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 Algumas vergonhas no nosso jardim

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CNeves
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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Sab Fev 21 2015, 14:51

Caro amigo Rui Mendes

Eu ri-me da sua frase porque não é verdade: perdão tem uma pontinha de verdade: o coelho corrigiu alguns excessos existentes no país, que o Sócrates queria corrigir, mas os salgados, silvas, coelhos não deixaram:” O povo não pode sofrer mais”.

Lembra-se?

E, sabe, eu procuro ver tudo muito bem; e muito colorido: de forma isenta, olhando para os factos e não para a propagandas; e muito menos condicionado por interesses.

E explico porquê

E explico tudo muito bem explicadinho, para quem não concordar poder bater á vontade.

Então aqui vai a minha tela colorida.

Se o amigo, na comparação entre o coelho e o Sócrates, só tem os fatos Armani, e as viagens de avião para falar, está muito mal.

As razões são duas:

Primeira: imagina o silva a negociar com o salgado algo de importância extrema para o país.

Como acha que seria a posição de cada um?

Pois é: o silva estaria sempre subserviente, porque não passa de um pelintra, muito pelintra, ao pé do outro. E quem diz o silva diz qualquer outro político.

Defendo assim, que os cargos políticos devem ser bem remunerados, e plenos de mordomias, única forma de podermos ter políticos competentes, e não os merdosos que por lá andam.

Segunda: parece que o coelho, neste curto período em que é governante já utilizou mais o jacto privado Falcon do governo, do que o Sócrates.

A ser verdade é deveras curioso.


Sobre o que é realmente importante, faça favor de me responder ás seguintes perguntas:


Quem é que no antigamente se opunha desmesuradamente a que se controlasse a despesa?

Quem utilizava até á exaustão o slogan do “o povo não pode sofrer mais.

Quem eram os únicos portugueses que se opuseram ao resgate? Para que não fiquem duvidas eu respondo: José Sócrates e Medina Carreira.

O salgado, o coelho e o silva diziam que não vinha mal ao mundo o resgate: seria até conveniente.


Quem chumbou a solução que nos teria permitido sair airosamente da coisa, sem resgate?

Quem é que para ir para o poder, disse antes das eleições que tinha feito bem as contas; que não iria tocar nem nos subsídios nem nas reformas; e depois quando se sentou no poleiro, fez exatamente o contrário?

Quem é que depois do resgate, foi muito para além desse resgate.

Quem é que não resolveu nenhum dos problemas que justificavam o resgate, nomeadamente a dívida pública e o défice, que durante o atual governo pioraram a bom piorar.

Quem é que, sendo causador do resgate, já aumentou incomensurávelmente a pobresa no país?

Chega?

As coisas são como são; e não como gostaríamos que fossem.


Boas audições
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Rui Mendes
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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Sab Fev 21 2015, 15:14

Amigo César.
Reconheço-lhe conhecimentos em aúdio bem profundos, bem como qualidades pessoais, pelo que entendo que só deva responder àquilo que sei ou que vejo.

O Sócrates usou mais o Falcon. Até fumava lá, mesmo sabendo que era proibido.

O Sócrates enterrou 4500 milhões num banco de m*&da.

O Passos deixou cair o BES importantíssimo para o tecido economico português para desespero da alta finança, mesmo tendo 12000 milhões da troika que o Sócrates foi obrigado a chamar no seu segundo mandato. Fez 10 anos que esse filósofo conseguiu uma maioria absoluta.

Eu não sou amigo do Passos Coelho, mas reconheço-lhe mérito em ter seguido o caminho apontado pelo Gaspar.

Eu moro em frente ao IC19 e serve-me de instrumento empírico sobre a vitalidade do País suburbano.

Quando o Armani Sócrates saiu, as pessoas estavam com medo e os carros já não circulavam como do anterior nem como circulam agora...

Just my 2 cents
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vlopes
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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Sab Fev 21 2015, 15:27

Rui Mendes escreveu:

.......................................
O Sócrates enterrou 4500 milhões num banco de m*&da.

O Passos deixou cair o BES importantíssimo para o tecido economico português para desespero da alta finança, mesmo tendo 12000 milhões da troika que o Sócrates foi obrigado a chamar no seu segundo mandato

.....................................

E isto fêz uma diferença substancial na politica Portuguesa. Já o escrevi aqui antes.
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CNeves
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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Sab Fev 21 2015, 17:06

Amigo Rui Mendes

A sua retórica tem algumas incorrecçõesinhas; tais como o fumar do Sócrates não ter sido no Falcom, mas por acaso foi numa classe turística da TAP: e é por isso que sai cá para fora.

O BPN, foi coisa de pessoal exclusivamente PSD; e o BES também.

E alerto já, que a solução do BES tem elevada probabilidade de dar borbulha a bom borbulhar   : e é óbvio percebê-lo: se eu atingir a falência não posso de todo dizer: os meus bens que estão hipotecados, passam para o CNeves Mau: os que não o estão, esses ficam comigo: o Cneves Bom, que  claro, bem mereço   .

A Madeira com um calote para os contribuintes de idêntico valor ao do BPN, e do BES; também é de exclusiva responsabilidade de pessoal PSD.

e podia continuar.

Não continuo para não ser desagradável, e correr o risco de alguém se zangar comigo.

Mas o meu amigo não respondeu a nenhuma das minhas perguntas.

As  respostas, objectivas a essas perguntas, provam que o PSD, e este governo,  têm pesadas responsabilidades no que estamos a viver;

e sobretudo não estamos nada bem.

Falemos de gajas e de vinil amigo Rui Mendes.


Boas audições

Nota: julgo já ter expresso as minhas opiniões sobre politica interna; e julgo tê-as bem documentadas, com os factos que as justificam: de modo que irei tentar abaster-me no futuro, (a ver se o consigo).

Irei apenas apresentar textos que me pareçam relevantes; e contestar apenas aqui alguma coisa que o justifique.
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Mister W
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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Sab Fev 21 2015, 17:37

CNeves escreveu:

...
Falemos de gajas e de vinil
...
Boas audições
...

Agora sim... um apontamento a roçar a perfeição

Gajas e já agora jamborees fonográficos e lampreias!
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Rui Mendes
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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Sab Fev 21 2015, 18:53

CNeves escreveu:
Amigo Rui Mendes

A sua retórica tem algumas incorrecçõesinhas; tais como o fumar do Sócrates não ter sido no Falcom, mas por acaso foi numa classe turística da TAP: e é por isso que sai cá para fora.


Não há problema.

Eu não falei do PSD sequer. Belisquei partes do Passos Coelho, que por acaso é fruto das mecânicas internas dos partidos, à semelhança do Sócrates e do Seguro, o que não abona nada a favor dele...

