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Fórum para a preservação e divulgação do áudio analógico, e não só...
 
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 Questão petinente

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MJC
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MensagemAssunto: Questão petinente   Sab Jul 03 2010, 23:11

Exmo. Sr. Administrador,

Ainda que mal pergunte, gostava de saber se esta rubrica do AAP pode ser considerada como a »Sopa dos Pobres«, a Mitra, ou é o equivalente do caixote do lixo do Windows?

Ou será a Quarentena do fórum?

Fanáticamente seu,

Mário Fernandes
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Milton
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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Sab Jul 03 2010, 23:40

M Fernandes escreveu:
Exmo. Sr. Administrador,

Ainda que mal pergunte, gostava de saber se esta rubrica do AAP pode ser considerada como a »Sopa dos Pobres«, a Mitra, ou é o equivalente do caixote do lixo do Windows?

Ou será a Quarentena do fórum?

Fanáticamente seu,

Mário Fernandes
Ilustrissimo e alternadissimo colega
fez muito bem em mal perguntar..
essa é uma questão penitente Laughing
parece-me que mais do genero "mama mas não abuses" kind of
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António José da Silva
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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Dom Jul 04 2010, 00:00

Apesar de ser um fórum mais vocacionado para a paixão do áudio analógico, todos (mesmo os digitalites) são bem vindos.
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MJC
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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Dom Jul 04 2010, 00:10

Desde que não alastre...

Aliás, convém ter rubricas para os saudositas falarem de coisas defuntas, como o moribundo CD, por exemplo.

Tadinhos.

Vou lavar uns LPs, e daqui a bocado já cá volto.

Até,

MJ
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Milton
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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Dom Jul 04 2010, 00:28

epa,xiça,se dizemos mata,tu dizes logo esfola...
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RuiSousa
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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Dom Jul 04 2010, 01:47

1100011101001011100101
0011110010010011100000
1010010010010010011100
1001001001001000101011

A minha contribuição digital está dada...
a partir de agora falo de analógico.

Cumps

Rui Sousa
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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Dom Jul 04 2010, 09:22

Caro Rui,

Agradeço a sua contribuição, mas faço notar que na terceira fila binária, logo no início, a quarta trompa a contar da esquerda, deu uma nota errada. Onde devia estar um 0, está um 1.

Cumprimentos,

Mário
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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Dom Jul 04 2010, 09:25

M Fernandes escreveu:
Caro Rui,

Agradeço a sua contribuição, mas faço notar que na terceira fila binária, logo no início, a quarta trompa a contar da esquerda, deu uma nota errada. Onde devia estar um 0, está um 1.

Cumprimentos,

Mário

O que fizestes, não é nada de especial. Descobrir um erro num suporte que está cravejado deles....

Claro que estou a brincar....
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RuiSousa
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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Dom Jul 04 2010, 15:20

M Fernandes escreveu:
Caro Rui,

Agradeço a sua contribuição, mas faço notar que na terceira fila binária, logo no início, a quarta trompa a contar da esquerda, deu uma nota errada. Onde devia estar um 0, está um 1.

Cumprimentos,

Mário



Grande falha, não voltará a acontecer...



Cumps

Rui Sousa
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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Dom Jul 04 2010, 15:36

RuiSousa escreveu:


Grande falha, não voltará a acontecer...



Cumps

Rui Sousa

Isto se fosse como nas cartas de condução no estrangeiro, e com tamanha infracção, já tinhas uns pontinos e carta fora na próxima contra ordenação.
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Vodoo
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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Seg Jul 05 2010, 22:35

:m-m:


HeHeHe
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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Seg Jul 05 2010, 22:56

Vodoo escreveu:
:m-m:


HeHeHe


Mas ás vezes é necessário..... Smile)__((:
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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Ter Jul 06 2010, 09:00

Vodoo escreveu:
:m-m:


HeHeHe


Vodoo,

Aqui, até a guerra é pacífica. As armas utilizadas serão o humor (o caso deste post), o partilhar do saber e experiência, e creio de quando em vez, umas cervejocas. Vá lá, talvez uns tremoços para nos podermos agredir.
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Vodoo
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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Ter Jul 06 2010, 19:55



Ok,HeHehe e já agora como é que ficou o CDP da Sony, já funciona ???

