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 Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês

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ricardo onga-ku
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MensagemAssunto: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Sab Nov 24 2012, 11:38

http://www.positive-feedback.com/Issue30/andrew_jones.htm

DC What role is listening involved in with respect to the design/measurements …or does the actual design/measurements take precedent over what you hear… that is, if I can hear it, who cares how it measures?

AJ First comes the measurement. There are a lot of parameters in speakers that can be measured that are known to correlate well with listening. The problem that I see so often from those who doubt such correlation exists is that they don't know how to measure accurately! I see their curves and I see the artifacts in the curves that are the result of measurement errors and nothing to do with the behaviour of the speaker itself! Accurate measurements and a sufficient set of measurements go a long way to revealing the performance, and allow us to get towards the final result very much quicker than with just listening alone. My approach is to set a design goal for the measured performance, meet this as close as possible, then evaluate the result by listening, but ONLY once I believe I have met the initial design objective. Then I try and honestly evaluate the result, and if (when……) I hear something wrong I go back and see if I can correlate this to the measurements. Maybe I was too enthusiastic in my evaluation of having met my target. Maybe my target is just wrong. I go back and make changes based on the re-evaluation, then re-listen. But I am always cross referring to the measurements.

DC What shortcomings or limitations are there as to what one can measure versus what can hear?

AJ I am not implying that we can measure everything that we hear. But we can measure a lot so we can shorten the design process. We can also however hear a lot of what isn't actually there! We can be easily misled in our hearing evaluation and attribute things that don't really exist. With too many variables during the design process we can also become confused. So we have to be as careful in our listening as we have to be in our measuring.


Última edição por ricardo onga-ku em Sab Nov 24 2012, 11:41, editado 1 vez(es)
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ricardo onga-ku
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Sab Nov 24 2012, 11:39

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Ulrich
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Sab Nov 24 2012, 18:42

ricardo onga-ku escreveu:
Uma video entrevista:

http://twit.tv/show/home-theater-geeks/112

Como analisas a entrevista?
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António José da Silva
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Sab Nov 24 2012, 18:47

ricardo onga-ku escreveu:


AJ First comes the measurement. There are a lot of parameters in speakers that can be measured that are known to correlate well with listening. The problem that I see so often from those who doubt such correlation exists is that they don't know how to measure accurately! I see their curves and I see the artifacts in the curves that are the result of measurement errors and nothing to do with the behaviour of the speaker itself! Accurate measurements and a sufficient set of measurements go a long way to revealing the performance, and allow us to get towards the final result very much quicker than with just listening alone. My approach is to set a design goal for the measured performance, meet this as close as possible, then evaluate the result by listening, but ONLY once I believe I have met the initial design objective. Then I try and honestly evaluate the result, and if (when……) I hear something wrong I go back and see if I can correlate this to the measurements. Maybe I was too enthusiastic in my evaluation of having met my target. Maybe my target is just wrong. I go back and make changes based on the re-evaluation, then re-listen. But I am always cross referring to the measurements.



Essa parte faz-me lembrar o Joaquim Pinto a falar sobre os amps e as medições dos amps dele. É que primeiro tem que medir bem.

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Goansipife
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Sab Nov 24 2012, 22:09

António José da Silva escreveu:
ricardo onga-ku escreveu:


AJ First comes the measurement. There are a lot of parameters in speakers that can be measured that are known to correlate well with listening. The problem that I see so often from those who doubt such correlation exists is that they don't know how to measure accurately! I see their curves and I see the artifacts in the curves that are the result of measurement errors and nothing to do with the behaviour of the speaker itself! Accurate measurements and a sufficient set of measurements go a long way to revealing the performance, and allow us to get towards the final result very much quicker than with just listening alone. My approach is to set a design goal for the measured performance, meet this as close as possible, then evaluate the result by listening, but ONLY once I believe I have met the initial design objective. Then I try and honestly evaluate the result, and if (when……) I hear something wrong I go back and see if I can correlate this to the measurements. Maybe I was too enthusiastic in my evaluation of having met my target. Maybe my target is just wrong. I go back and make changes based on the re-evaluation, then re-listen. But I am always cross referring to the measurements.



