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 A rodar XLIII

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José Miguel
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qui Ago 02 2018, 23:11

Ghost4u escreveu:
Ante este reparo, verifico que também neste espaço, quando a Mulher argumenta sobre um registo discográfico ou aparelho, os "senhoritos", quiçá, com semblante feudal, assobiam para o lado como se ninguém tivesse tecido algum parecer. Enfim...
Pode ser uma das razões para não haver meninas por cá... Pode, pode!



Deixando o Contra-baixo brilhar, a noite segue em registo quarteto...
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Ghost4u
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Sex Ago 03 2018, 02:40

Ontem, ouvi um disco de Carlos Bica & Azul.
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José Miguel
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Sex Ago 03 2018, 08:38

Ghost4u escreveu:
Ontem, ouvi um disco de Carlos Bica & Azul.

Carlos Bica esteve muito, muito, muito bem!!!

Ele liga técnica e criatividade, mantém a jovialidade e irreverência. Os jovens que o acompanharam deixaram-se levar e o concerto foi uma enorme surpresa.
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José Miguel
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Sex Ago 03 2018, 11:07

Nem tanto ao mar, nem tanto à terra... Diz o povo e bem!
Está um calor que apela ao refugio em casa e por isso não resisto. Até à hora de almoço vou usufruir!

Grande, grande álbum de Jazz/Rock... Ou como ficou conhecido o Movimento que nasceu em França, Zeuhl!! Wink
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José Miguel
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Sex Ago 03 2018, 12:07

Recuando uns anos, até ao final da década de sessenta e aos anos dourados da animada Psicadélica Sociedade do Rock... Smile

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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Sex Ago 03 2018, 17:22

A tarde avança e daqui a nada, pelas 19h, numa sala de um hotel da cidade, vamos poder ver e ouvir Miguel Ângelo, Contra-baixista. O projecto a solo - I Think I'm Going To Eat Dessert - permitirá o contacto priveligiado com o belo instrumento e a capacidade de improviso de quem o manipula.

Para quem quiser espreitar e aproveitar quando ele passar perto...


Se para sobremesa já temos algo doce, para prato principal segue um enorme álbum que parece escapar a estas paragens...

Jorge Palma tem álbuns mais famosos, mas este seu primeiro é entrada, prato principal e até sobremesa... A influência do Rock Progressivo dá-lhe textura e cor, as letras cortam qualquer excesso com a acidez que limpa o palato... Alta cozinha, sem dúvida!! Wink
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José Miguel
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Sab Ago 04 2018, 11:18

Para começar o dia, uma novidade:

Branco é um álbum de 2013, parceria com a PortaJazz... Neste, Miguel Ângelo (Contra-baixo) apresenta-se em Quarteto, acompanhado de:
João Guimarães - Saxofone
Marcos Cavaleiro - Bateria
Joaquim Rodrigues - Piano & Rhodes.

A embalagem deste álbum acompanha o conteúdo, é caso para dizer que a capa não engana! Wink
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Ghost4u
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Sab Ago 04 2018, 11:30

Viva o CD branco Exclamation cheers  É menos poluído. Smile
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José Miguel
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Sex Ago 10 2018, 10:19

Existem álbuns que vão fazendo o seu caminho connosco e, ao mesmo tempo, lá se vão fazendo esperar no formato querido... Pois bem, várias vezes assisti ser tocada a faixa My Favorite Things mesmo à minha frente, em brincadeiras pós laborais... A versão de Coltrane nunca era esquecida, mas os Músicos lá davam o seu jeito e depois tudo seguia em alegre conversa.


Sobre o álbum, propriamente dito, não tenho muito para dizer, recomendo que o escutem - os que o conhecem e os que não o conhecem, porque a sessão foi muito boa e o registo um regalo. Smile
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José Miguel
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Sex Ago 10 2018, 11:40

Depois dos minutos dedicados às questões mais técnicas no outro tópico, é hora de continuar com a Música:


Por aqui No Problem... os bichinhos das mudanças andam sossegados, calminhos, sonolentos, ... Smile
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José Miguel
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Sex Ago 10 2018, 18:04

Depois de uma manhã com Jazz, uma tarde com Electrónica...