Sei bem que foi o Ângelo Correia o seu padrinho e que talvez sem o Relvas ele não teria ido para o poleiro, mas por alguma razão os barões do PSD não gostam dele...

Em relação ao Falcon...

O Sócrates fumava em TODOS os voos de Falcon. Eu nunca falei da TAP. E nesse voo, talvez ao serviço do Grupo Lena  dvil  , esse filósofo não ia em turística, pois o avião tinha sido fretado.
http://www.publico.pt/politica/noticia/socrates-e-pinho-violaram-proibicao-de-fumar-a-bordo-do-voo-de-lisboa-para-caracas-1328604


E digo mais um detalhe que não vale nada. O homem está sempre nervoso quando vai voar.

O PSD mete-me nojo. O PS mete-me nojo. O CDS mete-me nojo. Não conheço um partido em Portugal que não me coloque de alguma forma indisposto.
Basta ver quando alguém nesses partidos quer ter um pensamento discordante para ver como esses ninhos de interesses mesquinhos se revoltam.

Numa coisa concordamos em absoluto. Vinil.  
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vlopes
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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Dom Fev 22 2015, 14:33

O acordo do Eurogrupo explicado parágrafo a parágrafo. (até terça-feira terão que entregar o pacote de reformas acordadas.)

O comunicado divulgado pelo grupo dos 19 ministros das Finanças da zona euro está escrito com a habitual linguagem mais ou menos codificada da burocracia europeia. O Económico ajuda o leitor a navegar, em português corrente, pelos parágrafos do texto que define os termos do acordo entre a Grécia e os restantes 18 países do euro.
"The Eurogroup reiterates its appreciation for the remarkable adjustment efforts undertaken by Greece and the Greek people over the last years. During the last few weeks, we have, together with the institutions, engaged in an intensive and constructive dialogue with the new Greek authorities and reached common ground today."

Tradução:Nós ganhámos. Depois das últimas semanas de anúncios do novo governo grego de fim da ligação à troika, de medidas contrárias às do programa, de fim da austeridade, de renegociação da dívida pública (com obrigações perpétuas e títulos ligados ao crescimento) e de reivindicação de metas mais baixas para o excedente orçamental, nós, 18 dos 19 ministro das Finanças do euro, ganhámos o braço-de-ferro.
"The Eurogroup notes, in the framework of the existing arrangement, the request from the Greek authorities for an extension of the Master Financial Assistance Facility Agreement (MFFA), which is underpinned by a set of commitments. The purpose of the extension is the successful completion of the review on the basis of the conditions in the current arrangement, making best use of the given flexibility which will be considered jointly with the Greek authorities and the institutions. This extension would also bridge the time for discussions on a possible follow-up arrangement between the Eurogroup, the institutions and Greece".

Tradução: A troika continua. Estendemos o empréstimo actual, mas sob condições: a avaliação do programa da troika tem de ser terminada com sucesso. A eventual flexibilidade para mudar as condições do actual programa será "considerada em conjunto" entre as autoridades gregas e as "instituições". Na nossa linguagem de Bruxelas, este é um duplo eufemismo - "as instituições" são a troika (palavra que desapareceu do léxico do Eurogrupo) e o trabalho "conjunto" sempre foi a forma a troika e nós, ministros das Finanças do euro, vendemos publicamente o modelo de interacção com os governos nacionais (em Portugal, enquanto a troika limitava o raio de acção do Governo, os seus técnicos diziam que quem decidia e implementava as medidas era o Governo).
"The Greek authorities will present a first list of reform measures, based on the current arrangement, by the end of Monday February 23. The institutions will provide a first view whether this is sufficiently comprehensive to be a valid starting point for a successful conclusion of the review. This list will be further specified and then agreed with the institutions by the end of April."

Tradução:Nada está garantido. Nós, Eurogrupo, damos-vos só três dias para apresentarem uma lista de medidas de reforma baseadas nos compromissos do actual programa Será a troika a avaliar se a lista é convincente e só depois damos luz verde.

"Only approval of the conclusion of the review of the extended arrangement by the institutions in turn will allow for any disbursement of the outstanding tranche of the current EFSF programme and the transfer of the 2014 SMP profits. Both are again subject to approval by the Eurogroup."

Tradução: Repetimos, agora mais alto: nada está garantido. Sem lista aprovada pela troika nós, o Eurogrupo, não aprovamos o envio do dinheiro da tranche, nem o repatriamento de lucros do Banco Central Europeu com obrigações gregas.

"In view of the assessment of the institutions the Eurogroup agrees that the funds, so far available in the HFSF buffer, should be held by the EFSF, free of third party rights for the duration of the MFFA extension. The funds continue to be available for the duration of the MFFA extension and can only be used for bank recapitalisation and resolution costs. They will only be released on request by the ECB/SSM."

Tradução:O dinheiro da banca é para a banca. Não serve para outros fins, como vocês pediram. Por isso, o dinheiro vai passar do fundo helénico de estabilização financeira (designado por HFSF) e vai para o Fundo Europeu de Estabilização Europeia (o EFSF). Continua ao vosso dispor, mas só pode ser usado mediante pedido aprovado pelo Banco Central Europeu.

"In this light, we welcome the commitment by the Greek authorities to work in close agreement with European and international institutions and partners. Against this background we recall the independence of the European Central Bank. We also agreed that the IMF would continue to play its role."

Tradução: A troika, agora com nomes. Estão aqui o Banco Central Europeu e o Fundo Monetário Internacional. A Comissão Europeia, do presidente Juncker que falou em acabar com a troika, está escondida no bolo das "European institutions".

"The Greek authorities have expressed their strong commitment to a broader and deeper structural reform process aimed at durably improving growth and employment prospects, ensuring stability and resilience of the financial sector and enhancing social fairness. The authorities commit to implementing long overdue reforms to tackle corruption and tax evasion, and improving the efficiency of the public sector. In this context, the Greek authorities undertake to make best use of the continued provision of technical assistance."

Tradução: Vocês, Governo grego, vão poder escolher alguma da vossa austeridade ("reformas estruturais" é eufemismo para medidas duras permanentes num determinado sector). Concordamos com a vossa intenção de combater a evasão fiscal e a corrupção, bem como reformar o Estado, algo que já deveria ter sido feito há muito. Mas atenção: os nossos técnicos vão estar de olho na forma como o vocês farão isto.

"The Greek authorities reiterate their unequivocal commitment to honour their financial obligations to all their creditors fully and timely."

Tradução: A dívida pública é para pagar.