Essa parte faz-me lembrar o Joaquim Pinto a falar sobre os amps e as medições dos amps dele. É que primeiro tem que medir bem.

E será que ele não tem razão?

Penso eu de que...
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nbunuel
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Dom Nov 25 2012, 02:59

Não é por acaso que o sistema TAD foi, de longe, o único que realmente me encheu as medidas...Aquela neutralidade...!sim senhor
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Goansipife
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Dom Nov 25 2012, 09:23

nbunuel escreveu:
Não é por acaso que o sistema TAD foi, de longe, o único que realmente me encheu as medidas...Aquela neutralidade...!sim senhor

Sim nós tivemos os dois lá e referimos logo isso. Mesmo assim algo inferior ao que eu ouvi em Londres, numa sala que não tinha, nada que se parecesse, aquela artilharia toda de tratamento de sala, (era uma sala de uma loja antiga, tipicamente londrina) com este mesmo senhor Andrew Jones e, para além da naturalidade, ainda tinha a capacidade de tocar música realmente à escala.

Mas também é bom lembrar que TAD é um nome simpático e estratégico que a Pioneer arranjou há muito tempo para vender os seus produtos mais exclusivos sem o estigma, para inglese e companhia, de se dizer que era Pioneer made in Japan, quando todo o projecto é (segundo este próprio Andrew Jones me disse) todo feito no Japão pelos engenheiros da Pioneer
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lore
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Dom Nov 25 2012, 09:43

(Tal como Lexus , Infiniti )



Os TAD estavam a tocar bem , mas gostava de ter ouvido com fonte analogica
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Jorge Ferreira
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Dom Nov 25 2012, 11:48

lore escreveu:
Os TAD estavam a tocar bem , mas gostava de ter ouvido com fonte analogica

Pois...também eu Smile

Mas mesmo assim, o que mais me surpreendeu no Audioshow foram mesmo as colunas TAD sem dúvida...

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lore
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Dom Nov 25 2012, 11:54

Ja conhecia estas , mas as que ouvi em Cascais sao , para mim , ligeiramente superiores .



http://www.pioneerelectronics.com/PUSA/Home/Speakers/TAD+Speakers/TAD-Model+1
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Goansipife
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Dom Nov 25 2012, 19:05

lore escreveu:
Ja conhecia estas , mas as que ouvi em Cascais sao , para mim , ligeiramente superiores .



http://www.pioneerelectronics.com/PUSA/Home/Speakers/TAD+Speakers/TAD-Model+1
Pois, estas são a evolução das Model 1, que agora se chamam Reference one e relamente são fantásticas em tudo até no preço
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Goansipife
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Dom Nov 25 2012, 19:13

Mas também gostei imenso das Tanoy Prestige - Alô Milton -.
Aliás esta sala para além de não ter vinil , nem válvulas , era a única onde se ouvia realmente música - Grandes orquestras, pequenos agrupamentos de câmara, Jazz, canto, etc. -

No etc.é que por vezes aparecia um disco com uma gravação sintetizada a imitar sapateado espanhol, vulgo flamento, mas sem o elemento humano de um cigano vero

Se bem que eu senti que havia ali qualquer coisa que nem sempre me agradava de sobremaneira. Talvez a amplificação que era da McIntosh, ou qualquer falta de melhor e mais fina afinação, ou até as salas que eram pouco indicadas, acusticamente, para o melhor compromisso sónico.

De qualque forma, gostei imenso do som, das colunas, da música e o preço das Tanoy, comparativamente com os outros pesos (preços) pesados, até nem se podia considerar muito exagerado. 9600€

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MicroGruas
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Seg Nov 26 2012, 22:19

ricardo onga-ku escreveu:
http://www.positive-feedback.com/Issue30/andrew_jones.htm

DC What role is listening involved in with respect to the design/measurements …or does the actual design/measurements take precedent over what you hear… that is, if I can hear it, who cares how it measures?