É muito bom... Já vai a meio e a vontade é recomeçar... A edição actual está bem conseguida, silenciosa, graves no lugar certo, sem distorção. Smile
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José Miguel
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Sab Ago 11 2018, 13:09

A Música não nasce nas árvores, mas podemos encontrá-la em tantos lugares que por vezes esquecemos como Ela é uma das maiores formas de Arte... Quem sabe se fechada em museus...

Waltz for Debby, de Bill Evans Trio, não precisa de grandes apresentações, é uma obra de grande beleza e que merece bem ser escutada em casa, na rua ou num qualquer palco a ser re-interpretada. É aquilo que que podemos chamar de "prato principal".

Para sobremesa ficou I Think I'm Going Eat Desert, de Miguel Ângelo.
Este é um álbum de Contra-baixo solo e tal como o título sugere, é um álbum que pode parecer um excesso, uma parte desnecessária... Mas depois de estar à nossa frente faz todo o sentido, é um complemento, uma excelente forma de fechar um momento, tal como a sobremesa o é para uma qualquer refeição.

O improviso a solo é o doce, o fresco, o cremoso e as texturas crocantes... É tudo isso e algo mais que nos preenche e acontece sem mais.

A Música merece estar em todo o lado, de resto todas as formas de Arte o merecem, exista a atenção e a dedicação para a observar e acolher.


Depois disto tudo, vou colocar o almoço no lume... Smile
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Ghost4u
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Sab Ago 11 2018, 13:24


Óptima descrição feita por José Miguel, referente aos dois álbuns visíveis na árvore.
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anibalpmm
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Sab Ago 11 2018, 15:22

Depois de alguns dias de ausência musical regresso com este álbum ao vivo, gravado em 21/2/1971 pelo fugaz grupo de jazz “Circle” composto por Chick Corea, Anthony Braxton, Dave Holland e Barry Altschul
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anibalpmm
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Sab Ago 11 2018, 17:22

Continuando com Horace Parlan neste excelente álbum onde além do trio habitual - piano, bateria e baixo, HP resolveu acrescentar as congas de Ray Barreto, dando assim uma sonoridade mais original ao grupo
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anibalpmm
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Sab Ago 11 2018, 18:04

Grande disco, um dos melhores de 2017, e quem pensa q é só jazz está redondamente enganado
Yazz Ahmed “La Saboteuse”

Para mais o trabalho gráfico é fabuloso Cool
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Mister W
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Sab Ago 11 2018, 19:35


Ora Viva! Grandes discos por aqui; novos e velhos, como convém. cheers

De passagem pela melhor discoteca de Lisboa (a Flur, passe a publicidade) trouxe estes três (mais uns quantos bilhetes de concertos). Não volto lá nos próximos tempos...    

Este do Quarteto Fantástico estava reservado, como não podia deixar de ser... Wink Já muito foi dito sobre (mais) esta descoberta pelo que não me vou alongar (posso perder-me... como o autor). Enfim, Coltrane no seu melhor e uma prensagem à altura. Até parece um Impulse dos anos 60.

John Coltrane ‎- Both Directions At Once: The Lost Album (2018, Impulse! B0028316-01, 2xLP - Eur)

Num registo mais hardcore, não hesitei em trazer este (o 3º ou 4º) que há muito procurava. Editado em 2004 mas só lançado em vinil em 2015 (após nova remasterização) "Garage" é uma obra essencial do genial trio nórdico... sobretudo para quem gosta dos novos rumos que o Jazz tem tomado na(s) última(s) década(s)...  

The Thing - Garage (2004/2015, The Thing Records TTR004LP - Aus)

Embora cada vez mais distantes do seu som original, os The Necks nunca desiludem. Numa toada cada vez mais ambiental, este último disco revela uma maturação e refinamento que só um extenso percurso e a complicidade de muitas horas de estrada poderá explicar. Uma carreira impar destes brilhantes musicos Australianos que decerto vou continuar a acompanhar.

