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 As 12 Colunas mais Importantes da História da Alta-fidelidade

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MJC
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MensagemAssunto: As 12 Colunas mais Importantes da História da Alta-fidelidade   Qui Nov 04 2010, 12:25

KLIPSCHORN • 1946 • 12ª Posição
O Klipschorn é a única coluna de altifalantes que se encontra em produção contínua há mais de 60 anos. É um marco na indústria áudio devido à sua corneta de graves com trajecto (des)dobrado. Paul Wilbur Klipsch, inventor e empresário, patenteou este conceito com câmaras e percursos das ondas sonoras do woofer ― altifalante de graves ― de maneira a que as mesmas ondas se possam expandir durante o seu percurso em direcção à abertura da corneta. Desta forma, o som é mecanicamente amplificado dentro da corneta, viajando através das dobras existentes proporcionando a expansão das ondas sonoras durante o trajecto dentro da corneta em direcção à saída. Não fosse esta característica, a corneta das frequências graves teria o tamanho de uma sala.
Em 1946,as primeiras 20 colunas Klipschorn foram construídas num barracão em Hope, Arkansas.
O desenho básico da corneta nunca foi modificado. Os quatro princípios fundamentais para a correcta reprodução do som, segundo Paul Klipsch, são:
• eficiência
• resposta linear das frequências
• direccionalidade controlada
• gama dinâmica.
Segundo os seus seguidores, uma coluna Klipschorn proporciona uma parede sonora detalhada a qual emana de um canto de uma sala. Terá sido o primeiro »som absoluto«.

MBL 101 E • 2003 • 11ª Posição
Na história do áudio de topo, sempre houve um número de transdutores verdadeiramente fascinantes e genuinamente inovadores ― o tweeter de plasma de Alan Hill e o cone de transmissão em linha de Lincoln Walsh, só para mencionar alguns. Nem todos vingaram, por uma razão ou outra. A anedota acerca do tweeter de Hill contava que o tweeter necessitava de 200W para tocar e de 201W para explodir. A invenção de Walsh produzia ozono suficiente para asfixiar um cavalo. Surge então o transdutor de Wolfgang Meletzsky,
o Radialsträhler omnidirectional ― um dispositivo verdadeiramente engenhoso, em forma de abóbora, composto de pétalas de alumínio e magnésio, as quais flectem para dentro e para fora em resposta a um sinal áudio. Desta forma produzem uma pressão sonora praticamente igual num raio de 360º. Estas colunas produzem um palco audiófilo muito envolvente, dinâmicas colossais e timbres que soam fabulosamente reais.
Em termos de resposta às frequências, as MBL são praticamente lineares, facto comprovado por medições. São consideradas as colunas omnidireccionais de referência.

ADVENT • 1971 • 10ª Posição
Há relativamente pouco tempo, tive a oportunidade (Harry Pearson) de ouvir as colunas Advent de um amigo de meu de longa data. A audição teve lugar na garagem dele (???) e a experiência deixou-me quase sem respiração: as colunas, mesmo nesse contexto primitivo e desprovido de condições soavam muitíssimo bem. Continuavam neutras e sem colorações como sempre, comportando-se bem melhor que muitos dos «super sistemas« actuais. Para ser franco tinha-me esquecido (sob o ponto de vista audiófilo) de como o facto de ouvir um par de colunas por cima de outro par (Double Advent System), das últimas colunas desenhadas por Henry Kloss, podia constituir uma experiência tão especial. As Advent não eram muito fiáveis devido a problemas mecânicos causados pelo tweeters originais.
Por comparação ao que hoje se ouve, além de uma gama alta com um ambiente muito bom, a única falha tem a ver com a dificuldade de recrear um palco largo e dimensional.

KLH MODEL NINE • 1966 • 9ª Posição
Mais que qualquer outro altifalante electrostático do seu tempo, as colunas KLH Modelo Nove marcaram o momento em que o transdutor electrostático full-range se tornou adulto. Ao imaginar as colunas KLH Modelo 9 ― e a sua versão mais potente alcunhada pelos proprietários como Double Nines ― o visionário Henry Kloss, o qual já tinha deixado a sua assinatura nas AR3a e Advents, conseguiu manter as principais qualidades das Quad ESL ― total transparência nos médios, velocidade de resolução, e baixa distorção ― adicionando-lhes mais algumas características como extensão dos graves até aos 40Hz e uma maior pressão sonora.
Mas este dipolo com cerca de 1,80 m de altura era muito temperamental no que dizia respeito ao seu posicionamento nas salas bem como à sua voracidade de potência e tendência para queimar fusíveis com muita regularidade. Por vezes tornavam-se um pouco direccionais nos agudos, mas reunidas as condições ideais, poucas colunas com altifalantes de cone conseguiam igualar esta combinação natural de som líquido e transparente, veloz e potente. Estes atributos, fizeram com que as KLH 9 se tornassem o companheiro ideal ― difícil de encontrar ― para escutas com níveis sonoros quasi-sinfónicos. Desde a sua criação, o Modelo 9 serviu de inspiração para quase todos os altifalantes planares.

