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 Audiotice / Audiophoolery (em inglês)

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ricardo onga-ku
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MensagemAssunto: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Qui Abr 25 2013, 10:03

Audiotice / Audiophoolery - by Ethan Winer ( www.realtraps.com/ )

Poderiamos pensar que um campo baseada na ciência como a engenharia de áudio seria imune ao tipo de pensamento mágico que vemos em noutros campos.
Infelizmente, estaríamos errados.
Nos meus 35 anos como engenheiro de áudio profissional e músico, tenho visto algumas das pseudociências mais ultrajantes vendidos aos consumidores, e até mesmo aos outros profissionais de áudio que deveriam saber melhor.
Tal como as reivindicações para a medicina alternativa, o absurdo está envolto num jargão de som científico para confundir os ignorantes, e o marketing recorre muitas vezes a explicações científicas legítimas mas irrelevantes para os casos em questão.
O resultado são discussões intermináveis ​​entre os audiófilos sobre princípios científicos básicos que já foram totalmente compreendidos à 50 ou mais anos.

continua... http://www.skeptic.com/eskeptic/10-01-06/


Última edição por ricardo onga-ku em Qui Abr 25 2013, 16:50, editado 1 vez(es)
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António José da Silva
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Qui Abr 25 2013, 14:21

Vale a pena ver. Gosto bastante da parte da explicação dos tão amados (por alguns) cabos.

I could devote this entire article to wire scams, but instead I’ll just summarize that any audio (or video) cable costing more than a few dollars per foot is a rip-off.


Esta é a verdade.

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Rui Mendes
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Qui Abr 25 2013, 15:39

Tirando a parte do vinil o artigo está muito bom.


Última edição por Rui Mendes em Qui Abr 25 2013, 15:49, editado 1 vez(es)
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António José da Silva
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Qui Abr 25 2013, 15:43

Rui Mendes escreveu:
Tirando a parto do vinil o artigo está muito bom.


Só mencionei os cabos.

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ricardo onga-ku
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Qui Abr 25 2013, 16:48

Rui Mendes escreveu:
Tirando a parte do vinil o artigo está muito bom.

O que ele afirmou em relação ao vinil (pode soar melhor mas não é mais fiel) está correcto:

"Vinyl records and vacuum tube equipment are very popular with devoted audiophiles who believe these old school technologies more faithfully reproduce subtle nuance.
There’s no question that LPs and tubes sound different from CDs and solid state gear.
But are they better?
Not in any way you could possibly measure.
Common to both is much higher distortion; LPs in particular have more inherent noise and a poorer high frequency response, especially when playing the inner grooves.
I’m convinced that some people prefer tubes and vinyl because the subtle distortion they add sounds pleasing to them.
Adding small amounts of distortion can make a recording sound more cohesive, for lack of a better word.
Recording engineers sometimes add distortion intentionally to imitate the sound of tubes and analog tape, and I’ve done this myself.
Simply copying a song to a cassette tape and back adds a slight thickening that can be pleasing if the instrumentation is sparse.
But clearly this is an artificial effect, not higher fidelity."


O tópico sobre "calor analógico" explica isto com mais detalhe:

http://www.audioanalogicodeportugal.net/t5052-som-analogico-em-gravacoes-digitais-em-ingles

R
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António José da Silva
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Qui Abr 25 2013, 17:00

E entre dentes ele dizia baixinho para os seus botões, "mas ela move-se". lol!


Caro Ricardo. Por muitos números, provas, argumentos, etc. é para mim evidente que o analógico continua a ser superior, apesar de também saber que o digital quando bem gravado e masterizado, soa muito bem.

Mas não estou aqui para evangelizar ninguém nem faço cruzadas. Cada um ouve o que quer e consome o que lhe dá na real gana.
Tal como nos cabos, cada pessoa gasta o que quer e ouve o que quer. Ainda há pouco o TD-124 mostrou como fazer um cabo de alta qualidade com fichas fabulosas ao preço dos feijões. O Joaquim Pinto que me soldou os cabos, ficou espantado com a qualidade das fixas.
Mas quem quiser gastar 2000 por algo equivalente, porque não.

Mas, as cruzadas são demasiado cansativas.

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Rui Mendes
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Qui Abr 25 2013, 17:13

ricardo onga-ku escreveu:
Rui Mendes escreveu:
Tirando a parte do vinil o artigo está muito bom.

O que ele afirmou em relação ao vinil (pode soar melhor mas não é mais fiel) está correcto:

"Vinyl records and vacuum tube equipment are very popular with devoted audiophiles who believe these old school technologies more faithfully reproduce subtle nuance.
There’s no question that LPs and tubes sound different from CDs and solid state gear.
But are they better?
Not in any way you could possibly measure.
Common to both is much higher distortion; LPs in particular have more inherent noise and a poorer high frequency response, especially when playing the inner grooves.
I’m convinced that some people prefer tubes and vinyl because the subtle distortion they add sounds pleasing to them.
Adding small amounts of distortion can make a recording sound more cohesive, for lack of a better word.
Recording engineers sometimes add distortion intentionally to imitate the sound of tubes and analog tape, and I’ve done this myself.
Simply copying a song to a cassette tape and back adds a slight thickening that can be pleasing if the instrumentation is sparse.
But clearly this is an artificial effect, not higher fidelity."


O tópico sobre "calor analógico" explica isto com mais detalhe:

http://www.audioanalogicodeportugal.net/t5052-som-analogico-em-gravacoes-digitais-em-ingles

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Caro Ricardo, conforme dizes nesse tópico, que já tinha lido e valorizo sinceramente, a tua postura resume-se a
..."Quem já escutou uma Banda Sinfónica ao vivo sabe como o som dos metais pode ser áspero e desagradável; e se essa aspereza for uma intenção do compositor quero que ela me incomode e me perturbe profundamente, tanto quanto o som gravado o permitir."

Parece uma confissão de um masoquista lol!

Estou só a brincar Ricardo.
É evidente que o vinil tem deficiências ao nível da reprodução.
Mas também tem um ritual intrínseco que o distingue do CD, por exemplo, e que está na génese deste resurgimento imparável.
Quem ouve vinil hoje é, estatisticamente, muito mais audiófilo, no sentido do cuidado com a reprodução do som, do que quem ouve música digital. E quem compra hoje vinil procura, outra vez estatisticamente, material com muito mais qualidade que antes do aparecimento do CD...