"The Greek authorities have also committed to ensure the appropriate primary fiscal surpluses or financing proceeds required to guarantee debt sustainability in line with the November 2012Eurogroup statement. The institutions will, for the 2015 primary surplus target, take the economic circumstances in 2015 into account."
Tradução: Percebemos que estão aflitos. Este ano podem vir a contar com uma flexibilização da meta de excedente orçamental primário, que é de 3% do PIB. Mas será uma flexibilização ligeira, cedida pelatroika, que não corresponderá à vossa "linha vermelha" de 1,5%.

"In light of these commitments, we welcome that in a number of areas the Greek policy priorities can contribute to a strengthening and better implementation of the current arrangement. The Greek authorities commit to refrain from any rollback of measures and unilateral changes to the policies and structural reforms that would negatively impact fiscal targets, economic recovery or financial stability, as assessed by the institutions."

Tradução: A troika manda. Vocês, governo grego, não vão inverter, nem alterar medidas do programa de ajustamento que tenham impacto na economia ou nas finanças públicas - e quem avalia esse impacto é a troika.

"On the basis of the request, the commitments by the Greek authorities, the advice of the institutions, and today's agreement, we will launch the national procedures with a view to reaching a final decision on the extension of the current EFSF Master Financial Assistance Facility Agreement for up to four months by the EFSF Board of Directors. We also invite the institutions and the Greek authorities to resume immediately the work that would allow the successful conclusion of the review."

Tradução: Agora nós vamos aprovar isto nos nossos parlamentos. E vocês, a seguir, vão ter de trabalhar no duro. Com a troika.

"We remain committed to provide adequate support to Greece until it has regained full market access as long as it honours its commitments within the agreed framework."

Tradução: Este acordo é para cumprir.

Económico, 22 Fevereiro
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CNeves
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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Dom Fev 22 2015, 16:09

Imprensa alemã diz que Maria Luís pediu dureza a Schäuble

por Octávio Lousada Oliveira e Sílvia Freches

DN-hoje


Ministra das Finanças garante que não pediu para alterar nem "uma vírgula". PS acusa governo de caminhar contra Atenas.

A maioria deixou para a ministra das Finanças a missão de explicar o acordo no Eurogrupo e as acusações de que Portugal se colou à Alemanha e foi um entrave às pretensões dos gregos. O pacto de silêncio dos membros do governo foi cumprido e Maria Luís Albuquerque foi à TVI com um discurso de pacificação. "Ganhámos todos, em particular a Grécia", disse, para sublinhar em seguida: "Não sugeri a alteração de uma única vírgula ao acordo."

A imprensa alemã conta outra versão. Citando "círculos informados", o Die Welt diz que Maria Luís "terá pedido pessoalmente a Schäuble para se manter duro com a Grécia". E explica que o ministro alemão foi "uma espécie de voz dos governos" que tiveram de impor pacotes de austeridade e vivem com essa limitação há tanto tempo, que "se mostraram pouco compreensivos em relação a um recuo da Grécia". "Estão a pedir-nos, em nome da soberania grega, para subir os salários dos funcionários públicos na Grécia em vez de levantarem o nosso bloqueio?", tweetou Yoram Gutgeld, conselheiro económico do primeiro-ministro italiano, Matteo Renzi. Ainda segundo o Die Welt, no final das negociações, "já não era sobre o acordo que se discutia no Eurogrupo, mas antes sobre os desejos de Portugal e Espanha de que o acordo fosse endurecido".



Tentem ouvir algumas coisinhas
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António José da Silva
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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Dom Fev 22 2015, 17:19


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vlopes
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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Dom Fev 22 2015, 21:21

Desta fera raivosa e mal-formada que há anos destila o ódio pelo actual PR, retenho na memória uma das maiores mordidelas de mão em quem lhe dá que comer, a que já assisti de um boy, neste caso de uma girl.

Deixo aqui um artigo á época de VPV acerca da matéria de que esta "girl" é feita.

A hipotética "dra." Clara Ferreira Alves (chegou com dificuldade ao actual 12º ano), crítica literária que leu (jura ela) "os clássicos", especialista do último escritor inglês com quem almoçou, autora de um romance anunciado em 1984 e nunca até agora publicado, dona de uma coluna ilegível (e bem escondida) na "revista" do Expresso, foi um dia arvorada directora da "Casa-Museu Fernando Pessoa" pela conhecida irresponsabilidade de Pedro Santana Lopes, de quem ela tinha sido uma entusiástica partidária.

Daí em diante, a importantíssima Ferreira Alves e o "Pedro", como ela dizia, ficaram muito amigos. Tão amigos que a "dra." Clara apareceu um dia presuntiva directora do "Diário de Notícias", coisa que me levou a sair antes que ela entrasse. Felizmente, não entrou, porque teve medo de cair na rua entre o "Expresso" e o DN, com a reputação de uma "santanete" obediente.

Agora, morto o seu patrono, não perde uma para o maltratar, supondo que demonstra "independência". Ontem, a propósito de um "Audi", que o homem comprou, despejou em cima da cabeça dele todo o lixo do mundo. Santana não aprendeu que a certa espécie de pessoas não se fazem favores.

Se a "dra." Clara me quiser responder, sugiro que me responda em inglês e não meta na conversa a sua célebre descrição do pôr-do-sol no Cairo.


Muito obrigado.
VPV
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ricardo onga-ku
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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Dom Fev 22 2015, 21:37

vlopes escreveu:
Desta fera raivosa e mal-formada que há anos destila o ódio pelo actual PR, retenho na memória uma das maiores mordidelas de mão em quem lhe dá que comer, a que já assisti de um boy, neste caso de uma girl.

Deixo aqui um artigo á época de VPV acerca da matéria de que esta "girl" é feita.

A hipotética "dra." Clara Ferreira Alves (chegou com dificuldade ao actual 12º ano), crítica literária que leu (jura ela) "os clássicos", especialista do último escritor inglês com quem almoçou, autora de um romance anunciado em 1984 e nunca até agora publicado, dona de uma coluna ilegível (e bem escondida) na "revista" do Expresso, foi um dia arvorada directora da "Casa-Museu Fernando Pessoa" pela conhecida irresponsabilidade de Pedro Santana Lopes, de quem ela tinha sido uma entusiástica partidária.

Daí em diante, a importantíssima Ferreira Alves e o "Pedro", como ela dizia, ficaram muito amigos. Tão amigos que a "dra." Clara apareceu um dia presuntiva directora do "Diário de Notícias", coisa que me levou a sair antes que ela entrasse. Felizmente, não entrou, porque teve medo de cair na rua entre o "Expresso" e o DN, com a reputação de uma "santanete" obediente.

Agora, morto o seu patrono, não perde uma para o maltratar, supondo que demonstra "independência". Ontem, a propósito de um "Audi", que o homem comprou, despejou em cima da cabeça dele todo o lixo do mundo. Santana não aprendeu que a certa espécie de pessoas não se fazem favores.