INFINITY IRS V • 1988 • 8ª Posição
Esta foi a versão final do Infinity Reference System, e sob todos os pontos de vista, a melhor. Respondendo muitíssimo bem em toda a gama de frequências, Arnie Nudell tinha conseguido corrigir os problemas dos três modelos anteriores ― não houve a versão IV ― de tal forma que a série V apresentava uma coerência em todo o espectro sonoro e a verosimilhança com a realidade era enorme. Os tweeters EMIT1 foram actualizados ― havia menos grão, menos brilho artificial, e um som muito semelhante ao dos verdadeiros ribbon das Magnepan de Jim Winey; os EMIT e EMIM2 médios (que substituíram os ribbon bipolares da série I) eram ambos transdutores ribbon planares. Os 12 woofers com cones de fibra de grafite nas IRS Série V eram atacados por um novo amplificador de 2000W ― 1500W na série III. Estas modificações e melhoramentos permitiram uma transição sonora sem quebras entre os graves e as restantes gamas, o que até então nunca tinha acontecido num produto de Arnie Nudell.
EMIT1 • Electromagnetic Induction Tweeter
EMIM2 • Electromagnetic Induction Midrange

MAGNEPAN 1-U/1-D • 1975 • 7ª Posição
De todos os altifalantes e colunas que ouvi durante toda a minha existência de audiófilo, as enormes Maggie 1-U de três painéis, as primeiras colunas Magnepan com altifalantes magnéticos e planares a serem amplamente comercializadas e distribuídas, revelaram-se as mais memoráveis. Conta-se ― e reconta-se ― a história de um jornalista de áudio que ao escutar as Maggie no princípio dos anos 70, e sem saber que os »biombos« eram colunas de som, afirmou que estava um piano a tocar por trás desses mesmos »biombos«. Diz esse mesmo jornalista que, desde então, nunca mais se deixou enganar por nenhuma coluna porque nenhum outro sistema de altifalantes lhe soou tão real como as 1-U no início da era da alta-fidelidade de topo. As Magnepan 1-U continuam a ser uma das referências, sobretudo no que diz respeito ao realismo da gama média e na resolução do médio para o grave-alto, dimensão e impacto.

DAHLQUIST DQ-10 • 1974 • 6ª Posição
Devemos ser extremamente cuidadosos quando afirmamos que determinada peça ou produto foi o primeiro ou uma estreia na sua categoria, mas este projecto de Jon Dahlquist, as Dahlquist DQ-10, terá sido o primeiro sistema de altifalantes dinâmicos da década de 70 a utilizar múltiplos transdutores numa configuração open-baffle ― sem caixa ou caixa aberta ―, excepção feita ao woofer o qual tinha a sua própria caixa. Os 4 altifalantes dinâmicos e o supertweeter piezoeléctrico encontravam-se montados de modo a apresentar um alinhamento temporal e coerência de fase correctos, numa tentativa de alcançar a transparência e ausência do efeito caixa que Dahlquist tanto admirava nas Quad ESL-57 ― com a vantagem de um grave profundo e extensão dinâmica superior às Quad. A parecença física com as Quad foi imposta tanto pelo esquema dos altifalantes como por uma homenagem intencional. Longe de estar livre de alguns defeitos ― inclusive de ordem conceptual ― as DQ-10 constituíram uma base sobre a qual assentaram outros projectos como, por exemplo, modelos da KEF, B&W, Spica, Thiel, Vandersteen e Wilson. Poucas colunas full-range com altifalantes dinâmicos, antes e mesmo passados alguns anos, conseguiram igualar a transparência das Dahlquist DQ-10.