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ricardo onga-ku
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Qui Abr 25 2013, 17:24

Rui Mendes escreveu:
Quem ouve vinil hoje é, estatisticamente, muito mais audiófilo, no sentido do cuidado com a reprodução do som, do que quem ouve música digital.

Isso é perfeitamente natural, especialmente se tivermos em conta que terão sido vendidos cerca de 200 biliões de CDs nos primeiros 25 anos e que a Apple já vendeu mais de 15 biliões de músicas online (mp3).

Mas se olharmos para a "clássica", onde a audiência é bastante exigente, o digital leva a melhor.

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Última edição por ricardo onga-ku em Qui Abr 25 2013, 17:26, editado 1 vez(es)
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fredy
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Qui Abr 25 2013, 17:25

Olá
Desculpem lá...
Onde está a novidade...
Todos sabemos que ao longo dos anos se tem forçado através do marketing enganador a venda de produtos baratos e sem benefícios, a preços milionários e que nalguns casos não melhoram em nada o som antes pelo contrário.

Fredie
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ricardo onga-ku
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Qui Abr 25 2013, 17:36

fredy escreveu:

Desculpem lá...
Onde está a novidade...
Todos sabemos que ao longo dos anos se tem forçado através do marketing enganador a venda de produtos baratos e sem benefícios, a preços milionários e que nalguns casos não melhoram em nada o som antes pelo contrário.

Há sempre uns quantos principiantes distraídos...

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Rui Mendes
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Qui Abr 25 2013, 17:36


http://www.nordost.com/35/odin-supreme-reference-power-cord

Supreme reference power cable


The Odin power cord radically improves dynamics and clarity.
INSULATION: High purity class 1.003 Fluorinated Ethylene Propylene (FEP)
CONSTRUCTION: Total Signal Control (TSC) and Precision Dual Micro Mono-Filament design
CONDUCTORS: 7 x 15 AWG solid core conductors
MATERIAL: 80 microns of silver over 99.999999 OFC
CAPACITANCE: 19.0pF/ft
CONNECTORS: IEC/Wall plug US/UK/EUR
POWER RATING: 60 Amp
PROPAGATION: 86% the speed of light
OVERALL SHIELD COVERAGE: 100% Total Coverage

1.25 meter: $11,000.00 each
2.50 meter: $16,000.00 each
5.00 meter: $21,000.00 each
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ricardo onga-ku
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Qui Abr 25 2013, 17:40

António José da Silva escreveu:
Cada um ouve o que quer e consome o que lhe dá na real gana.
Tal como nos cabos, cada pessoa gasta o que quer e ouve o que quer. Ainda há pouco o TD-124 mostrou como fazer um cabo de alta qualidade com fichas fabulosas ao preço dos feijões. O Joaquim Pinto que me soldou os cabos, ficou espantado com a qualidade das fixas.
Mas quem quiser gastar 2000 por algo equivalente, porque não.

Caro António,

Na minha opinião estes alertas são importantes para aqueles que (por variadas razões) se sentem compelidos a adquirir certos "barretes" e a cair em determinadas armadilhas sublimemente montadas pela indústria e seus porta-voz (reviewers).
Mas como tens poder de veto podes sempre eliminar o tópico...

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António José da Silva
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Qui Abr 25 2013, 17:40

Rui Mendes escreveu:


1.25 meter: $11,000.00 each
2.50 meter: $16,000.00 each
5.00 meter: $21,000.00 each



Onde se constata que aos 5 metros é muito mais barato.

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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Qui Abr 25 2013, 17:55

Rui Mendes escreveu:

http://www.nordost.com/35/odin-supreme-reference-power-cord

Supreme reference power cable


The Odin power cord radically improves dynamics and clarity.
INSULATION: High purity class 1.003 Fluorinated Ethylene Propylene (FEP)
CONSTRUCTION: Total Signal Control (TSC) and Precision Dual Micro Mono-Filament design
CONDUCTORS: 7 x 15 AWG solid core conductors
MATERIAL: 80 microns of silver over 99.999999 OFC
CAPACITANCE: 19.0pF/ft
CONNECTORS: IEC/Wall plug US/UK/EUR
POWER RATING: 60 Amp
PROPAGATION: 86% the speed of light
OVERALL SHIELD COVERAGE: 100% Total Coverage

1.25 meter: $11,000.00 each
2.50 meter: $16,000.00 each
5.00 meter: $21,000.00 each

O audiófilo acredita que as revistas estão do seu lado, que existem para o ajudar mas está a ser bem enganado.
Muitos reviewers não têm mais conhecimentos musicais ou técnicos do que um principiante de audio, e infelizmente alguns não têm grandes escrúpulos; em suma, são pessoas normais que ganham estatuto à custa da ignorância e da insegurança dos consumidores.

Roy Gregory, o reviewer que "vendeu" ao mundo os cabos mais caros da Nordost como imprescindíveis para o som verdadeiramente high end, é agora o VP of Marketing da Nordost:

"The crazy thing is, that even on a whole system costing less than a single pair of Odin interconnects (£12.000) the benefits are so stunningly obvious!"

R


Última edição por ricardo onga-ku em Qui Abr 25 2013, 18:01, editado 1 vez(es)
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ricardo onga-ku
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Qui Abr 25 2013, 17:55

António José da Silva escreveu:
Rui Mendes escreveu:


1.25 meter: $11,000.00 each
2.50 meter: $16,000.00 each
5.00 meter: $21,000.00 each



Onde se constata que aos 5 metros é muito mais barato.

E se conclui que grosso do custo está nas fichas... Rolling Eyes
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António José da Silva
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Qui Abr 25 2013, 18:00

ricardo onga-ku escreveu:
António José da Silva escreveu:
Rui Mendes escreveu:


1.25 meter: $11,000.00 each
2.50 meter: $16,000.00 each
5.00 meter: $21,000.00 each



Onde se constata que aos 5 metros é muito mais barato.

E se conclui que grosso do custo está nas fichas... Rolling Eyes


Também ostenta uns quadrados de madeira na cabo (se a memória não me falha) que deve de ser de uma árvore em vias de extinção.