Se a "dra." Clara me quiser responder, sugiro que me responda em inglês e não meta na conversa a sua célebre descrição do pôr-do-sol no Cairo.


Muito obrigado.
VPV

Ao ler isto veio-me à cabeça a frase her master's bitch...não sei porquê.
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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Dom Fev 22 2015, 21:57

Caro Vlopes

Vamos lá a mostrar que a mensagem não é verdade; em vez de atacar a mensageira.

Boas audições
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vlopes
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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Dom Fev 22 2015, 22:28


A mensagem desta mensageira tem o cheiro bolorento das coisas que apodrecem com o tempo. Há anos que esta personagem snob e sobranceira, convive mal com as pessoas de origem humilde que chegam ao topo.E há anos que ela destila ódio por Cavaco Silva, sempre que a oportunidade surge.

Um saloio Algarvio, filho de um gasolineiro chegar a Presidente da Républica, onde é que já se viu!!!
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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Seg Fev 23 2015, 00:31

vlopes escreveu:

A mensagem desta mensageira tem o cheiro bolorento das coisas que apodrecem com o tempo. Há anos que esta personagem snob e sobranceira, convive mal com as pessoas de origem humilde que chegam ao topo.E há anos que ela destila ódio por Cavaco Silva, sempre que a oportunidade surge.

Um saloio Algarvio, filho de um gasolineiro chegar a Presidente da Républica, onde é que já se viu!!!

Mas bolores aparte será que o homenzinho é mesmo saloio!? ...
dvil
É que o bolor da dama não me incomoda, posso sempre calá-la com o zapping! ...

Já o outro volta e meia deixa-me muito encavacado!? ...
smedley

king


Última edição por reirato em Seg Fev 23 2015, 01:02, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Seg Fev 23 2015, 00:42

reirato escreveu:


Mas bolores aparte será que o homenzinho é mesmo saloio!? ...
dvil
É que o bolor vda dama não me incomoda, posso sempre calá-la com o zapping! ...

Já o outro volta e meia deixa-me muito encavacado!? ...
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A senhora é realmente algo limitada e tem metido muitas vezes os pés pelas mão. Mas este tipo de gente é completamente inofensivo (desde que não cheguem a cargos importantes), e como diz o Virgílio, a m*&da que diz hoje está apagada amanhã.
Mas desta vez não esteve mal de todo porque, como dizem os alemães, até uma galinha cega, volta não volta encontra um grão de milho.
Mas a "inofensibilidade" dela é diametralmente oposta à ofensibilidade do sr. (letra minúscula propositada) Cavaco que tem feito m*&da a bom fazer, tem ajudado amigos a bom ajudar e tem dito as maiores falcatruas cheio de impunidade. Uma das maiores e mais recente (e já largamente comentadas por aqui), foi o afiançar aos portugueses que tudo estava bem no BES, dias ou horas antes de muitas pessoas perderem tudo o que tinham. Estou convencido que muitas pessoas não retiraram de lá o seu dinheiro, porque a maior autoridade da república os afiançou de que tudo estava bem.
Só isto teria forçosamente que ser motivo de demissão.

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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Seg Fev 23 2015, 00:47

CAVACO SILVA ENCHEU DE ORGULHO OS CONTERRÂNEOS DE BOLIQUEIME
24/01/2006

Na aldeia de Boliqueime, Cavaco teve mais de 70 por cento de votos, tem um primo a quem chama o "assessor algarvio", para ver e ouvir o que diz o povo Por Idálio Revez

No cavaquistão algarvio, Boliqueime, não se fala noutra coisa: "O filho do senhor Teodoro é Presidente da República." Cavaco Silva, ainda que há muitos anos esteja afastado da terra, por motivos profissionais, ontem era recordado quase como o anjo que desceu à terra. "É verdade, sim senhor, subiu na vida a pulso", asseguram os mais próximos. Os críticos limitam-se a dizer que ele "é um pouco rijo".
As origens rurais de novo Presidente da República fazem o orgulho dos que viram nascer, no Poço de Boliqueime - o sítio que passou a Fonte, depois de ele ser primeiro-ministro.


http://www.publico.pt/destaque/jornal/cavaco-silva-encheu-de-orgulho--os-conterraneos-de-boliqueime-59920


Saloio não, parolo (ou provinciano).
Os saloios são originários dos arredores de Lisboa...
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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Seg Fev 23 2015, 10:16

Este post não tem nenhuma motivação política.

Mas, como o nosso esforço para pagar os juros da dívida pública é de 5% do PIB, (o dobro dos gregos que devem bem mais do que nós), esta notícia é mesmo muito boa.

http://economico.sapo.pt/noticias/portugal-com-juros-inferiores-aos-eua-na-divida-a-10-anos_212514.html

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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Seg Fev 23 2015, 11:00

Rui Mendes escreveu:
Este post não tem nenhuma motivação política.

Mas, como o nosso esforço para pagar os juros da dívida pública é de 5% do PIB, (o dobro dos gregos que devem bem mais do que nós), esta notícia é mesmo muito boa.

http://economico.sapo.pt/noticias/portugal-com-juros-inferiores-aos-eua-na-divida-a-10-anos_212514.html



Ainda bem, benditos gregos.

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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Seg Fev 23 2015, 18:01

Bem que lhe podemos agradecer, é que eles fizeram quase tanto pela nossa credibilidade, como o Gaspar e a Maria Luis.

Foi graças ao Varufas e ao Tsipras! É que eles conseguiram demonstrar de forma bem eficaz e eficiente, que a Grécia não é Portugal!!!

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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Seg Fev 23 2015, 18:04

vlopes escreveu:
Bem que lhe podemos agradecer, é que eles fizeram quase tanto pela nossa credibilidade, como o Gaspar e a Maria Luis.

Foi graças ao Varufas e ao Tsipras! É que eles conseguiram demonstrar de forma bem eficaz e eficiente, que a Grécia não é Portugal!!!

smedley smedley


Por isso mesmo. dvil

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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Seg Fev 23 2015, 18:05

Governo viola meta da dívida e falha inversão de tendência


por Luís Reis Ribeiro

DN-hoje


Dívida devia ter descido para 127,2% do PIB, mas piorou outra vez. Ficou em 128,7% em 2014

O rácio da dívida pública terminou 2014 muito acima do previsto pelo Governo em outubro, no Orçamento do Estado, e nem sequer inverteu a tendência de subida como prometeu o Executivo durante muito tempo ao longo do ano passado.  