Smile)__((:
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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Ter Jul 06 2010, 20:05

O que é um CDP.... Smile)__((:
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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Ter Jul 06 2010, 21:00

Amigo Vodoo,

Não ligue ao AJS, porque o rapaz é muito ladino.

O CDP da Sony está na mesma porque não tenho tido tempo nenhum para o abrir.

Continua com o movimento de fecho da gaveta muito lento, e deve ser um mal contagioso pois o vidro do lado direito do meu carro também está com gosma.

Tenho usado o CD de Robben Ford & The Blue Line »Mystic Mile« para testar os meus sistemas.
Como só tenho GDs na sala da música, precisei de um suporte para andar pela casa toda a testar os sistemas.
É um grande disco. Grande som, grandes músicas, tanto originais como covers, e grandes executantes.

Um abraço,

Mário

Post Scriptum: Tenho a certeza que o AJS ou o Milton me vão largar uma bojarda por causa deste comentário. Os gajos não sabem é que o meu CDP Sony é analógico.
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António José da Silva
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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Ter Jul 06 2010, 21:06

Tanto eu como o Milton vamos tentar seguir o lema.... :m-m: mas a coisa não está fácil.


Mas a pergunta que eu tinha, acabou de ficar maior. O que é um CDP....... analógico.
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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Ter Jul 06 2010, 21:26

Eu não disse que o AJS ia mandar brasa?

CDP stands for Compact Disc Player. Analógico stands for divino.
Neste momento está a tocar um fantástico CDP Thorens TD 160 MkII.
Todos os meus discos são compactos. Maneirinhos. Arrumam-se muito bem cá em casa.
Até o chegado de fresco »O Anel do Niebelungo« de Wagner. Uma compactíssima caixa com 19 compactíssimos LPs, mais um compactíssimo livro cheio de informação. Tudo muito compacto.

Um abraço compactado,

Mário
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Vodoo
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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Ter Jul 06 2010, 23:20

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Vodoo
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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Ter Jul 06 2010, 23:23



Bolas voçês trouxeram-me para aqui para sêr exorcitado !!!

Vejam lá se deixam mais as fontes de lado e tambêm falam do resto dos sistemas onde são todos analógicos !! HaHaHa

E já agora Caro MFernandes como vai a guerra com os crossovers das B&W


Abraço
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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Ter Jul 06 2010, 23:55

Vodoo escreveu:


Bolas voçês trouxeram-me para aqui para sêr exorcitado !!!

Vejam lá se deixam mais as fontes de lado e tambêm falam do resto dos sistemas onde são todos analógicos !! HaHaHa

E já agora Caro MFernandes como vai a guerra com os crossovers das B&W


Abraço

Amigo Vodoo,

Está redondamente enganado. A sua presença valoriza o fórum porque você é dos que dá luta a sério. E pelo que conheço, fala pela sua cabeça e, muito importante, ouve muita música.

Quanto à guerra com os XOvers das B&W, (você tem boa memória) abri um tópico novo noutra secção onde lhe dou conta da situação.

Uma abraço, e até lá (só o tempo de postar as fotos),

Mário
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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Ontem à(s) 11:27

Estive a dar uma vista de olhos por esta secção e eis que, passado uns dias, me deparo com um texto mesmo apropriado para deitar gasolina para o lume, eh eh eh!

Citação :
Vinyl's great, but it's not better than CDs
By Dylan Matthews
dylanmattdylan@vox.com
Apr 19, 2014, 11:00am EDT

Happy Record Store Day! There are plenty of business-related grievances to be filed against the annual vinyl celebration, but it's hard to argue with the spirit of a day encouraging people to explore and buy new music. Moreover, vinyl's just more fun as a format than MP3s or CDs; there's something viscerally satisfying about dropping the needle, and physically spinning the record back to rewind. And in a world where people feel all too welcome to hijack the playlist at parties they attend, it's nice to have a harder-to-commandeer format on offer.