AJ First comes the measurement. There are a lot of parameters in speakers that can be measured that are known to correlate well with listening. ................! Accurate measurements and a sufficient set of measurements go a long way to revealing the performance, and allow us to get towards the final result very much quicker than with just listening alone. My approach is to set a design goal for the measured performance, meet this as close as possible, then evaluate the result by listening, but ONLY once I believe I have met the initial design objective. Then I try and honestly evaluate the result, and if (when……) I hear something wrong I go back and see if I can correlate this to the measurements. .......Maybe I was too enthusiastic in my evaluation of having met my target. Maybe my target is just wrong. I go back and make changes based on the re-evaluation, then re-listen. But I am always cross referring to the measurements.



AJ I am not implying that we can measure everything that we hear. But we can measure a lot so we can shorten the design process. We can also however hear a lot of what isn't actually there! We can be easily misled in our hearing evaluation and attribute things that don't really exist. ...........With too many variables during the design process we can also become confused. So we have to be as careful in our listening as we have to be in our measuring.


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António José da Silva
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Seg Nov 26 2012, 22:31

Que grande confusão. lol!

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ricardo onga-ku
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Seg Nov 26 2012, 22:55

Goansipife escreveu:
De qualque forma, gostei imenso do som, das colunas, da música e o preço das Tanoy, comparativamente com os outros pesos (preços) pesados, até nem se podia considerar muito exagerado. 9600€

A questão é que o desempenho das Tannoy Kensington, devido à sua topologia, não pode ser comparado com o dos pesos pesados...umas Kingdom Royal já custam cerca de 35.000£.

R









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António José da Silva
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Seg Nov 26 2012, 22:59

ricardo onga-ku escreveu:
Goansipife escreveu:
De qualque forma, gostei imenso do som, das colunas, da música e o preço das Tanoy, comparativamente com os outros pesos (preços) pesados, até nem se podia considerar muito exagerado. 9600€

A questão é que o desempenho das Tannoy Kensington, devido à sua topologia, não pode ser comparado com o dos pesos pesados...umas Kingdom Royal já custam cerca de 35.000£.

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Tudo preços (infelizmente) fantasmagóricos para o normal consumidor nacional, mesmo falando de classe média alta.

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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Seg Nov 26 2012, 22:59

António José da Silva escreveu:
Que grande confusão. lol!

e quando começam a interpretar as medições???? e a conjugar variveis umas com as outras!!!!!!!! e depois junta-se o ouvido humano!!!!!!!

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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Seg Nov 26 2012, 23:02

António José da Silva escreveu:
ricardo onga-ku escreveu:
Goansipife escreveu:
De qualque forma, gostei imenso do som, das colunas, da música e o preço das Tanoy, comparativamente com os outros pesos (preços) pesados, até nem se podia considerar muito exagerado. 9600€

A questão é que o desempenho das Tannoy Kensington, devido à sua topologia, não pode ser comparado com o dos pesos pesados...umas Kingdom Royal já custam cerca de 35.000£.

R



Tudo preços (infelizmente) fantasmagóricos para o normal consumidor nacional, mesmo falando de classe média alta.

média alta e alta !!!!! (56%) os que não se preocupam sao os (des)classe (ficados)

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ricardo onga-ku
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Seg Nov 26 2012, 23:17

microseiki escreveu:
António José da Silva escreveu:
Que grande confusão. lol!

e quando começam a interpretar as medições????

Hmmmm... scratch

Se eu te disser que o tampo da minha secretária mede 140x74x4cm achas que isso deixa alguma margem para interpretações?
Agora se eu começar para aqui a divagar que a madeira de choupo é bonita, quente e luminosa e que o revestimento de vinílico verde-seco mate é macio e a confortável à vista, aí a coisa muda de figura...

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Jorge Ferreira
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Seg Nov 26 2012, 23:20

ricardo onga-ku escreveu:
microseiki escreveu:
António José da Silva escreveu:
Que grande confusão. lol!

e quando começam a interpretar as medições????