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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Seg Fev 23 2015, 18:12

CNeves escreveu:
Governo viola meta da dívida e falha inversão de tendência


por Luís Reis Ribeiro

DN-hoje


Dívida devia ter descido para 127,2% do PIB, mas piorou outra vez. Ficou em 128,7% em 2014

O rácio da dívida pública terminou 2014 muito acima do previsto pelo Governo em outubro, no Orçamento do Estado, e nem sequer inverteu a tendência de subida como prometeu o Executivo durante muito tempo ao longo do ano passado.  

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Mas isto foi antes de começarmos a pagar ao FMI antes do tempo e a poupar nos juros à conta disso, enquanto mostramos que mudámos de vida para melhor
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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Seg Fev 23 2015, 18:33

Rui Mendes escreveu:
Mas isto foi antes de começarmos a pagar ao FMI antes do tempo e a poupar nos juros à conta disso, enquanto mostramos que mudámos de vida para melhor

O pagamento ao FMI é tão só pedir emprestado aos mercados para pagar ao FMI: em termos de dívida é ficar exatamente na mesma: ou seja muito pior do que estavamos antes de os gajos começarem agovernar.

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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Seg Fev 23 2015, 18:42

Caro amigo.

O número que apresentou vale o que vale. Se não for enquadrado com a maior almofada financeira que Portugal foi buscar ao mercado no final de 2014, aproveitando os juros mais baixos (o Draghi ajudou e muito), então esse número não pode ser usado como argumento.

É diferente eu dever 100 euros sem dinheiro na carteira em oposição a dever 110 euros com uma nota de 20...

Sugiro a leitura atenta do seguinte artigo bem mais completo sobre o estado das finanças do nosso País, que não deixam de ser preocupantes...

http://www.jornaldenegocios.pt/economia/conjuntura/detalhe/infografia_familias_e_empresas_baixam_endividamento_pelo_segundo_ano_consecutivo.html



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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Seg Fev 23 2015, 18:42

CNeves escreveu:
Governo viola meta da dívida e falha inversão de tendência


por Luís Reis Ribeiro

DN-hoje


Dívida devia ter descido para 127,2% do PIB, mas piorou outra vez. Ficou em 128,7% em 2014

O rácio da dívida pública terminou 2014 muito acima do previsto pelo Governo em outubro, no Orçamento do Estado, e nem sequer inverteu a tendência de subida como prometeu o Executivo durante muito tempo ao longo do ano passado.  

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Como se sai de uma situação de desespero destes, é que eu gostava de saber. Provavelmente, com mais sacrifícios, porque outras ideias, eles infelizmente não têm.

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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Seg Fev 23 2015, 19:39

AJS escreveu:
Como se sai de uma situação de desespero destes, é que eu gostava de saber. Provavelmente, com mais sacrifícios, porque outras ideias, eles infelizmente não têm.

Depois da II Guerra Mundial a Alemanha ficou completamente arrasada: física, financeira e moralmente arrasada.

Os países vencedores, e os ocupados pelos alemães, perdoaram a dívida á Alemanha, incluindo a Grécia.

Por sua vez,  os EUA, injetaram dinheiro a bom injetar nessa mesma Alemanha para ela recuperar.

Solução óbvia, não é?  

Pois é´:

E o resultado está á vista.

Não será agora óbvio fazer o mesmo?

Parece, não parece.

Mas os iluminados dos dirigentes europeus, não pensam assim:  

e, pasme-se:

a Alemanha, principal beneficiária do perdão anterior, é que está á cabeça do “não perdoamos”: incluido á Grécia.

E ainda é mais de pasmar que entre os países mais interessados na nova solução, haja governos mais preocupados em defender os alemães, que os seus nacionais;  e fazem coro com a Alemanha: rebente-se com isto tudo.


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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Seg Fev 23 2015, 19:49

Esse "lamber o cu" sem sequer sugerir uma solução dessas, passa por muitos interesses que os alemães espalharam qual vírus propagante nos vários países. Tudo tem uma razão, mas essa razão não é compreendida pela generalidade da população.

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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Seg Fev 23 2015, 20:05

Rui Mendes escreveu:
Sugiro a leitura atenta do seguinte artigo bem mais completo sobre o estado das finanças do nosso País, que não deixam de ser preocupantes...


O gráfico do seu artigo, é como o algodão,  não engana:

Desde que atual governo tomou posse, a dívida pública aumentou significativamente mais do que durante os sete anos do governo do Socas.

É obra!

Em três anos conseguiram aumentar mais a dívida que o Socas em sete.  

É obra.

Mas pior: a dívida do Socas cresceu perante a maior crise económica internacional de que há memória.

Agora estes gajos, conseguiram aumentar a dívida, sem crise, lixando a ecónomia, toda e benifiando de alto apoio internacional.  

É obra.


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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Seg Fev 23 2015, 20:13

CNeves escreveu:
:

Agora estes gajos, conseguiram aumentar a dívida, sem crise, lixando a ecónomia, toda e benifiando de alto apoio internacional.  

É obra.


Tentem ouvir algumas coisinhas


Penso que não é bem assim César. O Coelhone tomou conta em plena crise internacional que não desapareceu de um momento para o outro. Temos que ser justos na análise.
E depois de país falido, não é com duas cantigas que se volta a erguer, seja qual for o (des)governo que para lá for.

Mas acho que nem sequer deveríamos de gastar energias a defender este ou aquele primeiro ministro, ou este ou aquele governo. Devíamos de concentrar as nossas energias em denunciar todos os que merecem ser denunciados, nos quais está sem sombra de duvidas, o Socas, o Cavaco e muita da corja semi-miúda que lá se encontra.



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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Seg Fev 23 2015, 20:53

A falácia da dívida pública
Posted on 3 de Fevereiro de 2014 by Carlos Guimarães Pinto

https://montanhadesisifo.wordpress.com/2014/02/03/a-falacia-da-divida-publica/

Uma das 3 pessoas que faz o sacrifício de ouvir o comentário de Sócrates aos Domingos na RTP, tratou de informar as redes sociais que o antigo primeiro-ministro se queixou ontem do aumento da dívida pública nos anos do governo PSD-CDS. Os números, de facto, não enganam, como podem ver no gráfico abaixo:


Evolução da dívida pública (mil milhões de Euros) e em % do PIB (%)


Divida Fonte: Pordata, Banco de Portugal


A tendência desde o último ano completo de governação Sócrates é de facto assustadora: subiu 53 mil milhões de euros, qualquer coisa como 35% do PIB em apenas 3 anos. Excepcionalmente, Sócrates diz a verdade. Se quisesse levar a retórica mais longe, até poderia dizer que se acumulou tanta dívida pública desde que ele deixou o governo como no total dos seus mandatos.


