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 A rodar XLIII

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José Miguel
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qua Ago 22 2018, 18:57

Ui... Como resistir a um bom desafio!!! Smile


Tão, mas tão bom o encontro de Olívia com Barca do Sol... Wink
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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qua Ago 22 2018, 19:02

José Miguel escreveu:
Ui... Como resistir a um bom desafio!!! Smile


Tão, mas tão bom o encontro de Olívia com Barca do Sol... Wink


Ela depois de levar com os SSS já deve estar em trabalho de parto de trigémeos

De qualquer forma Miguel bem vindo à "arena"...
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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qua Ago 22 2018, 19:14

Uma jóia este registo:





Mora cá a edição original
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José Miguel
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qua Ago 22 2018, 19:26

O Alexandre Vieira quer mesmo reviver anos de ouro...


Esta capa recorda-lhe algum quarto...?????
dvil

Na caixa dos discos a um euro estava este, achei curioso e ainda por cima foi Produzido por John Cale!!


Bem bom, David Kubinec - Somethings Never Change (1978).
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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qua Ago 22 2018, 19:27

Depois das extenuantes 45RPM, de volta ao álbum clássico de 33RPM desta feita para mim com o melhor trabalho desta enorme banda. Que tive privilégio de ouvir ao vivo.



Este disco teve a participação do brilhante Robert Smith (The Cure).


"The album was mainly well received upon release. Melody Maker wrote: "Parts of it are so wistfully carefree that it's impossible not to credit Robert Smith as the talisman – his irreverence seems to course through everything. 'Take Me Back' is the Banshees rollicking like some primitive jazz combo drunk on the Good Lord's wine. On 'Belladonna', Smith's liquid guitar relaxes Sioux to the extent that she drops a few masks to reveal her vulnerability. When the siren sings 'daylight devours your unguarded hours', she's illuminating her own predicament so acutely it surely can't be coincidence. 'Dazzle', too, is naively daring: Siouxsie's voice, framed alone against the firmament of strings. It could be Lloyd Webber's Cats or something by Vaughn Williams. You can get impressed, wrapped up and lost in this'".[5]


Siouxsie and the Banshees with Robert Smith in 1983, left to right: Steven Severin, Budgie, Siouxsie Sioux and Robert Smith
The album received very favourable retrospective reviews. AllMusic critic Stephen Cook gave a 4.5-star rating to Hyæna and wrote: "The emphasis here is on layered arrangements and pop tunes disguised as art-house production numbers ("Dazzle"); tasteful horn and keyboard parts expand the group's guitar-dominated sound and provide Siouxsie with an airy and dreamlike backdrop in which to fully display her considerable vocal talents".[4] When the album was reissued, The Quietus said: "[It was] their most experimental work, Smith's presence is keenly felt on the disciplined execution of the grandiose "Dazzle" or the starkly seductive "Swimming Horses". But the real treasures were buried deep within the album. The lysergic Spaghetti Western twang of "Bring Me The Head of the Preacher Man" is evocative in its execution while the densely epic "Blow The House Down" finds Smith indelibly stamping his mark on the track courtesy of some his finest guitar work".[6]

Hyæna was namechecked by Brett Anderson, the singer of Suede.[7] James Dean Bradfield of Manic Street Preachers hired producer Hedges because he loved the sound on lead single "Swimming Horses". Bradfield stated: "Swimming Horses' by the Banshees – what a fucking record that is! [...] I remember thinking 'You really care about that record. I'm gonna have to chase that record down." He also mentioned the importance of the drums: "I loved [...] Banshees records where everything starts with the drums"
." In Wiki


Última edição por Alexandre Vieira em Qua Ago 22 2018, 19:29, editado 1 vez(es)
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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qua Ago 22 2018, 19:28

José Miguel escreveu:
O Alexandre Vieira quer mesmo reviver anos de ouro...