The Necks - Unfold (2017, Ideologic Organ - SOMA025, 2xLP - Eur)
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anibalpmm
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Sab Ago 11 2018, 19:47

Bons olhos te vejam por aqui Mr W
Não conheço nenhum dos discos (o do Coltrane está na calha), a investigar
Por aqui roda um monstro

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José Miguel
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Sab Ago 11 2018, 19:57

Realmente isto andava calmo, sem grande movimento, sem tentações... E esta tarde tudo mudou. Evil or Very Mad Twisted Evil
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Mister W
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Sab Ago 11 2018, 20:12

anibalpmm escreveu:
Bons olhos te vejam por aqui Mr W
Não conheço nenhum dos discos (o do Coltrane está na calha), a investigar
Por aqui roda um monstro


Anibal! Efectivamente um monstro que tivémos o prazer de testemunhar ao vivo num concerto inesquecível.  cheers

Aqui reportado prá posterioridade (com uma grande foto tua!)
http://thejazzspot.tumblr.com/tagged/Guimar%C3%A3es-Jazz-2015


Última edição por Mister W em Sab Ago 11 2018, 20:19, editado 1 vez(es)
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Mister W
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Sab Ago 11 2018, 20:17

José Miguel escreveu:
Realmente isto andava calmo, sem grande movimento, sem tentações... E esta tarde tudo mudou. Evil or Very Mad Twisted Evil


José,
É por isso que eu não venho cá muitas vezes. Vocês são más influências...
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Ghost4u
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Dom Ago 12 2018, 01:49


(Fatcat Records)

As guitarras por vezes são gélidas. Mas a ambiência do álbum ( ), gerada pelos islandeses Sigur Rós, é calorosa a ponto de relaxar como se tivesse a usufruir de um banho termal.


Agora, espreito pelo «Refletor» da Antena 2.
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Dom Ago 12 2018, 18:43

Hoje no IG há um desafio sobre a melhor canção sobre separação q  cada um conhece
Só me lembrei da “Close Watch” uma canção fabulosa onde o John Cale retrata as dores amorosas de uma forma q poucos conseguem
Uma das melhores canções de amor jamais gravadas IMHO
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Dom Ago 12 2018, 19:27

E este toca pq tb tem uma versão da mesma canção
A voz da Mathilde Santing faz-lhe justiça numa magnífica versão, num disco vale pelo seu todo e não só por essa canção, mas q sai muito valorizado pela mesma

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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Dom Ago 12 2018, 20:07

Riyuchi Sakamoto é uma lenda no mundo da música, não lhe conheço um disco mau, e este é especialmente belo, parafraseando o título
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António José da Silva
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Seg Ago 13 2018, 13:16

Hoje de visita ao meu amigo Aníbal, pude verificar que está com um TD-124 de ir ás lágrimas e aquilo está a tocar nas horas.

A foto não faz justiça à beleza do gira.





E agora, vindo da casa do Aníbal esta maravilha.



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If what I'm hearing is colouration, then bring on the whole rainbow...


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José Miguel
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Seg Ago 13 2018, 15:27

Seja bem-vindo António!!!

Visite mais vezes o Aníbal e, já agora, este espaço onde já partilhou tanta Música. Wink
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anibalpmm
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Seg Ago 13 2018, 20:07

Tocaram no entretanto


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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Seg Ago 13 2018, 20:55

anibalpmm escreveu:
Tocaram no entretanto



Este toca por aqui amiúde, sempre com grande satisfação!

Entretanto deixo aqui uma coisa que fui buscar à arrecadação:

Sim é ele o mesmo o guitarristas dos U2 o responsável por esta bela banda sonora.



Quem também aqui aqui um tema delicioso é a Sinéad O'Connor, quem também aparece por aqui é o baixista dos U2 Larry Mullen Jr.
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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Seg Ago 13 2018, 21:29

Para mim enorme uma banda de culto, um som muito original que não se cola a ninguém.