Claro que é de esperar que a dívida suba enquanto existirem défices públicos. Comentadores como José Sócrates que defendem metas mais fléxiveis para o défice dificilmente se poderão queixar que a dívida pública aumenta. Não podem defender ao mesmo tempo que haja défices mais altos e depois criticar que a dívida pública resultante desses défices aumente. A dívida pública é isso mesmo: o resultado da acumulação de défices. Mas será mesmo assim? Para analisar a veracidade desta relação económica, podemos observar abaixo a evolução do défice das contas pública e o crescimento da dívida pública.


Evolução do défice das contas públicas e crescimento da dívida pública (mil milhões de Euros)


DividaedeficeFonte: Pordata, Banco de Portugal


A relação efectivamente mantém-se. Na maior parte dos anos a dívida pública aumenta no mesmo montante do défice público com umas pequenas diferenças, os chamados ajustamentos défice-dívida. Estes ajustamento são quase sempre bastante pequenos, mas há uma notável excepção: os anos imediatamente a seguir à saída de Sócrates. Nesses anos, a dívida pública aumentou bastante mais do que o défice das contas pública levaria a pensar. Isto deveu-se a 3 factores:



  1. O salvamento dos bancos, algo que qualquer governo no actual panorama partidário teria feito. A alternativa a esta medida seria os depositantes de alguns bancos menos sólidos (BCP, BANIF,…) terem ficado sem parte dos seus depósitos, como em Chipre.

  2. A variação nas reservas de segurança do estado. Parte da dívida contraída refere-se a um aumento de reservas do Estado, ou seja dinheiro não alocado a despesa que fica em depósitos garantindo uma almofada caso falhe crédito. Foi esta a almofada que faltou em Maio de 2011 e que empurrou Sócrates para o pedido de ajuda antes das eleições, sob o risco de o país falhar o pagamento de salários e pensões nos meses seguintes.

  3. Finalmente, o pagamento das dívidas a fornecedores. Como a dívida a fornecedores não entra para os cálculo de dívida pública, uma forma fácil de um governo esconder a dívida pública é faltando ou atrasando o pagamento aos seus fornecedores. Esta dívida era bastante elevada quando Sócrates deixou o governo, particularmente na saúde. O pagamento dessa dívida pelo actual governo também contribuiu para um aumento da dívida pública.


Ou seja, grande parte da dívida pública foi para salvar um sistema bancário deixado de rastos pelas políticas económicas, para repôr as reservas de dinheiro que o governo Sócrates depletou até não haver suficiente para pagar salários e reformas, e para pagar os calotes deixados por esse mesmo governo, nomeadamente no sector da saúde.


Podemos ainda apontar o facto de que mesmo uma parte do défice actual se deve aos pagamentos das PPPs assinadas por Sócrates, outra forma de disfarçar dívida e défices passados. Antes das PPPs, um governo que construisse uma auto-estrada teria que contar com essa despesa no orçamento do ano em que a auto-estrada fosse construida, aumentando o défice. Utilizando uma PPP, um governo pode construir uma auto-estrada sem qualquer impacto no défice, empurrando esse custo e respectivos juros para os governos seguintes.


Sócrates tem razão quando diz que a dívida subiu bastante imediatamente após a sua saída do governo. Mas não deve esquecer que esta é, maioritariamente, a sua dívida. A dívida que Sócrates escondeu através das PPPs, dos calotes a fornecedores, do esvaziamento das reservas de segurança do estado que quase deixaram o país sem capacidade de pagar salários e pensões, e do caos em que as políticas do seu governo deixaram o sistema bancário.

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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Seg Fev 23 2015, 21:48

Nem mais, é por isso que dizia ao César que não pode ver as coisas (só) como está a ver. O pior de um forte terremoto não são os 5 ou 10 minutos do terremoto, mas os anos que leva a reconstruir o país.

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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Seg Fev 23 2015, 22:03

Pode ser que agora, mesmo que indirectamente nos ajudem. lol!



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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Seg Fev 23 2015, 22:14

Não acredito no que li!

Do Ricardo não percebi de todo o que quis dizer.

Números são números: e de facto a dívida pública cresceu muito mais em três anos agora, com circunstâncias favoráveis; do que em sete anos do governo do Sócrates.

Isto é a prova que estes gajos nada fizeram: antes pelo contrário: rebentaram com isto tudo.

Depois o que rebentou com a banca, quer no tempo do Sócrates, quer no atual governo, foi a crise internacional, e uma péssima gestão de gestores tidos e mantidos pelo PSD.

O Sócrates só pode ter a culpa de não controlar a despesa; mas os gajos atuais queriam, na altura, que ele controlasse muito menos: "o povo não pode sofrer mais".

Sobre o que diz o AJS, é uma verdade insofismável: mas espero que daqui a uns anos, quando estiver no poder outro governo, tu repitas isso: porque o que foi feito agora, foi rebentar completamente a economia, que nem daqui a dez anos irá voltar ao normal.

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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Seg Fev 23 2015, 22:22

António José da Silva escreveu:
Nem mais, é por isso que dizia ao César que não pode ver as coisas (só)  como está a ver. O pior de um forte terremoto não são os 5 ou 10 minutos do terremoto, mas os anos que leva a reconstruir o país.

Meus Caros,

embora sendo um pouco mais novo que vocês, desculpar-me-ão por vos dizer: ando a ouvir essa estória há pelo menos trinta anos. Vem o PS e diz que vai demorar tempo para consertar os estragos provocados por anos de governação PSD. Depois, vem o PSD, dá umas vassouradas e repete que vai demorar tempo até conseguir levar este navio a cair de podre a um bom porto. And so the story goes.

Mas que porra! Ainda continuam a acreditar nessa estória da carochinha?
Desculpem-me pela azia.
Cumprimentos,
luis
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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Seg Fev 23 2015, 22:23

Infelizmente, também tenho duvidas que isto vá lá em 10 anos.
Até digo mais, com o nosso limitado tecido empresarial, as fortes limitações (quase ausência) de tecnologia própria de venda em massa e portanto, com poucas hipóteses de gerar uma verdadeira riqueza que faça a diferença, a coisa fica mesmo muito preta.

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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Seg Fev 23 2015, 22:30

Greytear escreveu:
Mas que porra! Ainda continuam a acreditar nessa estória da carochinha?
Desculpem-me pela azia.


Muito bem dito: estes gajos rebentam com isto tudo, e depois a culpa é sempre do Sócrates.

Não dão uma para a caixa: e a culpa é do Sócrates.  


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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Seg Fev 23 2015, 22:31

greytear escreveu:
António José da Silva escreveu:
Nem mais, é por isso que dizia ao César que não pode ver as coisas (só)  como está a ver. O pior de um forte terremoto não são os 5 ou 10 minutos do terremoto, mas os anos que leva a reconstruir o país.