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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Qui Abr 25 2013, 18:22

Ou quem sabe de uma árvore extinta. What a Face
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Stereo
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Qui Abr 25 2013, 18:47

Não posso deixar de dar os meus parabéns por este tópico, apesar de já não ter paciência para voltar ao tema... É que não me revejo neste tipo de coisa. Para mim, os meus ouvidos bastam e não pretendo convencer ninguém.
De resto, o sistema, embora hajam críticas... continua a ser alimentado, pelo que não vejo qualquer razão para perder tempo com isto. Agora, para quem baste esta situação, força!
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ricardo onga-ku
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Qui Abr 25 2013, 20:17

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MicroGruas
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Qui Abr 25 2013, 22:09

Rui Mendes escreveu:

http://www.nordost.com/35/odin-supreme-reference-power-cord

Supreme reference power cable


The Odin power cord radically improves dynamics and clarity.
INSULATION: High purity class 1.003 Fluorinated Ethylene Propylene (FEP)
CONSTRUCTION: Total Signal Control (TSC) and Precision Dual Micro Mono-Filament design
CONDUCTORS: 7 x 15 AWG solid core conductors
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CAPACITANCE: 19.0pF/ft
CONNECTORS: IEC/Wall plug US/UK/EUR
POWER RATING: 60 Amp
PROPAGATION: 86% the speed of light
OVERALL SHIELD COVERAGE: 100% Total Coverage

1.25 meter: $11,000.00 each
2.50 meter: $16,000.00 each
5.00 meter: $21,000.00 each

Será que a musica sai á velocidade da Luz ou é o dinheiro que sai dos nossos bolsos e entra nos deles a velocidade da luz????



Cuidado porque se a musica corre perto da velocidade da luz naqueles cabos, quando chega á coluna rebenta com ela!!! os cones nao se movem a essa velocidade!!


Isto é como um carro. Colocar 1000 Cv no motor é facil, mas coloca-los no alcatrão já é outra coisa. se os colocarem toditos no chao , um milagre na tecnologia dos pneumaticos, em linha recta ainda vá lá!!! mas o carro anda na estrada com curvas! ai é que esta o busilis da questao!

Na musica/equipamentos de reprodução é mais ou menos a mesma coisa. Amplificadores com 1000 Watts/8Ohms, 2000Watts/4Ohms, 4000Watts/2 Oms para uso domestico?!?!?!

Para quê? Porque um qualquer senhor (para nao chamar nomes) diz que ouve a diferença nas dinamicas. Porque só estes amps têm as reservas para os "trasients" dinamicos de peças classicas etc, etc, etc.

Alguns têm tanta força que têm de ter fontes de alimentação separadas! porque o proprio ruidos dos transformadores seriam porventura ouvidos (sejam amps a valvulas sejam em transistor!!! a idiotice é a mesma).

Fazer uma amp de 1 Watt com mau som é tao facil como um de 100, 500, 1000 watts. Fazer um com 1 watt com bom som tambem pode ser tao custoso como um de 1000.

Uma certa marca britanica tanto defende (publicamente no marketing deles) que os amps de 50 watts class A é que sao o caminho a seguir e depois defende mega Amps de 500, 750 ou 1000 Watts


Por isto, e embora a minha surdez e mau ouvido prefiro confiar nos meus maus ouvidos!!!!

Caguei para eles
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PALUSE
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Seg Abr 29 2013, 15:51

microseiki escreveu:

Será que a musica sai á velocidade da Luz ou é o dinheiro que sai dos nossos bolsos e entra nos deles a velocidade da luz????



Cuidado porque se a musica corre perto da velocidade da luz naqueles cabos, quando chega á coluna rebenta com ela!!! os cones nao se movem a essa velocidade!!



Orquestra

Boas.
A conversa da velocidade da luz só serve para dar um tom de "ficção cientifica" ao cabo.
A luz é uma onda eletromagnética com um comprimento de onda "resumido" a um intervalo especifico. Comprimento de onda mais pequeno; frequência maior, para uma velocidade de propagação c que supostamente é constante.
E como referi acima é uma onda, o que significa que a variação de campo elétrico e magnético vão-se propagando pelo tecido do espaço-tempo... não acrescento mais porque já se entra num "domínio proibido", que se confunde com ficção científica.
Abaixo dos chamados "infravermelhos" temos as "ondas de radio"; acima do roxo temos os ultravioletas, raios-X, raios Gama e raios cósmicos.
Num condutor elétrico metálico o que geralmente se passa é que a carga negativa (eletrão) é projetada com um valor de aceleração (x Volts) numa das extremidades do cabo, mas ela só vai ocupar a "posição" do eletrão mais a "jeito", de seguida as cargas vão-se recolocando na estrutura até que na outra extremidade é libertado um eletrão, com um pouco menos de aceleração devido ás perdas de energia pelo resto da estrutura do condutor (calor), a qual é geralmente denominada por resistência...no entanto o eletrão de entrada não viaja pelo condutor, as forças dos campos elétrico e magnético encarregam-se de enviar a "informação" até ao final do condutor só com alguma perturbação interna. É como se fosse um "teleporte quântico primitivo": Arremesso um eletrão num extremo e aparece outro no extremo oposto sem se deslocar pelo espaço do condutor de forma extensa, só a energia cinética é que é transferida com grande quantidade.
É algo como FILO-(First In, Last Out). Se observarem um pendulo de esferas, dá para ilustrar um pouco o que se passa, se pensarmos em corrente alternada.
E pronto, tendo c como referencia, ilustra-se a velocidade de propagação do sinal elétrico no cabo com uma % de c. Pode variar de cabo para cabo, conforme as suas características, mas por norma é uma variação muito pequena.




Inté


Última edição por PALUSE em Seg Abr 29 2013, 16:18, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Seg Abr 29 2013, 15:58

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Rui Mendes
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Seg Abr 29 2013, 18:52

Facto:
Eu por acaso, e mesmo por acaso, tenho uns nordost baratinhos a ligar o amplificador às colunas.

Observação
Noto que um bom trombone pôe-me os cabelos para trás.

Formulação da Hipótese
Não deve ser dos cabos, pois se fosse, ficava era com um bronzeado mais bonito porque o trombone tinha aparecido à velocidade da luz e não do som.


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ricardo onga-ku
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Seg Abr 29 2013, 18:57

Por falar em Nordost, o que acham do último episódio de "Televendas: Um mundo de produtos, à distância de um telefone"?




Está ao nível dos melhores vendedores de banha-da-cobra... Rolling Eyes

And I could say oo oo oo
As if everybody knows what I'm talking about
As if everybody would know exactly what I was talking about


Deve estar aqui a origem da expressão "uma grande banhada". Cool



R
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ricardo onga-ku
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Seg Abr 29 2013, 19:23

Tudo o que você sempre quis saber sobre o Valhalla Power Cable.




"the valhalla cable has 7 conductors inside...

