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 Analog Planet

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António José da Silva
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MensagemAssunto: Analog Planet   Dom Jun 03 2012, 20:33

Assim se chama o novo website do guru do analógico em geral, e dos gira discos e do vinil em particular, Michael Fremer.

E está bem catita e com muita informação.


http://www.analogplanet.com/


Divirtam-se.

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MJC
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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Dom Jun 03 2012, 20:38

António José da Silva escreveu:
Assim se chama o novo website do guru do analógico em geral, e dos gira discos e do vinil em particular, Michael Fremer.

E está bem catita e com muita informação.


http://www.analogplanet.com/


Divirtam-se.

Michael Fremer? Guru do analógico?

Ena pá... Quando o Ricardo ler isto vai ser lindo. Olha lá o que ele (Ricardo) escreveu quando eu citei o MF!

Aguenta!
MJ
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António José da Silva
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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Dom Jun 03 2012, 20:41

MJC escreveu:
António José da Silva escreveu:
Assim se chama o novo website do guru do analógico em geral, e dos gira discos e do vinil em particular, Michael Fremer.

E está bem catita e com muita informação.


http://www.analogplanet.com/


Divirtam-se.

Michael Fremer? Guru do analógico?

Ena pá... Quando o Ricardo ler isto vai ser lindo. Olha lá o que ele (Ricardo) escreveu quando eu citei o MF!

Aguenta!
MJ


Quanto ao Ricardo não sei, mas eu não me importava de saber o que o gajo sabe e de ouvir as coisas que ele ouve. Para além disso tenho dois DVD dele que são o rir. E tal como eu, também ele não liga puto aos cêdês.

Aguenta-te Ricardo...

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Stereo
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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Dom Jun 03 2012, 20:46

Este é o meu planeta!
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ricardo onga-ku
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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Dom Jun 03 2012, 20:46

António José da Silva escreveu:
Assim se chama o novo website do guru do analógico em geral, e dos gira discos e do vinil em particular, Michael Fremer.

E está bem catita e com muita informação.


http://www.analogplanet.com/


Divirtam-se.

É mais um mini-site da Stereophile; já tinham um sobre PCAudio, por um tipo que não pesca nada do assunto... Cool

P R O P A G A N D A
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António José da Silva
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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Dom Jun 03 2012, 20:49

ricardo onga-ku escreveu:


P R O P A G A N D A



Venha ela.

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ricardo onga-ku
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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Dom Jun 03 2012, 21:12

MJC escreveu:
António José da Silva escreveu:
Assim se chama o novo website do guru do analógico em geral, e dos gira discos e do vinil em particular, Michael Fremer.

E está bem catita e com muita informação.


http://www.analogplanet.com/


Divirtam-se.

Michael Fremer? Guru do analógico?

Ena pá... Quando o Ricardo ler isto vai ser lindo. Olha lá o que ele (Ricardo) escreveu quando eu citei o MF!

Aguenta!
MJ

Consta que o Sr. oferece os seus serviços de proxeneta às marcas de high end e em troca estabelece os preços.
Parte desses preços vão parar a uma conta na Suiça...deve ser mentira.
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António José da Silva
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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Dom Jun 03 2012, 21:13

ricardo onga-ku escreveu:
MJC escreveu:
António José da Silva escreveu:
Assim se chama o novo website do guru do analógico em geral, e dos gira discos e do vinil em particular, Michael Fremer.

E está bem catita e com muita informação.


http://www.analogplanet.com/


Divirtam-se.

Michael Fremer? Guru do analógico?

Ena pá... Quando o Ricardo ler isto vai ser lindo. Olha lá o que ele (Ricardo) escreveu quando eu citei o MF!

Aguenta!
MJ

Consta que o Sr. oferece os seus serviços de proxeneta às marcas de high end e em troca estabelece os preços.
Parte desses preços vão parar a uma conta na Suiça...deve ser mentira.



Bolas, porque não sou eu.


lol!

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Vodoo
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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Dom Jun 03 2012, 22:11

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PALUSE
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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Seg Jun 04 2012, 03:32



Cavalheiros, esse tipo das fotos é Repúblicano e "Criacionista" .
Muito boa gente ouve vários formatos e compara, com o material que tem, mas vai rodando e tentando melhorar. Nada é perfeito, como todos sabemos e existem edições em todos os formatos que assentam que nem uma luva na ponta do dedo grande.
Aquelas 2 fotos no site são dignas de um espécimen com a zona do lóbulo frontal do cranio atravessada por um báculo!
Tipos assim não defendem a honestidade, mas os seus interesses. Interesses referidos num comentário anterior.
Não gostei desse artista...