Esta capa recorda-lhe algum quarto...?????
dvil

Na caixa dos discos a um euro estava este, achei curioso e ainda por cima foi Produzido por John Cale!!


Bem bom, David Kubinec - Somethings Never Change (1978).

Bem recorda-me o meu...lool

Este disco que não o tenho mas conheço é enorme!
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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qua Ago 22 2018, 20:01

Para abrir o apetite para o jantar



Não pararei de recomendar a audição deste enorme trabalho dos Foxygen!
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José Miguel
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qua Ago 22 2018, 20:20

O Fórum anda (infelizmente) algo adormecido, mas o Alexandre Vieira está em grande forma!!!

Wink
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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qua Ago 22 2018, 20:43

José Miguel escreveu:
O Fórum anda (infelizmente) algo adormecido, mas o Alexandre Vieira está em grande forma!!!

Wink

lol!


Vamos colocar isto no patamar do som improvável!



Tenho este trabalho que na verdade são dois em vinil. Nem sei bem quando o comprei, mas sei que é um daqueles discos que quando toca deixa-me louco
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José Miguel
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qua Ago 22 2018, 20:51

Bem, bem... dos Tuxedomoon só conheço este:

Desire é um belo álbum, a banda pisa uns terrenos muito interessantes. Wink
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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qua Ago 22 2018, 21:37




Para acabar bem a noite, com este disco que comprei na Escócia

BEETHOVEN SYMPHONY No.6 IN F MAJOR OP.68 PASTORAL, 12" VINYL LP, HALLMARK RECORDS, SHM 504 (1967)


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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qua Ago 22 2018, 21:46

Fui arrumar um disco e descobri este na prateleira dos fundos...

E pronto já está a rodar.




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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qui Ago 23 2018, 16:53



Caramba que maravilha!
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qui Ago 23 2018, 18:57

Sempre fantástico este disco

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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qui Ago 23 2018, 19:40

Como eu não percebo nada de Jazz. Não sei se ele toca trompete, saxofone ou ferrinhos.

Mas que toca bem, toca! E resto da banda também não toca nada mal.


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anibalpmm
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qui Ago 23 2018, 19:45

Obra fantástica de Richard Davis
Acompanhado por Jerry Dodgion (sax alto), Eddie Daniels (sax tenor) e Pepper Adams (sax baritone). E ainda por Freddie Hubbard(trompete) e Jimmy Knepper (trombone), Roland Hanna (piano) e Louis Hayes (bateria).

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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qui Ago 23 2018, 19:47

anibalpmm escreveu:
Obra fantástica de Richard Davis
Acompanhado por Jerry Dodgion (sax alto), Eddie Daniels (sax tenor) e Pepper Adams (sax baritone). E ainda por Freddie Hubbard(trompete) e Jimmy Knepper (trombone), Roland Hanna (piano) e Louis Hayes (bateria).


E o quem toca os ferrinhos? lol!
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qui Ago 23 2018, 19:48

Alexandre Vieira escreveu:
Como eu não percebo nada de Jazz. Não sei se ele toca trompete, saxofone ou ferrinhos.  

Mas que toca bem, toca! E resto da banda também não toca nada mal.  


Toca e muito bem sax, e foi um concerto do camandro no 1.º super bock super rock cheers
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qui Ago 23 2018, 19:49

Alexandre Vieira escreveu:
anibalpmm escreveu:
Obra fantástica de Richard Davis
Acompanhado por Jerry Dodgion (sax alto), Eddie Daniels (sax tenor) e Pepper Adams (sax baritone). E ainda por Freddie Hubbard(trompete) e Jimmy Knepper (trombone), Roland Hanna (piano) e Louis Hayes (bateria).


E o quem toca os ferrinhos? lol!
Ferrinhos é para o rock indie
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qui Ago 23 2018, 19:52



Para ti Anibal, um dos melhores álbuns de sempre da Pop, Folk, Indie, sei lá muito difícil classificar este monstro!

