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 Novas apostas das Preces (Clássicos instantâneos - basta juntar água!)

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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: Novas apostas das Preces (Clássicos instantâneos - basta juntar água!)   Seg Jun 04 2018, 18:59

arctic monkeys - tranquility base hotel & casino full

Para já para mim, o melhor álbum de 2018 até ao presente momento. Será que se pode dizer que já é um clássico instantâneo?




Aqui e ali denota-se uns cheirinhos de David Bowie que ficam tão bem a este conjunto muito coeso de boas músicas
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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: Novas apostas das Preces (Clássicos instantâneos - basta juntar água!)   Qua Jun 06 2018, 14:34

[quote="Alexandre Vieira"]arctic monkeys - tranquility base hotel & casino full

Para já para mim, o melhor álbum de 2018 até ao presente momento. Será que se pode dizer que já é um clássico instantâneo?




Para mim para já o melhor álbum de 2018. Apesar de apreciador desta banda nunca achei que tivessem feito algo de absolutamente espantoso até sair este excelente trabalho. Já cá mora o vinil e garanto que é uma excelente aquisição.

Apesar de não lido qualquer referência, acho que o álbum poderia ter sido assinado por David Bowie, sem qualquer vergonha do mesmo. E parece-me que aqui e ali o Alex Tuner apresenta as mesmas soluções em termos interpretativos tão comuns ao "Grande Camelão". Basta fechar os olhos e ficamos siderados num ou outro tema com a semelhança. É um álbum para ouvir e tornar a ouvir, um disco como os "antigos", bem estruturado com uma capa magnifica e com uma atitude de obra intemporal. Que é o que se quer.

Para mim este álbum ressuscita o melhor de David Bowie e apresenta ao mundo uma banda que afinal sabe tocar mais que guitarradas e pop/rock com sabor britânico. E mesmo considerando que Whatever People Say I Am, That's What I'm Not (2006), é segundo a revista Roling Stone um dos melhores trinta discos de todos os tempos, este álbum tem uma muito maior consistência e reinventa a banda que afinal sabe fazer boa musica, daquela que parece que já a tínhamos dentro de nós antes de a ouvir pela primeira vez.

As criticas ao álbum têm sido bastante consistentes e abonatórias, como a que coloco como ilustração:


Provido de uma discografia bem consistente, o Arctic Monkeys é uma das poucas bandas de rock que conseguiu, nessa presente década, uma popularidade enorme no mainstream a ponto alcançar status de banda de estádio. Após a explosão de seu último disco, AM, os britânicos capitaneados por Alex Turner decidiram se ausentar um pouco dos radares da mídia. Sim, foram 5 longos anos de espera para o novo trabalho: Tranquility Base Hotel & Casino marca o retorno do grupo, convidando seus ouvintes ao hotel com estadia na lua enquanto reformam completamente sua sonoridade.

É impossível atualmente falar de Arctic Monkeys sem falar de Alex Turner um milhão de vezes. Ele se tornou a alma da banda, não é a toa que muitos citam Tranquility Base Hotel & Casino como uma espécie de álbum solo do cantor. Tudo que é passado, em grande parte através das letras, passou pela experiência e vida do vocalista. O novo disco se trata claramente de um álbum conceitual, feito para ser experienciado muito mais como uma obra única do que como um compilado de canções (a própria atitude de não lançar singles antes de seu lançamento prova isso). É um álbum muito focado na construção de texturas em detrimento a melodias, buscando estabelecer um ambiente um tanto cinematográfico (não é a toa que Kubrick é uma das influências do disco).

E Alex Turner acerta em cheio nessa atmosfera, que realmente funciona como se estivéssemos visitando esse grande e misterioso hotel 4 estrelas, conhecendo cada parte do mesmo, percorrendo desde seu hall de entrada até seus quartos mais escusos. Este pode muito bem ser referenciado como uma espécie de álbum de ficção científica, por diversos fatores. Seja as referências ao gênero citadas ao longo da obra, sua climatização instrospectiva e soturna, ou os inúmeros questionamentos nas letras de Turner. The World’s First Ever Monster Truck Flip Flop discursa sobre a obsessão por views na internet e a busca por entretenimento fácil. Batphone ilustra nossa dependência tecnológica e como somos escravos de nossos próprios equipamentos. A própria faixa Science Fiction acaba servindo como uma excelente metalinguagem sobre como a vida que levamos já não se diferencia muito da ficção científica vista nas telonas.