Viva o bom senso...

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ricardo onga-ku
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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Seg Jun 04 2012, 09:40

PALUSE escreveu:
Tipos assim não defendem a honestidade, mas os seus interesses.

Eu não consumo vinil.
Mas preocupa-me que tipos deste gabarito, criadores de mitos, lendas e caçadas aos gambozinos, sejam endeusados pois eles são os responsáveis pela inflação dos preços da alta fidelidade...e do vinil.
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António José da Silva
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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Seg Jun 04 2012, 09:52

Este, como qualquer website, revista, programa, ou debate que se leia, são para ser vistos com o espírito critico de pessoas inteligentes que somos (ou pensamos ser). Nao é por um gajo na web arrastar o nome de alguém pela lama que eu vou acreditar que seja verdade, assim como não sou obrigado a acreditar em tudo o que o Fremer escreva.
Ele é apenas um de muitos. Os fazedores de opiniões, só fazem as opiniões dos que com facilidade se deixam influenciar e penso que a maioria dos que passeiam nas águas deste fórum não são desse calibre. Por isso, o website do Sr. Framer não deveria de meter medo.
Como sempre, aproveita-se o que há para aproveitar.

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PALUSE
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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Seg Jun 04 2012, 10:33

Orquestra
Bom dia Ricardo.
Eu vou usar uma linguagem popular para este tipo de artista, vulgus "Come lume": "Fartos de velhácos e chulecos, andamos todos nós!"

A malta, apesar não alguns de nós não ter €disponibi£idade$ para grandes sistemas, temos alguns metros rodados a ouvir várias peças em ambos os lados e dá para entender quais as limitações e vantagens inerentes às diferentes opções apresentadas. A evolução vai ditanto o grau de refinamento atingido em ambas as partes. O que vale neste jogo é que é utilizada electrónica em ambos os lados, senão a parte mecanica já não deveria ter grande evolução. Posso estar enganado mas estamos a voltar aos braços pesadões e às cabeças com menos "compliance" como nos anos 70, ou é impressão minha ?$$££€€?
Os sistemas tangencias e de tração direta deveriam apresentar os melhores resultados por um preço acessivel. Que é feito deles?! Só se vê os "Gloriosos Malucos das Máquinas Voadoras" na alta roda? Não se investe em sistemas para correção da excentricidade das "cuidadas" prensagens que compramos ao preço do ouro. Não se investiga vinil alternativo antiestático. As edições novas com vinil a 180g vem mais faralhadas e com mais distorção na vozes (sibilancia) devido às re-masters digitais merdosas utilizadas do que nos anos 80 do século XX. Tenho lps velhotes com melhor som do que algumas edições actuais. É preciso ter um sistema de milhões para tapar a trampa que comercializam ao preço do ouro, sem respeito algum pelo consumidor?!
Lamento "falar" assim, mas levei com muita edição janada nos anos 70 e 80. Quando ouvi o meu 1º CD (Joe Jackson - Body & Soul) no Technics SLP-720 sem tracks nem pops nem hiss e as vezes que eu queria sem ter a impressão que cada passagem era mais uma facada no pano, foi uma sensação de liberdade bem vinda. Só tinha que pôr o leitor a amornar durante 2 horas, antes de avançar para bingo e o amplificador acompanhava à guitarra também.

Inté Cavalheiros

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Jorge Ferreira
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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Seg Jun 04 2012, 11:38

ricardo onga-ku escreveu:
PALUSE escreveu:
Tipos assim não defendem a honestidade, mas os seus interesses.
Eu não consumo vinil.
Mas preocupa-me que tipos deste gabarito, criadores de mitos, lendas e caçadas aos gambozinos, sejam endeusados pois eles são os responsáveis pela inflação dos preços da alta fidelidade...e do vinil.

Vamos lá a ver uma coisa,
tudo o que é de de qualidade realmente superior, mais tarde ou mais cedo inflaciona sempre...porque era bom e acabou!