Deixo aqui esta critica ao álbum que achei uma delícia.

http://blogs.elpais.com/motel-americana/2010/08/magnetic-fields.html
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qui Ago 23 2018, 19:53

Alexandre Vieira escreveu:


Para ti Anibal, um dos melhores álbuns de sempre da Pop, Folk, Indie, sei lá muito difícil classificar este monstro!

Deixo aqui esta critica ao álbum que achei uma delícia.

http://blogs.elpais.com/motel-americana/2010/08/magnetic-fields.html
É sem dúvida muito bom e conheço muito bem
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qui Ago 23 2018, 20:21

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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qui Ago 23 2018, 20:55

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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qui Ago 23 2018, 20:57


Excelente como muitos das edições da Amiga Jazz
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qui Ago 23 2018, 21:27

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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qui Ago 23 2018, 22:20

Um dos melhores dos 90, se não mesmo de sempre

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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Sex Ago 24 2018, 00:24

anibalpmm escreveu:
Um dos melhores dos 90, se não mesmo de sempre


É brutal. Se é o melhor....
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Sex Ago 24 2018, 21:03

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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Sex Ago 24 2018, 21:50




É mesmo Divine
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Sab Ago 25 2018, 13:06



Pessoal do Jazz, por favor nem se atrevam a comentar.

Isto não é para o vosso palato!

smedley
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Sab Ago 25 2018, 13:34



Pity the band stuck in the last-chance saloon. Once you’ve squandered your success and your corporate paymasters are worried about the running costs of their shareholders’ yachts, you’re going to get reined in. So pity MGMT. After 2010’s ‘Congratulations’ – a bitter, courgette-flavoured lozenge compared to the candyfloss pop of debut album ‘Oracular Spectacular’ in 2007 – their self-titled third album surely sees the band coerced into that purgatory, forced to whip up more ironic electro anthems under the threat of losing their deal…
The hell it does. Despite their decimated fanbase, Andrew VanWyngarden and Ben Goldwasser have refused to back down from their ongoing musical odyssey. In truth, outside of the accountants’ offices, ‘Congratulations’ was no disappointment: a set of pocket symphonies packed with more ideas than most bands have in their whole careers. But it was just too different to their debut for most casual fans, being inspired more by the alternative ’80s of Television Personalities and The Deep Freeze Mice than Bowie or Prince.
‘MGMT’ is something else entirely, though, and even more far-out than the whimsical treats of ‘Alien Days’ and ‘Your Life Is A Lie’ have so far suggested. It’s a dark, difficult album – perhaps the weirdest that a major label has released in years – that shares the electronic soundbed of ‘Oracular…’, but little else. Throughout, the drums are distorted and glitchy, and synths drift woozily by, having more in common with Boards Of Canada’s acid mysticism than the glittering, glammy riffs of MGMT’s debut. Recorded by Andrew and Ben without their live band, and with the help of producer Dave Fridmann, it really does sound like two stoned bedroom explorers, lost beneath an avalanche of vintage synths, bravely blasting even further away from what normally troubles the charts on Earth.
So the tie-dye T-shirts and proggy twists and turns may have gone, but this is undoubtedly the most mind-altering, psychedelic music MGMT have yet made. The mantra-like ‘I Love You Too, Death’ is decorated with Indian drones and finger cymbals; ‘Mystery Disease’, which chugs along with all the inertia and menace of Suicide covering ‘Tomorrow Never Knows’, is packed with VanWyngarden’s eerie, dead-eyed proclamations. All together now, V Festival: “When the west wind sweeps through the leaves/ Emperors of history fall to their knees”.
One highlight is ‘Introspection’, a cover of a forgotten ’60s gem by Faine Jade, which unwittingly exposes the inner workings of the whole album: yesteryear’s drug-damaged psych-folk flights of fancy clothed in the harsh digital fineries of today. On the sombre peaks of ‘An Orphan Of Fortune’ and ‘A Good Sadness’, the dewy-eyed melodies and dismembered arrangements are complemented by lyrics dripping with childhood memories and spooky, half-remembered dreams.
Some will still lament the death of ‘pop MGMT’. Aside from ‘Alien Days’, ‘Your Life Is A Lie’ and the jaunty electro-strut of ‘Plenty Of Girls In The Sea’, which unsettlingly comes on like Fiery Furnaces covering The Kinks, there’s little here that would please those fans who never bothered with ‘Congratulations’. But no-one needs them to churn out inferior versions of ‘Kids’ for cash – after all, Foster The People do that well enough. In a world where bands exist merely to bag the next phone ad soundtrack, the guts and wild abandon of the pair’s singular, foolhardy vision is rare indeed. In fact, as if it wasn’t clear enough already, MGMT aren’t here to please you, or their label – and if you think they owe you another ‘Kids’, you’re as misguided as the grannies who lost interest when The Beatles got into those jazz cigarettes and went a bit funny.
So, all aboard: ‘MGMT’ might be an uncomfortable journey at times, but it’s also a transcendental one you’ve never been on before. Forget the shareholders – it’s time for us to give MGMT a proper chance, on their own terms.