Pop Dell'Arte ‎– So Goodnight

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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Seg Ago 13 2018, 22:23




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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Seg Ago 13 2018, 22:39

Alexandre Vieira escreveu:



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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Ter Ago 14 2018, 11:46

Comprado numa feira em Itália (2 euros)(por acaso em Génova RIP ).

Jacques Loussier Trio ‎– Play Bach No.1


Edição Francesa - 1970

Um som do =")#($/$/%/, melhor que muitos novos que tenho comprado!



Última edição por Alexandre Vieira em Ter Ago 14 2018, 17:30, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Ter Ago 14 2018, 16:53

Alexandre Vieira escreveu:
Comprado numa feira em Itália (2 euros).

Jacques Loussier Trio ‎– Play Bach No.1


Edição Francesa - 1970

Um som do =")#($/$/%/, melhor que muitos novos que tenho comprado!




grande disco Wink
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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Ter Ago 14 2018, 17:27



Talvez a obra prima deste "artista". Um álbum cheio de originalidade, bom gosto e acima de tudo denota-se uma enorme alegria na composição, o querer experimentar vários cenários, musicais e o desbravar texturas sonoras nunca antes alcançadas.

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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Ter Ago 14 2018, 21:55

Proposta para um resto de serão muito agradável:




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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Ter Ago 14 2018, 22:25

E como amanhã é feriado acho que vizinhança ainda aceita escutar este:




More than any other genre, jazz seems best suited for the live environment. An artist can improvise in the studio, certainly, but in concert a musician can ignore time limits and stretch creative possibilities. This is especially true of all-star collaborations; they can seem contrived or forced, but when chemistry exists between the players, the result is jazz in its purest, most exciting form. Such is the case on this disc, which features five contemporary giants: Clarke, Larry Carlton, Najee, Deron Johnson, and Billy Cobham. Seventy minutes for seven songs allows the players to interact and solo at length, stretching originals and Miles and Mingus covers to their limit. While each member is a monster improvisor, all base their musings on a definite wave of melodic brilliance. Najee is the real surprise here, as Clarke says in his liner notes. While the others are respected as top fusion cats, the saxman has always faced criticism for the commercialism of his albums; here, Najee proves he can blow with the best of them, getting the energy flowing on tracks like his own "Buenos Aires." Other highlights include the light intro "Minute By Minute," which L.C. popularized as an instrumental; Cobham's explosive "Stratus"; Carlton's simmering "Her Favorite Song"; and the final piece, an increasingly frenetic, 22-minute explosion of Clarke's classic "School Days."

Os vizinhos estavam aguentar eu é que não...

Tive que ir ao bau buscar uma coisa para acalmar e optei por este para finalizar a noite:




And you know it's time to go
Through the sleet and driving snow
Across the fields of mourning
Light in the distance

And you hunger for the time
Time to heal, desire, time
And your earth moves beneath
Your own dream landscape

Oh, oh, oh
On borderland we run

I'll be there
I'll be there
Tonight
A high road
A high road out from here

The city walls are all come down
The dust, a smoke screen all around
See faces ploughed like fields that once
Gave no resistance

And we live by the side of the road
On the side of a hill
As the valley explode
Dislocated, suffocated
The land grows weary of its own

Oh come away, oh come away, oh come away, I say I
Oh come away, come away, oh come, oh come away, I say I

Oh, oh, oh
On borderland we run
And still we run
We run and don't look back
I'll be there
I'll be there
Tonight
Tonight

I'll be there tonight, I believe
I'll be there so high
I'll be there tonight, tonight

Oh come away, I say, I say oh
Oh come away, I say

The wind will crack in winter time
This bomb-blast lightning waltz
No spoken words, just a scream

Oh
Oh

Tonight we'll build a bridge
Across the sea and land
See the sky, the burning rain
She will die and live again
Tonight

And your heart beats so slow
Through the rain and fallen snow
Across the fields of mourning
Lights in the distance

Oh don't sorrow, no don't weep
For tonight, at last
I am coming home
I am coming home
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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qua Ago 15 2018, 22:55




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anibalpmm
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qua Ago 15 2018, 23:02

Alexandre Vieira escreveu:





Por aqui enquanto o pessoal não vai dormir

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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qui Ago 16 2018, 00:52

anibalpmm escreveu:
Alexandre Vieira escreveu:





Por aqui enquanto o pessoal não vai dormir


Não conheço vou investigar
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qui Ago 16 2018, 11:28

Começa a maratona lol!