O que é mesmo muito mau são os Mitos e Lendas que não têm mesmo nenhuma razão de ser nem qualquer tipo de fundamento...isso é que é muito mau...

A maior parte dos críticos têm as mãos atadas, não só o Michael Fremer mas quase todos...

Pois dizem bem de práticamente tudo o que lhes passa pelas mãos, e de críticos não têm práticamente nada.
Pois existe muita coisa que pelo preço que custam e pelo pouco que tocam, eles deveriam dizer mal...

Mas se são críticos à pouco tempo numa revista não podem ser demasiado contundentes pois não têm estatuto na revista que lhes permita fazer isso, isto sem que o editor corra logo com eles da revista...

Se são críticos há muito tempo já têm estatuto na revista e podem dizer quase o que deviam dizer, só que entretanto tornaram-se amigos dos donos das editoras, donos das fábricas de discos, representantes e fabricantes de aparelhos, e depois é uma porra...claro que ninguém quer dizer mal de um produto que um amigo tem para vender não é ?

Às vezes se calhar até não recebem dinheiro por fora, mas são amigos, recebem aparelhos ou no mínimo a hipótese de os comprar quase de graça, e em relação aos discos de vinyl recebem umas test pressings com uma dedicatória do dono da editora ou meia duzia de discos para darem aos amigos...

Eu já deixei de ler à muito tempo as revistas de Audio e as críticas de vinil feitas por críticos, prefiro tentar encontrar na net críticas feitas pelo cidadão comum, e ler nas entrelinhas das várias opiniões o que existe de comum e depois comprar os discos que penso serem os melhores.

Depois ouvir eu próprio no meu sistema, para finalmente ter a certeza se são mesmo bons ou se nem por isso...

Na Stereophile o Michael Fremer já teve coisas muito estranhas, como por exemplo uma célula caríssima que ele fez uma review e que disse maravilhas foi nesse ano considerada classe A nos componentes recomendados,
passado um ano ou dois já nem sequer aparecia na lista das células simplesmente recomendadas...enfim...

Por essas e outras é que já não ligo muito a essas revistas há muito tempo,
cada vez aparecem mais marcas novas manhosas das quais ninguém ouviu falar,
acho que o melhor mesmo são as opiniões das pessoas na net e depois ouvirmos nós,
em relação aos críticos ler sempre as entrelinhas e duvidar sempre do que dizem.


Abraços,
Jorge Ferreira


Última edição por Jorge Ferreira em Seg Jun 04 2012, 13:09, editado 2 vez(es)
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Fran
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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Seg Jun 04 2012, 12:31

Pois eu nunca li "reviews", nem penso ler, seja do que for, pois quanto mais se lê, mais confuso se fica, e vá-se lá acreditar o quê e em quem

A ignorância, é Santa
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PALUSE
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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Seg Jun 04 2012, 12:53

Fran escreveu:
Pois eu nunca li "reviews", nem penso ler, seja do que for, pois quanto mais se lê, mais confuso se fica, e vá-se lá acreditar o quê e em quem

A ignorância, é Santa


Amen!

Como dizem pelos lados das américas " Money talks and bullshit walks".

Uma boa tarde e boa disposição!


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Fran
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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Seg Jun 04 2012, 12:57

Como dizia o outro, se não houvesse internet nem televisão, o mundo não estava como está.
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Ulrich
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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Seg Jun 04 2012, 13:00

Fran escreveu:
Pois eu nunca li "reviews", nem penso ler, seja do que for, pois quanto mais se lê, mais confuso se fica, e vá-se lá acreditar o quê e em quem

A ignorância, é Santa

Tão bom... ...

...eu também não ligo grande coisa a reviews, tiro alguns apontamentos, nada mais.


E em relação a estas guerras de garnizos, é uma anedota... lol!


O Paluse , acima, colocou um dos Post mais informativo/ponderado que já li neste Fórum.

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Jorge Ferreira
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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Seg Jun 04 2012, 13:00

Claro que também é preciso ter muito cuidado com o que se lê na net,
pois também depende dos escrúpulos da pessoa que escreve,
pois pode ser uma pessoa sem escrúpulos que apenas se quer ver livre dum aparelho manhoso que comprou,
como já aconteceu inclusivé por aqui mesmo neste forum.