MAGICO MINI II • 2007 • 5ª Posição
Algumas colunas não mudam apenas o modo como o jogo é jogado; elas mudam também o terreno de jogo. No século XX as Quad ESL-57 ― por excelência ―, as Maggie 1-U, as Dahlquist DQ-10, e as Wilson WATT foram as candeias. No novo milénio não há nenhuma coluna tão influente como as Magico Mini II. Nenhuma coluna teve um efeito tão grande na forma como os fabricantes concebem e desenham os seus produtos como estas maciças e belas Magico Mini dos projectistas Alon Wolf e Yair Tammam. As Mini e Mini II representam novos padrões em termos de neutralidade, gama dinâmica, extensão de frequências e musicalidade para colunas compactas ― e fazem-no não apenas elevando a fasquia no método como as caixas, transdutores e crossovers foram construídos mas também subindo essa fasquia quanto ao desenvolvimento da ciência que os construtores devem utilizar quando desenham caixas, transdutores e crossovers. Desde as Mini II, contraplacado de bétula, caixas de alumínio, desenho assistido por computador, componentes Mundorf, cones de alta tecnologia tornaram-se um lugar comum ― diafragmas de berílio, transdutores de bobine dupla e altifalantes coincidentes juntaram-se à mistura final. A concorrência nas colunas compactas nunca foi tão dura; de qualquer modo as Magico Mini foram as primeiras e continuam a manter a sua posição de liderança.

WILSON AUDIO TINY TOT (WATT) • 1985 • 4ª Posição
As WATT de David Wilson são um daqueles produtos dos quais o mundo necessitava sem ter conhecimento disso. Desenvolvidas em 1985 como monitor único e definitivo para os projectos de gravação de Wilson, as WATT despertaram um sentimento de desejo em todas as pessoas do meio que as escutavam. Apesar de um preço astronómico ― nessa altura ― para um pequeno sistema de 2 vias, as WATT foram um sucesso imediato e tornaram-se as colunas de alta-fidelidade de topo mais populares de todos os tempos. As pequenas Wilson alcançaram novos horizontes em várias áreas. Desde logo em primeiro lugar, confirmaram a existência de um mercado para colunas pequenas de alta qualidade, abrindo caminho para modelos como as Sonus Faber Extrema e mais tarde, as Magico Mini. Em segundo lugar, as WATT foram as primeiras colunas nas quais a redução das vibrações internas da caixa era uma meta a atingir. A tendência para caixas mais rígidas começa com as WATT. Depois dos amantes de música (e outros projectistas) ouvirem uma coluna sem o »som da caixa«, o mundo nunca mais olhou para trás.

ROGERS/BBC LS3/5a • 1975 • 3ª Posição
As LS3/5a eram um projecto da BBC que podia ser licenciado por qualquer fabricante, mas foi a versão da Rogers que varreu o mercado americano no final dos anos 70. Esta pequena coluna de 2 vias oferecia uma reprodução das vozes com grande realidade e uma imagem sonora expansiva e isenta de som de caixa. Com a sua gama média essencialmente neutra, bossa no grave alto e agudo ligeiramente projectado, não era uma coluna inteiramente linear, além da inexistência de grave profundo. Mas para toda uma geração de ouvintes, as LS3/5a redefiniram o que era possível extrair de pequenas colunas. Outros projectos, envolvendo caixas com volumes maiores dimensões, desenhos igualmente influenciados pela BBC ― Spendor BC1 primeiro, seguidos dos modelos SP1 e SP2, bem como das Harbeth Monitor 40 mais tarde ― eram colunas com mais qualidade a nível geral. Mas nenhum deles conseguiu cativar o público como estas pequenas colunas. Estas monitoras, concebidas com a função de equipar os carros de exteriores da BBC, ainda se encontram em produção nos nossos dias com uma versão actualizada. Para todos os efeitos, as LS3/5a ultrapassaram o teste do tempo de uma forma brilhante.

ACOUSTIC RESEARCH AR3a • 1974 • 2ª Posição
Edgar Villchur inventou o altifalante de suspensão acústica. Fundou a Acoustic Research Company em parceria com Henry Kloss tendo iniciado a produção das AR1 em 1955. O princípio da suspensão acústica era bastante simples; Villchur montou um woofer de 12” numa caixa selada, aproveitando o ar preso dentro da caixa como uma mola capaz de projectar o cone do altifalante. Deste modo conseguiu reduzir o tamanho da caixa de forma a que a coluna pudesse ser colocada numa estante, fazendo das AR um sucesso imediato.
Em 1958, Villchur fazia demonstrações com uma nova versão de três vias, as AR3. Comparou som gravado e reproduzido pelas AR3 com som ao vivo. Os músicos, de repente, paravam de produzir sons, mas continuavam a fingir que tocavam. Nesse preciso instante, e em pontos previamente determinados, as AR3 eram ligadas. Em seguida os músicos ficavam estáticos e a música continuava. Muitos queixos caíram, quase todas as pessoas eram enganadas e estes eventos faziam primeiras páginas de jornais. No seu auge, as AR3a tinham conquistado 33% do mercado total de colunas. As AR3 estão em exposição permanente no The National Museum of American History.

