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 O Regresso dos Dinossauros - Temas de bandas de outros tempos...

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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: O Regresso dos Dinossauros - Temas de bandas de outros tempos...   Qua Fev 25 2015, 19:20

Chamo uma vez mais atenção para a excelência do álbum que antecede.


Depois não digam que não avisei!!!
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António José da Silva
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MensagemAssunto: Re: O Regresso dos Dinossauros - Temas de bandas de outros tempos...   Qua Fev 25 2015, 19:57

Ainda bem que recalcastes, não me tinha apercebido deste post. Estou a ouvir, que pedra.

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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: O Regresso dos Dinossauros - Temas de bandas de outros tempos...   Seg Mar 16 2015, 17:59

Beauregard Ajax - Deaf Priscilla 1968



The Shadoks/Normal contingent digs up yet another psychedelic rarity, continuing its fine service to music collectors everywhere. The question, as always, is why the album in question is a rarity – because it's simply been impossible to find, or because nobody really needs it? After all, out of a hundred rare psych albums from the ’60s, only a handful matter, while the others are pale imitations.

Beauregard Ajax hailed from southern California; the quartet formed in 1966, moved to Hollywood the following year, and gigged for a while after hooking up with producer Bob Keane. The band never really went anywhere, though, and broke up before releasing their album. The booklet, as is unfortunately common with Shadoks releases, is greatly wanting for band history, so further details are unknown to me. It sounds as though someone released a limited edition of the album at some point recently, and now Shadoks has done a proper reissue.

These songs are styled as a blend of ’60s West Coast and British psych, particularly bands like Kaleidoscope and Syd-era Pink Floyd. The vocal chorus, jangling rhythm guitars and lightly-fuzzed lead guitar of "Is Tomorrow Thursday" are typical of the band's approach, a blues-based song a la Yardbirds with the same sun-drenched feel Gram Parsons and Quicksilver brought to their psych-pop.

The band's playing is quite good, with a strong rhythm section, generally confident vocals and some particularly nice, understated lead guitar work, though it's not clear whether it's by singer David Ferguson or John Boutell – probably the latter. Oddly, the opening song, "Loneliness Is A Sometime Thing," has some of the weakest singing, a warbling around notes without settling. But later tracks show a good grasp of both pop vocalization and dreamy harmonies that put the band above the average ’60s rock-pop outfit.

So the answer to the initial question is yes, Shadoks has done a good service by resurrecting this album from the dustbins of history. It's not going to change your life, but if you're following the story of West Coast psychedelia, Beauregard Ajax is a worthwhile chapter.

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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: O Regresso dos Dinossauros - Temas de bandas de outros tempos...   Sex Mar 20 2015, 19:35

The Stranglers - Rattus Norvegicus

Um notável álbum esquecido pela nova geração. Considerado para muitos como o primeiro álbum da Punk, para outros, nos quais me insiro, este disco simboliza a efervescência musical de uma nova geração que queria quebrar as barreiras do que até então tinha sido feito. Foi uma banda que logo teve um compromisso, todos queriam ser músicos profissionais, pelo que com empenho tentaram tonar-se  verdadeiramente bons no que faziam. O resultado final foi muito dedicado e árduo trabalho da banda, que foi quase que constantemente na estrada. Esta determinação conduziram a um acordo com Albion, uma agência de Londres que lhes deu acesso a alguns dos locais da cidade mais influente publicação. Em dezembro de 1976, a banda assinou um contrato de gravação com a United Artists. The Stranglers, e aqueles que os conheciam, este foi o culminar de todos os esforços e tenaz persistência durante um período de três anos e de factos eram bons, desde oos Doors que a música não tinha até então um teclista tão genial e interferente no som da banda. Os seus arranjos aparentemente "amadores" no inicio eram na verdade propositados pois pugnavam por um som duro e quase de garagem, o que se veio a alterar como todos sabemos, sendo criadores de temas e aprimorados arranjos musicais.

Eu na verdade tenho como preferido este mesmo disco:

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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: O Regresso dos Dinossauros - Temas de bandas de outros tempos...   Sex Abr 24 2015, 17:38

NICO - Chelsea Girl - 1967





Após colaborar como vocalista com o the Velvet Underground em seu disco de estréia, The Velvet Underground and Nico, Nico fez a turnê da Exploding Plastic Inevitable. Antes que o movimento chegasse ao fim, Nico fixou residência em New York, onde interpretava canções folk acompanhada por guitarristas como Tim Hardin, Jackson Browne e Leonard Cohen, mas também seus colegas do Velvet Underground, Lou Reed, Sterling Morrison e John Cale.

Alguns de seus acompanhantes escreveram canções para que ela interpretasse; estas canções são a espinha dorsal de Chelsea Girl. Browne e Hardin contribuíram com algumas faixas, Lou Reed lhe deu uma de suas primeiras composições para o Velvet Underground, Wrap Your Troubles in Dreams, e Reed, Cale e Morrison em várias combinações contribuíram com mais quatro canções. Ainda, Bob Dylan deu à Nico uma de suas canções para gravar: I'll Keep It With Mine.

Musicalmente, Chelsea Girl é melhor descrito como um cruzamento de folk e música pop da década de 1960. O acompanhamento musical é relativamente simples, consistindo de uma ou duas guitarras ou algum instrumento de teclado, tocados por Browne ou um de seus colegas do Velvet Underground. Não há baixo ou percussão. Adicionado à sensação folk do disco estão os instrumentos de cordas e a flauta, colocados nas canções sem que Nico soubesse.

Nico se desapontou com o produto final, declarando que "tudo o que queria no álbum foi retirado por eles. Pedi percussão, disseram que não. Pedi mais guitarras, disseram que não. Pedi simplicidade, e eles o encheram com flautas! Trouxeram cordas também; não gostava delas, porém podia agüentá-las. Mas a flauta! A primeira vez que ouvi o álbum, chorei, e tudo por causa da flauta."

Devido ao envolvimento dos integrantes do the Velvet Underground e à semelhança com as canções mais calmas de The Velvet Underground and Nico, Chelsea Girl é geralmente visto como um disco-acompanhante da discografia daquela banda.

Faixas e seus compositores:

The Fairest of the Seasons (Browne, Copeland)
These Days (Browne)
Little Sister (Cale, Reed)
Winter Song (Cale)
It Was a Pleasure Then (Nico, Cale, Reed)
Chelsea Girls (Reed, Morrison)
I'll Keep It With Mine (Dylan)
Somewhere There's a Feather (Browne)
Wrap Your Troubles in Dreams (Reed)
Eulogy to Lenny Bruce (Hardin)

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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: O Regresso dos Dinossauros - Temas de bandas de outros tempos...   Dom Abr 26 2015, 13:26

The Smoke - The Smoke (1968)

Muito, bom mesmo recomendo a audição integral do disco. É um mix do melhor que a POP - Stones,Beatles e Beach Boys fez nos anos 60.

The Smoke was an English pop group from York. Their biggest hit was "My Friend Jack" (German Charts: #2, UK charts: #45). They consisted of Mick Rowley (lead vocals) (born Michael Rowley, 29 June 1946, Scarborough, Yorkshire), Mal Luker (lead guitar) (born Malcom Luker, 3 March 1946, New Delhi, India), "Zeke" Lund (bass) (born John Raine Lund, 13 November 1945, York, Yorkshire) and Geoff Gill (drums and compositor) (born Geoffrey Robert Gill, 15 May 1949, York). Lund went on to be a sound engineer for Boney M., who recorded "My Friend Jack".

The band originally performed around Yorkshire as "The Moonshots", changing their name to "The Shots" when they moved to London. There were two bands playing R & B and other cover versions, one was called Tony Adams and the Viceroys, who included John 'Zeke' Lund on bass; Mal Luker on guitar and David Gill on drums. The other band was The Moonshots, who included Mick Rowley on lead vocals and Phil Peacock on guitar. The band then came together as The Shots and made a single for Columbia - 'Keep A Hold Of What You've Got' which flopped. At some point Peacock left the band, who then changed their name to The Smoke.

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fredy
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MensagemAssunto: Re: O Regresso dos Dinossauros - Temas de bandas de outros tempos...   Dom Abr 26 2015, 14:10

Olá

Citação :
Alexandre Vieira escreveu...

The Stranglers - Rattus Norvegicus

Um notável álbum esquecido pela nova geração. Considerado para muitos como o primeiro álbum da Punk, para outros, nos quais me insiro, este disco simboliza a efervescência musical de uma nova geração que queria quebrar as barreiras do que até então tinha sido feito. Foi uma banda que logo teve um compromisso, todos queriam ser músicos profissionais, pelo que com empenho tentaram tonar-se  verdadeiramente bons no que faziam. O resultado final foi muito dedicado e árduo trabalho da banda, que foi quase que constantemente na estrada. Esta determinação conduziram a um acordo com Albion, uma agência de Londres que lhes deu acesso a alguns dos locais da cidade mais influente publicação. Em dezembro de 1976, a banda assinou um contrato de gravação com a United Artists. The Stranglers, e aqueles que os conheciam, este foi o culminar de todos os esforços e tenaz persistência durante um período de três anos e de factos eram bons, desde oos Doors que a música não tinha até então um teclista tão genial e interferente no som da banda. Os seus arranjos aparentemente "amadores" no inicio eram na verdade propositados pois pugnavam por um som duro e quase de garagem, o que se veio a alterar como todos sabemos, sendo criadores de temas e aprimorados arranjos musicais.