O melhor é conhecer primeiro as pessoas antes de ligar demasiado ao que elas dizem...


Abraços,
Jorge Ferreira
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ricardo onga-ku
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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Seg Jun 04 2012, 13:14

Tendo em conta que neste tópico se discute a idoneidade do Fremer Cool acho que faz sentido mencionar este caso:

Avaliação subjectiva:

"If you have a large collection of SACDs, you'll find the MPS-5 among the best-sounding players available today."

M.Fremer


Avaliação técnica:

"Early on in the testing of the Playback Designs MPS-5 (Arrow 16 900 Eur), worried that there was something wrong with our review sample, I took the cover off to check that all the ribbon cables were seated properly (they were) and that there was nothing obviously adrift (there wasn't).
So while I was impressed by the player's standard of construction, I can't say the same about its technical performance.
The relatively high level of background noise limits the MPS-5's resolution with SACD and external 24-bit data to not much better than 16-bit CD.
I am puzzled, therefore, why Michael Fremer liked the sound of this player so much."


J.Atkinson


E a resposta (típica Rolling Eyes) do fabricante:

"Most of the measurement results are generally to be expected from the way they were measured.
What differentiates the D/A converter inside the MPS-5 from other, more conventional converters is that it uses all custom algorithms and discrete components that were not designed following classic theories and practices.
A large percentage of your charts show the behavior of the MPS-5 in the frequency domain, and only two charts show the time domain, although with rigid sinewaves as test inputs.
While this would be totally adequate in most cases, it isn't for the MPS-5.
For instance, most of the filter algorithms inside the MPS-5 cannot be described or even defined by feeding them periodic test tones such as sinewaves and looking at frequency charts.
They were designed for real music signals, and therefore "listen" to the input signal and vary accordingly, to take advantage of how our ear perceives music, which never even resembles periodic test signals.
It is common knowledge that such psychoacoustic criteria hardly ever lead to ideal measurements based on steady-state test signals.

Right from the beginning, the design goals for the MPS-5 were to reach new heights in sonic performance with real music signals rather than optimum test-signal measurements.
The result is that the algorithms may not perform optimally from a measurement point of view when they have to process test signals, but, as your review also confirms, they do their assigned job quite well when processing real music signals."


Sleep
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PALUSE
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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Seg Jun 04 2012, 19:57

Orquestra
Caro Ricardo, 90db de rácio entre o ruido e o sinal é mais que bom na prática. Não é isso que faz um aparelho ter mau som...

Inté

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ricardo onga-ku
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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Seg Jun 04 2012, 20:26

Claro que sim.
Por isso é que os discos/ficheiros com mais de 16bits não passam de uma bela "cantiga" para animar a malta...ou melhor, os mercados.
lol!
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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Seg Jun 04 2012, 22:03

Será que devo dizer alguma coisa? Hum!... Nã!... Dizer o quê?!
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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Seg Jun 04 2012, 22:15

ricardo onga-ku escreveu:
Claro que sim.
Por isso é que os discos/ficheiros com mais de 16bits não passam de uma bela "cantiga" para animar a malta...ou melhor, os mercados.
lol!


Calma com as contas Ricardo. Os 16 bits só permitem 65.553 combinações de valores de tensão, os 24 bits permitem 16.277.215 combinações de valores de tensão, o que equivale a uma resolução super fina da amplitude no dominio "analógico", de tal forma que parece suplantar a resolução fisica disponivel na electrónica comercial actual!
Mas os 30bits ou o "Pito perfeito" como eu o "baptizei" devem ser úteis para os computadores fazerem as continhas com extrema precisão no dominio PCM. Quando joga-se com igualizações, efeitos e misturas em alta resolução, deve dar um jeitaço para o resultado sair "bomboka"!

Inté

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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Ter Jun 05 2012, 16:05

ricardo onga-ku escreveu:
Claro que sim.
Por isso é que os discos/ficheiros com mais de 16bits não passam de uma bela "cantiga" para animar a malta...ou melhor, os mercados.
lol!

Como não sou um mercado,sim! estou muito animado com as belas cantigas dos meus HDCD a 24 bits.Para mim é claro que, quem
não tem possibilidade de ouvir e ou comparar este tipo de plataformas,sujeita-se a que a afirmação como aquela em quote, possa ser considerada
uma perfeita baboseira...ou melhor, uma forma idiota de se por em bicos de pés. Mais valia ser bailarino.