Let's not fool ourselves, though. Vinyl is great, but the idea that its sound quality is superior to that of uncompressed digital recordings is preposterous. They sound different, and that's exactly the point.

What vinyl can't do

On a theoretical level, there's just no reason it should be the case that vinyl sounds better. There are built-in problems with using vinyl as a data encoding mechanisms that have no CD equivalent. Vinyl is physically limited by the fact that records have to be capable of being played without skipping or causing distortion. That both limits the dynamic range — the difference between the loudest and softest note — and the range of pitches (or "frequencies") you can hear.

If notes get too low in pitch, that means less audio can fit in a given amount of vinyl. If notes are too high, the stylus has difficulty tracking them, causing distortion. So engineers mastering for vinyl often cut back on extreme high or low ends, using a variety of methods, all of which alter the music.

For example, one common cause of high pitches in recordings is "sibilance," or the hiss-y sound produced by pronouncing certain consonants, notably "s" or "z"s, in a quick, sharp way (ex.: "zip," "shack," "sap"). This creates enough problems for engineers working in vinyl that they often have to "de-ess" recordings, either by making the pronunciation less sibilant through editing or by straight-up asking vocalists to pronounce lyrics differently.

De-essing is a common technique outside vinyl too, but then it's an artistic choice; vinyl forces de-essing upon you. If you want to keep aggressive sibilance in for aesthetic reasons, and want to press to vinyl, you're out of luck. And when de-essing is achieved through re-recording vocals, it can alter the music in subtler ways, making vocalists deliver lyrics less intensely and lose a degree of artistic expression in the process.

What CDs can do

Since CDs rely on sampling an original analog signal being recorded, they do have some frequency limitations. While vinyl records, in theory, directly encode a smooth audio wave, CDs sample that audio wave at various points and then collate those samples. "No matter how high a sampling rate is," Wired's Eliot Van Buskirk once wrote, "it can never contain all of the data present in an analog groove."

That's true. CDs work by taking a bunch of samples from a source audio wave and stringing them together. But this criticism is misleading on two counts. For one thing, vinyl pressing is not error-free, and the analog groove of a given record is not a precise replication of the audio wave recorded in the master, not least due to extreme high and low frequency limitations. It's true that CDs can't exactly replicate the whole audio wave in a master, in every case (update: in many cases, the Nyquist-Shannon theorem means it can) — but neither can vinyl records.

More importantly, the volume of sampling that CDs do should be enough to get a replica of the original recording that sounds identical to the human ear. The sampling rate for CDs is 44.1kHz, meaning that CD recordings sample the master recording 44,100 times a second, and can capture frequencies as high as 20 kHz. That is about the limit of what humans can hear; at least one experiment has confirmed that listeners in blind tests can't tell the difference between recordings that include frequencies above 21k and ones that don't. You may think you can hear more than CDs are giving you. But you probably can't.

And over time, engineers have come to make better use of those 44.1kHz. Scott Metcalfe, director of recording arts and sciences at Johns Hopkins's Peabody Institute, explains that engineers have taken to "oversampling," making digital files that use a much higher rate than 44.1kHz, and then compressing that back down to 44.1kHz for the actual CD. "It captures the signal at a much much higher sample rate and then mathematically takes it down to 44.1kHz," Metcalfe says. "It does a really good job of preserving information."

Metcalfe brings up another problem with this line of CD criticism. Even if an actual recording method can hold frequencies above 20kHz, that doesn't matter if there isn't a microphone capable of capturing them in the first place, or a speaker capable of playing them back. And most studios don't have microphones that record above 20kHz, and it's very rare for speakers to play frequencies above that. Indeed, most playback systems feature low-pass filters, which specifically cut off anything above that marker.

The fact of the matter is that CDs can create closer facsimiles than vinyl can.

What do people actually prefer?

Simply as a matter revealed preferences, the fact that Americans buy digital copies of songs at a much greater rate than alternatives suggests that they'd rather listen to digital music or CDs than vinyl. Taking both actual albums and track sales into account, the equivalent of 243.5 million digital albums were sold last year, compared to 165.4 million CDs and 6.1 million vinyl records. Given that compressed digital audio is considerably lower in quality than either CDs or vinyl, consumer certainly seem to care a lot less about audio quality than convenience.