3 for the live and neutral and one inside the middle for the ground...

but why have 7 conductors inside...

if you only need two conductors...

live and neutral?"
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Seg Abr 29 2013, 20:56

ricardo onga-ku escreveu:


Mas se olharmos para a "clássica", onde a audiência é bastante exigente, o digital leva a melhor.

R

Ricardo, fiquei curioso com esta afirmação, e isso acontece porquê?
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ricardo onga-ku
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Seg Abr 29 2013, 21:11

Posso especular sobre algumas razões possíveis:

- um CD tem 80 minutos de capacidade, o que permite escutar quase todas as sinfonias alguma vez criadas sem interrupções ou sem ser necessário levantar o rabo da cadeira (no caso do "Crepúsculo dos Deuses" é necessário levantar o rabo 12 vezes...)

- o audio digital elimina todas as "deficiências" do fabrico e leitura do vinil de onde resulta um som com melhor qualidade / maior fidelidade, o mesmo se passando com a imagem digital

- com o aparecimento do CD foram re-editadas centenas de gravações há muito esgotadas em vinil

- em meados de 90 já era praticamente impossível comprar vinil, não só porque as lojas não tinham stocks como porque as editoras já praticamente tinham abandonado o formato

- o vinil ocupa mais espaço e requer limpeza / manutenção

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Última edição por ricardo onga-ku em Seg Abr 29 2013, 21:45, editado 1 vez(es)
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Duarte Rosa
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Seg Abr 29 2013, 21:24

ricardo onga-ku escreveu:
Posso especular sobre algumas razões possíveis:

- um CD tem 80 minutos de capacidade, o que permite escutar quase todas as sinfonias alguma vez criadas sem interrupções ou sem ser necessário levantar o rabo da cadeira (no caso do "Crepúsculo dos Deuses" é necessário levantar o rabo 12 vezes...)

- o audio digital elimina todas as "deficiências" do fabrico e leitura do vinil de onde resulta um som com melhor qualidade / maior fidelidade, o mesmo se passando com a imagem digital

- com o apareceminento do CD foram re-editadas centenas de gravações há muito esgotadas em vinil

- em meados de 90 já era praticamente impossível comprar vinil, não só porque as lojas não tinham stocks como porque as editoras já praticamente tinham abandonado o formato

- o vinil ocupa mais espaço e requer limpeza / manutenção

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Sim, mas estas razões, pelo que entendo, são razões pessoais, leva-nos à velha história Vinil vs CD, mas atenção, não quero entrar por ai.

A razão princinpal da minha pergunta é o facto de me estar a iniciar na música clássica, ando a ler algumas coisas sobre os compositores, perceber as sinfonias, os andamentos, coisas que não fazia a mínima ideia do que eram, e estou a ficar maravilhado.

Obrigado pela tua resposta, e já agora, qual a primeira sinfonia que achas que um debutante como eu deve comprar?
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ricardo onga-ku
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Seg Abr 29 2013, 21:44

Duarte Rosa escreveu:
ricardo onga-ku escreveu:
Posso especular sobre algumas razões possíveis:

- um CD tem 80 minutos de capacidade, o que permite escutar quase todas as sinfonias alguma vez criadas sem interrupções ou sem ser necessário levantar o rabo da cadeira (no caso do "Crepúsculo dos Deuses" é necessário levantar o rabo 12 vezes...)

- o audio digital elimina todas as "deficiências" do fabrico e leitura do vinil de onde resulta um som com melhor qualidade / maior fidelidade, o mesmo se passando com a imagem digital

- com o aparecimento do CD foram re-editadas centenas de gravações há muito esgotadas em vinil

- em meados de 90 já era praticamente impossível comprar vinil, não só porque as lojas não tinham stocks como porque as editoras já praticamente tinham abandonado o formato

- o vinil ocupa mais espaço e requer limpeza / manutenção

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Sim, mas estas razões, pelo que entendo, são razões pessoais, leva-nos à velha história Vinil vs CD, mas atenção, não quero entrar por ai.

Conforme já referi anteriormente a música clássica difere do pop/rock em vários aspectos pois trata-se de um conjunto de sons acústicos não amplificados, gravados em ambiente com acústica natural, cuja maior complexidade sónica e musical implicam uma maior exigência ao nível da fidelidade.
A superioridade técnica do digital permite maior fidelidade e consequentemente uma reprodução mais credível da realidade (música ao vivo).

Duarte Rosa escreveu:
A razão princinpal da minha pergunta é o facto de me estar a iniciar na música clássica, ando a ler algumas coisas sobre os compositores, perceber as sinfonias, os andamentos, coisas que não fazia a mínima ideia do que eram, e estou a ficar maravilhado.

Obrigado pela tua resposta, e já agora, qual a primeira sinfonia que achas que um debutante como eu deve comprar?

Que tal começar pela 5ª mais famosa?



http://pt.wikipedia.org/wiki/Sinfonia_n.º_5_(Beethoven)

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PALUSE
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Seg Abr 29 2013, 23:30

Duarte Rosa escreveu:
ricardo onga-ku escreveu:


Mas se olharmos para a "clássica", onde a audiência é bastante exigente, o digital leva a melhor.

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Ricardo, fiquei curioso com esta afirmação, e isso acontece porquê?


Por causa dos "TRACS", "POPS" e "PFFFFFFFFFFs". A malta da "clássica" na aprecia flatulência!
smedley


Inté
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Seg Abr 29 2013, 23:37

ricardo onga-ku escreveu:
Posso especular sobre algumas razões possíveis:

- um CD tem 80 minutos de capacidade, o que permite escutar quase todas as sinfonias alguma vez criadas sem interrupções ou sem ser necessário levantar o rabo da cadeira (no caso do "Crepúsculo dos Deuses" é necessário levantar o rabo 12 vezes...)

- o audio digital elimina todas as "deficiências" do fabrico e leitura do vinil de onde resulta um som com melhor qualidade / maior fidelidade, o mesmo se passando com a imagem digital

- com o aparecimento do CD foram re-editadas centenas de gravações há muito esgotadas em vinil

- em meados de 90 já era praticamente impossível comprar vinil, não só porque as lojas não tinham stocks como porque as editoras já praticamente tinham abandonado o formato

- o vinil ocupa mais espaço e requer limpeza / manutenção

R


Ricardo, vai com calma. Ainda levas uns tiros de algum forista "vesgo" e ficas como o ministro das finanças da Alemanha, o Exmo. Herr Rollen.
Não imagino a duração do "Crepúsculo dos Deuses" do Herr Wagner, mas em super-áudio cd podes pôr 4H15M em stereo em 4,7Gb no formato DST.
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Mister W
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Ter Abr 30 2013, 10:10

PALUSE escreveu:
Duarte Rosa escreveu:
ricardo onga-ku escreveu:


Mas se olharmos para a "clássica", onde a audiência é bastante exigente, o digital leva a melhor.