Dado que o meu transporte lê os diferentes formatos, estou em condições de afirmar que sim senhor há melhorias significativas entre
eles e mais importante: ouve-se claramente ouvido.

Mário
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ricardo onga-ku
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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Ter Jun 05 2012, 16:29

PALUSE escreveu:
ricardo onga-ku escreveu:
Claro que sim.
Por isso é que os discos/ficheiros com mais de 16bits não passam de uma bela "cantiga" para animar a malta...ou melhor, os mercados.
lol!


Calma com as contas Ricardo. Os 16 bits só permitem 65.553 combinações de valores de tensão, os 24 bits permitem 16.277.215 combinações de valores de tensão, o que equivale a uma resolução super fina da amplitude no dominio "analógico", de tal forma que parece suplantar a resolução fisica disponivel na electrónica comercial actual!
Mas os 30bits ou o "Pito perfeito" como eu o "baptizei" devem ser úteis para os computadores fazerem as continhas com extrema precisão no dominio PCM. Quando joga-se com igualizações, efeitos e misturas em alta resolução, deve dar um jeitaço para o resultado sair "bomboka"!

Bem, lá vamos nós outra vez...eu estou a falar de reprodução.

Tanto quanto sei, a relação sinal/ruído dos D/ACs está limitada a 20bits (ruído térmico) o que inviabiliza a reprodução de ficheiros com mais resolução.
E gama dinâmico dos nossos sistemas é limitada pelo o ruído de fundo das nossas salas, que deve andar entre os 20 e os 35dB; para reproduzirmos uma gravação com uma gama dinâmica de 72dB (ou 12bit) na minha o som mais alto irá sair das colunas a cerca de 110dB que é o limite especificado para as minhas colunas.
Nem mesmo monstros como estes conseguem reproduzir gravações com mais de 20bits:




Volto a citar o João Ganho (do estúdio O Ganho do Som):

Não te deixes impressionar pelos números.
O SACD e o seu 1 bit a 2.8 MHZ alega uma relação sinal-ruído superior a 120 dB?
Ora, qualquer registo a 24 bits (da parte do consumidor o DVD Audio) pode alegar, por seu lado, uma relação sinal-ruído de 144 dB (6 x 24 = 144)…
O que é que isto nos diz?
Na realidade, nada.
Somente que, enquanto profissionais e consumidores, vivemos tempos felizes e de privilégio.
Nunca na história da indústria fonográfica foi possível levar o produto final até ao consumidor com uma qualidade tão próxima ou mesmo igual ao produto original.
Agradeça-se à SONY/PHILIPS e ao senhor Bob Stuart a amabilidade.

Mas, na verdade, as verdadeiras condições de produção e reprodução estão muito longe de atingir essas especificações.
Ou mesmo de precisar delas…
Começemos pelo mais básico e, por isso, primordial: a audição humana.
Como sabes (não vou ensinar a missa ao padre, caro doutor) o limiar da audição humana são precisamente 120 dB SPL (sound pressure level).
Esta é, mais ou menos, a pressão sonora desenvolvida por um jacto 747 durante a descolagem, a 10 metros de distância.

Passemos ao microfone, esse elemento crucial e tantas vezes sujeito a tratos de polé no interior da actual indústria de gravação.
A Neumann, por exemplo, alega – repito – alega uma relação sinal-ruido de 131 dB para um dos seus microfones mais “silenciosos”, o TLM 103.
Já para o famoso M150, o mais utilizado na gravação de música clássica aquando numa configuração de Decca Tree, tudo se fica por uns simpáticos 119 dB.
Ou seja, dos 144 dB teoricamente disponíveis no registo a 24 bits, no caso mais favorável do TLM 103, já se pode prescindir de 13 deles…

De seguida, no percurso do sinal temos o pré de micro.
Um dos melhores e mais reputados fabricantes entre os profissionais da música é a Millennia.
No seu espantoso HV 3D apresenta uns teóricos 133 dB de relação sinal-ruído – o que, de resto, já se encontra limitado em 2 dB devido às especificações do microfone.