Read more at https://www.nme.com/reviews/album/reviews-mgmt-14769#VrziJFSOwjgWcxq3.99
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Sab Ago 25 2018, 13:50



Tram - A Kind Of Closure

"...Tram are on an upward quality curve, which leaves a lot of hope that they might yet make a whole album full of the tension and stately grace that mark the best moments here. For now, if you're looking for a quiet, slow album that's easy to spend a lot of time with, this one comes highly recommended..."

Pitchfork
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Sab Ago 25 2018, 15:14

Alexandre Vieira escreveu:


Pessoal do Jazz, por favor nem se atrevam a comentar.

 Isto não é para o vosso palato!

smedley
Deve ser pq usam ferrinhos
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Sab Ago 25 2018, 16:01

anibalpmm escreveu:
Alexandre Vieira escreveu:


Pessoal do Jazz, por favor nem se atrevam a comentar.

 Isto não é para o vosso palato!

smedley
Deve ser pq usam ferrinhos

Para usar ferrinhos é preciso ter a cadência e conseguir acompanhar o compasso. Coisa que em outras áreas da musica (?) lol! não conseguem efectuar. Como disse um amigo meu, que por acaso é músico, fazer Jazz é fácil, existe pior ou melhor mas todos conseguem lá chegar, o problema é conseguir criar e sintetizar uma melodia. Isso não é para todos.
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Sab Ago 25 2018, 16:13

Alexandre Vieira escreveu:
anibalpmm escreveu:
Alexandre Vieira escreveu:


Pessoal do Jazz, por favor nem se atrevam a comentar.

 Isto não é para o vosso palato!

smedley
Deve ser pq usam ferrinhos

Para usar ferrinhos é preciso ter a cadência e conseguir acompanhar o compasso. Coisa que em outras áreas da musica (?) lol!  não conseguem efectuar. Como disse um amigo meu, que por acaso é músico, fazer Jazz é fácil, existe pior ou melhor mas todos conseguem lá chegar, o problema é conseguir criar e sintetizar uma melodia. Isso não é para todos.
deve se isso q o Cage procura - melodia  lol!
Melodia é o q eu quiser ouvir, até o silêncio pode melódico
Até uma dissonância pode ser melódica, mas claro q isso não é para todos  
Sim, eu percebo sisters of mercy é o protótipo da melodia, assim como a Rihana ou os Einsturzand neubaten


Última edição por anibalpmm em Sab Ago 25 2018, 16:20, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Sab Ago 25 2018, 16:18

anibalpmm escreveu:
Alexandre Vieira escreveu:
anibalpmm escreveu:
Alexandre Vieira escreveu:


Pessoal do Jazz, por favor nem se atrevam a comentar.