R

Ricardo, fiquei curioso com esta afirmação, e isso acontece porquê?

Por causa dos "TRACS", "POPS" e "PFFFFFFFFFFs". A malta da "clássica" na aprecia flatulência!
Inté
Quanta a mim é essa uma das principais razões e até faz algum sentido.

Na Clássica são frequentes as passagens mais calmas e além do mais, pela sua especificidade, a clássica obriga (normalmente) a uma maior "concentração" na audição.

Convenhamos que não é muito agradável levar com um daqueles pops horríveis num desses momentos de introspecção e nirvana musical. Até saltamos da cadeira! Shocked
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ricardo onga-ku
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Ter Abr 30 2013, 10:29

PALUSE escreveu:
ricardo onga-ku escreveu:
Posso especular sobre algumas razões possíveis:

- um CD tem 80 minutos de capacidade, o que permite escutar quase todas as sinfonias alguma vez criadas sem interrupções ou sem ser necessário levantar o rabo da cadeira (no caso do "Crepúsculo dos Deuses" é necessário levantar o rabo 12 vezes...)

- o audio digital elimina todas as "deficiências" do fabrico e leitura do vinil de onde resulta um som com melhor qualidade / maior fidelidade, o mesmo se passando com a imagem digital

- com o aparecimento do CD foram re-editadas centenas de gravações há muito esgotadas em vinil

- em meados de 90 já era praticamente impossível comprar vinil, não só porque as lojas não tinham stocks como porque as editoras já praticamente tinham abandonado o formato

- o vinil ocupa mais espaço e requer limpeza / manutenção

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Ricardo, vai com calma. Ainda levas uns tiros de algum forista "vesgo" e ficas como o ministro das finanças da Alemanha, o Exmo. Herr Rollen.
Não imagino a duração do "Crepúsculo dos Deuses" do Herr Wagner, mas em super-áudio cd podes pôr 4H15M em stereo em 4,7Gb no formato DST.

Se não estou em erro o SACD tem nos amantes da clássica o seu maior nicho mas curiosamente ontem passei na FNAC do Colombo e a secção de SACD resumia-se a menos de duas dezenas de discos...

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ricardo onga-ku
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Ter Abr 30 2013, 10:35

Mister W escreveu:
PALUSE escreveu:
Duarte Rosa escreveu:
ricardo onga-ku escreveu:


Mas se olharmos para a "clássica", onde a audiência é bastante exigente, o digital leva a melhor.

R

Ricardo, fiquei curioso com esta afirmação, e isso acontece porquê?

Por causa dos "TRACS", "POPS" e "PFFFFFFFFFFs". A malta da "clássica" na aprecia flatulência!
Inté
Quanta a mim é essa uma das principais razões e até faz algum sentido.

Na Clássica são frequentes as passagens mais calmas e além do mais, pela sua especificidade, a clássica obriga (normalmente) a uma maior "concentração" na audição.

Convenhamos que não é muito agradável levar com um daqueles pops horríveis num desses momentos de introspecção e nirvana musical. Até saltamos da cadeira! Shocked

O digital tem outras vantagens como a ausência de ruído de leitura (maior dinâmica) ou de flutuações de velocidade e distorções por empeno e descentramento que são muito mais óbvias com sons contínuos (legato) e uma excelente separação de canais que permite uma melhor recriação da tridimensionalidade.


Ontem acabei por escutar essa versão da 5ª de LvB pela Staatskapelle Dresden sob a direcção do Blomstedt (Brilliant Classics), seguida do 5º Concerto para Piano pelo Arrau, Concertgebouw e Haitink (Philips).

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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Ter Abr 30 2013, 11:30

ricardo onga-ku escreveu:
Posso especular sobre algumas razões possíveis:

- um CD tem 80 minutos de capacidade, o que permite escutar quase todas as sinfonias alguma vez criadas sem interrupções ou sem ser necessário levantar o rabo da cadeira (no caso do "Crepúsculo dos Deuses" é necessário levantar o rabo 12 vezes...)

- o audio digital elimina todas as "deficiências" do fabrico e leitura do vinil de onde resulta um som com melhor qualidade / maior fidelidade, o mesmo se passando com a imagem digital

- com o aparecimento do CD foram re-editadas centenas de gravações há muito esgotadas em vinil

- em meados de 90 já era praticamente impossível comprar vinil, não só porque as lojas não tinham stocks como porque as editoras já praticamente tinham abandonado o formato

- o vinil ocupa mais espaço e requer limpeza / manutenção

R
A grande razão.. na qual me incluo, tem a ver com as interpretações actuais que são muito melhores que a generalidade das feitas até meados dos anos 70... especialmente na música antiga (instrumentos de época, colocação dos interpretes (cantar lontano) e uso escrupulosamente dos tempos reais)..e esses discos, infelizmente, só estão disponíveis em formato Cd...não tem nada a ver com o suposta melhor qualidade do Cd:
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ricardo onga-ku
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Ter Abr 30 2013, 12:10

nbunuel escreveu:
ricardo onga-ku escreveu:
Posso especular sobre algumas razões possíveis:

- um CD tem 80 minutos de capacidade, o que permite escutar quase todas as sinfonias alguma vez criadas sem interrupções ou sem ser necessário levantar o rabo da cadeira (no caso do "Crepúsculo dos Deuses" é necessário levantar o rabo 12 vezes...)

- o audio digital elimina todas as "deficiências" do fabrico e leitura do vinil de onde resulta um som com melhor qualidade / maior fidelidade, o mesmo se passando com a imagem digital

- com o aparecimento do CD foram re-editadas centenas de gravações há muito esgotadas em vinil

- em meados de 90 já era praticamente impossível comprar vinil, não só porque as lojas não tinham stocks como porque as editoras já praticamente tinham abandonado o formato

- o vinil ocupa mais espaço e requer limpeza / manutenção

R
A grande razão.. na qual me incluo, tem a ver com as interpretações actuais que são muito melhores que a generalidade das feitas até meados dos anos 70... especialmente na música antiga (instrumentos de época, colocação dos interpretes (cantar lontano) e uso escrupulosamente dos tempos reais)..e esses discos, infelizmente, só estão disponíveis em formato Cd...não tem nada a ver com o suposta melhor qualidade do Cd

Curiosamente a minha opinião é a inversa (embora confesse que quase não escuto música antiga): as interpretações eram melhores no tempo do analógico (nomes como Ansermet, Arrau, Barbirolli, Beecham, Bollet, Cliburn, Cluytens, Davis, Dorati, Dutoit, Du Pré, Ferras, Fournier, Francescatti, Fricsay, Giulini, Grumiaux, Heifetz, Horowitz, Janis, Jochum, Karajan, Kempe, Kleiber, Klemperer, Kondrashin, Matacic, Michelangeli, Moravec, Mravinsky, Neumann, Oistrakh, Previn, Piatigorsky, Richter, Rostropovich, Solti, Spivakovsky, Starker, Svetlanov, Szell, Tintner, Wand, Wild...isto sem recuar aos tempos do mono).
Mas a qualidade de gravação melhorou imenso nos úlltimos 20 anos...