Supondo que se vai digitalizar o sinal para utilizar num registo integralmente digital, e escolhendo um bom conversor AD a 24 bits, como o Apogee 16 X, cuja relação sinal-ruído apresentada pelo fabricante se diz situar nos 120 dB, aos 131 dB inicialmente obtidos à saída do pré já se impõe uma redução de 11 dB.
Contas feitas, isto resulta na necessidade de um registo real de uns “parcos” 20 bits (120 / 6 = 20). Dreaming of 24 bits…

Uma vez no interior da mesa de mistura digital, para que o sinal de 24 bits permaneça íntegro ao longo das sucessivas fases de processamento e adicionamento (lembre-se que cada operação no meio digital, por mais simples que seja, implica uma acréscimo de bits de informação) será necessário existir hardware DSP capaz de lidar com a quantidade crescente de informação sem recorrer a truncagem de bits e assim afectar a resolução da informação em causa.
Um sistema como o Pro Tools, por exemplo, com processamento interno a 48 bits (na realidade 56) “floating point”, permite uma gestão de sinal até 288 dB dinâmicos.
O número pode parecer diabólico, mas se percebermos que estamos a lidar com um sistema que permite a mistura (adição) até 192 pistas em simulâneo, e que cada adição implica o aumento da dinâmica do sinal áudio para processamento interno (ainda não estamos a falar da conversão nos DA, atenção), cedo percebemos que, afinal, os números são convenientes para um headroom capaz de respeitar o sinal original de 24 bits (que, na realidade, no nosso caso já só contém áudio com 20 bits de relação sinal-ruído).

Por uma questão de simplicidade de explanação vamos ignorar, aqui, o facto de que cada adição de um microfone na mesa de mistura aumenta, inevitavelmente, o noise floor da mistura final.

Se, eventualmente, na fase de masterização for utilizado um processador analógico para igualização do sinal, será necessário converter, novamente, o sinal digital para analógico.
Um conversor de topo a 24 bits como o Apogee DA 16X apresenta, supostamente, uma relação sinal-ruido de 118 dB e é possível e conveniente que, na fase de conversão, seja adicionado ruído dither.
De resto, qualquer processador analógico acaba, inevitavelmente, por inserir ruído, mesmo um passivo como o Manley Massive Passive Equalizer.
No caso de ser necessário puxar algum brilho à mistura através do ganho das altas frequências, consequentemente acaba-se por puxar, de igual forma, o noise-floor da gravação por menor que este seja.
ignifica isto que a relação sinal-ruído sai diminuída substancialmente.
Possivelmente, depois desta transição para analógico o resultado final irá situar-se, com muita benevolência, nos 105 dB de relação sinal-ruído.
Ou seja: para introduzir, novamente, o sinal no meio digital para entrega na fábrica já será suficiente um conversor de 18 bits de resolução real (105 / 6 = 17.5)! 24 bits far, far away…

Como é que isto se traduz em termos acústicos, uma vez transcrito para um SACD ou DVD Audio, na casa do consumidor?
Vejamos a reprodução num caso como O Ganho do Som, onde as condições de escuta se situam num patamar de excelência e controlo monitorizados.
E, por questões de referência e erro por excesso, sempre atendendo a níveis de pressão sonora enquanto sala profissional de mistura de filmes.
Ali, temos a saída master da mesa de mistura e o conversor DA Apogee 16 X aferidos para -20 dBFS (full scale) a +4 dBu.
O que significa que, qualquer fonte a debitar um sinal registado 20 dB abaixo do ponto de clip do formato digital produz +4dBu (1,228 V) para entrada nos amplificadores Nemo.
Acusticamente, a pressão sonora para um ruído rosa de +4 dBu está nivelada a 85 dB SPL C por canal no sweet spot, segundo as indicações da SMPTE.
Um registo full scale (O dBFS) à saída da mesa equivale, enfim, a +24 dBu (12.3 Vrms) de entrada nos amplificadores e 105 dB SPL C por canal.