Não ouvia este seguramente à muito tempo.

Estou deliciado com as memórias que me está a iluminar.


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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qui Ago 16 2018, 12:03

E agora o brutal



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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qui Ago 16 2018, 13:17

Para preparar o dia de trabalho

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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qui Ago 16 2018, 13:27

anibalpmm escreveu:
Para preparar o dia de trabalho


São mesmo russos?

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anibalpmm
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qui Ago 16 2018, 13:30

Alexandre Vieira escreveu:
anibalpmm escreveu:
Para preparar o dia de trabalho


São mesmo russos?  


Jazz rock da Rússia, edição tb russa
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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qui Ago 16 2018, 13:33

Sons que auxiliam o verão e nos preparam para o final das férias.





É um compositor da nova vaga que tem temas lindíssimos.

Devendra Banhart (30 de maio de 1981) é um cantor e compositor norte-americano de ascendência venezuelana. Nascido em Houston, Texas, e criado na Venezuela pela mãe, Devendra Banhart é um dos principais artistas do movimento folk psicodélico.
Nascido aos 30 de maio de 1981 nos Estados Unidos de mãe venezuelana e pai norte-americano, é um dos artistas mais populares do movimento New Weird America, cuja tradução seria algo como "Nova América Esquisita". Seu último álbum conta com a participação de outros representantes do movimento, tais como Faun Fable, Animal Collective, Viking Moses, entre outros. Banhart é também membro da banda Vetiver.

Seu nome próprio é um sinônimo para o nome do deus hindu Indra, que foi indicado a seus pais por Prem Rawat, um líder religioso indiano que era seguido por eles. Seu nome do meio, Obi, é devido ao personagem Obi-Wan Kenobi da saga Star Wars.[1]

O músico é usualmente comparado com diversos artistas como Marc Bolan, Daniel Johnston, Billie Holiday, Syd Barrett, Nick Drake, John Fahey, e Tiny Tim. Sua musicalidade tende a arranjos simples de violão, com melodias que requerem pouco além deste instrumento, indicando suas raízes folk. As letras consistem em ideias surreais e naturalistas.

O próprio músico assume que, entre as suas maiores influências, estão Bob Dylan, Caetano Veloso, Secos e Molhados e Novos Baianos. A suavidade melódica e o timbre vocal de Banhart remetem frequentemente a estes músicos.

Banhart foi descoberto por Michael Gira, que lançou pela sua própria gravadora Young God Records o título Oh Me Oh My..., em 2002. Em 2005, (junto ao Andy Cabic e Revolver USA) criou a gravadora Gnomonsong.

Quando surgiu, Banhart foi se consolidando como líder desse movimento musical, tendo sido também considerado como o jovem responsável pela "redescoberta" da musicalidade da cantora folk Vashti Bunyan, que gravou o álbum Rejoicing in the hands of the Golden Empress como vocalista convidada.

No início de 2006 fez uma participação especial no show que marcou a volta dos Mutantes, no Barbican Theatre em Londres, e com um carisma esfuziante, cantou Batmacumba com Sérgio Dias, Arnaldo Baptista e companhia. Também fez um comentário, no qual dizia: "Os Mutantes são melhores que os Beatles... são uma banda muito mais criativa".

Em 2007 lançou o álbum Smokey Rolls Down Thunder Canyon, que conta com a participação de Rodrigo Amarante (Los Hermanos) na canção "Rosa".

Devendra Banhart já namorou a atriz Natalie Portman, que contracenou em seu videoclipe "Carmensita"[2] e reside atualmente na cidade de São Francisco.

Em 2011, a sua música "Carmensita" foi utilizada no comercial da Kenzo para a promoção do perfume "Madly Kenzo".

Em dezembro de 2012, anunciou seu oitavo álbum de estúdio, Mala.