Eu na verdade tenho como preferido este mesmo disco:

O que é que eu hei-de dizer???

Apenas a minha banda preferida... já os vi muitas vezes ao vivo... agora vão tocar em Faro na concentração Motard e se tudo correr bem... lá estarei... mas não sou Motard... só ciclista...

Excelente album... posso dizer que o toque do meu tlm é a faixa Peaches...
O meu album preferido é o The Raven... apresentado a nível mundial em Cascais... o tele disco da faixa da faixa Nuclear Device foi inclusivé gravado em Portugal...

Um grupo com um percurso invulgar... basta ouvir o Rattus e ouvir alguns anos mais tarde o Dreamtime... uma permanente evolução que não agradou a todos... mas para mim muito interessante.

Fredie
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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: O Regresso dos Dinossauros - Temas de bandas de outros tempos...   Dom Maio 03 2015, 13:09

Linda Perhacs - Parallelograms





Recomendo seriamente a audição!



Parallelograms is an album by American psychedelic folk singer Linda Perhacs. Her first and, until the release of The Soul of All Natural Things in 2014, only album, it was all but completely ignored when originally released on Kapp Records in 1970. Discouraged by the lack of commercial attention and the label's reluctance to promote the album, Perhacs returned to her career as a dental technician. In the 30 or so years that followed, the album gradually developed a cult following.

Folk label Wild Places spent two years attempting to find Perhacs before contacting her in 2003, leading to a reissue of Parallelograms on CD and 2-LP in 2005. The reissue was sourced from tapes in Perhacs' personal collection, vastly improving on the sound quality of the original pressing, and added 6 bonus tracks of various demos and session outtakes. Sunbeam Records again reissued the album in 2008, adding 2 bonus tracks, including an excerpt of an interview with the BBC.

The song "Hey, Who Really Cares" was written as the theme song for the short-lived 1970 ABC drama Matt Lincoln, starring Vince Edwards, which ran for a half-season. Perhacs shares writing credit with composer Oliver Nelson, who had been making music for numerous television shows at the time. The song was covered by R&B group The Whispers on their 1971 debut album The Whispers Love Story, and that version would be later sampled by U.S. rap artist The Notorious B.I.G. in his song "Niggas Bleed". Linda's recording was itself sampled by UK rap artist Lowkey in his song "Who Really Cares."

The song "If You Were My Man" was featured in the 2007 film Daft Punk's Electroma.
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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: O Regresso dos Dinossauros - Temas de bandas de outros tempos...   Qua Maio 13 2015, 10:16

Volta a alertar para a excelência deste álbum

Verdadeiramente obrigatório!





Alexandre Vieira escreveu:

Linda Perhacs - Parallelograms






Recomendo seriamente a audição!



Parallelograms is an album by American psychedelic folk singer Linda Perhacs. Her first and, until the release of The Soul of All Natural Things in 2014, only album, it was all but completely ignored when originally released on Kapp Records in 1970. Discouraged by the lack of commercial attention and the label's reluctance to promote the album, Perhacs returned to her career as a dental technician. In the 30 or so years that followed, the album gradually developed a cult following.

Folk label Wild Places spent two years attempting to find Perhacs before contacting her in 2003, leading to a reissue of Parallelograms on CD and 2-LP in 2005. The reissue was sourced from tapes in Perhacs' personal collection, vastly improving on the sound quality of the original pressing, and added 6 bonus tracks of various demos and session outtakes. Sunbeam Records again reissued the album in 2008, adding 2 bonus tracks, including an excerpt of an interview with the BBC.

The song "Hey, Who Really Cares" was written as the theme song for the short-lived 1970 ABC drama Matt Lincoln, starring Vince Edwards, which ran for a half-season. Perhacs shares writing credit with composer Oliver Nelson, who had been making music for numerous television shows at the time. The song was covered by R&B group The Whispers on their 1971 debut album The Whispers Love Story, and that version would be later sampled by U.S. rap artist The Notorious B.I.G. in his song "Niggas Bleed". Linda's recording was itself sampled by UK rap artist Lowkey in his song "Who Really Cares."

The song "If You Were My Man" was featured in the 2007 film Daft Punk's Electroma.
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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: O Regresso dos Dinossauros - Temas de bandas de outros tempos...   Dom Maio 31 2015, 12:40

Genesis Live - 1973

Um concerto bem gravado e com um som bastante bom!




http://asprecesdovigario.blogspot.pt/2015/05/genesis-live-1973.html
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Luis Filipe Goios
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MensagemAssunto: Re: O Regresso dos Dinossauros - Temas de bandas de outros tempos...   Dom Maio 31 2015, 15:52

Alexandre Vieira escreveu:
Genesis Live - 1973

Um concerto bem gravado e com um som bastante bom!




http://asprecesdovigario.blogspot.pt/2015/05/genesis-live-1973.html

Muito bom!!!
Estes sim os "Genesis"!!!!
Obrigado pela partilha.

cheers
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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: O Regresso dos Dinossauros - Temas de bandas de outros tempos...   Qui Jun 18 2015, 23:16

The Stooges - The Stooges (1969)



Para os mais velhinhos este é um álbum que perdura nas prateleiras. Para os mais novos espero que os inspire a descobrir esta obra prima que corre sérios riscos de um dia estar esquecida. Desta banda que chegou aparecer nos catálogos tal como os Gandalf como substitutos de "The Doors". (Basta ouvir o tema Ann que nos apercebemos logo disso...).

Para seu álbum de estreia, os Stooges tinha a intenção de gravar cinco músicas: "I Wanna Be Your Dog", "No Fun", "1969", "Ann", e "We Will Fall". Essas cinco músicas eram o repertório dos shows ao vivo e essencialmente a base dos Stooges naquele tempo. As músicas típicas dos Stooges nesse período envolvem 2 minutos de canções compostas seguidas de vários minutos de improvisação. Supondo que as cinco canções normalmente seriam gravadas para cobrir as necessidades para o álbum, a banda foi informada pela Elektra que precisava de mais material. De acordo com Iggy Pop, "Entregamos (a versão com cinco músicas do álbum) e eles recusaram. Eles disseram, 'Não há músicas suficientes!' Então, nós mentimos, e disse: 'Tudo bem, temos muito mais músicas.'" (notas do relançamento de 2005, pág. 9)

Na realidade, os Stooges foram cerca de um dia à frente de si mesmos quando Iggy fez essa afirmação com a Elektra, durante a noite, o grupo escreveu mais três músicas, "Real Cool Time", "Not Right" e "Little Doll", e tocaram pela primeira vez no estúdio.

Uma mixagem inicial pelo produtor John Cale (ex-Velvet Underground) foi rejeitada pela Elektra. A mixagem ouvida no álbum foi feita por Iggy Pop e pelo presidente da Elektra Records, Jac Holzman. Quatro das faixas mixadas por John Cale seriam lançadas mais tarde como bônus na versão do álbum relançada em 2005. Cinco anos depois, todas as faixas mixadas por Cale foram relançadas sem alterações na edição de colecionador do álbum em 2010.

Em 2003, o álbum foi classificado o 185º melhor álbum de sempre pela revista Rolling Stone.

Foram conhecidos pelos seus concertos pela dinâmica e interacção que tinham com o público e pelo equilíbrio consequente do "desequilíbrio" constante de Iggy Pop nos PA´s.


Última edição por Alexandre Vieira em Qui Jun 18 2015, 23:37, editado 2 vez(es)
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António José da Silva
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MensagemAssunto: Re: O Regresso dos Dinossauros - Temas de bandas de outros tempos...   Qui Jun 18 2015, 23:22

É um belo álbum, já tive mais do que uma vez para o comprar, mas ainda não calhou.

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MensagemAssunto: Re: O Regresso dos Dinossauros - Temas de bandas de outros tempos...   Seg Jul 06 2015, 19:23

Echo & the bunnymen - Crocodiles (1980)

Um álbum brutal que tende a ser esquecido. A afirmação da Banda, como os novos maravilhosos de Liverpool, neste seu primeiro álbum foi imediata. Um som sem paralelo naquele momento em que vão às raízes da música ressuscitar os The Doors e ao mesmo tempo criam um som original de uma criatividade quase impar que se estendeu durante os 4 álbuns seguintes!