Por este exemplo, pode-se perceber que o produto final anteriormente referido, com uma relação sinal-ruído de 105 dB, nestas condições de escuta bem acima da norma terá um noise floor de O dB SPL C por canal (lembre-se, a propósito, que 0 dB SPL não significa ausência de som)!
Somados acusticamente, 4 canais principais (para facilitar as contas) resultariam num noise floor de 3 dB SPL C (porque em campo de escuta reverberante; 6 dB em campo de escuta directo ou próximo).
Com o ar condicionado e o computador ligados, o ruído ambiente no interior d’O Ganho do Som situa-se nos 35 dB SPL C.
Resultado?
Para além do noise-floor da gravação se encontrar 35 dB SPL abaixo do ruído ambiente e, por conseguinte, mascarado por este, a dinâmica real disponível no estúdio “resume-se” a uns 70 dB SPL C por canal para um pico intencionalmente limitado a 105 dB SPL C.
Contas feitas, o nosso registo a 24 bits até seria muito bem servido por um conversor DA de 12 bits (70 / 6 = 11,7)!
Como se costuma dizer, o valor total de uma cadeia de elementos em série a contribuir para o mesmo objectivo reside, afinal, no seu elo mais fraco.

Respondendo à tua pergunta de “como é que se masteriza para SACD em virtude do aumento da dinâmica disponível”, uma simples frase: de momento na vida real isso é, afinal, de somenos importância.
Não se muda nada em relação aos procedimentos até agora em voga.
Aos bons procedimentos, bem entendido…


Termino referindo que até agora ainda não analisei nenhum sample de 24bits com uma gama dinâmica superior a 12dB...e percebe-se porquê.

Voltando ao tópico... Razz
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PALUSE
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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Ter Jun 05 2012, 18:16



Olá a todos!

As contas dos 6 db por bit, ainda estou por entender*, mas de certeza que tem a ver com o incremento de resolução da representação da amplitude do sinal.
Para mim, venham 24 ou 30 bits, vai-se chegar ao ponto em que a resolução digital ultrapassa a fineza disponivel na electrónica "analógica", pelo menos na "imagem" da amplitude.
Falta é equiparar a densidade da resolução das fitas no dominio do tempo, com a amostragem. Isso está dependente da dimensão do pigmento, densidade, largura da pista, velocidade da fita, dimensão do "entreferro" das cabeças e mais que não sei, mas gostava de saber...
Até os nossos ouvidos, nas etapas finais tem células (cilios) para detectar frequencias diferentes, por isso, até onde vai a nossa resolução auditiva dentro da banda ???
Eu parei aqui! Já lixamos o tópico!

* Depois de um café e uma fresquissima água das pedras, eis que Fiat Lux! Em binário, cada bit acrescentado equivale a o dobro do valor, dai os 6 db (2x) por cada bit, por estarmos a referir volts como grandeza. Para a potencia as contas são diferentes...




Última edição por PALUSE em Qua Jun 06 2012, 00:54, editado 5 vez(es)
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António José da Silva
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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Ter Jun 05 2012, 18:18

PALUSE escreveu:
...Já lixamos o tópico!





Depois de todos saberem que é um site do mal amado Framer, até que o tópico ficou interessante.

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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Ter Jun 05 2012, 18:37


Tabela de formatos
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ricardo onga-ku
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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Ter Jun 05 2012, 19:04

PALUSE escreveu:
As contas dos 6 db por bit, ainda estou por entender, mas de certeza que tem a ver com o incremento de resolução da representação da amplitude do sinal.

http://en.wikipedia.org/wiki/Audio_bit_depth

http://en.wikipedia.org/wiki/Sampling_rate

http://www.lavryengineering.com/forum_images/Digital_Audio.pdf
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PALUSE
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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Ter Jun 05 2012, 19:42


Ok Ricardo, eu no intervalo comecei a magicar no assunto e cheguei lá.Coloquei uma explicação no post anterior. Já não fazia contas em base 2 há muito tempo...

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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Ter Jun 05 2012, 19:50

António José da Silva escreveu:
PALUSE escreveu:
...Já lixamos o tópico!





Depois de todos saberem que é um site do mal amado Framer, até que o tópico ficou interessante.



O tipo transmite é uma imagem de intolerancia e de "chico esperto", mas safa-se melhor que muita gente...

O Thomas Edison de certeza que não chegou ao pé do Emile Berliner e aviou-lhe com um cilindro de cêra no trazeiro, comentando-lhe ao ouvido: "Sentes bem a diferença do teu disco para o meu grande cilindro?!!"


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António José da Silva
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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Ter Jun 05 2012, 19:53

Mas pelo menos é coerente. Espetou o dedo quando o CD saiu e 30 anos depois faz o mesmo.