Hmmmm... scratch

Se eu te disser que o tampo da minha secretária mede 140x74x4cm achas que isso deixa alguma margem para interpretações?
Agora se eu começar para aqui a divagar que a madeira de choupo é bonita, quente e luminosa e que o revestimento de vinílico verde-seco mate é macio e a confortável à vista, aí a coisa muda de figura...

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Já para não falar na tridimensionalidade, palpabilidade, sensação de profundidade e suavidade ao toque...
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Seg Nov 26 2012, 23:38

ricardo onga-ku escreveu:
microseiki escreveu:
António José da Silva escreveu:
Que grande confusão. lol!

e quando começam a interpretar as medições????

Hmmmm... scratch

Se eu te disser que o tampo da minha secretária mede 140x74x4cm achas que isso deixa alguma margem para interpretações?
Agora se eu começar para aqui a divagar que a madeira de choupo é bonita, quente e luminosa e que o revestimento de vinílico verde-seco mate é macio e a confortável à vista, aí a coisa muda de figura...

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não há duvida que a tua secretaria mede 174 e tem 40 de profundidade e 4 de espessura! isoladamente! a questao nas relaçoes entre as varias grandezas!
e depois juntas as densidades, massa, pontos de torção etc, etc. e ai é que a porca torce o rabo! isoladamente tudo é objectivo. quando entramos no relacional?!?

E como o senhor da TAD diz as medições/dados objectivos sao um ponto de partida, depois ouve (um grau de subjectividade) e depois mede para ver/ouvir porque por vezes o que seria objectivamente bem feito, nao o é, mede outra vez.........

Uma coisa coisa é a matematica - note-se, eu nunca disse que um equipamento deve medir mal!!- outra coisa é o ouvido humano. a sua forma, o numero de sensores auditivos etc, e as ligaçoes destes ao neurónios e da forma como interpretam as ondas sonoras.

Alias se um aparelho so devesse ser a objectividade dos numeros das mediçoes, entao nem aqui se discutia, por o computador e processadores electronicos tinha resolvido tudo!!!

E ao que sei a intervenção humana ainda não foi descartada. por muito bem medida que seja uma coluna o elemento ainda humano é essencial e o fine tuning final de um aparelho ou coluna resulta do elemento subjectivo humano no processo.

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Ulrich
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Seg Nov 26 2012, 23:49

Jorge Ferreira escreveu:
ricardo onga-ku escreveu:
microseiki escreveu:
António José da Silva escreveu:
Que grande confusão. lol!

e quando começam a interpretar as medições????

Hmmmm... scratch

Se eu te disser que o tampo da minha secretária mede 140x74x4cm achas que isso deixa alguma margem para interpretações?
Agora se eu começar para aqui a divagar que a madeira de choupo é bonita, quente e luminosa e que o revestimento de vinílico verde-seco mate é macio e a confortável à vista, aí a coisa muda de figura...

R

Já para não falar na tridimensionalidade, palpabilidade, sensação de profundidade e suavidade ao toque...

Este quote merece um enquadramento: simplesmente delicioso para a mente Wink
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António José da Silva
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Ter Nov 27 2012, 00:03

Ulrich escreveu:


Jorge

Citação :
Já para não falar na tridimensionalidade, palpabilidade, sensação de profundidade e suavidade ao toque...

Este quote merece um enquadramento: simplesmente delicioso para a mente Wink


Acho que a mente do Jorge aqui já tinha vagueado para outro local. lol!


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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Ter Nov 27 2012, 00:05

António José da Silva escreveu:

Acho que a mente do Jorge aqui já tinha vagueado para outro local. lol!


Não estragues este belo momento lol!
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Ter Nov 27 2012, 00:07

António José da Silva escreveu:
Ulrich escreveu:


Jorge

Citação :
Já para não falar na tridimensionalidade, palpabilidade, sensação de profundidade e suavidade ao toque...

Este quote merece um enquadramento: simplesmente delicioso para a mente Wink


Acho que a mente do Jorge aqui já tinha vagueado para outro local. lol!