Deixo aqui esta obra prima ao pessoal mais jovem e aos mais crescidos que entretanto já o esqueceram pois este álbum já tem 35 anos ( tempo de facto passar a uma velocidade enorme). Este é um vinil que toca muitas vezes em minha casa, é até dos mais habituais, a versão portuguesa não tem um som por aí além mas o álbum é tão bom que tudo faz esquecer,   até mesmo um risquito ou outro!

Poderia apontar um tema melhor que outro neste belíssimo trabalho, mas de facto a coerência dos temas é enorme, o que faz destacar o enorme trabalho que foi gravado em apenas 3 semanas!






01 - Going Up
02 - Stars Are Stars
03 - Pride
04 - Monkeys
05 - Crocodiles
06 - Rescue
07 - Villiers Terrace
08 - Pictures On My Wall
09 - All That Jazz
10 - Happy Death Men
11 - Do It Clean
12 - Read It In Books
13 - Simple Stuff


O que diz o Wikipédia:

Background and recording[edit]
Echo & the Bunnymen formed in 1978 and originally consisted of Ian McCulloch (lead vocals), Will Sergeant (lead guitar), Les Pattinson (bass) and a drum machine. They released their debut single, "The Pictures on My Wall" in May 1979 on the independent label Zoo Records. The band then signed with WEA subsidiary label Korova and were persuaded to employ a drummer.[1] Pete de Freitas subsequently joined the band and in early 1980 they recorded their second single "Rescue". The single was recorded at Eden Studios in London and produced by fellow Liverpudlian and ex-member of Big in Japan Ian Broudie.[2]

A British tour followed in June 1980 before the band went to Rockfield Studios to record their debut album. Despite talk of the American singer Del Shannon being asked to produce the album, it was produced by the band's manager Bill Drummond and his business partner and The Teardrop Explodes keyboard player David Balfe.[3] The recording of the album only took three weeks,[3] but Pattinson was still surprised by how boring the recording process was: "There was a lot of hanging about. I didn't get all the 'drop-ins' and 'edits' bit."[4]

Music and lyrics[edit]
The music on Crocodiles is generally dark and moody: In 1980, the British music magazine NME described McCulloch's lyrics as a being "scattered with themes of sorrow, horror, and despair, themes that are reinforced by stormy animal/sexual imagery" and American music magazine Creem described Crocodiles as "a moody, mysterious, fascinating record".[5] In 1981 music journalist David Fricke, writing for Rolling Stone magazine, said, "Instead of dope, McCulloch trips out on his worst fears: isolation, death and emotional bankruptcy."[6]

In his 2005 book Rip It Up and Start Again: Post Punk 1978–1984, British music journalist Simon Reynolds describes the sound of the album as "pared and sparse".[7] He goes on to describe Pattinson's "granite basslines" carrying the melody; Sergeant's guitar playing as "jagged-quartz" and avoiding "anything resembling a solo, apart from the odd flinty peal of lead playing"; de Freitas' drumming as minimal and "surging urgency"; and McCulloch's vocals as having "precocious authority". Reynolds then describes the songs as being rooted in "doubt, anguish, despair" while the "tightness and brightness of their sound transmits contradictory sensations of confidence, vigour and euphoria."[7] He also describes how the line "Stars are stars and they shine so hard" – from the track "Stars Are Stars" – showed how the band felt no embarrassment in their wish to be famous.[8] In 1989 McCulloch told Reynolds how, as a teenager, he felt there was "a big movie camera in the sky". McCulloch described the opening line of the track "Going Up" – "Ain't thou watching my film" – as a terrible line and he went on to say, "It was meant to be tongue in cheek, but that was what spurred me on."[8]

Cover[edit]
The photographs used on the cover of the Crocodiles were taken by photographer Brian Griffin.[2] Griffin took a series of pictures of the band in woods near Rickmansworth in Hertfordshire at night and which show themes of introspection, despair and confusion.[9] Describing the picture used on the front cover of the album, music journalist Chris Salewicz said, "[...] the Bunnymen are placed in poses of histrionic despair in a near-neurotically gothic woodland that evokes memories of elfin glades and fabled Arthurian legends."[10] Creem magazine said, "The cover art suggests four boys dazed and confused in a drugged dream, a surreal where-are-we landscape. The Bunnymen's images are of loneliness, disconnection, a world gone awry."[5]

Originally the band wanted the pictures to include burning stakes, however, given the possible KKK connotations, they settled for moody lighting instead.[9] Despite this, McCulloch was pleased with the cover saying "the cover [...] is better to look at than the Mona Lisa".[11] Sergeant was less happy and said he "was pissed off that there was a solo picture of [McCulloch] on the back cover".[12]

Releases[edit]
The album was originally released as an LP in the United Kingdom on 18 July 1980 by Warner Bros. subsidiary label Korova. Two tracks, "Do It Clean" and "Read It in Books", were included on the cassette but initially omitted from the LP version of the album because the managing director of Warner Bros., Rob Dickins, thought that they contained obscenities.[3] Dickins realised his error and the tracks were included on the American version of the album, which was released by Sire Records on 17 December 1980. The two tracks were included with the UK release as a limited edition single. The album was first released on CD in May 1989 by WEA in the UK. It was released on CD in the US by Sire Records the following year. The track-listings of these versions were the same as the original LP releases for each country.

Along with their first five albums, Crocodiles was remastered and reissued on CD in 2003 containing ten bonus tracks on the UK version and eight on the US—these releases were marketed as 25th anniversary editions. The UK version contained the missing tracks "Do It Clean" and "Read It in Books". The other bonus tracks included "Simple Stuff" which was the B-side to the single "Rescue"; early versions of "Villiers Terrace", "Pride" and "Simple Stuff" from the album's recording sessions; and the four tracks from the Shine So Hard EP, "Crocodiles", "Zimbo", "All That Jazz" and "Over the Wall". The reissued album was produced by music historian Andy Zax and producer Bill Inglot.[2]

Prior to the album's release, the tracks "Pictures on My Wall"—as "The Pictures on My Wall"—and "Rescue" had already been released as singles. "The Pictures on My Wall" was released on 5 May 1979 and was the band's first single. Originally recorded and released prior to de Freitas joining the band, the song was re-recorded for the album with him playing drums.[13] The band's second single, "Rescue", was released a year later on 5 May 1980 and became the band's first song to chart when it reached number 62 on the UK Singles Chart.[14]

Scottish band Idlewild covered the track "Rescue" on their single "These Wooden Ideas" in June 2000.[15] In late 2001 American singer-songwriter Kelley Stoltz released the album Crockodials, which is a track by track cover version of the original Crocodiles album.[16]

Reception[edit]
Professional ratings
Review scores
Source Rating
Allmusic 4.5/5 stars[17]
BBC (favourable)[18]
Blender 4/5 stars[19]
Entertainment Weekly (A−)[20]
Pitchfork (8.2/10)[21]
Robert Christgau B[22]
Rolling Stone 4/5 stars[6]
Smash Hits 9½/10[23]
Writing for NME in 1980 Chis Salewicz described the album as "being probably the best album this year by a British band".[10] In his review of the album for Smash Hits, Ian Cranna said that the album was "proof positive that there's just no substitute for a good song delivered with power and emotion". Cranna added, "[The Band] deliver attractive melodies with dark and moody (but not obscure) personal lyrics, all turned into compulsive listening by a driving beat, ringing guitars and a hauntingly emotional voice."[23] Reviewing the album in 1981 for Rolling Stone magazine, David Fricke awarded it four out of five stars and said when describing McCulloch's vocals, "[He] specializes in a sort of apocalyptic brooding, combining Jim Morrison-style psychosexual yells, a flair for David Bowie-like vocal inflections and the nihilistic bark of his punk peers into a disturbing portrait of the singer as a young neurotic."[6] He went on to say, "Behind him, gripping music swells into Doors-style dirges ('Pictures on My Wall'), PiL-like guitar dynamics ('Monkeys'), spookily evocative pop ('Rescue') and Yardbirds-cum-Elevators ravers jacked up in the New Wave manner ('Do It Clean,' 'Crocodiles')". Reviewing the 2003 remastered version for American music magazine Blender's website, reviewer Andrew Harrison also gave the album four out of five stars and said, "[...] the Bunnymen were a pure nihilistic thrill, with Will Sergeant's desperate, mantra-like guitar summoning up a primal night of blinking hallucinations."[19]

Following its release, Crocodiles reached a peak of number 17 on the UK Albums Chart in July 1980.[14] The album has since sold over 100,000 copies and the band was awarded with a gold disc for the album on 5 December 1984 by the British Phonographic Industry.[24] In 1993, the NME listed Crocodiles at number 28 in its list of the 50 greatest albums of the 1980s.[25] In 2006, Uncut magazine also listed the album at number 69 on its list of the 100 greatest debut albums.[26]
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Luis Filipe Goios
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MensagemAssunto: Re: O Regresso dos Dinossauros - Temas de bandas de outros tempos...   Ter Jul 07 2015, 00:15

Alexandre Vieira escreveu:
Echo & the bunnymen - Crocodiles (1980)

Um álbum brutal que tende a ser esquecido. A afirmação da Banda, como os novos maravilhosos de Liverpool, neste seu primeiro álbum foi imediata. Um som sem paralelo naquele momento em que vão às raízes da música ressuscitar os The Doors e ao mesmo tempo criam um som original de uma criatividade quase impar que se estendeu durante os 4 álbuns seguintes!