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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Ter Jun 05 2012, 20:00

António José da Silva escreveu:
Mas pelo menos é coerente. Espetou o dedo quando o CD saiu e 30 anos depois faz o mesmo.



De facto, enquanto não lhe puxarem o tapete debaixo dos pés...

Se lhe apertarem a tetina o tipo vira-se para outra fonte, o que deve ser dificil nesta altura do campeonato, já tem a tenda bem montada!




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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Ter Jun 05 2012, 20:05

PALUSE escreveu:
... tenda bem montada!




Com um belo do avançado.

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PALUSE
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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Qua Jun 06 2012, 00:43

António José da Silva escreveu:
PALUSE escreveu:
... tenda bem montada!




Com um belo do avançado.


Pronto, agora é que parei.
Foi divertido!



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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Qua Jun 06 2012, 12:23

PALUSE escreveu:

Ok Ricardo, eu no intervalo comecei a magicar no assunto e cheguei lá.Coloquei uma explicação no post anterior. Já não fazia contas em base 2 há muito tempo...


Então já percebes que porque razão apenas são precisos 12/13bits (72/78dB de GD) para reprodução doméstica.
Já na gravação e mistura precisamos de todos os bits possíveis e uma taxa de amostragem de 88,2 (ou 96kHz embora esta última não faça grande sentido porque 88,2 é múltiplo de 44,1, "facilitando" o downsampling nas masterizações para CD).
Proponho as seguintes leituras:

http://www.monoandstereo.com/2008/06/interview-with-dan-lavry-of-lavry.html

http://www.monoandstereo.com/2008/01/interview-with-daniel-weiss-from-weiss.html

http://ukiro.com/2011/05/12/interview-daniel-weiss/

http://www.youtube.com/watch?v=-65gN44G9hU

http://www.youtube.com/watch?v=qyb9rZgPnGo
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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Qua Jun 06 2012, 13:49

Orquestra
Boas Ricardo.
Lamento, mas não partilho o teu ponto de vista. A questão não pode ser abordada só pela dinâmica disponivel.
Por mim, gravando em digital de fonte "analógica" faço-o com o máximo de resolução temporal e amplitude disponibilizado pelo ADC, independentemente da menor dinâmica do formato que serve como fonte!



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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Qua Jun 06 2012, 15:48

PALUSE escreveu:
Orquestra
Boas Ricardo.
Lamento, mas não partilho o teu ponto de vista. A questão não pode ser abordada só pela dinâmica disponivel.
Por mim, gravando em digital de fonte "analógica" faço-o com o máximo de resolução temporal e amplitude disponibilizado pelo ADC, independentemente da menor dinâmica do formato que serve como fonte!

Mas isso foi o que eu escrevi:

"na gravação e mistura precisamos de todos os bits possíveis e uma taxa de amostragem de 88,2kHz (ou 96)"

e

"apenas são precisos 12/13bits (72/78dB de GD) para reprodução doméstica"

Ainda que no caso das "digitalizações" de masters analógicos 24bits seja um overkill pois não iremos obter mais informação do que com os 16bits...
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stardrake
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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Qua Jun 06 2012, 16:11

A avaliar pelos textos catastróficos relativos aos formatos digitais, a
norma em vigor desde 1982, no que aos CD's diz respeito, não passa
de uma grande mentira com a conivência de todos os envolvidos na
indústría.

Esta será sem dúvida uma teoria da conspiração que ,porventura, só
tem paralelo na grande mistificação que é a história do dito Aquecimento
Global, teoria do terror inventada para nos levar a aceitar, sem pensar,
todas as manipulações que, os grandes loby's da energia e matéris primas
conexas,lançam sobre nós.

Eu sei que sou pouco inteligente e velho, mas isto dos bit's
e ainda por cima, a nível doméstico, levamos com a troika;não há pachorra
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Vodoo
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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Qua Jun 06 2012, 19:06



Última edição por Vodoo em Qua Jun 06 2012, 21:06, editado 1 vez(es)
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Milton
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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Qua Jun 06 2012, 19:43


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MensagemAssunto: Re: Analog Planet   Qua Jun 06 2012, 21:20

Vodoo escreveu:
http://www.tweakheadz.com/16_vs_24_bit_audio.htm


Should you record at a high Bit Depth and Sample Rate?
Use 24bit if you've got it.
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