But that's kind of an unfair comparison, given exactly that convenience differential. You can't fit thousands of tracks' worth of vinyl in your pocket and listen to it while jogging. So what happens if you set all else equal, and have people compare digital and analog audio in a controlled setting?

Unfortunately, no one appears to have done a double blind listener test comparing vinyl to CDs, but there is a good study from Florida State's John Geringer and Patrick Dunnigan doing that with CDs and high-quality cassette recordings. While cassettes sold to consumers often featured lower audio quality than vinyl records, there's nothing inherent to magnetic tape requiring that, and the format doesn't suffer from the frequency limits imposed by the risk of vinyl skipping. It's not a perfect test for our purposes, but knowing how people feel about high-quality analog stacked up to high-quality digital should tell us something about comparing vinyl to CDs.

Geringer and Dunnigan used identical microphone and mixing board setups to record four different concerts, each time using both a digital record and a high-quality analog cassette recorder (the MR-3 from audiophile favorite brand Nakamichi). They then had 40 music majors listen to the recordings, either with loudspeakers or headphones, while letting them switch between each recording at will. The test subjects were not aware of which was the digital recording, and which was the analog one. They were then asked to record their preferences.

It turns out that the music majors had a significant preferences for digital. "Participants gave significantly higher ratings to the digital presentations in bass, treble, and overall quality," Geringer and Dunnigan write. The results were weaker on some points than others (recordings of string orchestras were a particularly close call) but in no case was the average rating of the analog version higher than the average rating of the digital one. The most analog-generous thing to be taken away from the study is that there are some types of music for which people have no preference. But there were several where people had a real, noticeable preference for digital.

So why do people love vinyl?

Record enthusiasts rapidly search through boxes of vinyl records on the opening day of the annual WFMU's Record Fair, which benefits that noncommercial radio station based in Jersey City, on November 22, 2013 in New York City. Photo by Spencer Platt/Getty Images.

Perhaps the best audio-based case for vinyl is actually precisely the fact that it does mess up the original recording. A lot of vinyl fans talk about the "warmth" of records, particularly of the low-end. But, as Pitchfork's Mark Richardson puts it, "the 'warmth' that many people associate with LPs can generally be described as a bass sound that is less accurate." The difficulty of accurately translating bass lines to vinyl without making grooves too big means that engineers have to do a lot of processing to get it to work, which changes the tone of the bass in a way that, apparently, many people find aesthetically pleasing.

"Warmth" also comes from flaws in record players. As the University of Waterloo's Stanley Lipshitz once explained to Popular Science, speaker sound and the needle's height fluctuations can cause the record to vibrate, which the needle in turn picks up and translates into a "warmer" seeming sound.

Is it wrong to prefer that "warmer" sound? Of course not! It would be as preposterous to rule that out as a legitimate source of aesthetic appreciation as it would be to discount distorted guitar lines for being "less faithful" to the original guitar sound. Audio distortion can be beautiful and there's nothing wrong with liking it. But there's also something to be said for listening to music as its creators meant it to be heard, and precisely because of their "warmth" vinyl recordings sound rather different from what artists hear in the studio.

"As a recording engineer, when I go to a digital recording, what I did is exactly what I get back," Metcalfe explains. "When you record in the analog domain, what you're hearing there is different from what you sent in."

Should I stop listening to vinyl?

No! For heaven's sake, no. Each format has its charms, and their overall differences in quality are often overwhelmed by differences in the quality of initial recording equipment, in mastering approaches, and in playback setup. But if you're a vinyl collector, you also shouldn't go around telling your friends how much purer your audio is. First off, that's generally dickish behavior, but more to the point it's false. Digital recording just is more accurate. That's not the only thing worth considering by any means, but it does make the puritanism of some vinyl true believers look rather ridiculous.

Thanks to Paul Gold of Salt Mastering for help in researching this piece
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Mário Franco
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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Ontem à(s) 13:14

A polémica é importante porque alimenta a conversa e a conversa alimenta o convívio.