 Isto não é para o vosso palato!

smedley
Deve ser pq usam ferrinhos

Para usar ferrinhos é preciso ter a cadência e conseguir acompanhar o compasso. Coisa que em outras áreas da musica (?) lol!  não conseguem efectuar. Como disse um amigo meu, que por acaso é músico, fazer Jazz é fácil, existe pior ou melhor mas todos conseguem lá chegar, o problema é conseguir criar e sintetizar uma melodia. Isso não é para todos.
deve se isso q o Cage procura - melodia

Melodia é o q eu quiser ouvir, até o silêncio pode melódico
Sim, eu percebo sisters of mercy é o protótipo da melodia, assim como a Rihana

Rihana!!!!

Claro que são, mesmo os ambientes electrónicos nos podem transmitir emoção. E a Riahana se calhar até faz boa música, mas eu não entendo. O Jazz provoca-me a mesma falta de emoção...
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Sab Ago 25 2018, 16:21

O que não entendo é porque é que Sra. que me limpa a casa, tem o condão de me fazer estar todos os sábados a posicionar novamente dos dois sistemas que nunca mas soam como soavam na quinta feira anterior!

Isso é que me tira o sono, um tipo sabe logo que mexeu, mesmo sabendo que não o deveria fazer. affraid
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Sab Ago 25 2018, 16:24



Entretanto por aqui roda...
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Sab Ago 25 2018, 16:48

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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Sab Ago 25 2018, 17:01

Alexandre Vieira escreveu:


Para usar ferrinhos é preciso ter a cadência e conseguir acompanhar o compasso. Coisa que em outras áreas da musica (?) lol!  não conseguem efectuar. Como disse um amigo meu, que por acaso é músico, fazer Jazz é fácil, existe pior ou melhor mas todos conseguem lá chegar, o problema é conseguir criar e sintetizar uma melodia. Isso não é para todos.

Boa tarde!!!

Isto vai uma animação, para o Alexandre e Aníbal os meus

Quanto a isso do Jazz... Não posso concordar e a prova disso são os "standards" de Jazz tantas vezes tocados e ensinados nas escolas... Vamos lá ver se todos chegam a eles???

Conheço Músicos que fizeram formação Clássica e hoje tocam em Orquestras como a das Beiras, Nacional ou Casa da Música, nas pausas têm projectos de Noise, Ambient, Jazz, Metal... Música é tudo isso e muito mais, até o que não nos toca - mas que pode vir a tocar.

Ainda por estes dias reencontrei aqui em Viseu pessoas ligadas à PortaJazz (Porto), com quem trabalhei na Invicta... Conversamos sobre o trajecto do Jazz em Portugal e como ele parece ter uma "assinatura"... Para os meus ouvidos ensinam demasiado Coltrane... Nem as guitarras docemente tocadas me fazem pensar em outro nome...


Outra conversa...

O Alexandre gosta de coisas mais mexidas, então vamos lá:


E se uma banda de Rock Progressivo, com perceptíveis influências de Jazz tivesse lançado as fundações do Punk em 1971!?!?

Sim, uns seis anos antes do tempo... Wink - entrevistas de Músicos ligados a Wire ou Television revelam que este Electrique Camembert era conhecido.

Nem sempre as coisas são tão simples como parecem, mas este álbum dos Gong é um e merece que o Alexandre, se não o conhece, passe a conhecer!! Smile

Não creio que passe a adorar Jazz, mas talvez abra uma janela a essa Música Maluca! Depois diga coisas...
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anibalpmm
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Sab Ago 25 2018, 18:13

Alexandre Vieira escreveu:

 Rihana!!!!

Claro que são, mesmo os ambientes electrónicos nos podem transmitir emoção. E a Riahana se calhar até faz boa música, mas eu não entendo. O Jazz provoca-me a mesma falta de emoção...