Uma das maiores marcas do Arctic Monkeys, as guitarras, aqui são postas de escanteio. Não que elas não estejam presentes, mas Tranquility Base Hotel & Casino é um disco calcado muito mais no piano e nas linhas de baixo. Apesar disso, vale ressaltar: quando as linhas de guitarra surgem com destaque, elas vem na forma mais refinada já vista pela banda até hoje, muitas vezes de pegada vintage. Four Out Of Five – provável que a única canção com potencial comercial – entra pra história da banda como um de seus riffs mais marcantes, além de um baixo de groove absurdamente contagiante. A guitarra volumosa, expansiva e cheia de fuzz logo na entrada da fabulosa Golden Trunks ajuda a criar uma atmosfera cinematográfica de suspense e mistérios esperados de um bom sci-fi.

Alex Turner parece bastante influenciado por artistas como David Bowie, ou até mesmo Leonard Cohen. Isso pode ser visualizado mais especificamente seja na voz do cantor – que parece pegar trejeitos de ambos – quanto na escrita, fazendo as referências mais impensáveis possíveis, além de um catálogo de metáforas criativas. E, levando em conta que poucos artistas souberam incorporar a ficção científica tão bem em sua música quanto Bowie (vide o brilhante The Rise And Fall Of Ziggy Stardust), é notório que Turner tenha buscado inspiração em um dos melhores.

Há, ainda, referências bem inusitadas dependendo da perspectiva que olhe. Assim como Jack White em seu ótimo e recente Boarding House Reaching, Alex parece pegar influência do hip-hop, sobretudo em faixas como Star Treatment, onde é emulado um instrumental que se assemelha a um sample por onde são desfilados versos e alegorias a respeito dos efeitos da fama. “Eu só queria ser um dos Strokes” – a honestidade vívida no verso de entrada demonstra o quanto estamos diante de um álbum pessoal de Alex, dissertando sobre como a vida de celebridade que alcançou foi muito além de suas ambições adolescentes. Essa sinceridade de sentimentos, mais do que tudo, segue no ápice da carreira do compositor, com algumas de suas letras mais belas. Se o verso sobre The Strokes abre muito bem o álbum, Ultracheese o fecha magistralmente com uma belíssima afirmativa sobre a efemeridade da vida.

Não é exagero dizer que Tranquility Base Hotel & Casino era o disco mais esperado de 2018. Muita gente já fez ou vai fazer birra com a nova abordagem da banda. Esse “álbum chato” – como já ouço em exaustão nas mídias sociais – exigiu muita coragem de um grupo que poderia muito bem se manter na zona de conforto que garantiu milhões em suas contas bancárias, ou seguir a tendência de eletronificação/indiepopzação que TODA banda de indie rock vem recebendo nos últimos anos. Sem refrões ou guitarras reverberantes para lotar estádios, a rota artística que Alex Turner toma não vai ser mais a trilha sonora de festinhas, mas garante profundidade para quem procura o velho e esquecido hábito de sentar para ouvir um disco do início ao fim e analisá-lo./quote]
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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: Novas apostas das Preces (Clássicos instantâneos - basta juntar água!)   Qua Jul 04 2018, 22:07

Umas coisas mais recentes para animar a malta:


Tune-Yards - Honest



U.S. Girls - New Age Thriller


The Breeders - Wait in the Car
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MensagemAssunto: Re: Novas apostas das Preces (Clássicos instantâneos - basta juntar água!)   Ter Ago 14 2018, 21:46

Uma nova aposta, que por aqui pensa-se terá enorme futuro:

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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: Novas apostas das Preces (Clássicos instantâneos - basta juntar água!)   Sex Ago 24 2018, 18:04

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MensagemAssunto: Re: Novas apostas das Preces (Clássicos instantâneos - basta juntar água!)   Dom Set 16 2018, 12:20



Acordei com vontade ouvir uma "ganda" strokalhada!
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MensagemAssunto: Re: Novas apostas das Preces (Clássicos instantâneos - basta juntar água!)   Qui Set 20 2018, 13:47



Documento muito interessante...
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MensagemAssunto: Re: Novas apostas das Preces (Clássicos instantâneos - basta juntar água!)   Qui Out 04 2018, 16:18



Concerto imperdível
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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: Novas apostas das Preces (Clássicos instantâneos - basta juntar água!)   Ter Out 09 2018, 23:17






Um álbum notável de Philip Glass, que se inspira numa das obras primas do século XX, precisamente o Heroes de David Bowie com a enorme participação de uma sempre genial Brian Eno.

Existem discos que não deviam ser editados. Estes são dois deles, porque nos fazem sentir pequenos em face destes gigantes criadores.

É uma obra obrigatória, a sua audição deve efetuar-se depois de ouvir o original de David Bowie. Porque se torna um enorme desafio encontrar os pontos de apoio entre os dois discos.É uma obra que não cansa ouvir, uma harmonia constante que nos faz despertar os sentidos, um notável exercício de um aparente minimalista que aqui e ali transborda de energia e de desconexão mas que, como água, encontra sempre um caminho. Neste caso um caminho perfeito, cada nota, cada silêncio, exalta dos sentidos, transmite-nos emoções e uma coisa notável é uma álbum que quase transmite cores e sabores. Podem aparecer castanholas onde menos se esperar ou tambores da Coreia.
O electrónico da gravação acentua a profundidade da obra, o espaço entre os instrumentos no palco, cria-nos uma sensação de desafio constante, como se desta luta dialética Hegeliana, se tente encontrar na Tese, Antítese e posteriormente na Sintese se encontrem, elementos das teses e antíteses anteriores (melodias) em uma melodia mais composta que será novamente negada, até se atingir uma nova (reformulada) melodia. Transformando-se a sua audição em uma espiral de enorme prazer, extremamente viciante, confesso.

São dois discos da minha vida por isso talvez o descreva com tanto vigor. Se conseguir que ao menos cliquem no youtube e oiçam um bocadinho, também sei que vai fazer parte da vossa. Esta obra é tão perfeita que quando a escutamos pela primeira vez parece que já fazia parte integrante de nós.

the "Heroes" Symphony, adapting Bowie and Brian Eno's original, minimalistic synthesized sketches for full orchestra. Surprisingly, Glass' arrangements and orchestrations -- including charting the title track for a big band -- are less adventurous than the original recordings, which actually robs the music of its impact. However, the new arrangements emphasize the icy allure of the original compositions, and the shimmering, glassy textures sound coldly beautiful. Nevertheless, the "Heroes" Symphony doesn't quite hold together as an actual symphony, but it remains an intriguing listen, even if it is a disarmingly unchallenging one. All Music
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MensagemAssunto: Re: Novas apostas das Preces (Clássicos instantâneos - basta juntar água!)   Seg Out 15 2018, 22:45



Um projecto a ter em conta:

Vale a pena ouvir atentamente esta sessão.

Vocalist, composer, and producer Haley Fohr has been Circuit des Yeux since she was eighteen years old. Born in the year of the Dragon in Indiana's own "Star City" — that's Lafayette, IN — she released records regularly over the past decades; four full-length albums, along with several mini-albums and singles. Meanwhile, she has played shows everywhere, touring all the time. She has been based in Chicago since 2012.

All this was endeavored to be done out of necessity, in order for Haley to be Circuit des Yeux and for Circuit des Yeux to be Haley.