Portanto hoje reconheço a superior qualidade do CD mas possivelmente amanhã defenderei o aroma orgânico do Vinil.
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Cylon
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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Ontem à(s) 13:28

A minha opinião pessoal neste campo é a de que os amantes do analógico estão a optar pelo "caminho errado", por assim dizer, dadas também as limitações do - embora romântico - vinil. Fosse eu um audiófilo analógico e a minha preferência iria noutro sentido: reel to reel! Infelizmente edições neste formato são escassas, para não dizer - não tenho elementos para o afirmar - inexistentes!
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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Ontem à(s) 13:31

Mário Franco escreveu:
A polémica é importante porque alimenta a conversa e a conversa alimenta o convívio.

Portanto hoje reconheço a superior qualidade do CD mas possivelmente amanhã defenderei o aroma orgânico do Vinil.
...

Intervenção ràpida, limpida e altamente pragmàtica ... mas quão verdadeira !!! 2cclzes

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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Ontem à(s) 13:46

Cylon escreveu:
A minha opinião pessoal neste campo é a de que os amantes do analógico estão a optar pelo "caminho errado", por assim dizer, dadas também as limitações do - embora romântico - vinil. Fosse eu um audiófilo analógico e a minha preferência iria noutro sentido: reel to reel! Infelizmente edições neste formato são escassas, para não dizer - não tenho elementos para o afirmar - inexistentes!

Há muitas fitas à venda inclusivamente masters.

Mas.em alternativa pode-se comprar fitas virgens e gravà-las a partir de um Gira Discos ou um leitor de CD.

Outra experiência gira, que irei fazer brevemente, é gravar CD a partir de um Gira Discos.

Está questão dos formatos não é tão simples como se diz, ainda ontem em conversa com quem tem melhores ouvidos do que eu, me disseram que o som de um determinado Gira tangencial era tão perfeito que parecia CD.


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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Ontem à(s) 14:01

Cylon escreveu:
A minha opinião pessoal neste campo é a de que os amantes do analógico estão a optar pelo "caminho errado", por assim dizer, dadas também as limitações do - embora romântico - vinil. ...

È verdade que quando escuto Ella Fitzgerald tenho a impressão que o vinil é romântico ... mas quando escuto Autechre tenho outra impressão. È verdade também que este formato tém limites, muitos mesmo, mas qualquer outro os tém então habituei-me a viver com isso. Finalmente, o vinil é mais uma questão de atitude que de resultado, mas isso não pode ser compreendido por todos ...

cheers

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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Ontem à(s) 14:28

TD124 escreveu:
então habituei-me a viver com isso.

cheers

Pois. Eu também me tenho habituado a viver com isso.

Além de aceitar esse facto até se pode tirar partido disso.

Mas primeiro tem de se escolher um objetivo (o som "perfeito" ou o som "confortável" ou qualquer coisa que tenha parte dos dois).

Eu como entusiasta do áudio ( desde há muitas décadas) tenho cada vez menos vontade escolher um caminho definitivo.

As certezas são boas para os vendedores. Para nós não a desinformação mas sim à incerteza.

Como o Paulo TD disse no outro dia, nós ouvimos " música enlatada".

cheers

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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Ontem à(s) 15:35

Mário Franco escreveu:
Mas.em alternativa pode-se comprar fitas virgens e gravá-las a partir de um gira-discos ou um leitor de CD. Outra experiência gira, que irei fazer brevemente, é gravar CD a partir de um Gira Discos.

A meu ver, passar de gira-discos ou leitor de CD para reel-to-reel é tentar "criar o puro a partir do impuro". Por exemplo, tenho um colega meu que comprou um AKAI GM-4000D para fazer isso mesmo! Acho, sinceramente, perca de tempo - e de dinheiro - embora tenha lido algures que o resultado final de CD para fita (não sei se não se refeririam a cassete), num osciloscópio, traduz-se em curvas de som "arredondadas", portanto mais amigáveis para os ouvidos! Tenho de ver se volto a encontrar esse artigo...

Já gravar CD a partir de gira-discos tem sido prática corrente, pese embora o mercado, nestes últimos anos, ter sido inundado de equipamentos que, visando esse efeito, são de qualidade muito duvidosa, como se sabe.