Nem por isso...

Mas já que falas nisso não é só a qualidade da mesa que interessa, mas a qualidade do que se pode meter em cima dela, se for solida até se pode meter uma mulher em cima, nessa altura a qualidade da mesa torna-se superlativa.

É como os bons sistemas, se lhes metermos bons discos...
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Ter Nov 27 2012, 00:08

Eu não disse.....?

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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Ter Nov 27 2012, 00:09

tenho de deixar levar-me pela emoção de contrariar o Ricardo!



Desculpa ricardo! mas pode ser que no meio disto saia um pouco de luz!

mas gosto destes nossos desacordos! lol!



mas quem tem razao sou eu



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Ulrich
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Ter Nov 27 2012, 00:11

microseiki escreveu:

mas gosto destes nossos desacordos! lol!



mas quem tem razao sou eu




Seu malandro... lol!
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Jorge Ferreira
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Ter Nov 27 2012, 00:12

António José da Silva escreveu:
Eu não disse.....?

Sim tu é que disseste, eu apenas continuei o teu raciocinio maldoso.
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Ter Nov 27 2012, 00:12

Jorge Ferreira escreveu:
António José da Silva escreveu:
Ulrich escreveu:


Jorge

Citação :
Já para não falar na tridimensionalidade, palpabilidade, sensação de profundidade e suavidade ao toque...

Este quote merece um enquadramento: simplesmente delicioso para a mente Wink


Acho que a mente do Jorge aqui já tinha vagueado para outro local. lol!


Nem por isso...

Mas já que falas nisso não é só a qualidade da mesa que interessa, mas a qualidade do que se pode meter em cima dela, se for solida até se pode meter uma mulher em cima, nessa altura a qualidade da mesa torna-se superlativa.

É como os bons sistemas, se lhes metermos bons discos...

por isso tenho um EMT!! nao importa o suporte ou o que faço em cima dele!

lol!
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António José da Silva
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Ter Nov 27 2012, 00:12

Como disse o Einstein, foi da colisão dos planetas que nasceram as estrelas.

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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Ter Nov 27 2012, 00:13

microseiki escreveu:
Jorge Ferreira escreveu:
António José da Silva escreveu:
Ulrich escreveu:


Jorge

Citação :
Já para não falar na tridimensionalidade, palpabilidade, sensação de profundidade e suavidade ao toque...

Este quote merece um enquadramento: simplesmente delicioso para a mente Wink


Acho que a mente do Jorge aqui já tinha vagueado para outro local. lol!


Nem por isso...

Mas já que falas nisso não é só a qualidade da mesa que interessa, mas a qualidade do que se pode meter em cima dela, se for solida até se pode meter uma mulher em cima, nessa altura a qualidade da mesa torna-se superlativa.

É como os bons sistemas, se lhes metermos bons discos...

por isso tenho um EMT!! nao importa o suporte ou o que faço em cima dele!

lol!

Sim e assim ao menos ela consola-se com o centro do prato Smile
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Ter Nov 27 2012, 00:14

microseiki escreveu:


por isso tenho um EMT!! nao importa o suporte ou o que faço em cima dele!

lol!


Se tu com a mesma idade do EMT ainda aguentasses as brincadeiras que ele aguenta, que grande festa que seria. lol!

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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Ter Nov 27 2012, 00:18

desde que me deem musica, não me importo com elas!!!



Sabem porque as mulheres fingem orgasmos???

já sei!!!


lol!
e abandalhamos mais uma vez outro tópico!


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Ulrich
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Ter Nov 27 2012, 12:30



É inevitável
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Ter Nov 27 2012, 12:40

microseiki escreveu:
desde que me deem musica, não me importo com elas!!!



Sabem porque as mulheres fingem orgasmos???

já sei!!!


lol!
e abandalhamos mais uma vez outro tópico!