The records and shows have been done in primarily DIY fashion, as a means of navigating the world, genuflecting with Sagittarian energy. Circuit des Yeux reflects from a singular angle, looking deeply, at times unblinkingly, at connections and collisions of the cerebral and the physical, with a sense of colloquial grit and an equally opaque transcendent spirit in her words and her music.

Circuit des Yeux is an ardent collaborator, numbering Glenn Branca, Lee Ranaldo, Bill Orcutt, Bitchin Bajas & Bonny 'Prince' Billy and Olivia Block among her fellow performers.

Circuit des Yeux has received enervated and affirmative commentary from The Quietus, NPR, New York Times, Chicago Reader, Brooklyn Rail, Pitchfork and The Wire, among many others. They have all made interesting speculations on her brand of entertainment. All we can tell you in addition is that she has a four-octave range — at least on days when it isn't raining.
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MensagemAssunto: Re: Novas apostas das Preces (Clássicos instantâneos - basta juntar água!)   Ter Out 16 2018, 19:06



Já não é a primeira vez que destaco esta excelente sessão desta banda já mítica.
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MensagemAssunto: Re: Novas apostas das Preces (Clássicos instantâneos - basta juntar água!)   Sab Out 20 2018, 16:31



Uma banda extraordinária. O que será feito deles?
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MensagemAssunto: Re: Novas apostas das Preces (Clássicos instantâneos - basta juntar água!)   Ter Out 23 2018, 23:33



Tema do catano.
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MensagemAssunto: Re: Novas apostas das Preces (Clássicos instantâneos - basta juntar água!)   Qua Out 24 2018, 22:41



Já tinha saudades de ouvir esta banda.
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MensagemAssunto: Re: Novas apostas das Preces (Clássicos instantâneos - basta juntar água!)   Sab Out 27 2018, 22:53



Já por aqui passou este tema fabuloso! O Clip está também ele genial. Do melhor!
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MensagemAssunto: Re: Novas apostas das Preces (Clássicos instantâneos - basta juntar água!)   Dom Out 28 2018, 22:05



Não consigo cansar-me de ouvir este tema ao vivo.
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MensagemAssunto: Re: Novas apostas das Preces (Clássicos instantâneos - basta juntar água!)   Seg Out 29 2018, 21:47





Estes temas foram tocados no Rock in Rio naquele que foi o melhor concerto do evento. Na minha opinião pois claro...
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MensagemAssunto: Re: Novas apostas das Preces (Clássicos instantâneos - basta juntar água!)   Dom Nov 04 2018, 21:49




A primeira vez que os ouvi por um enorme golpe de sorte foi em Londres, desde então nunca mais os larguei. São uma banda essencialmente de estúdio fazedores de músicas. O que não é pouco...
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MensagemAssunto: Re: Novas apostas das Preces (Clássicos instantâneos - basta juntar água!)   Qua Nov 07 2018, 22:54



Uma das melhores sessões que já ouvi.

A interpretação é muito melhor que em qualquer álbum que tenham editado.

Recomendo vivamente a audição e visualização de todo o video. É daqueles links que é para guardar.
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MensagemAssunto: Re: Novas apostas das Preces (Clássicos instantâneos - basta juntar água!)   Qua Nov 07 2018, 23:03




Talvez Quentin Tarentino adote este tema para um próximo filme.
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MensagemAssunto: Re: Novas apostas das Preces (Clássicos instantâneos - basta juntar água!)   Qui Nov 08 2018, 23:20



O primeiro nome da Joy Division era Warsaw, inspirado nesta música de David Bowie, "Warszawa
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MensagemAssunto: Re: Novas apostas das Preces (Clássicos instantâneos - basta juntar água!)   Ter Nov 13 2018, 22:44



Um tema que já tem uns aninhos mas é sempre fresco.

Ouvir alto e de preferência em cima de uma cadeira e com uma uma caneta equilibrada sobre o nariz.

Se a caneta e o equilibrista não caírem é sinal de que não existe qualquer tipo de salvação. lol!

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MensagemAssunto: Re: Novas apostas das Preces (Clássicos instantâneos - basta juntar água!)   

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