Mário Franco escreveu:
Há muitas fitas à venda; inclusivamente masters.

A minha dúvida nesse campo era a de que eu efectivamente, na nossa exposição do ano passado havia visto - e ouvido - uma dessas fitas; no entanto, dada a sua antiguidade, não tinha a certeza se as mesmas ainda eram regularmente produzidas.
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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Ontem à(s) 16:55

Cylon escreveu:
... passar de gira-discos ou leitor de CD para reel-to-reel é tentar "criar o puro a partir do impuro". Por exemplo, tenho um colega meu que comprou um AKAI GM-4000D para fazer isso mesmo! ...

Uma copia, e qualquer que seja, nunca pode ser superior ao original ... mas em certos casos pode soar melhor (mais eufonica)! Não penso que as pessoas queiram "lavar mais branco do que branco" mas simplesmente ter prazer. A sensação de possuir, ver e manipular um gravador de bobines é muito pessoal e pode justificar essa compra assim que o prazer de ouvir nessa màquina as copias que fez ...

Tenho o CD editado em 2005 dos Durutti Column "Amigos em Portugal" (Kooky Records) aonde està escrito que o CD é uma copia do vinilo original pois as Masters estão perdidas (ou algo assim). Quando ouço esse CD (ou o ficheiro) é verdadeiramente muito "analogico" como escuta ... o que me pareçe normal pois durante a gravação o disco foi copiado, mas o som da célula, braço e gira também. Esse CD soa então como o "setup analogico" utilisado pela editora para ler o vinilo original ... e é mais do que suficiente para disfrutar da obra cheers

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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Ontem à(s) 17:14

Mário Franco escreveu:
... Eu como entusiasta do áudio ( desde há muitas décadas) tenho cada vez menos vontade escolher um caminho definitivo. ...

Amigo Mario compreendo perfeitamente mas, eu até ném me importava de enveredar por um caminho definitivo pois, mudei tantas vezes de direção que seria-me confortàvel (penso) de deixar de procurar um ideal! O problema é que não conheço nenhum caminho que se seja tão superior aos outros que se torne (subjectivamente e objectivamente) algo com uma forma parecida à perfeição ou ao absoluto ... justificando então que o escolhesse como definitivo!

Então continuo a coabitar, a buscar, a mudar, a pensar, a provar, a tentar ... e até ném me queixo !!! cheers

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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Ontem à(s) 18:56

TD124 escreveu:
Mário Franco escreveu:
... Eu como entusiasta do áudio ( desde há muitas décadas) tenho cada vez menos vontade escolher um caminho definitivo. ...

Amigo Mario compreendo perfeitamente mas, eu até ném me importava de enveredar por um caminho definitivo pois, mudei tantas vezes de direção que seria-me confortàvel (penso) de deixar de procurar um ideal! O problema é que não conheço nenhum caminho que se seja tão superior aos outros que se torne (subjectivamente e objectivamente) algo com uma forma parecida à perfeição ou ao absoluto ... justificando então que o escolhesse como definitivo!

Então continuo a coabitar, a buscar, a mudar, a pensar, a provar, a tentar ... e até ném me queixo !!! cheers

Pois e se tivesse de classificar a minha posição creio que seria semelhante. Seria uma chatice chegar a um resultado definitivo, quando isso acontecer deixo o áudio e dedico-me à filatelia lol!
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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Ontem à(s) 19:35

TD124 escreveu:
A sensação de possuir, ver e manipular um gravador de bobines é muito pessoal e pode justificar essa compra assim que o prazer de ouvir nessa máquina as copias que fez.

Muita razão lhe dou! A dita "audiofilia" vai muito para além do áudio. Seria interessante, até, ver um estudo psicológico à volta de todas as vertentes da mesma, pois não estamos a falar somente de som...
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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Ontem à(s) 23:36

Cylon escreveu:
TD124 escreveu:
A sensação de possuir, ver e manipular um gravador de bobines é muito pessoal e pode justificar essa compra assim que o prazer de ouvir nessa máquina as copias que fez.

Muita razão lhe dou! A dita "audiofilia" vai muito para além do áudio. Seria interessante, até, ver um estudo psicológico à volta de todas as vertentes da mesma, pois não estamos a falar somente de som...