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Goansipife
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Ter Abr 30 2013, 12:55



R[/quote]

Curiosamente a minha opinião é a inversa (embora confesse que quase não escuto música antiga): as interpretações eram melhores no tempo do analógico (nomes como Ansermet, Arrau, Barbirolli, Beecham, Bollet, Cliburn, Cluytens, Davis, Dorati, Dutoit, Du Pré, Ferras, Fournier, Francescatti, Fricsay, Giulini, Grumiaux, Heifetz, Horowitz, Janis, Jochum, Karajan, Kempe, Kleiber, Klemperer, Kondrashin, Matacic, Michelangeli, Moravec, Mravinsky, Neumann, Oistrakh, Previn, Piatigorsky, Richter, Rostropovich, Solti, Spivakovsky, Starker, Svetlanov, Szell, Tintner, Wand, Wild...isto sem recuar aos tempos do mono).
Mas a qualidade de gravação melhorou imenso nos úlltimos 20 anos...

R[/quote]

Na realidade existem muitas e boas (grandiosas mesmo) gravações dessa época. Mas nada de confundir gravação com prensagem. A prensagem dos discos de muitos desses nomes, até ao advento do CD, e principalmente as disponíveis cá em Portugal, eram, na sua grande maioria, muito medíocres.

Mesmo alguns dos discos importados (ao dobro ou triplo do preço), não eram, muitas das vezes, melhores.

Já ouviram as reedições em CD dessas gravações? Existem agora várias reedições entre 5 € e 10€ do Grupo Universal onde se pode constatar que as gravações eram excelentes
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ricardo onga-ku
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Ter Abr 30 2013, 13:56

Goansipife escreveu:
ricardo onga-ku escreveu:


Curiosamente a minha opinião é a inversa (embora confesse que quase não escuto música antiga): as interpretações eram melhores no tempo do analógico (nomes como Ansermet, Arrau, Barbirolli, Beecham, Bollet, Cliburn, Cluytens, Davis, Dorati, Dutoit, Du Pré, Ferras, Fournier, Francescatti, Fricsay, Giulini, Grumiaux, Heifetz, Horowitz, Janis, Jochum, Karajan, Kempe, Kleiber, Klemperer, Kondrashin, Matacic, Michelangeli, Moravec, Mravinsky, Neumann, Oistrakh, Previn, Piatigorsky, Richter, Rostropovich, Solti, Spivakovsky, Starker, Svetlanov, Szell, Tintner, Wand, Wild...isto sem recuar aos tempos do mono).
Mas a qualidade de gravação melhorou imenso nos úlltimos 20 anos...

R

Na realidade existem muitas e boas (grandiosas mesmo) gravações dessa época. Mas nada de confundir gravação com prensagem. A prensagem dos discos de muitos desses nomes, até ao advento do CD, e principalmente as disponíveis cá em Portugal, eram, na sua grande maioria, muito medíocres.

Mesmo alguns dos discos importados (ao dobro ou triplo do preço), não eram, muitas das vezes, melhores.

Já ouviram as reedições em CD dessas gravações? Existem agora várias reedições entre 5 € e 10€ do Grupo Universal onde se pode constatar que as gravações eram excelentes

Julgo que a qualidade dessas gravações se devia acima de tudo à utilização de apenas dois ou três microfones colocados a uma distância "adequada" de modo a captar o ambiente da sala e o uma representação "correcta" do timbre dos instrumentos.

Mas se as técnicas de captação eram geralmente boas, o mesmo não pode ser dito sobre os equipamentos que estavam longe de serem "transparentes", adicionando um sem número de "colorações" durante o percurso do sinal, como se pode ler neste artigo sobre "calor analógico":

http://www.soundonsound.com/sos/feb10/articles/analoguewarmth.htm

P.ex.: os microfones de então tinham quase todos a particularidade de atenuar a primeira oitava e acentuar a última:



Neumann U47

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Goansipife
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Ter Abr 30 2013, 14:19

ricardo onga-ku escreveu:


Julgo que a qualidade dessas gravações se devia acima de tudo à utilização de apenas dois ou três microfones colocados a uma distância "adequada" de modo a captar o ambiente da sala e o uma representação "correcta" do timbre dos instrumentos.

Mas se as técnicas de captação eram geralmente boas, o mesmo não pode ser dito sobre os equipamentos que estavam longe de serem "transparentes", adicionando um sem número de "colorações" durante o percurso do sinal, como se pode ler neste artigo sobre "calor analógico":

http://www.soundonsound.com/sos/feb10/articles/analoguewarmth.htm

P.ex.: os microfones de então tinham quase todos a particularidade de atenuar a primeira oitava e acentuar a última:



Neumann U47

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É verdade! pelo menos para os meus ouvidos é!

Muitos dos equipamentos dessa época impregnavam coloração e distorção harmónica, mas..., muitas das vezes tinham o seu "próprio encanto" nas audições.

Todavia isto leva-nos para outra discussão interminável de Válvulas vs Transístores. Também a aqui não sou radical

Existem bons e maus sistemas de captação a válvulas e bons e maus sistemas de captação a transístores. Assim como, há quem se encante pelo som dito a válvulas - também dito mais quente e equilibrado, principalmente nas médias frequências - como h´q quem se encante pelo som dos transístores - também dito mais dinâmico e ritmado.

O certo é que existem amplificadores a válvulas bem frios e pouco equilibrados, mesmo nas médias frequências, como existem amplificadores molengões e mais valsisitas nos transístores.