Deixo aqui esta obra prima ao pessoal mais jovem e aos mais crescidos que entretanto já o esqueceram pois este álbum já tem 35 anos ( tempo de facto passar a uma velocidade enorme). Este é um vinil que toca muitas vezes em minha casa, é até dos mais habituais, a versão portuguesa não tem um som por aí além mas o álbum é tão bom que tudo faz esquecer,   até mesmo um risquito ou outro!

Poderia apontar um tema melhor que outro neste belíssimo trabalho, mas de facto a coerência dos temas é enorme, o que faz destacar o enorme trabalho que foi gravado em apenas 3 semanas!



Assino por baixo!
Excelente disco!!! Rodou por aqui há poucos dias.... coincidência????
Porra!!! trinta e cinco.... fónix!!!
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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: O Regresso dos Dinossauros - Temas de bandas de outros tempos...   Qua Jul 08 2015, 02:59

Luis Filipe Goios escreveu:
Alexandre Vieira escreveu:
Echo & the bunnymen - Crocodiles (1980)

Um álbum brutal que tende a ser esquecido. A afirmação da Banda, como os novos maravilhosos de Liverpool, neste seu primeiro álbum foi imediata. Um som sem paralelo naquele momento em que vão às raízes da música ressuscitar os The Doors e ao mesmo tempo criam um som original de uma criatividade quase impar que se estendeu durante os 4 álbuns seguintes!

Deixo aqui esta obra prima ao pessoal mais jovem e aos mais crescidos que entretanto já o esqueceram pois este álbum já tem 35 anos ( tempo de facto passar a uma velocidade enorme). Este é um vinil que toca muitas vezes em minha casa, é até dos mais habituais, a versão portuguesa não tem um som por aí além mas o álbum é tão bom que tudo faz esquecer,   até mesmo um risquito ou outro!

Poderia apontar um tema melhor que outro neste belíssimo trabalho, mas de facto a coerência dos temas é enorme, o que faz destacar o enorme trabalho que foi gravado em apenas 3 semanas!

Sinal de absoluto bom gosto  

Assino por baixo!
Excelente disco!!! Rodou por aqui há poucos dias.... coincidência????
Porra!!! trinta e cinco.... fónix!!!

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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: O Regresso dos Dinossauros - Temas de bandas de outros tempos...   Sex Ago 21 2015, 18:56

Suicide - Suicide - 1977



Um álbum incontornável, esta é uma das bandas mais influentes de sempre no que toca ao electro-punk, letra duras e sem grande história mas com ritmos marcantes que nos fazem sentir uma dureza no ritmo poucas vezes experimentadas. Álbum obrigatório e um vinil (da edição original) que vale bom dinheiro.

Daqui a pouco tempo teremos um outro álbum aqui também de Vega, mas isso ficará para mais tarde.

O que diz a Wiki acerca deles:

Suicide é uma banda influente no cenário musical dos EUA. Formado em Nova Iorque, o Suicide é um duo composto por Alan Vega, o vocalista, e Martin Rev, operador de sintetizador e bateria mecânica.

No ano de 1970, Vega e Rev deram início ao Suicide, apresentando-se em bares e casas de show novaiorquinas. Seu primeiro LP, intitulado First Album, foi apresentado apenas sete anos depois. Desde então, Suicide reúne-se esporadicamente, embora sua discografia tenha continuado a crescer, com o último álbum, American Supreme, produzido e lançado em 2002.

O estilo único de Suicide é considerado pioneiro no movimento Punk. Shows ferozes e controversos também caracterizaram a carreira do duo. A voz marcante de Alan Vega e o som repetitivo e agressivo de Rev eram o destaque da banda. Entre os artistas que já declararam ter sido influenciados por Suicide encontram-se Bruce Springsteen, Cabaret Voltaire, Soft Cell e The Cars.
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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: O Regresso dos Dinossauros - Temas de bandas de outros tempos...   Qua Set 16 2015, 13:02

Second Life - Second Life 1971




Um Mix de Kraut e Hard Rock, ao mesmo tempo com bastante influência das composições de Jazz. Uma surpresa absoluta para mim estas composições que notoriamente são tocadas em estúdio com todos os membros a tocar ao mesmo tempo e não por pistas individuais. Aliás duvido que conseguissem repetir o feito outra vez do mesmo modo.

O que se diz deles por aí...

One and only album as a "no compromise" hard rock masterpiece, especially due to it's self-titled opener, a varied opus of twenty minutes consisting of floating acoustic parts, powerful moments and expanded instrumental soli. Digipak reissue in perfect sound quality. heavy blues-progressive power trio. They recorded (in Windrose Studios, Hamburg) one interesting, self-titled album for Metronome in 1971. Best cut was the 20 minute long suite "Second Life".
It started as a folky, acoustic song, building into a heavy guitar solo section similar to Jimi Hendrix or Ten Years After followed by a long drum solo. Side two had four fine hard rock songs. Second Life's album is now very rare, fetching prices in excess of 150 DEM. After more than twenty years, the cover lamination is peeling off on every copy I have ever seen, so don't expect to find a mint cover even if you're lucky enough to trace the record! In 1972 the group changed their name to Tiger B. Smith and recorded two inferior albums for Vertigo and Bacillus.(Chris)

- Holger Schmidt - lead guitar, vocals
- Claus Meinhardt - bass, vocals
- Karl-Heinz Trauth - drums
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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: O Regresso dos Dinossauros - Temas de bandas de outros tempos...   Qui Out 08 2015, 22:02

Já se falou deles por aqui...


Amon Düül - 1970 - Paradieswärts Düül


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António José da Silva
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MensagemAssunto: Re: O Regresso dos Dinossauros - Temas de bandas de outros tempos...   Qui Out 08 2015, 22:25

Alexandre Vieira escreveu:
Já se falou deles por aqui...



...muitas vezes, mas nunca é demais.

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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: O Regresso dos Dinossauros - Temas de bandas de outros tempos...   Sex Out 09 2015, 00:02

Amália Rodrigues - Com que voz - 1970



Considerado por muitos como a obra-prima absoluta de Amália, gravado no final de uma década seminal da carreira da fadista, Com que Voz foi um ponto-limite inultrapassável - 12 composições originais de Alain Oulman sobre poetas clássicos (Camões) ou contemporâneos (Mourão-Ferreira, Alegre, O'Neill), acompanhadas ao estrito classicismo de guitarra e viola.

Uma obra notável e viciante!
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MensagemAssunto: Re: O Regresso dos Dinossauros - Temas de bandas de outros tempos...   Sex Out 09 2015, 00:03

Alexandre Vieira escreveu:
Amália Rodrigues - Com que voz - 1970



Considerado por muitos como a obra-prima absoluta de Amália, gravado no final de uma década seminal da carreira da fadista, Com que Voz foi um ponto-limite inultrapassável - 12 composições originais de Alain Oulman sobre poetas clássicos (Camões) ou contemporâneos (Mourão-Ferreira, Alegre, O'Neill), acompanhadas ao estrito classicismo de guitarra e viola.

Uma obra notável e viciante!

Tenta imaginar isso, mas num bom sistema. dvil

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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: O Regresso dos Dinossauros - Temas de bandas de outros tempos...   Sex Out 09 2015, 01:31

António José da Silva escreveu:
Alexandre Vieira escreveu:
Amália Rodrigues - Com que voz - 1970



Considerado por muitos como a obra-prima absoluta de Amália, gravado no final de uma década seminal da carreira da fadista, Com que Voz foi um ponto-limite inultrapassável - 12 composições originais de Alain Oulman sobre poetas clássicos (Camões) ou contemporâneos (Mourão-Ferreira, Alegre, O'Neill), acompanhadas ao estrito classicismo de guitarra e viola.

Uma obra notável e viciante!

Tenta imaginar isso, mas num bom sistema. dvil

Daqueles em que só se ouve metade da música e fica-se todo contente? lol!

Não consigo!
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MensagemAssunto: Re: O Regresso dos Dinossauros - Temas de bandas de outros tempos...   Sex Out 09 2015, 16:14

A voz dela nesse álbum está num excelente nível.

Tenho a felicidade de ter um disco impecável numa versão japonesa da EMI-Odeon e a voz da Amália impressiona.
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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: O Regresso dos Dinossauros - Temas de bandas de outros tempos...   Sex Out 09 2015, 16:41

Rui Mendes escreveu:
A voz dela nesse álbum está num excelente nível.

Tenho a felicidade de ter um disco impecável numa versão japonesa da EMI-Odeon e a voz da Amália impressiona.