QUAD ESL-57 • 1956 • 1ª Posição
Projectadas e desenhadas por Peter Walker e introduzidas em 1956 chamaram-se simplesmente Quad ESL, mas rapidamente começaram a ser conhecidas como »a pequena maravilha de Walker«. Maravilha pela pureza dos graves aos agudos, coerência transparência, resolução, abertura, naturalidade e uma capacidade de desaparecer que ainda desperta muita inveja.
As ESL-57 estabeleceram e continuam ainda hoje ― apesar da sua produção ter terminado há mais de 25 anos ― uma referência para inúmeros projectistas, engenheiros e jornalistas através do globo.
Apesar das suas inegáveis limitações ― incapacidade de atingir pressões sonoras elevadas, falta de graves profundos, agudos muito direccionais ― supera virtualmente qualquer lista das melhores, maiores, mais importantes produtos áudio jamais concebidos. Porquê? Porque na alvorada do stereo esta pequena maravilha demonstrou o que era possível alcançar na maioria das áreas do desempenho dos altifalantes de uma forma tão válida que sob um certo ponto de vista a subsequente história do desenho de colunas terá sido um jogo de »agarra-me se puderes«.

Notas:
1- Publicado na revista »The Absolute Sound«.
2- Tradução e adaptação aqui do Marinho.
3- Divirtam-se.
4- Não me venham com reacções histriónicas tipo ― então e as XXX, porque é que não estão na lista? E as XXXX?
5- Se quiserem saber a minha opinião pessoal, já sabem: transferência por NIB ou depósitos na conta PayPal. Não aceito cheques.
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Luis Filipe Goios
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MensagemAssunto: Re: As 12 Colunas mais Importantes da História da Alta-fidelidade   Qui Nov 04 2010, 13:30

Mais um
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Milton
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MensagemAssunto: Re: As 12 Colunas mais Importantes da História da Alta-fidelidade   Qui Nov 04 2010, 14:53

Obrigado Mário, por mais este contributo académico !

De facto, concordo com o primeiro lugar atribuido ás Quad, porque estão para a história dos altifalantes, como o Concorde está para a história da aviação.

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António José da Silva
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MensagemAssunto: Re: As 12 Colunas mais Importantes da História da Alta-fidelidade   Qui Nov 04 2010, 15:00

Bolas, então e as "xxx" e mais as "xxxx"? Que injustiça. E as minhas, sem duvida as melhores do mundo e arredores?


Obrigado Mário, pelo trabalho de tradução. (e dá mais trabalho do que as pessoas possam pensar)

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mango
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MensagemAssunto: Re: As 12 Colunas mais Importantes da História da Alta-fidelidade   Qui Nov 04 2010, 17:02

Excelente trabalho.
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MJC
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MensagemAssunto: Re: As 12 Colunas mais Importantes da História da Alta-fidelidade   Ter Nov 16 2010, 13:03

Para complementar o tópico com umas imagens; talvez fique mais florido.

KLIPSCHORN • 1946 • 12ª Posição



MBL 101 E • 2003 • 11ª Posição


ADVENT • 1971 • 10ª Posição


KLH MODEL NINE • 1966 • 9ª Posição



INFINITY IRS V • 1988 • 8ª Posição



MAGNEPAN 1-U/1-D • 1975 • 7ª Posição



DAHLQUIST DQ-10 • 1974 • 6ª Posição



MAGICO MINI II • 2007 • 5ª Posição



WILSON AUDIO TINY TOT (WATT) • 1985 • 4ª Posição



ROGERS/BBC LS3/5a • 1975 • 3ª Posição


ACOUSTIC RESEARCH AR3a • 1974 • 2ª Posição


QUAD ESL-57 • 1956 • 1ª Posição
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Milton
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MensagemAssunto: Re: As 12 Colunas mais Importantes da História da Alta-fidelidade   Ter Nov 16 2010, 13:53

mas que lindo bouquet...
Smile

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MJC
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MensagemAssunto: Re: As 12 Colunas mais Importantes da História da Alta-fidelidade   Ter Nov 16 2010, 14:43

Caro Milton,

De facto é um lindo bouquet. E tem uma vantagem, estas flores não murcham com o passar do tempo.

Sugeria aos nossos foristas que relatassem as suas experiências com estas colunas.
Também seria interessante que escolhessem um ou dois pares que nunca tenham ouvido e que justificassem a(s) razão(ões) de tal escolha.

O florista de serviço,

Mário
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