Claro q há muita gente q gosta da Rihana e a axa melódica, tal como os Sisters of Mercy, mas não gosto nem de um nem de outro (mesmo quando era um fan incondicional do rock indie nunca gostei dos SoM)
Há uns anos atrás dizia o mesmo q o meu caro amigo Alexandre, não gostava de jazz, não encontrava melodia, não me emocionava, tinha o q na minha terra chamam fernicoques só de o ouvir.
Mas felizmente passei a gostar (foi um processo lento e implicou alguma insistência da minha parte -  a arte tal como a musica não é só emoção, tb tem muito de razão/inteligência), hoje penso q o Jazz veio abrir os meus horizontes musicais e emoção é o q encontro cada vez mais no jazz e cada vez menos em outros géneros musicais (e eu axo q até sou muito ecléctico).
o jazz é um género muito variado e há muitos tipos de jazz q tenho dificuldade ainda em gostar mas o bop, hard bop, modal, free, avant-garde, swing, algumas Big bands, só para citar alguns, entram e bem no meu goto


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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Sab Ago 25 2018, 21:44

Roda agora este q foi o 1.º como band leader do Oliver Lake, consagrado altoista, mas q tb toca sax soprano e flauta. Fundador dos World Saxophone Quartet (com David Murray, Julius Hemphill e Hamiet Bluiett). Disco notável e avant-garde, onde se nota a grande influência dos AEoC
obrigatório IMHO



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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Sab Ago 25 2018, 22:21

Outro disco avant-garde de um dos co-fundadores dos World Saxophone Quartet, altoista mas tb sax soprano, tenor e flauta
Uma obra essencial IMHO
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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Dom Ago 26 2018, 14:32

anibalpmm escreveu:
Alexandre Vieira escreveu:

 Rihana!!!!

Claro que são, mesmo os ambientes electrónicos nos podem transmitir emoção. E a Riahana se calhar até faz boa música, mas eu não entendo. O Jazz provoca-me a mesma falta de emoção...

Claro q há muita gente q gosta da Rihana e a axa melódica, tal como os Sisters of Mercy, mas não gosto nem de um nem de outro (mesmo quando era um fan incondicional do rock indie nunca gostei dos SoM)
Há uns anos atrás dizia o mesmo q o meu caro amigo Alexandre, não gostava de jazz, não encontrava melodia, não me emocionava, tinha o q na minha terra chamam fernicoques só de o ouvir.
Mas felizmente passei a gostar (foi um processo lento e implicou alguma insistência da minha parte -  a arte tal como a musica não é só emoção, tb tem muito de razão/inteligência), hoje penso q o Jazz veio abrir os meus horizontes musicais e emoção é o q encontro cada vez mais no jazz e cada vez menos em outros géneros musicais (e eu axo q até sou muito ecléctico).
o jazz é um género muito variado e há muitos tipos de jazz q tenho dificuldade ainda em gostar mas o bop, hard bop, modal, free, avant-garde, swing, algumas Big bands, só para citar alguns, entram e bem no meu goto



Amigo Aníbal eu assumo esta ortodoxia na brincadeira.

Tanto em Portugal como no estrangeiro adoro ver Jazz ao vivo, adoro ir ao Braço de Prata (nomeadamente ouvir grupos brasileiros que fazem a fusão do jazz com bossanova, já tive o privilégio de estar em várias Clubes no estrangeiro realçando um maravilhoso que já tive em três ocasiões em Xangai ( no French Quarter) sempre com interpretes norte-americano fabulosos (não só de Jazz mas também de Blues) e de um em Praga que tinha uma banda a tocar fantástica com 6 ou 7 elementos, entre outros Clubes em quase todos os destinos no estrangeiro em que já tive, lembrando-me de um Clube em Istambul que tinha um ambiente fabuloso e que também faziam uma fusão musica e tocavam instrumentos locais. Para mim não existe melhor maneira de começar ou acabar a noite  Acho que o improviso é aquilo que mais gosto do Jazz, tal como o ambiente que se vive nos Clubes quando se toca ao vivo. Mas esse improviso esvai-se quando fica cristalizado num disco, claro que existem formas de Jazz mais propícias a serem gravadas, o Free-Jazz-Alternativo ou outra qualificação qualquer que não consigo por mera ignorância, trasncrever, lembrando-me entre outros dos fabulosos The Lounge Lizards, ou do espectacular projecto Cubist Blues.