Seus bandalhos!
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Ter Nov 27 2012, 13:00

António José da Silva escreveu:
Como disse o Einstein, foi da colisão dos planetas que nasceram as estrelas.
Porra, até já do Einstein, se fala neste tópico/forum lol!
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António José da Silva
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Ter Nov 27 2012, 17:57

Fran escreveu:
António José da Silva escreveu:
Como disse o Einstein, foi da colisão dos planetas que nasceram as estrelas.
Porra, até já do Einstein, se fala neste tópico/forum lol!


Tentei elevar o nível, mas não consegui. lol!

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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Ter Nov 27 2012, 21:46

António José da Silva escreveu:
microseiki escreveu:


por isso tenho um EMT!! nao importa o suporte ou o que faço em cima dele!

lol!


Se tu com a mesma idade do EMT ainda aguentasses as brincadeiras que ele aguenta, que grande festa que seria. lol!


merecia essa!!!

the EMT only needs to lube the Shaft once every 10 years, and can work 24/7!!!!!!!!!!! enfim, eu ja preciso de descanso e não pode ser todo os dias e não tarda ando no Viagra!!!!!!!!


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Stereo
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Ter Nov 27 2012, 21:57

Só uma coisita: para mim as colunas TAD são uma trampa.
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Ulrich
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Ter Nov 27 2012, 22:34

Stereo escreveu:
Só uma coisita: para mim as colunas TAD são uma trampa.


Esta é a boca do ano ...

...é assim mesmo Stereo, os consensos são rédeas para o intelecto
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António José da Silva
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Ter Nov 27 2012, 22:38

Ulrich escreveu:
Stereo escreveu:
Só uma coisita: para mim as colunas TAD são uma trampa.


Esta é a boca do ano ...

...é assim mesmo Stereo, os consensos são rédeas para o intelecto



E não teve cá com aproximações. lol!

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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Ter Nov 27 2012, 23:44

em vez de comprar umas TAD, ia para umas Pioneer/TAD bem mais baratitas!

Já ouvi umas daquelas de dois drivers e posso dizer que trabalharam bem com o YBA Passion 300 , mas não gostei mesmo nada com um Mark Levinson (não sei o modelo) e um daqueles Krell integrados.

TAD e DAT


mas os drivers/unidades pro deles tem um aspecto do caraças

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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Qua Nov 28 2012, 09:15

microseiki escreveu:
em vez de comprar umas TAD, ia para umas Pioneer/TAD bem mais baratitas!

Isso porque as TAD são demasiado caras, não?

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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Qua Nov 28 2012, 21:54

Já que falaram de Tannoy e neutralidade... não tem comparação possível. Se querem colunas a sério comprem mas é as Tannoy. Quer dizer, não é qualquer uma... E quem diz Tannoy, diz outra, dependendo de muita coisa!...
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Qua Nov 28 2012, 22:19

Diz-me lá com que zurrapas é que te enfrascas que eu também estou a precisar... Twisted Evil

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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Qua Nov 28 2012, 22:38


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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Qui Nov 29 2012, 00:29

ricardo onga-ku escreveu:
microseiki escreveu:
em vez de comprar umas TAD, ia para umas Pioneer/TAD bem mais baratitas!

Isso porque as TAD são demasiado caras, não?

R

Nunca ouvi as TAD, mas pela origem e sua historia know How, não escondo uma certa curiosidade, mas de facto sao caras. mesmo no mercado asiatico as usadas sao caras (e não tem as desvalorizações de outras marcas)

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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Qui Nov 29 2012, 22:09

António José da Silva escreveu:
Ulrich escreveu:
Stereo escreveu:
Só uma coisita: para mim as colunas TAD são uma trampa.


Esta é a boca do ano ...

...é assim mesmo Stereo, os consensos são rédeas para o intelecto



E não teve cá com aproximações. lol!

Ontem não comentei para não criar ainda mais polémica, mas a coisa é mesmo assim: não pretendendo denegrir a marca, não tomem isto por mais que uma opinião, mas também, por vezes a diplomacia só arruína a crítica.
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Andrew Jones (TAD) em inglês   Ter Abr 01 2014, 09:33

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