Caro Rui...

Não deixes por aqui a morada de casa e o período em que ela está desocupada para não teres problemas...
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Rui Mendes
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MensagemAssunto: Re: O Regresso dos Dinossauros - Temas de bandas de outros tempos...   Sex Out 09 2015, 16:56

Quinta do Anjo e passo a maior parte do tempo perto de Oxford.

Estás à vontade santa
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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: O Regresso dos Dinossauros - Temas de bandas de outros tempos...   Sex Out 09 2015, 17:03

Rui Mendes escreveu:
Quinta do Anjo e passo a maior parte do tempo perto de Oxford.

Estás à vontade santa


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António José da Silva
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MensagemAssunto: Re: O Regresso dos Dinossauros - Temas de bandas de outros tempos...   Sex Out 09 2015, 19:53

Se eu descubro onde é e quem é, vou lá eu.

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MensagemAssunto: Manuel Göttsching - Inventions for Electric Guitar   Dom Jan 24 2016, 13:45

Manuel Göttsching (born September 9, 1952) is a German musician and composer.

As the leader of the group Ash Ra Tempel or Ashra, one of the most notable German groups of the 1970s and 80s, as well as a solo artist, he is one of the most important guitarists of the Kosmische Musik genre. He also participated in the Cosmic Jokers sessions. His style and technique influenced dozens of artists in the post-Eno ambient and Berlin School of electronic music scenes in the 1980s and 1990s.

In 2000 Göttsching and Klaus Schulze released a studio album and a live album as Ash Ra Tempel. The live album was recorded as part of the Cornucopea concerts organised by Julian Cope at the Royal Festival Hall in London, England.




Vale bem a pena ouvir a totalidade da composição!
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Luis Filipe Goios
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MensagemAssunto: Re: O Regresso dos Dinossauros - Temas de bandas de outros tempos...   Dom Jan 24 2016, 13:47

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MensagemAssunto: Re: O Regresso dos Dinossauros - Temas de bandas de outros tempos...   Dom Maio 01 2016, 13:33

The Cure – Faith

Os iniciais Easy Cure que mais tarde deram origem aos “The Cure” são uma das bandas do chamado movimento alternativo que mais venderam até hoje. Em 2004 já registavam mais de 30 milhões de discos vendidos.

De facto ao analisarmos o volume de vendas desta banda tal como o atual movimento “indie” – basta olhar para os cartazes dos festivais, onde só constam bandas chamadas de “indie” que depressa nos apercebemos que hoje em dia é muito difícil categorizar quem é quem no contexto da música.

Mas os “The Cure” aqui e alí com elevados níveis de popularidade nunca deixaram de ser uma banda fiel à sua matriz estética, marcada por um bom gosto sem paralelo. Note-se que como banda existe pelo menos desde 1978 para nos apercebermos que são quase 40 anos de música, sem nunca se deixarem de possuir um rumo de que são eternos fieis. Robert Smith o mais popular de todos os intervenientes dos The Cure nunca se cansou de pautar a sua carreira por uma enorme criatividade, pelo que nos deixa um enorme legado de incríveis arranjos da sua enorme e valiosíssima coleção de guitarras, esplendidas linhas rítmicas (baixo e bateria) que têm sido usadas por outros colossos da música como Massive Attack, Sufjan Stevens, entre outros nomes. Enorme legado de letras e arranjos musicais também para outras bandas.

Falar da carreira dos The Cure é uma enorme epopeia que atravessa a década de 80 até aos atuais dias, pelo que eleger um melhor álbum de uma banda que tem 13 álbuns de originais e mais uns 5 álbuns ao vivo que eram pautados por profundos arranjos dos seus temas originais, é uma tarefa ingrata e que poderá até ser pautada por alguma injustiça devido a ao autor deste texto ter num determinado contexto histórico algum tipo de contacto mais profundo com este ou aquele disco.

Quando resolvi assinalar o melhor álbum de sempre dos “The Cure” como parte de um projeto que tenho em conseguir eleger os 100 melhores álbuns de sempre da “Indie”, tive a agradável embora árdua tarefa de ouvir várias vezes em contextos diferentes todos os álbuns dos The Cure.

Depois da desinteressada mas atenta audição de todos os seus trabalhos, detive-me a minha atenção no seu terceiro álbum de originais, de seu nome Faith. Um trabalho notável, em que realço o enorme rendilhado rítmico, que ombreia o estilo da Joy Division e do seu incontornável Unknown Pleasures. Álbuns contemporâneos que têm que ser ouvidos em simultâneo de forma agarrarmos toda a estética pautada por sons “cinza – negros” destas duas enorme bandas. Note-se que no momento histórico e musical riquíssimo dos anos 80 – ouvia-se o Disco, os ABBA arrasavam com melodias simples mas eternas, estavam a entrar em ribalta o pop de melodia simples dos Duran Duram, Talking Heads criam alguns dos seus melhores temas, David Bowie pautava a criatividade e tanto outros nomes que se tornaram gigantes da música. Mas à época quem ouvia dos The Cure? Muito poucos, lembro-me de no meu bairro no inicio dos anos 80 ter um escrito numa parede – esse escrito era The Cure. O que me levou a entrar em contacto com os mesmos, descobrir suas melodiosas linhas rítmicas contagiantes e ficar viciado no mesmo, mas este pequeno-grande tesouro nunca teve no meu entender os reconhecimentos públicos que merece.

Deixo ao vosso critério ouvir o mesmo com atenção que merece, fazendo votos que o devorem com a mesma sofreguidão com que o tenho feito nos últimos tempos.

Existem álbuns intemporais – Faith é um deles, tem 36 anos e parece que foi hoje, ainda de madrugada, gravado.

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fredy
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MensagemAssunto: Re: O Regresso dos Dinossauros - Temas de bandas de outros tempos...   Dom Maio 01 2016, 14:13

Olá

Uma das minhas bandas favoritas... no fim do ano lá estarei no Pavilhão Atlântico...
Comungo da tua opinião...
Faith é também para mim o melhor album dos Cure...
Para os aficionados a não perder... Trilogy um DVD que contém 3 albuns ao vivo...
Pornography
Desintregation
Bloodflowers


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MensagemAssunto: Re: O Regresso dos Dinossauros - Temas de bandas de outros tempos...   Seg Maio 02 2016, 19:31

Além de gostar muito deles, de andar a ver se arranjo o Wish por menos de 50€ há mais de 3 anos, ainda tenho de dizer que se calhar, de todos os muitos e excelentes concertos do Optimus/NOS Alive que já vi (12 dias no mínimo), digo que foi os dos The Cure que poria no lugar mais alto.



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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: O Regresso dos Dinossauros - Temas de bandas de outros tempos...   Dom Maio 22 2016, 12:38

Medina Azahara -Paseando Por La Mezquita (1979)


Está a tocar desde ontem por aqui. Edição original da CBS de 1979 adquirida em Espanha, uma banda curiosa que mistura o folk tradicional e o rock progressivo.

Uma nota o disco tem um som impressionante para a idade que tem e produção do álbum é ao nível dos melhores álbuns contemporâneos gravados em Inglaterra (se calhar até o foi...).

Deixo aqui o que se diz deles no Wikipédia
Inicios y años 80[editar]
Al poco tiempo de su formación tuvieron la oportunidad de grabar su primer long play, editado en 1979 por CBS, y titulado como el grupo, el cual recoge las influencias de la banda, mezclando el hard rock de nombres como Deep Purple o Rainbow con características propias del rock sinfónico, y del mencionado rock andaluz que practicaban grupos como Triana, el cual ha sido una de las mayores influencias en el estilo de Medina Azahara. En este disco se encontraba el éxito Paseando por la mezquita, que se convirtió en un himno del grupo, al punto que el mismo álbum pasó a ser familiarmente conocido como "Paseando por la mezquita".

Siguiendo en la misma línea que el disco debut, crearon un segundo álbum que se tituló "La esquina del viento", publicado en 1981. Luego llegó "Andalucía", en 1982, pero la escena del "rock andaluz" y su popularidad comenzaban a quedar atrás, con la consecuente merma comercial, lo que provocó un descanso productivo de discos, al tiempo que se desvinculaban de la CBS, aunque Medina Azahara siguió su actividad de gira. En 1984 entra al grupo el ex bajista de Mezquita, Randy López, que permanece nueve años en el grupo y aporta como compositor temas tan carismáticos y rockeros como: Navajas de cartón, El soldado, Velocidad, El destino y La guitarra -con Vicente Amigo- entre otros. En 1986 el grupo se autofinancia su nuevo álbum, "Caravana española", con un sonido algo más moderno, cercano al pop rock -aunque conservando su estilo esencial-, el cual es lanzado por la pequeña compañía Tuboescape, el disco sería reeditado en reiteradas ocasiones por el sello Avispa.