Um estudo psiquiátrico?
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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Hoje à(s) 09:53

Não... psicológico basta. É mais que o som. São os aparelhos; o design, o olhar para os mesmos, o tocar-lhes e mostrá-los aos amigos e familiares, falando horas a fim das suas virtudes e do que lá toca, manipulá-los; até mesmo a disposição e a decoração da sala que varia em função do sistema. Todas essas e mais um sem número de variáveis...
Enfim, acho que este fórum dava para alguém fazer uma tese de mestrado!!! lol!
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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Hoje à(s) 09:58

Cylon escreveu:
TD124 escreveu:
A sensação de possuir, ver e manipular um gravador de bobines é muito pessoal e pode justificar essa compra assim que o prazer de ouvir nessa máquina as copias que fez.

Muita razão lhe dou! A dita "audiofilia" vai muito para além do áudio. Seria interessante, até, ver um estudo psicológico à volta de todas as vertentes da mesma, pois não estamos a falar somente de som...

O estudo psicológico seria muito interessante e revelador mas se calhar traria algum desencanto.

Todas as pessoas que tenho conhecido neste meio ( e eu próprio) são crianças crescidas com os seus "brinquedos".

Tudo isso é normal e tem uma mística que não deve ser desmontada (se for analisada perde o encanto).

Quando a brincadeira se transforma (por via da "razão") numa pseudo ciência é que o assunto entra no domínio da psiquiatria lol! .


Última edição por Mário Franco em Dom Fev 17 2019, 10:18, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Hoje à(s) 10:03

Há de tudo para todos.

Um cd que parece um vinil...


...e um vinil que parece um cd-r gigante...



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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Hoje à(s) 10:07

eu cá, desde que tenha botões para brincar…
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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Hoje à(s) 11:35

Cylon escreveu:
... É mais que o som. São os aparelhos; o design, o olhar para os mesmos, o tocar-lhes e mostrá-los aos amigos e familiares, falando horas a fim das suas virtudes e do que lá toca, manipulá-los; até mesmo a disposição e a decoração da sala que varia em função do sistema. Todas essas e mais um sem número de variáveis...

Nesse aspecto o audio pode se tornar algo de "obcessional" e fazer esqueçer o seu destino inicial ... reproduzir o melhor possivel a musica gravada, que seja num CD, gira discos, gravador ou radio. A paixão pelo audio revela vàrios tipos de audiofilos aonde nos extremos temos os que são apaixonados essencialmente pela musica e os que são apaixonados essencialmente pelos aparelhos. Entre os dois existém todas as diferentes doses destes extremos e mesmo aqueles que dizem gostar da musica porque adoram os aparelhos e ao contràrio os que preferindo a musica começam a gostar dos aparelhos. Mas, fundamentalmente são seres diferentes ... e dai as desavenças muitas vezes!!!

Mário Franco escreveu:
... Todas as pessoas que tenho conhecido neste meio ( e eu próprio) são crianças crescidas com os seus "brinquedos".

Tudo isso é normal e tem uma mística que não deve ser desmontada (se for analisada perde o encanto)...

Compreendo o que diz e estou de acordo, mas os brinquedos chateiam sempre passado um tempo e é necessario outro, e outro, e outro. Tento me curar em enveredando pela via do minimalismo e em possuindo o minimo possivel de "objectos audio" ... mas compro mais discos e dou-me conta que eles também são um brinquedo !!!...

Nada fàcil de deixar de ser audiofilo ... é mais fàcil deixar de fumar, penso lol!

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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Hoje à(s) 11:54

TD124 escreveu:
Cylon escreveu:
... É mais que o som. São os aparelhos; o design, o olhar para os mesmos, o tocar-lhes e mostrá-los aos amigos e familiares, falando horas a fim das suas virtudes e do que lá toca, manipulá-los; até mesmo a disposição e a decoração da sala que varia em função do sistema. Todas essas e mais um sem número de variáveis...