Obrigado por me apontares nomes para de quando a quando ter referência para ouvir. E acredita que oiço.

Finalizando digo-te que gosto mais de Jazz do que muita coisa que não entra na minha dieta alimentar, e que nem sequer consigo provas,  nomeadamente, sem ser uma lista exaustiva:  com o Sushi, com o queijo, com o polvo, com chocos, com coelho, com linguado, com carne de caça que vejo a ser preparada, com caracóis, com a maior parte do marisco, com amêndoa amarga, favas, lentilhas, tripas, dobrada entre outras coisas que não consigo ingerir.  lol!

A culpa é da minha Avó que me dizia sempre que comer é um prazer e que ninguém deve ser obrigado a comer o que não gosta!
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Dom Ago 26 2018, 15:08

Alexandre Vieira escreveu:
anibalpmm escreveu:
Alexandre Vieira escreveu:

 Rihana!!!!

Claro que são, mesmo os ambientes electrónicos nos podem transmitir emoção. E a Riahana se calhar até faz boa música, mas eu não entendo. O Jazz provoca-me a mesma falta de emoção...

Claro q há muita gente q gosta da Rihana e a axa melódica, tal como os Sisters of Mercy, mas não gosto nem de um nem de outro (mesmo quando era um fan incondicional do rock indie nunca gostei dos SoM)
Há uns anos atrás dizia o mesmo q o meu caro amigo Alexandre, não gostava de jazz, não encontrava melodia, não me emocionava, tinha o q na minha terra chamam fernicoques só de o ouvir.
Mas felizmente passei a gostar (foi um processo lento e implicou alguma insistência da minha parte -  a arte tal como a musica não é só emoção, tb tem muito de razão/inteligência), hoje penso q o Jazz veio abrir os meus horizontes musicais e emoção é o q encontro cada vez mais no jazz e cada vez menos em outros géneros musicais (e eu axo q até sou muito ecléctico).
o jazz é um género muito variado e há muitos tipos de jazz q tenho dificuldade ainda em gostar mas o bop, hard bop, modal, free, avant-garde, swing, algumas Big bands, só para citar alguns, entram e bem no meu goto



Amigo Aníbal eu assumo esta ortodoxia na brincadeira.

Tanto em Portugal como no estrangeiro adoro ver Jazz ao vivo, adoro ir ao Braço de Prata (nomeadamente ouvir grupos brasileiros que fazem a fusão do jazz com bossanova, já tive o privilégio de estar em várias Clubes no estrangeiro realçando um maravilhoso que já tive em três ocasiões em Xangai ( no French Quarter)  sempre com interpretes norte-americano fabulosos (não só de Jazz mas também de Blues) e de um em Praga que tinha uma banda a tocar fantástica com 6 ou 7 elementos, entre outros Clubes em quase todos os destinos no estrangeiro em que já tive, lembrando-me de um Clube em Istambul que tinha um ambiente fabuloso e que também faziam uma fusão musica e tocavam instrumentos locais. Para mim não existe melhor maneira de começar ou acabar a noite  Acho que o improviso é aquilo que mais gosto do Jazz, tal como o ambiente que se vive nos Clubes quando se toca ao vivo. Mas esse improviso esvai-se quando fica cristalizado num disco, claro que existem formas de Jazz mais propícias a serem gravadas, o Free-Jazz-Alternativo ou outra qualificação qualquer que não consigo por mera ignorância, trasncrever, lembrando-me entre outros dos fabulosos The Lounge Lizards, ou do espectacular projecto Cubist Blues.