En 1989 Medina se puso en contacto con la mencionada compañía discográfica madrileña Avispa, y con el manager Javier Gálvez. Fue en julio de ese año cuando ingresa en el grupo un nuevo guitarrista, Paco Ventura. A continuación graban "...En Al-Hakim", que aparece el mismo año (1989), la gira de este álbum supuso una vuelta a escena con un grupo renovado, ya que entró en el grupo Manuel Reyes, un batería cordobés.

Años 90[editar]
Para comenzar la nueva década pensaron en grabar un disco que recogiera sus actuaciones en vivo, y lo hicieron en Leganés (Madrid). El disco se llamó "En directo" (1990), el cual resumió toda su historia musical hasta el momento; mientras que en 1992 editaron "Sin tiempo", en el que contaron ya con un nuevo bajista, José Miguel Fernández. Con dos de sus singles alcanzaron el oro y el platino.

Llegaron después nuevos álbumes de estudio como: "Donde está la luz" en 1993 y el doble CD "Árabe" en 1995, mientras que en 1996 se grabaron varios directos con el objetivo de editar un doble disco en vivo, segundo de su historia, y con algunos temas nuevos llamado "A toda esa gente". El tema que da título a este doble álbum es una canción dedicada a los fans del grupo cordobés.

En 1998 vio la luz "Tánger", un disco que mezcla el rock con las raíces árabes y andalusís, que fue grabado a caballo entre Tánger y Madrid, y en el que colaboró la orquesta marroquí de Taktuka Yeblía.

En 1999 debido al cumplimiento de 10 años de trabajo entre Medina Azahara y la discográfica Avispa, ésta editó un recopilatorio enfocado al material más melódico del grupo, titulado "Baladas" (las cuales siempre han sido uno de los fuertes de la banda), pero al mismo tiempo comenzaba la grabación de un nuevo álbum con la colaboración de Manuel Ibáñez a los teclados.

Años 2000[editar]
Ya en el año 2000, coincidiendo con el 20 aniversario del grupo como banda nacional, sacaron a la venta "XX", CD que contenía 14 temas nuevos, e iniciaron una nueva gira por España, al que siguió "Tierra de libertad", un nuevo trabajo que Medina Azahara lanza en 2001, con doce nuevos temas y una versión de Ocaso de un amor, tema popularizado por el grupo granadino Realidad en 1971. Su siguiente disco se tituló "Versión original", álbum de "covers" en el que incluirán temas de Triana, Miguel Ríos, Los Módulos, Flamenco, Los Salvajes y la mencionada canción de Realidad, más dos temas inéditos; el CD incluía un DVD de entrevistas, directos, "making of" y videoclips.

En 2003 es editado un nuevo trabajo titulado "Aixa", con el que les darían 2 premios de la música, al mejor álbum de rock, y a la mejor canción con Córdoba (canción que contó con la colaboración de la Orquesta Sinfónica de Córdoba). También incluye una versión del megahit Wind of Change de Scorpions, y la colaboración de Antonio Orozco en el tema El vaivén del aire. Gracias a este disco, que crearon con el propósito de homenajear a la tierra que les acuna, Córdoba, recibieron el premio de "Cordobeses del año".

Llega el año 2005 en el que se cumplen 25 años de carrera musical, su 25 aniversario. Para dicha conmemoración Avispa saca al mercado un doble CD más un DVD bajo el título de "Medina Azahara, 25 años". Al mismo tiempo, sacan a la venta un álbum de temas nuevos, "La estación de los sueños" compuesto por trece canciones.

Al año siguiente, en 2006, la misma discográfica vuelve a publicar un recopilatorio de canciones, más DVD y contenido extra, que incluye la canción "Niños" en inglés y cuatro canciones en grabación acústica.

Es llegado a este punto, en 2007, año en el que fueron teloneados por el grupo manchego AtaräXia, que finaliza el contrato entre el grupo y la discográfica Avispa, siendo fichados a continuación por la empresa PIAS Spain. Con ésta, publicaron "Se abre la puerta", un álbum homenaje al rock andaluz de la década de los 80, con siete versiones de canciones del grupo Triana, una de Alameda y tres de la primera época de los propios Medina Azahara. En este nuevo trabajo se produce el cambio en el bajo del grupo, saliendo José Miguel Fernández (actualmente en un grupo cordobés llamado Hijos de Leyenda y entrando Pepe Bao (ex de Barón Rojo, Triana y O'funk'illo).

En 2008 Avispa edita un CD + DVD llamado "...En escena", grabado durante un concierto del grupo en el año 2004, en el festival Viñarock, al tiempo que Pepe Bao deja la banda y entra al bajo Charly Rivera.

En abril de 2009, el grupo saca otro disco nuevo, "Origen y leyenda", cuyo título se lo da una canción hecha a modo de resumen de las canciones más importantes de su carrera discográfica, según el parecer de los miembros de la banda. El pack contiene un CD con 15 canciones y un DVD con un videoclip de la cuarta canción del CD, Te estoy amando locamente (versión de la canción titulada del mismo modo que sacaron en su día Las Grecas, con la participación de la única superviviente de las dos hermanas que formaban dicho grupo) y otros contenidos.

Años 2010[editar]
Medina Azahara realiza una gira por el continente americano en el año 2010, el mismo año el cantante Manuel Martínez colabora con el grupo cordobés de heavy metal Estirpe, poniendo su voz en algunos trozos de la canción titulada De guitarra y flor, tema en apoyo a la candidatura de Córdoba como Capital Europea de la Cultura 2016, e incluido en el álbum digital "Querida Contradicción (inéditos, rarezas y versiones)", donde también colaboran otros músicos como Bueno Rodríguez y Julito Jiménez de Los Aslándticos.

En abril de 2011, Medina Azahara edita "30 años y la historia continúa", un nuevo trabajo consistente en un DVD con un concierto de 30 canciones, 2 CD con el contenido de ese mismo concierto, y un disco de estudio con 8 temas nuevos. Este box set también se comercializó en versión abreviada, vendiéndose el disco de estudio solo bajo el título de "La historia continúa", y con una canción extra: un cover de With a Little Help from My Friends de los Beatles.

El CD "La memoria perdida" es lanzado en 2012, con 14 nuevas canciones y un marcado y renovado sabor andaluz y flamenco, los cuales siempre aderezaron el espíritu del grupo con impronta única. A comienzos del 2014 la banda realiza una gira por Suramérica, tocando por primera vez en Colombia1

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António José da Silva
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MensagemAssunto: Re: O Regresso dos Dinossauros - Temas de bandas de outros tempos...   Dom Maio 22 2016, 13:28

Vou espreitar...

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MensagemAssunto: Re: O Regresso dos Dinossauros - Temas de bandas de outros tempos...   Sex Maio 27 2016, 17:09

Kraftwerk - Trans-Europe Express ou (TEE)

Palavras para quê uma dos melhores álbuns da história da música!




O que se diz por aí:  

Depois do lançamento e respectiva digressão do álbum Radio-Activity, os Kraftwerk continuaram a afastar-se do seu estilo musical inicial de krautrock improvisado, e a aperfeiçoar o seu trabalho para um formato mais melódico e electrónico.[2] Durante adigressão de Radio-Activity, o grupo começou a estabelecer regras de comportamento como não estar bêbedo em palco ou em festas. Karl Bartos comentou sobre estas regras que "não é fácil girar os botões de um sintetizador se estamos bêbedos ou cheios de drogas. ... Tentámos sempre estar atentos ao que estávamos a fazer enquanto actuávamos em público."[3] Durante estes concertos, Kraftwerk começaram a tocar músicas que, mais tarde, serviriam para a composição de Showroom Dummies.[4]

Em meados de 1976, os Kraftwerk começaram a trabalhar no álbum que então se designava Europe Endless.[5] [6] Paul Alessandrini sugeriu-lhes que escrevessem uma música sobre o Trans Europ Express para reflectir o seu estilo de música electrónica. Hütter e Schneider encontraram-se com David Bowie e Iggy Pop antes de iniciarem as gravações o que influenciou a letra das canções. Maxime Schmitt encorajou o grupo a gravar uma versão em língua francesa da canção Showroom Dummies o que levou a banda a gravar mais tarde várias músicas em francês. O álbum foi gravado nos estúdios Kling Klang Studio em Düsseldorf.[6] O controlo artístico das músicas estava totalmente nas mãos de Ralf Hütter e Florian Schneider, com Bartos e Wolfgang Flür a contribuírem na percussão electrónica.[7] Os Kraftwerk estiveram em pontes ferroviárias a ouvir os sons que os comboios produziam. O grupo achou que o som dos comboios não era dançável e realizou algumas alterações.[8]

Gravação[editar | editar código-fonte]
Um dos novos equipamentos utilizados no álbum foi o Synthanorma Sequenzer, um sequenciador analógico de 32 fases e 16 canais feito para o grupo pela Matten & Wiechers. O sequenciador permitiu a composição mais elaborada de partes das músicas em sintetizador, que surgem de forma mais destacada nas faixas Europe Endless, Franz Schubert e Endless Endless,[9] [10] e libertou o executante da tarefa de tocar padrões repetitivos em teclado.