Meus Caros,

embora sendo um pouco mais novo que vocês, desculpar-me-ão por vos dizer: ando a ouvir essa estória há pelo menos trinta anos. Vem o PS e diz que vai demorar tempo para consertar os estragos provocados por anos de governação PSD. Depois, vem o PSD, dá umas vassouradas e repete que vai demorar tempo até conseguir levar este navio a cair de podre a um bom porto. And so the story goes.

Mas que porra! Ainda continuam a acreditar nessa estória da carochinha?
Desculpem-me pela azia.
Cumprimentos,
luis



Apesar de nem sempre a situação ser a mesma, no geral até tens razão. E uma sucessão de desculpabilizações.
Se reparar-mos bem, a alternância governamental, só tem servido para os próprios governantes se ajudarem a eles e aos seus boys.

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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Seg Fev 23 2015, 22:31

Está-me a parecer que o amigo César faz como a



Sócrates diz que dívida subiu mais com o actual Governo - verdade?
28 Março 2013, 00:17 por Helena Garrido | Helena Garrido

http://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/socrates_diz_que_subiu_mais_com_o_actual_governo___verdade.html

Verdadeiro ou falso? O Negócios confronta declarações de José Sócrates com factos e números.

"Foi em 2012 que a dívida pública mais subiu. Entre 2008 e 2010, subiu 20 pontos. Entre 2010 e 2012, subiu quase 30 pontos." - José Sócrates

A afirmação é falsa nos números e esconde que foram assumidas responsabilidades do passado assim como o facto de terem sido integradas na dívida responsabilidades de empresas.

Os números: Entre 2008 e 2010 a dívida pública em percentagem do PIB aumentou 21,7 pontos percentuais e entre 2010 e 2012 subiu 27,2 pontos percentuais.

Poderíamos dizer que José Sócrates arredondou os valores. Mas tendo o ex-primeiro-ministro usado a diferença entre um rácio, o período que lhe pertence (2008 a 2010) sai beneficiado, uma vez que o PIB caiu menos nessa altura do que entre 2010 e 2012.

Devemos então olhar para os valores absolutos. Entre 2008 e 2010 a dívida pública aumentou 38 mil milhões de euros e de 2010 a 2012 subiu 38,2 mil milhões de euros. Ou seja, não há uma vantagem clara da sua era governativa.

Mais importante ainda é o facto de José Sócrates ter ignorado que foram assumidas dívidas do passado nos períodos mais recentes e alteradas as regras contabilísticas.

Em 2012, por exemplo, as autoridades obrigaram a alterações na contabilização de suprimentos feitos pela Parpública num dos veículos constituídos para o BPN, no valor de 750 milhões de euros, de acordo com o que foi anunciado pelo secretário de Estado do Orçamento. Os valores vão ser conhecidos esta quinta-feira com o Procedimento dos Défices Excessivos (PDE).

Em 2011, houve alterações contabilísticas que aumentaram a dívida pública, designadamente as associadas às ex-Scut’s e ao reforço de capital do BPN.
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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Seg Fev 23 2015, 22:36

CNeves escreveu:


Muito bem dito: estes gajos rebentam com isto tudo, e depois a culpa é sempre do Sócrates.

Não dão uma para a caixa: e a culpa é do Sócrates.  




És terrível com esse gajo.

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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Seg Fev 23 2015, 22:38

Eu continuo, quase em finca-pé, a afirmar: a culpa é de quem os elege!
Foi o Soares que deu cabo disto, depois o Sá Carneiro, depois o Freitas, depois o Pinto Balsemão. Depois, não contentes, reelegeram o Soares e, helas, seguiu-se o Cavaco. O Guterres veio ajudar à festa. O Durão deixou o navio antes que afundasse de vez, dando-o de presente ao Santana Lopes. Depois o Sócrates. Agora este indivíduo e sua pandilha.

Sou só eu a dizer que isto é lado A e lado B?

...e agora chamam caloteiros e desonestos aos gregos, que, lá no fundo, acabam de dar uma lição de História a este velho continente bolorento.....

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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Seg Fev 23 2015, 22:50

Caro amigo Ricardo

Olhe para o gráfico do texto que o amigo aqui colocou: não fui eu que o coloquei: foi o amigo.

Tudo o resto, é uma tentativa do PSD/CDS de camuflar o óbvio.

Abraço
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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Seg Fev 23 2015, 22:55

Caro amigo Greytear

É óbvio o que diz.

É importante mudar este sistema eleitoral que apenas coloca no poder medíocres e corruptos.

Era importante mudar isso: só que os que lá estão não estão interessados: e nós todos não nos revoltamos.

Boas audições

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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Seg Fev 23 2015, 23:01

CNeves escreveu:
Caro amigo Greytear

É óbvio o que diz.

É importante mudar este sistema eleitoral que apenas coloca no poder medíocres e corruptos.

Era importante mudar isso: só que os que lá estão não estão interessados: e nós todos não nos revoltamos.

Boas audições


Meu prezado amigo CNeves,
revoltamos, revoltamos...."golpe a golpe, verso a verso". Mas "nós" somos a minoria que urge manter caladinha, ou incentivar à imigração, num sonho tecido por um Orfeu maquiavélico, que promete dias de felicidade a pão ázimo....
um abraço,
luis
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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Seg Fev 23 2015, 23:28

greytear escreveu:
..............

...e agora chamam caloteiros e desonestos aos gregos, que, lá no fundo, acabam de dar uma lição de História a este velho continente bolorento.....


Uma lição de História caro greytear (?) Smile

Só se foi a lição da maior aldrabice contabilista feita nas contas públicas de um País. Realmente nesse capitulo podem dar-nos lições de;
- Como se aldrabam e manipulam as contas públicas para aderir á comunidade europeia em 1982.
- Como se aldrabam continuamente as mesmas contas para se manterem entre UE
- Como se aldrabam as contas e se manipulam sistemáticamente ano sobre ano para cumprirem os critérios de convergência
- Como serem os maiores troca-tintas, pelintras e pedinchas da Europa.
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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Seg Fev 23 2015, 23:47



Na sequência das lições que os Gregos nos têm dado, podemos reter mais esta: Smile

"Quem derrotou o Syriza não foi a pressão da Alemanha, foi o medo que o Syriza tem dos gregos, a quem mentiu e enganou para ganhar as eleições".

Já todos sabemos o que conseguiu o Syriza: em vez da troika, passou a haver “instituições”; em vez do programa, “acordo”; em vez de credores, “parceiros”; em vez de austeridade, “condições”.

Enfim, a transfiguração semântica servirá para muita coisa, mas não chega para esconder que o Syriza enganou os gregos, quando, para ganhar as eleições, prometeu que bastava dar dois berros à Merkel para tudo se tornar fácil.

