PNPAS.pdf

Isto para mim até nem é estranho porque vivi a minha tenra infância no período do Estado Novo

Voltaram os interditos religiosos

Só cá falta o esqueleto do Salazar
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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Qui Jan 14 2016, 18:40

Mário Franco escreveu:
Não entrem em Pânico affraid

Não se arreliem

Isto até tem piada

É um bocado parolo mas tem piada

No último parágrafo da pág 13 estão as instruções para escolha dos profissionais de saúde

http://nutrimento.pt/activeapp/wp-content/uploads/2015/12/Acolhimento-de-refugiados-manual-PNPAS.pdf

Isto para mim até nem é estranho porque vivi a minha tenra infância no período do Estado Novo

Voltaram os interditos religiosos

Só cá falta o esqueleto do Salazar

Já li o último parágrafo da pág 13 e não estou a ver nada de anormal de acordo com a nossa Constituição.
Mas eu sou um grande ignorante destas coisas. Seria pedir muito um pequeno esclarecimento?
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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Qui Jan 14 2016, 18:59

Manel escreveu:

Já li o último parágrafo da pág 13 e não estou a ver nada de anormal de acordo com a nossa Constituição.
Mas eu sou um grande ignorante destas coisas. Seria pedir muito um pequeno esclarecimento?

Nada especial, é só um pormenor ... contido num documento oficial produzido por um Estado que é laico

(..) "poderão existir restrições de género consubstanciadas na recusa de mulheres serem observadas ou cuidadas por profissionais do sexo masculino. É de extrema importância que estas limitações sejam esclarecidas e respeitadas, para que o apoio tenha a maior qualidade possível." (...)

(Portugal Estado Laico desde a publicação da Lei de Separação da Igreja do Estado de 20 de Abril de 1911 )

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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Qui Jan 14 2016, 19:16

Mário Franco escreveu:
António José da Silva escreveu:
Mas também não deixa de ser verdade que alguns grupos (especialmente aquele em causa) estão a levar alguns milénios a mais do que o expectável para chegarem à tal "regressão para a média". Já tiveram algumas regressões, mas por incrível que pareça, nos últimos anos foi para se afastarem ainda mais dessa média.

Um caso bicudo.

ainda corro o risco de vir para aqui algum filósofo a discorrer sobre o relativismo decorrente da subjectividade pessoal, espero que não, porque não há c* que aguente essa pseudo sagacidade lol! ),





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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Qui Jan 14 2016, 19:56


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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Qui Jan 14 2016, 20:17

Mário Franco escreveu:
Manel escreveu:

Já li o último parágrafo da pág 13 e não estou a ver nada de anormal de acordo com a nossa Constituição.
Mas eu sou um grande ignorante destas coisas. Seria pedir muito um pequeno esclarecimento?

Nada especial, é só um pormenor ... contido num documento oficial produzido por um Estado que é laico

(..) "poderão existir restrições de género consubstanciadas na recusa de mulheres serem observadas ou cuidadas por profissionais do sexo masculino. É de extrema importância que estas limitações sejam esclarecidas e respeitadas, para que o apoio tenha a maior qualidade possível." (...)

(Portugal Estado Laico desde a publicação da Lei de Separação da Igreja do Estado de 20 de Abril de 1911 )


Pois..é o que eu digo. Sou mesmo ignorante. Tinha a ideia que algo já tinha mudado desde 1911 para cá.
Mas pelos vistos nada mudou de substancial. Fazem-se grandes discursos. Citam-se grandes filósofos, sim, porque as opiniões "muito elegantes" aqui expressas, a maioria não passa de citações de livros que se leram. Ou seja, opiniões baseadas em supostas experiencias alheias, e que ficam muito bem a quem as expressa, dependendo da situação.

Lamento dizer, mas na prática, ou seja, na vida real, as coisas são um bocado diferentes do que se observa a partir do sofá.


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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Qui Jan 14 2016, 20:39

Manel escreveu:
Mário Franco escreveu:
Manel escreveu:

Já li o último parágrafo da pág 13 e não estou a ver nada de anormal de acordo com a nossa Constituição.
Mas eu sou um grande ignorante destas coisas. Seria pedir muito um pequeno esclarecimento?

Nada especial, é só um pormenor ... contido num documento oficial produzido por um Estado que é laico

(..) "poderão existir restrições de género consubstanciadas na recusa de mulheres serem observadas ou cuidadas por profissionais do sexo masculino. É de extrema importância que estas limitações sejam esclarecidas e respeitadas, para que o apoio tenha a maior qualidade possível." (...)