Enquanto que Radio-Activity incluía uma mistura de alemão e inglês na sua letra ao longo do álbum, Trans-Europe Express foi mais longe e foi remisturada como duas versões separadas, uma cantada em inglês e outra em alemão. Por recomendação de Maxime Schmitt, uma versão em francês de Showroom Dummies, intitulada Les Mannequins, também foi gravada. Les Mannequins foi a primeira canção do grupo em francês e teria influência nas decisões de gravar outras na mesma língua em álbuns posteriores.[5] Depois de gravar o álbum em Düsseldorf, Hütter e Schneider visitaram Los Angeles para proceder à mistura das faixas nos Record Plant Studios.[6] Algumas partes das sessões de mistura que foram realizadas em Los Angeles foram retiradas do álbum, incluindo a utilização de vocais, para que fossem feitas mais misturas em Düsseldorf e Hamburgo mais tarde.[11]

A ilustração da capa do álbum Trans-Europe Express era para ser uma imagem monocromática do grupo a reflectir-se numa série de espelhos. Esta ideia foi afastada e substituída uma fotografia do fotógrafo nova-iorquino Maurice Seymour, com os elementos dos Kraftwerk vestidos como manequins.[12] A imagem do grupo, da autoria de J. Stara, foi tirada em Paris, e é uma foto-montagem da parte superior do tronco dos membros do grupo que posaram como manequins, e constituiu a capa do álbum comercializado nos Estados Unidos.[11] [13] Na capa interior, foi utilizada uma colagem a cores do grupo sentado numa pequena mesa de café desenhada por Emil Schult. A fotografia desta cena foi tirada numa sessão fotográfica de Maurice Seymour, durante a digressão norte-americana. Outras fotografias são da autoria de Schult que mostra os membros da banda a rir e a sorrir. No entanto, estas não foram incluídas no álbum.[13]

Composição[editar | editar código-fonte]
Wolfgang Flür afirmou que os Kraftwerk foram influenciados pela música do período da República de Weimar: "eramos crianças nascidas logo após a Segunda Guerra Mundial ... não tínhamos uma cultura musical ou pop própria ... houve a guerra, e antes da guerra apenas tínhamos a música popular alemã. Nas décadas de 1920 ou 1930, as melodias foram desenvolvidas e isso tornou-se a base cultural de onde começamos a trabalhar".[14] Karl Bartos também referiu a influência do pós-guerra also spoke of post-war influence as the group thought that they "had this development in the 1920s which was very, very strong and was audio visual. Tivemos a escola Bauhaus antes da guerra, e depois da guerra apareceram pessoas extraordinárias como Karlheinz Stockhausen e o desenvolvimento do clássico e do clássico electrónico. Foi algo muito forte e tudo aconteceu muito próximo de Düsseldorf em Colónia, e todos os grandes compositores dirigiram-se para lá."[8] Paul Alessandrini ajudou na concepção do álbum. Alessandrini disse a Hütter e Schneider que "com o género de música que vocês fazem, que é como blues electrónico, e as estações de caminho-de-ferro e comboios são muito importantes no vosso universo, vocês devem fazer uma música sobre o Trans Europe Express".[15] Os Kraftwerk achavam que os críticos do Reino Unido e Estados Unidos os associavam à Alemanha Nazi, por causa de músicas como Autobahn intrinsecamente ligadas aos nazis que construíram as vias rápidas nas décadas de 1930 e 1940. Ao mesmo tempo, o grupo estava disposto a afastar-se da sua herança alemã em direcção a um novo sentimento de identidade europeia, e sentiram que o Trans Europ Express podia ser utilizado para simbolizar as suas ideias de mudança.[8] O site AllMusic refere-se a Trans-Europe Express como um álbum conceptual com dois temas diferentes. O primeiro era a disparidade entre a realidade e a imagem, representada nas canções Hall of Mirrors e Showroom Dummies; o segundo, era acerca da glorificação da Europa.[16] A Slant Magazine descreve o álbum como "um poema sonoro à Europa".[17]

O estilo musical deTrans-Europe Express é caracterizado pelo AllMusic como temas melódicos que "são varias vezes repetidos e pontualmente interligados com ritmos deliberados e vozes manipuladas" e "ritmos minimalistas e mecanizados, e melodias elaboradas e cativantes".[16] Hütter comentou acerca da natureza minimalista do álbum, dizendo que "se pudermos transmitir uma ideia com apenas uma ou duas notas, é melhor do que tocar uma centena de notas".[15] O primeiro lado de Trans-Europe Express tem três músicas. A canção Hall of Mirrors tem sido descrita como contendo vozes sem expressão e letra que que especula sobre as estrelas que olham para si próprias nos espelhos.[18] Hütter e Schneider descrevem a canção como sendo auto-biográfica.[18] A terceira faixa, Showroom Dummies, é caracterizada pelo Allmusic como "melodicamente ritmada de uma forma que Trans-Europe Express o não é" e com letras que são "um pouco paranóicas".[19] A ideia para a música tem origem no facto de Flür e Bartos terem sido comparados com manequins numa crítica britânica a um concerto. Algumas versões da canção começam com uma introdução falada a contar eins zwei drei vier ("um dois três quatro" em alemão), numa paródia à banda Ramones, que começava as suas músicas com uma contagem rápida de one two three four.[18] O segundo lado do álbum Trans-Europe Express é uma suíte com a música Trans-Europe Express interligada com Metal on Metal e Franz Schubert antes de fechar com um breve regresso ao tema principal de Europe Endless.[20] O Allmusic descreve os elementos musicais da suíte como sendo assustadores, com um "canto inexpressivo do refrão da música" o qual é "lentamente acrescentado sobre aquela base rítmica, num modo muito semelhante ao do que o anterior Autobahn foi construído".[20] A letra da música faz referência ao álbum Station to Station e ao encontro com Iggy Pop e David Bowie.[21] Hütter e Schneider tinham-se encontrado com Bowie na Alemanha, e ficaram lisonjeados com a atenção que receberam do músico.[22] Ralf Hütter estava interessado no trabalho de Bowie pois este tinha estado a trabalhar com Iggy Pop, o ex-vocalista dos Stooges, uma das bandas preferidas de Hütter.[23]

Lançamento[editar | editar código-fonte]
Trans-Europe Express foi comercializado em Março de 1977.[24] Com a ajuda de Günther Fröhling, os Kraftwerk fizeram um video promocional da música Trans-Europe Express. O video mostra o grupo vestido com casacos compridos a ir de comboio de Düsseldorf para Duisburg. As fotografias tiradas do video foram utilizadas mais tarde no single de Showroom Dummies.[21] Fröhling voltaria a trabalhar com os Kraftwerk no álbum The Man-Machine, na elaboração fotográfica da sua capa.[25] Para promover o álbum junto da imprensa em França, a EMI Records alugou um comboio com carruagens antigas da década de 1930 para ir de Paris até Reims, enquanto as músicas do álbum iam tocando pelo sistema de som, para os críticos as ouvirem.[7]

Em Outubro de 2009, uma edição remasterizada do álbum foi lançada pela EMI na Alemanha, pela Mute Records na União Europeia, e pela Astralwerks Records Nos Estados Unidos.[26] [27] [28] [29] Esta reedição foi comercializada em CD, via internet e em vinil, e a sua capa é diferente das anteriores versões do álbum. Esta nova versão tem um fundo negro com um Trans Europ Express branco ao centro. [30] A lista das faixas da edição de 2009 apresenta o nome das músicas de acordo com a versão original em alemão. Esta alteração faz com que Metal on Metal tenha apenas dois minutos e que a restante parte tenha a designação de Abzug ("Partida").[31] [32]

Desempenho comercial[editar | editar código-fonte]
O álbum Trans-Europe Express atingiu uma posição mais elevada nas tabelas de vendas dos Estados Unidos do que o anterior Radio-Activity, ao atingir o número 117 na Billboard Top LPs & Tapes.[33] [34] Trans-Europe Express e Showroom Dummies foram lançados como singles.[35] Trans-Europe Express entrou para a tabela Billboard Hot 100 em 1977, onde chegou à 67.ª posição.[36] Trans-Europe Express entrou para as tabelas do Reino Unido nos anos 1980. A sua estreia deu-se em 6 de Fevereiro de 1982, e permaneceu nas tabelas durante sete semanas, onde chegou a 49.º.[37] O single Showroom Dummies entrou em 20 de Fevereiro do mesmo ano, permanecendo cinco semanas, e a sua melhor posição foi a 25.ª.[38]