Nesse aspecto o audio pode se tornar algo de "obcessional" e fazer esqueçer o seu destino inicial ... reproduzir o melhor possivel a musica gravada, que seja num CD, gira discos, gravador ou radio. A paixão pelo audio revela vàrios tipos de audiofilos aonde nos extremos temos os que são apaixonados essencialmente pela musica e os que são apaixonados essencialmente pelos aparelhos. Entre os dois existém todas as diferentes doses destes extremos e mesmo aqueles que dizem gostar da musica porque adoram os aparelhos e ao contràrio os que preferindo a musica começam a gostar dos aparelhos. Mas, fundamentalmente são seres diferentes ... e dai as desavenças muitas vezes!!!

Mário Franco escreveu:
... Todas as pessoas que tenho conhecido neste meio ( e eu próprio) são crianças crescidas com os seus "brinquedos".

Tudo isso é normal e tem uma mística que não deve ser desmontada (se for analisada perde o encanto)...

Compreendo o que diz e estou de acordo, mas os brinquedos chateiam sempre passado um tempo e é necessario outro, e outro, e outro. Tento me curar em enveredando pela via do minimalismo e em possuindo o minimo possivel de "objectos audio" ... mas compro mais discos e dou-me conta que eles também são um brinquedo !!!...

Nada fàcil de deixar de ser audiofilo ... é mais fàcil deixar de fumar, penso lol!

Pois, como dizia o outro: navegar é preciso viver não é preciso... cheers

(Reserve-se-me o direito de defender amanhã a antítese do que agora afirmo) lol!

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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Hoje à(s) 12:59

Mário Franco escreveu:
... (Reserve-se-me o direito de defender amanhã a antítese do que agora afirmo)  lol!

A contradição, ao contràrio do "espirito de contradição", é um exercicio que deveria ser praticado regularmente

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MensagemAssunto: Re: Questão petinente   Hoje à(s) 13:05

Mário Franco escreveu:
TD124 escreveu:
Cylon escreveu:
... É mais que o som. São os aparelhos; o design, o olhar para os mesmos, o tocar-lhes e mostrá-los aos amigos e familiares, falando horas a fim das suas virtudes e do que lá toca, manipulá-los; até mesmo a disposição e a decoração da sala que varia em função do sistema. Todas essas e mais um sem número de variáveis...

Nesse aspecto o audio pode se tornar algo de "obcessional" e fazer esqueçer o seu destino inicial ... reproduzir o melhor possivel a musica gravada, que seja num CD, gira discos, gravador ou radio. A paixão pelo audio revela vàrios tipos de audiofilos aonde nos extremos temos os que são apaixonados essencialmente pela musica e os que são apaixonados essencialmente pelos aparelhos. Entre os dois existém todas as diferentes doses destes extremos e mesmo aqueles que dizem gostar da musica porque adoram os aparelhos e ao contràrio os que preferindo a musica começam a gostar dos aparelhos. Mas, fundamentalmente são seres diferentes ... e dai as desavenças muitas vezes!!!

Mário Franco escreveu:
... Todas as pessoas que tenho conhecido neste meio ( e eu próprio) são crianças crescidas com os seus "brinquedos".

Tudo isso é normal e tem uma mística que não deve ser desmontada (se for analisada perde o encanto)...

Compreendo o que diz e estou de acordo, mas os brinquedos chateiam sempre passado um tempo e é necessario outro, e outro, e outro. Tento me curar em enveredando pela via do minimalismo e em possuindo o minimo possivel de "objectos audio" ... mas compro mais discos e dou-me conta que eles também são um brinquedo !!!...

Nada fàcil de deixar de ser audiofilo ... é mais fàcil deixar de fumar, penso lol!

Pois, como dizia o outro: navegar é preciso viver não é preciso...  cheers

(Reserve-se-me o direito de defender amanhã a antítese do que agora afirmo)  lol!



O Método Dialético, frequentemente referido apenas como Dialética, é uma forma de discurso entre duas ou mais pessoas que possuem diferentes pontos de vista sobre um mesmo assunto, mas que pretendem estabelecer a verdade através de argumentos fundamentados e não simplesmente vencer um debate ou persuadir o opositor.

Ou seja desde que não haja casmurrice a coisa corre bem.... lol!
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