Penso é que hoje, quando o trabalho é feito com profissionalismo, existem gravações com 50 e mais anos, que quando remasterizadas, com a tecnologia actual, são fantásticas e, realmente..., são em formato CD e / ou outro qualquer digital
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Mister W
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Ter Abr 30 2013, 16:18

Eu ia sugerir a criação de um tópico com recomendações de CDs de Música clássica... mas depois lembrei-me que estava no AAP...
E que tal um tópico onde fossem sugeridas edições de música clássica de qualidade... independentemente do seu formato?! scratch

Para além dos "obrigatórios" Deutsche Grammophon (em maior número) e de alguns (poucos) Decca, Vox/Stereovox, Philips (em vinil), a minha pequena colecção é essencialmente constituída por SACDs da Telarc, PentaTone e Altavox e por CDs da Marco Polo, Naxos, Decca e EMI.

Admito que por vezes não compro mais, por claro desconhecimento, não tanto das obras mas essencialmente das gravações/edições, pois já enfiei alguns barretes que gostava que não se repetissem. Assim, fica o apelo para um tópico que ajudasse nesse sentido.

Abraço
Mister W
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Ter Abr 30 2013, 17:35


Um link muito bom acerca das técnicas de gravação de orquestras da DECCA:

http://www.polymathperspective.com/?p=2484


Abraços,
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Ter Abr 30 2013, 19:25

Mister W escreveu:
Eu ia sugerir a criação de um tópico com recomendações de CDs de Música clássica... mas depois lembrei-me que estava no AAP...
E que tal um tópico onde fossem sugeridas edições de música clássica de qualidade... independentemente do seu formato?! scratch

Para além dos "obrigatórios" Deutsche Grammophon (em maior número) e de alguns (poucos) Decca, Vox/Stereovox, Philips (em vinil), a minha pequena colecção é essencialmente constituída por SACDs da Telarc, PentaTone e Altavox e por CDs da Marco Polo, Naxos, Decca e EMI.

Admito que por vezes não compro mais, por claro desconhecimento, não tanto das obras mas essencialmente das gravações/edições, pois já enfiei alguns barretes que gostava que não se repetissem. Assim, fica o apelo para um tópico que ajudasse nesse sentido.

Abraço
Mister W

Parece-me uma óptima ideia.
Algum dos Senhores Moderadores pode criar um tópico de CLÁSSICA em MÚSICA?

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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Ter Abr 30 2013, 19:58

ricardo onga-ku escreveu:
Mister W escreveu:
Eu ia sugerir a criação de um tópico com recomendações de CDs de Música clássica... mas depois lembrei-me que estava no AAP...
E que tal um tópico onde fossem sugeridas edições de música clássica de qualidade... independentemente do seu formato?! scratch

Para além dos "obrigatórios" Deutsche Grammophon (em maior número) e de alguns (poucos) Decca, Vox/Stereovox, Philips (em vinil), a minha pequena colecção é essencialmente constituída por SACDs da Telarc, PentaTone e Altavox e por CDs da Marco Polo, Naxos, Decca e EMI.

Admito que por vezes não compro mais, por claro desconhecimento, não tanto das obras mas essencialmente das gravações/edições, pois já enfiei alguns barretes que gostava que não se repetissem. Assim, fica o apelo para um tópico que ajudasse nesse sentido.

Abraço
Mister W

Parece-me uma óptima ideia.
Algum dos Senhores Moderadores pode criar um tópico de CLÁSSICA em MÚSICA?

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Boa sugestão !

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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Ter Abr 30 2013, 19:59

Mister W escreveu:
Eu ia sugerir a criação de um tópico com recomendações de CDs de Música clássica... mas depois lembrei-me que estava no AAP...
E que tal um tópico onde fossem sugeridas edições de música clássica de qualidade... independentemente do seu formato?! scratch

Para além dos "obrigatórios" Deutsche Grammophon (em maior número) e de alguns (poucos) Decca, Vox/Stereovox, Philips (em vinil), a minha pequena colecção é essencialmente constituída por SACDs da Telarc, PentaTone e Altavox e por CDs da Marco Polo, Naxos, Decca e EMI.

Admito que por vezes não compro mais, por claro desconhecimento, não tanto das obras mas essencialmente das gravações/edições, pois já enfiei alguns barretes que gostava que não se repetissem. Assim, fica o apelo para um tópico que ajudasse nesse sentido.

Abraço
Mister W

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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Ter Abr 30 2013, 20:17


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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Ter Abr 30 2013, 20:25

ricardo onga-ku escreveu:
Tudo o que você sempre quis saber sobre o Valhalla Power Cable.




"the valhalla cable has 7 conductors inside...

3 for the live and neutral and one inside the middle for the ground...

but why have 7 conductors inside...

if you only need two conductors...

live and neutral?"
scratch geek Wink

Eu não pensava participar neste tópico, porque já estou um tanto farto deste tipo de coisa. É que, desta forma apenas fica negada a verdade, aquela que a todos importa.
Aqui está algo interessante. Não vou comentar em pormenor, até porque nem conheço o cabo em questão. Mas, apesar de nem sequer ter conseguido ver bem e de som zero, neste vídeo, o que me parece é que estamos diante de um caso que simplesmente não é compreendido. Aliás, a pergunta mostra isso mesmo. Porquê os 7 fios se apenas são utilizados 4? Será que os construtores são idiotas e têm prazer em desperdiçar dinheiro colocando condutores que não serão utilizados? Pois em, existe uma lógica de comportamento que a física pode explicar, mas eu aqui já não vou mais longe.
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ricardo onga-ku
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Ter Abr 30 2013, 20:39

Stereo escreveu:
ricardo onga-ku escreveu:
Tudo o que você sempre quis saber sobre o Valhalla Power Cable.

"the valhalla cable has 7 conductors inside...

3 for the live and neutral and one inside the middle for the ground...

but why have 7 conductors inside...

if you only need two conductors...

live and neutral?"
scratch geek Wink

Eu não pensava participar neste tópico, porque já estou um tanto farto deste tipo de coisa. É que, desta forma apenas fica negada a verdade, aquela que a todos importa.
Aqui está algo interessante. Não vou comentar em pormenor, até porque nem conheço o cabo em questão. Mas, apesar de nem sequer ter conseguido ver bem e de som zero, neste vídeo, o que me parece é que estamos diante de um caso que simplesmente não é compreendido. Aliás, a pergunta mostra isso mesmo. Porquê os 7 fios se apenas são utilizados 4? Será que os construtores são idiotas e têm prazer em desperdiçar dinheiro colocando condutores que não serão utilizados? Pois em, existe uma lógica de comportamento que a física pode explicar, mas eu aqui já não vou mais longe.