(Portugal Estado Laico desde a publicação da Lei de Separação da Igreja do Estado de 20 de Abril de 1911 )


Pois..é o que eu digo. Sou mesmo ignorante. Tinha a ideia que algo já tinha mudado desde 1911 para cá.
Mas pelos vistos  nada mudou de substancial. Fazem-se grandes discursos. Citam-se grandes filósofos, sim, porque as opiniões "muito elegantes" aqui expressas, a maioria não passa de citações de livros que se leram. Ou seja, opiniões baseadas em supostas experiencias alheias, e que ficam muito bem a quem as expressa, dependendo da situação.

Lamento dizer, mas na prática, ou seja, na vida real, as coisas  são um bocado diferentes do que se observa a partir do sofá.  



Pelo que vejo estes refugiados é que não evoluíram desde 1911 .



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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Qui Jan 14 2016, 20:41

ducar escreveu:


Pelo que vejo estes refugiados é que não evoluíram desde 1911 .





AC ou DC? lol!

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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Qui Jan 14 2016, 20:43

António José da Silva escreveu:
ducar escreveu:


Pelo que vejo estes refugiados é que não evoluíram desde 1911 .





AC ou DC? lol!

Tens razão 1911 AC

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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Qui Jan 14 2016, 21:44

António José da Silva escreveu:
Então digo-te o seguinte, não os conheces minimamente. Já te disse, falo com montes deles e a maioria dos maltratados cães, são mais bem tratados do que as mulheres.

Viajei por alguns países de cultura islâmica e nunca senti um particular desprezo pela mulher. Pelos cães sim...
Claro que encontrei excepções, mas excepções não fazem regra. Nada de muito diferente do que encontro no meu quotidiano e junto de gente que, pela educação e/ou pela religião, deveria ter comportamento muito diferente. É que o desprezo pelas mulheres reveste-se, como todos nós sabemos ou deveríamos saber, de muitas formas ou nuances.

O que está em discussão é se o comportamento de um ou dois milhares de arruaceiros (que deverão ser punidos com todo o rigor que a lei permite, já atrás o disse) serve para classificar e justiciar todas as outras centenas de milhar que nada fizeram.


Última edição por agorgal em Qui Jan 14 2016, 22:15, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Qui Jan 14 2016, 22:04

Mário Franco escreveu:



Nada especial, é só um pormenor ... contido num documento oficial produzido por um Estado que é laico

(..) "poderão existir restrições de género consubstanciadas na recusa de mulheres serem observadas ou cuidadas por profissionais do sexo masculino. É de extrema importância que estas limitações sejam esclarecidas e respeitadas, para que o apoio tenha a maior qualidade possível." (...)

(Portugal Estado Laico desde a publicação da Lei de Separação da Igreja do Estado de 20 de Abril de 1911 )


A laicicidade do Estado garante igual tratamento de todas as crenças religiosas, o respeito por estas e pelos seus ritos e tradições, desde que não ofendam interesses maiores. Como tal, o texto que cita é, na forma e conteúdo, o exprimir supremo dessa laicicidade no garantir da liberdade de professar uma religião e ver respeitados, a nível do que é pessoal, os valores que a cada cidadão interessam.

Há ainda um pequeníssimo pormenor: muitos dos refugiados são cristãos sírios, particularmente perseguidos pelos grupos islâmicos mais radicais, nomeadamente pelo ISIS.

Faz bem em trazer à liça o nazismo e a sua personificação máxima: É realmente preocupante o desvario de muitos políticos, de partidos de extrema direita e de uma parte da população que, atravessando um momento menos bom neste paraíso chamado de Europa, utiliza argumentos fáceis e gratuitos para pedir ou promover políticas de segregação e intolerância que, pensava eu, estavam definitivamente atiradas para o caixote do lixo da História.
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agorgal
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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados   Qui Jan 14 2016, 22:11

Sei que poderá parecer um exercício estranho mas imaginem que:

Num jogo Benfica-Sporting (ou Porto-Benfica...) a polícia se mantinha a milhas do estádio e dos percursos de deslocação dos adeptos. Antes, durante e depois do jogo.
Que pensam que sucederia? Quantos funerais não se teriam que fazer nos dias seguintes?
Isso significaria que a cultura portuguesa, os portugueses no seu todo, são umas bestas cruéis, desumanas, capazes do pior? E já agora, merecedoras de expulsão da comunidade dos países europeus dada a evidente ausência de civilização e respeito pelos direitos humanos?
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António José da Silva
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MensagemAssunto: Re: Os nossos novos amiguinhos refugiados    Sex Jan 15 2016, 00:54

agorgal escreveu:
E já agora, merecedoras de expulsão da comunidade dos países europeus dada a evidente ausência de civilização e respeito pelos direitos humanos?


Como estão no país deles merecem ir para a prisão, se estivessem num país que não o deles, merecem ser extraditados para irem para a prisão no país de origem.

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Os nossos novos amiguinhos refugiados
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