As primeira críticas a Trans-Europe Express foram positivas. O crítico musical Robert Christgau atribui-lhe a classificação "A" ao álbum, afirmando que "os efeitos texturais" do álbum "soam como paródias feitas por estudantes sound like parodies by some cosmic schoolboy of every lush synthesizer surge that's ever stuck in your gullet—yet also work the way those surges are supposed to work".[39] Trans-Europe Express entrou para a lista dos críticos da Pazz & Jop, da revista The Village Voice em 1977, na 30.ª posição. [46]

As actuais análises ao álbum também tem sido favoráveis. Trans-Europe Express têm as classificações mais altas de várias publicações como o AllMusic, Mojo, Rolling Stone e Slant Magazine.[16] [17] [41] [43] Steve Huey do Allmusic escreve que o álbum "é várias vezes citado como talvez sendo o arquétipo (e o mais acessível) dos álbuns dos Kraftwerk ... No geral, Trans-Europe Express oferece a melhor mistura de minimalismo, ritmos mecanizados, e melodias cativantes e bem trabalhadas dos trabalhos do grupo".[16] A imprensa britânica também se mostrou agrada com o álbum. A Q atribuiu quatro estrelas, em cinco, ao trabalho da banda alemã, referindo que o álbum "mudou a face da música de dança norte-americana" e que "foi um dos ritmos mais atractivos desta, ou de outra qualquer, era".[42] Em 2009, a Drowned in Sound classificou o álbum com a nota máxima de 10, referindo que "Trans-Europe Express é, ao mesmo tempo, antigo, intemporal, retro e contemporâneo. O seu estatuto de origem da música electrónica moderna é bem merecido, mas a sua reputação sagrada não deverá, nunca, esconder o seu verdadeiro valor e força como obra-de-arte. Nem deve turvar a sua longevidade que, 32 anos, podemos começar a chamar pelo seu verdadeiro nome: imortalidade".[30]

Trans-Europe Express esteve em várias listas de vendas de várias fontes. em 2001, a rede televisiva VH1 colocou Trans-Europe Express em n.º 56 na sua lista de "100 Melhores Álbuns (de Rock & Roll) de Todos os Tempos".[47] Em 2002, a Slant Magazine escolheu este álbum para o primeiro lugar da sua lista de melhores álbuns electrónicos do século XX.[48] Em 2003, a Rolling Stone colocou Trans-Europe Express em 253.ª lugar na lista de 500 Melhores Álbuns de Todos os Tempos. [49] O Channel 4 classificou-o como 71.ª na sua lista de 100 Melhores Álbuns. [50] Em 2004, o site on-line Pitchfork Media listou Trans-Europe Express em 6.º melhor álbum da década de 1970, referindo que "está para chegar o dia, se é que não chegou já, que Trans-Europe Express se irá juntar a Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band e Exile on Main St. como simplesmente o álbum de que nada se poderá escrever".[51]

Legado[editar | editar código-fonte]
Sal Cinquemani da Slant Magazine descreveu a influência deste trabalho como "sem precedentes, chegando aonde álbuns de rock (Kid A dos Radiohead), hip-hop (Planet Rock, de Afrika Bambaataa; Big Booty Express de Jay Dee) e pop (Drowned World Tour de Madonna, que incluiu partes de Metal on Metal) chegaram".[17]

No final dos anos 1970, o álbum teve influência na banda de pós-punk Joy Division, tendo o seu baixista, Peter Hook, referido que: "Conhecemos os Kraftwerk através de Ian Curtis, que insistia em tocar Trans Europe Express sempre que íamos entrar em palco. A gravação era passada no local, sobre o sistema de som, para ser ouvida por toda a gente. A primeira vez foi no Pips [um clube de Manchester conhecido pelo seu «Bowie Room» (Quarto de Bowie)]. Ian got thrown out for kicking glass around the dance floor in time to the track. Demorávamos horas a implorar-lhe que regressasse."[52] O baterista Stephen Morris também confirmou que os Joy Division "costumavam tocar Trans-Europe Express antes de irem para o palco, para nos preparamos psicologicamente. Funcionava bem pois dava-nos aquele impulso necessário. Trans-Europe Express exprimia um optimismo - mesmo que as pessoas o vissem como música de máquinas". Morris também referiu que: "Faz-me lemarar o Cabaret, o filme, com todas aquelas canções dos anos 20. [...] Quando se dá aquele casamento entre humanos e máquinas, e ele corre bem, é fantástico. É o meu álbum preferido dos Kraftwerk."[53]
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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: O Regresso dos Dinossauros - Temas de bandas de outros tempos...   Sab Mar 03 2018, 21:17



Early years

Tony James in San Francisco, 1986
The band was formed by Tony James, ex-bassist of the defunct Gen X,[1][2] and Neal X (Whitmore), who recruited singer Martin Degville. Degville was a clothes designer and supplied the band's wardrobe, and YaYa, the store where he worked, became the band's base.[1] Their first gig was in Paris, supporting Johnny Thunders, with James' former Gen X colleague and then drummer for Thunders, Mark Laff, on drums.[1]

Mick Jones, formerly of The Clash, worked with the band as live sound engineer, helped manipulate their sound, and appeared with them when they opened for New Model Army.[1] Fachna O'Kelly, manager of The Boomtown Rats who had provided much of the band's equipment, provided the band with the name Sigue Sigue Sputnik, as a supposed reference to a Russian street gang and supposedly meaning "burn, burn satellite".[1][2] The band's sound was, according to James, arrived at by accident, when he inadvertently mixed elements of film soundtracks with their demo track "Love Missile F1-11" while putting together a video compilation from his favourite films.[1]

Commercial success (1984–1989)
Interest in the band increased sharply in 1984 after James was interviewed by the NME, with several record companies sending representatives to their next performance at the Electric Cinema in London, and they were invited to perform on The Tube.[1] The band were signed by EMI, with the band themselves claiming in the press that they had signed for £1m, though in actual fact revealed to be £350,000.[3] The band's first single, the Giorgio Moroder-produced "Love Missile F1-11", was released in February 1986, and reached number 3 in the UK Singles Chart, number 2 in South Africa and was a major hit in several countries in Europe and Asia.[1][4] Its popularity was boosted by its inclusion in the John Hughes film Ferris Bueller's Day Off. The samples used in the single had not received copyright clearance, and were replaced in the US version.[1] The follow-up, "21st Century Boy" reached number 20 in the UK and, despite largely negative reviews, the album that followed, Flaunt It, again with Moroder at the controls, went top ten in the UK, and also reached number 96 in the US.[1] The album included paid commercials between tracks,[5] James stated prior to its release that they would sell 20–30-second advertising slots for between $2,500 and $7,000.[6] He explained this by saying "commercialism is rampant in society. Maybe we're a little more honest than some groups I could mention," and "our records sounded like adverts anyway".[7][8] Advertisements that did sell (including spots for i-D Magazine and Studio Line from L'Oréal) were complemented by ironic spoof ads including one for the Sputnik corporation itself claiming that "Pleasure is our Business".[4] A subsequent tour was characterised by poor ticket sales and crowd violence.[9]

It was two years before the band followed this up, and subsequent releases fared less well. The Stock Aitken Waterman produced "Success" peaked at number 31 in late 1988 and the singles that followed peaked outside the top 40.[1] Second album Dress for Excess peaked at number 53 in the UK but sold well in Brazil.[1] The band split up in July 1989, with James joining The Sisters of Mercy later that year.[1] Chris Kavanagh went on to Big Audio Dynamite II joining Mick Jones.[4] Mayhew formed Mayhem Deranged. Degville claimed to have spent the next few years travelling and making a couple of "specialist" porn films.[8]

A collection of early demo recordings from 1984 and 1985, along with three tracks from 1990, First Generation, was released in 1991.

Reunion:

Sigue Sigue Sputnik 2016 at the 25. Wave-Gotik-Treffen in Leipzig/Germany.
In 1995, James and X formed a new version of the band with Christopher Novak (vocals) and John Green (keyboards). Their song "Cyberspace Party" was a major hit in Japan, and an album, Sputnik: The Next Generation, was released there, selling 50,000 copies.[1] In 1998, with Degville back on vocals and with Claudia Cujo on drums,[1] the band started to perform again which resulted in the year 2000 release of Piratespace.[8][11]

In 2004, Degville left the band to pursue a solo career and has performed as Sputnik 2/ Sputnik 2 – The Future and Sigue Sigue Sputnik Electronic, self-releasing tracks under those and his own name over the years through www.sputnik2.com and other digital sites. In 2016, a 12" vinyl version of a track called "Timex Kid" was released under the Sigue Sigue Sputnik Electronic name.

Neal X is a key member of the Marc Almond band plus he went on to form his own band, The Montecristos[4] which released its debut album "Born to Rock n' Roll" in 2015 following a successful crowd funding project.

Tony James formed the group Carbon/Silicon with Mick Jones which has released a number of tracks digitally for free (namely via www.carbonsilicon.com) as well as selling music commercially, including the 2007 album release "The Last Post".
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O Regresso dos Dinossauros - Temas de bandas de outros tempos...
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