Agora, como todos os mentirosos, resta-lhe continuar a mentir, recorrendo ao delírio verbal consentido pelos seus parceiros europeus para inventar “batalhas ganhas” em guerras perdidas.
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CNeves
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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Ter Fev 24 2015, 10:16

Sinais positivos após chegada da lista de reformas gregas a Bruxelas


Maria João Guimarães

Público: 24/02/2015 - 08:07

Medidas do Governo de Alexis Tsipras incluem combate à evasão fiscal e à corrupção.

As propostas de Tsipras François Lenoir /reuters

   
A lista de reformas que o Governo grego vai propor aos seus parceiros europeus chegou finalmente a Bruxelas, depois de vários falsos alarmes e prazos adiados.

Uma fonte da Comissão Europeia fez um comentário inicial de que a lista é suficientemente forte para conseguir um “sim” das instituições credoras (a troika, agora sem esta designação) à extensão de quatro meses do programa de empréstimos.

“Do ponto de vista da Comissão, esta lista é suficientemente alargada para ser um ponto de partida válido para conseguir uma conclusão da revisão” do acordo de resgate, disse uma fonte da Comissão, sob anonimato, à agência Reuters. “Estamos especialmente agradados com o forte compromisso para combater a evasão fiscal e a corrupção.”

A porta-voz do presidente da Comissão Europeia Jean-Claude Juncker, Mina Andreeva, escreveu no Twitter que a lista de reformas gregas foi recebida “a tempo”, ou seja, antes da meia-noite de segunda-feira.

A Alemanha repetiu várias vezes que qualquer gasto extra (e o novo Governo de Atenas queria ter vários, para medidas como electricidade para famílias que não a possam pagar, ajuda alimentar, ou reversão de alguns cortes para os mais pobres) teria de ser compensado com mais receita, que o Executivo de Alexis Tsipras planeava conseguir através de impostos sobre os mais ricos e do fim de privilégios fiscais para algumas classes, por exemplo, os armadores, e exigir o pagamento de licenças às televisões privadas.

As primeiras reacções de Bruxelas foram positivas e uma carta do ministro das Finanças alemão, Wolfgang Schäuble, ao Parlamento alemão pedindo a aprovação da extensão do acordo deram um bom sinal de partida. O acordo actual expira no sábado, e os parlamentos nacionais dos países do euro deverão votar até lá para o ratificar (espera-se que a votação no Bundestag seja na sexta-feira).

O Governo de Tsipras tinha prometido não pedir uma extensão do acordo mas isolado entre os seus parceiros do Eurogrupo acabou por acordar uma extensão conseguindo apenas a concessão de ser sua iniciativa apresentar reformas, e não aceitar as propostas pelas instituições da troika.

Esta mudança foi vista por muitos gregos como significativa e, apesar do recuo, o Governo tinha uma aprovação significativa: Alexis Tsipras viu descolar a sua popularidade com mais de 70% a acharem que é o mais adequado primeiro-ministro (antes das eleições, mesmo com o Syriza à frente nas sondagens, o antigo chefe de Governo Antonis Samaras era considerado o melhor candidato a primeiro-ministro, agora, apenas 12% acham o mesmo sobre o líder do partido conservador Nova Democracia).

Responsáveis do Fundo Monetário Internacional (FMI), da Comissão Europeia e do Banco Central Europeu vão fazer uma primeira avaliação na tarde desta terça-feira, assim como os ministros das Finanças da zona Euro (por teleconferência). As instituições farão uma avaliação mais fina, provavelmente, segundo o diário britânico The Guardian, ainda antes de Abril, para aprovar as políticas antes da extensão do empréstimo de 7,2 mil milhões de euros ficar disponível.

O Governo de Tsipras tem a difícil tarefa de convencer os credores de que não derrapará nas despesas – e de convencer também os deputados gregos a aceitar o acordo que reverte várias promessas eleitorais, quando começam a surgir as primeiras vozes de desacordo dentro do próprio partido do Governo. O mais importante representante da ala mais radical do Syriza no Governo, o ministro da Energia, Panagiotis Lafazanis, já veio avisar que as privatizações eram uma das linhas vermelhas – e segundo algumas fontes, na lista das reformas agora propostas pelo seu Executivo aparecerão ainda algumas privatizações.





Está tudo á rasca:

Se os Gregos conseguirem alguma coisa; e tudo indica que sim: pelo menos não irão cortar nem salários, nem pensões; fica provado o que muitos já sabiam de ginjeira, e outros ainda não, mas que agora ficam a saber: que é:


Os gajos deste nosso governo não passam de uns bananas.

Boas audições
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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Ter Fev 24 2015, 13:52

CNeves escreveu:


Medidas do Governo de Alexis Tsipras incluem combate à evasão fiscal e à corrupção.



Porra, isto é algo de triste, digo eu. Sabendo nós que a evasão fiscal é um dos graves problemas da Grécia, deveria ter sido desde o inicio (e já lá vão uns bons anos) um dos alvos fortes do governo grego.
Se esta medida é uma das mais fortes e sublinhada na lista dos gregos, algo tem estado bastante mal até agora.

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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Ter Fev 24 2015, 14:26

Hoje tenho a veia analítica murcha

Resta-me a veia satírica dvil

Portanto incentivo entusiásticamente a aquisição de novas competências (novas oportunidades ???  scratch  scratch  scratch  scratch ) para o pleno exercício deste tópico



lol!

E os primeiros contendores são ????
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António José da Silva
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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Ter Fev 24 2015, 14:31

Mário Franco escreveu:
Hoje tenho a veia analítica murcha



Se for só isso, e atendendo À tua idade, não estás mal.



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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Ter Fev 24 2015, 15:00

António José da Silva escreveu:
Mário Franco escreveu:
Hoje tenho a veia analítica murcha



Se for só isso, e atendendo À tua idade, não estás mal.





Tanto conteúdo no meu post, tanto suminho imaginativo mas o meu amigo tinha logo que dar a sua facadinha

Não é o caso graças a deus mas se fosse, pertenceria a uma maioria porque segundo dizem as estatísticas, 50% dos cavalheiros sofrem de disfunção herética

Principalmente os das gerações mais recentes

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António José da Silva
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MensagemAssunto: Re: Algumas vergonhas no nosso jardim   Ter Fev 24 2015, 15:07

Mário Franco escreveu:
António José da Silva escreveu:
Mário Franco escreveu:
Hoje tenho a veia analítica murcha



Se for só isso, e atendendo À tua idade, não estás mal.





Tanto conteúdo no meu post, tanto suminho imaginativo mas o meu amigo tinha logo que dar a sua facadinha

Não é o caso graças a deus mas se fosse, pertenceria a uma maioria porque segundo dizem as estatísticas, 50% dos cavalheiros sofrem de disfunção herética

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