Obrigado por me apontares nomes para de quando a quando ter referência para ouvir. E acredita que oiço.

Finalizando digo-te que gosto mais de Jazz do que muita coisa que não entra na minha dieta alimentar, e que nem sequer consigo provas,  nomeadamente, sem ser uma lista exaustiva:  com o Sushi, com o queijo, com o polvo, com chocos, com coelho, com linguado, com carne de caça que vejo a ser preparada, com caracóis, com a maior parte do marisco, com amêndoa amarga, favas, lentilhas, tripas, dobrada entre outras coisas que não consigo ingerir.  lol!

A culpa é da minha Avó que me dizia sempre que comer é um prazer e que ninguém deve ser obrigado a comer o que não gosta!
Não gostas de queijo?

Sem problemas Alexandre, mas no jazz tal como no rock, a gravação é sempre uma pálida ideia do ao vivo
Mas é melhor assim q nada, se não aqueles q já nos deixaram nãos os conhecíamos nem os recordávamos
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Dom Ago 26 2018, 17:54

Então cá vai disto Alexandre  

A rodar um dos 7 discos gravados por Coltrane para a Atlantic
Foi gravado em 1960 mas só editado em 1966
Neste disco Don Cherry e John Coltrane tocam várias músicas da autoria de Ornette Coleman, acompanhados pela banda do OC (Charlie Haden, Ed Blackwell além do próprio Don Cherry)
Se bem q nunca tenham editado em conjunto OC e JC estudaram e tocaram muitas vezes juntos. The Avant-garde é o resultado da sua amizade e respeito mútuo
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Dom Ago 26 2018, 18:38

O 2.º disco editado pelos Old and New Dreams, a banda de Ornette Coleman, aqui sem o seu líder, num grande disco a q a edição da ECM faz toda a justiça 2cclzes

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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Dom Ago 26 2018, 19:21

Se há originais q são uma verdadeira decepção, este merece estar em todas as coleções, essencial IMHO
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Dom Ago 26 2018, 23:21

Olà pessoal!... andei fugido mas não desaparecido (ou o inverso que é igual...) mas sempre convosco bem evidentemente. Apòs duas semanas na terra de Camões voltei à terra do Voltaire... com desgosto mas assim é feita a vida e me queixar seria indecente e despropositado então resumo... estou de volta a casa, uma casa de adopção mas é a minha casa pelo momento e estou grato a este pais de adopção e acolho!!!

Mas o coração continua no norte... então escuto com deleite apòs um jantar bem regado aonde brilhou um Pêra Manca branco acompanhado de presunto de porco preto de Barrancos... esta maravilha!

Estou de volta !!!

Abraço a todos cheers

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Il semble que la perfection soit atteinte, non quand il n'y a plus rien à ajouter mais quand il n'y a plus rien à retrancher... Antoine de Saint-Exupéry
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Dom Ago 26 2018, 23:31

Mas as férias ainda não acabaram!!!... então amanhã parto com a minha madame passar três dias em Gerona (catalunha) aqui ao lado para acabar em beleza o mês de Agosto. Deixo então a faixa que serà o fio conductor destes três dias que vão vir:



Até breve pessoal e não se esqueçam de ouvir muita musica... e boa de preferência

cheers

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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Dom Ago 26 2018, 23:42

TD124 escreveu:
Mas as férias ainda não acabaram!!!... então amanhã parto com a minha madame passar três dias em Gerona (catalunha) aqui ao lado para acabar em beleza o mês de Agosto. Deixo então a faixa que serà o fio conductor destes três dias que vão vir:



Até breve pessoal e não se esqueçam de ouvir muita musica... e boa de preferência

cheers

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