Os construtores não são idiotas (são até bem espertos porque conseguem vender um cabo de corrente por 3.000€ affraid), mas os compradores...esses desperdiçam dinheiro.

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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Ter Abr 30 2013, 21:49

ricardo onga-ku escreveu:
Stereo escreveu:
ricardo onga-ku escreveu:
Tudo o que você sempre quis saber sobre o Valhalla Power Cable.

"the valhalla cable has 7 conductors inside...

3 for the live and neutral and one inside the middle for the ground...

but why have 7 conductors inside...

if you only need two conductors...

live and neutral?"
scratch geek Wink

Eu não pensava participar neste tópico, porque já estou um tanto farto deste tipo de coisa. É que, desta forma apenas fica negada a verdade, aquela que a todos importa.
Aqui está algo interessante. Não vou comentar em pormenor, até porque nem conheço o cabo em questão. Mas, apesar de nem sequer ter conseguido ver bem e de som zero, neste vídeo, o que me parece é que estamos diante de um caso que simplesmente não é compreendido. Aliás, a pergunta mostra isso mesmo. Porquê os 7 fios se apenas são utilizados 4? Será que os construtores são idiotas e têm prazer em desperdiçar dinheiro colocando condutores que não serão utilizados? Pois em, existe uma lógica de comportamento que a física pode explicar, mas eu aqui já não vou mais longe.

Os construtores não são idiotas (são até bem espertos porque conseguem vender um cabo de corrente por 3.000€ affraid), mas os compradores...esses desperdiçam dinheiro.

R

Isso é já outra história! E aí já devo dizer «temos pena»! É que é assim que quem tem muito dinheiro é saqueado.
Eu cá tenho melhor e custa-me meia dúzia de tostões e algum trabalho - e claro, alguma pachorra!
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Ter Abr 30 2013, 22:21

ricardo onga-ku escreveu:

Os construtores não são idiotas (são até bem espertos porque conseguem vender um cabo de corrente por 3.000€ affraid), mas os compradores...esses desperdiçam dinheiro.
R

Nem sempre esse desperdício é assim tão inocente e desprovido de intenção.

Já repararam certamente nas fotos de alguns sistemas "milionários" que aparecem em determinados sites, sem que os seus proprietários se façam identificar.

Apesar de existirem bons sistemas em todo o lado (ou quase), nota-se que a maior concentração reside em dois ou três países, que por questões óbvias não vou mencionar... silent mas que não serão difíceis de enumerar com um pequeno esforço de memória. study

Da mesma forma que se procede à lavagem de dinheiro de proveniência duvidosa com a aquisição de imóveis e viaturas de alta cilindrada, estou em crer que os sistemas audio também farão parte dos alvos preferênciais desses investimentos menos transparentes. E nessa óptica, um cabo de 3.000 Euros até poderá não ser nada caro... Censored
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MicroGruas
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MensagemAssunto: Re: Audiotice / Audiophoolery (em inglês)   Qua Maio 01 2013, 00:09

PALUSE escreveu:
microseiki escreveu:

Será que a musica sai á velocidade da Luz ou é o dinheiro que sai dos nossos bolsos e entra nos deles a velocidade da luz????



Cuidado porque se a musica corre perto da velocidade da luz naqueles cabos, quando chega á coluna rebenta com ela!!! os cones nao se movem a essa velocidade!!



Orquestra

Boas.
A conversa da velocidade da luz só serve para dar um tom de "ficção cientifica" ao cabo.
A luz é uma onda eletromagnética com um comprimento de onda "resumido" a um intervalo especifico. Comprimento de onda mais pequeno; frequência maior, para uma velocidade de propagação c que supostamente é constante.
E como referi acima é uma onda, o que significa que a variação de campo elétrico e magnético vão-se propagando pelo tecido do espaço-tempo... não acrescento mais porque já se entra num "domínio proibido", que se confunde com ficção científica.
Abaixo dos chamados "infravermelhos" temos as "ondas de radio"; acima do roxo temos os ultravioletas, raios-X, raios Gama e raios cósmicos.
Num condutor elétrico metálico o que geralmente se passa é que a carga negativa (eletrão) é projetada com um valor de aceleração (x Volts) numa das extremidades do cabo, mas ela só vai ocupar a "posição" do eletrão mais a "jeito", de seguida as cargas vão-se recolocando na estrutura até que na outra extremidade é libertado um eletrão, com um pouco menos de aceleração devido ás perdas de energia pelo resto da estrutura do condutor (calor), a qual é geralmente denominada por resistência...no entanto o eletrão de entrada não viaja pelo condutor, as forças dos campos elétrico e magnético encarregam-se de enviar a "informação" até ao final do condutor só com alguma perturbação interna. É como se fosse um "teleporte quântico primitivo": Arremesso um eletrão num extremo e aparece outro no extremo oposto sem se deslocar pelo espaço do condutor de forma extensa, só a energia cinética é que é transferida com grande quantidade.
É algo como FILO-(First In, Last Out). Se observarem um pendulo de esferas, dá para ilustrar um pouco o que se passa, se pensarmos em corrente alternada.
E pronto, tendo c como referencia, ilustra-se a velocidade de propagação do sinal elétrico no cabo com uma % de c. Pode variar de cabo para cabo, conforme as suas características, mas por norma é uma variação muito pequena.




Inté

Eu não quero parecer chato com os cabos á velocidade da luz! mas se essa característica da velocidade do é assim tão importante, então porque não usar cabos ópticos ? estes transmitem o sinal atraves de um feixe de luz, não?

ou estou a dizer uma grande baboseira???

é que se assim for, digo desde ja o o Toslink não é grande coisa! talvez não pelo cabo mas pelas terminações, ja que o óptico AT&T não revelou as limitações do primeiro (graves meloso, sem grande impacto, agudos sem extensão etc. - talvez fosse dos aparelhos, não sei. os teste que fiz á uns 10 anos foram feitos com um Wadia Wt3200 e um Wadia 25, ambos com as respectivas saidas e entradas de Toslink e AT&T).
nao falo de comparaçoes entre Coaxial e AT&T porque este aparelhos foram maximizados para funcionarem com as ligações AT&T.


mas reparem que eu não me estou ás qualidades ou não dos cabos da Nordost. Mas sim ao marketing que nos atinge á velocidade da Luz.

Tal como as tais marcas de amps que num dia defendem amps de baixa potencia e no outro potencias que podem ter 2/3/4 Cv de potencia!!

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Audiotice / Audiophoolery (em inglês)
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