Em junho de 2016, lançou a primeira faixa de seu nono álbum, Ape in Pink Marble, intitulada "Middle Names".[3] O álbum teve seu lançamento em 23 de setembro do mesmo ano.[3] in wiki



La bandera de alemania
Tiene tres ampollas mansas
Llenas de florigramas
En sus pies
Y se llaman staebroshka ahah

Mira cómo va a enseñar
Mira cómo van enseñar

La bandera de california
Tiene diez piernas rotas
Llenas de tus tiernas gotas
Que salen al revés, salen al revés
Y a nosotros nos gusta así ahah

Así que muévete pa' aquí amor
Muévete pa' aquí amor

La bandera de asilah
Que se ve desde la medina
Es oh sagrada y divina
Pa' mí corazón
Cora-corazón
Cora cora cora

Y aunque la gente es pobre
Saben vivir feliz, saben vivir feliz

Ella tiene otra
Ella tiene otra bandera
Ellos tienen otra
Todos tienen otra bandera

¡Coño la cagué!

Ahahaha bandera
Ahahaha bandera
Ahahaha bandera

Todavía falta una más
Una bandera

La bandera de vida y muerte
Es parte de toda la gente
Al cruzar por el puente
O pasar el lunar, pasar el lunar

Hay que llegar al reino del sol
A tú manera si no con bandera

Dame mantequilla
Tráeme mantequilla
Dame mantequilla
Tráeme mantequilla
Dame mantequilla
Tráeme mantequilla...
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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qui Ago 16 2018, 13:34

anibalpmm escreveu:
Alexandre Vieira escreveu:
anibalpmm escreveu:
Para preparar o dia de trabalho


São mesmo russos?  


Jazz rock da Rússia, edição tb russa

Ena, isso tenho que ouvir, uma vez que a recomendação é boa!
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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qui Ago 16 2018, 14:06



Uma banda sonora fantástica de um filme que para mim ainda é uma referência. Apesar de ter sido tão mal recebido aquando da sua estreia.

O filme não foi o sucesso comercial que a Warner Bros. aguardava nos Estados Unidos, embora a recepção tenha sido melhor na Europa.[1] Na altura da estreia do filme a reação foi de uma desilusão velada. Os seus defensores eram escassos, mas tão afirmativos como os seus críticos. A sua beleza suprema não foi suficiente para satisfazer os críticos que esperavam um novo filme-choque do realizador de filmes como o Dr. Estranhoamor ou Laranja Mecânica. Barry Lyndon foi apelidado de estático, frio, vazio e anódino.[2] Mas ao longo das décadas que se somaram desde a sua estreia, Barry Lyndon adquiriu o estatuto de obra-prima a acrescentar na obra de Stanley Kubrick. Faz parte da lista dos 100 melhores filmes da Time Magazine e encontra-se na 27ª posição da sondagem de críticos efetuada em 2002 pela revista de cinema Sight & Sound.

Roger Ebert adicionou este filme à sua lista Great Movies em Setembro de 2009, escrevendo "desafia-nos a cuidar, pede para ficarmos apenas observadores da sua imponente elegância", e "será um dos mais belos filmes alguma vez feito".[3]

Martin Scorsese escreve "Não estou certo se posso afirmar ter um filme favorito de Kubrick, mas retorno repetidamente a Barry Lyndon. Penso que é por ser uma experiência tão profundamente emocional. A emoção é transmitida através do movimento da câmera, da lentidão do ritmo, na forma como as personagens se movem naquilo que as envolve. As pessoas não o perceberam quando ele estreou. Muitos ainda não o percebem. Simplesmente, na cadência sucessiva de imagens de rara beleza, vemos o caminho de um homem à medida que ele evolui da mais pura inocência até à mais fria sofisticação, terminando numa absoluta amargura - a materialização elementar da sobrevivência. É um filme atemorizante pois a beleza da luz dos candelabros é apenas um manto diáfano sobre a pior crueldade. Mas uma crueza real, do tipo que se encontra todos os dias na sociedade civilizada."[4]

Barry Lyndon é uma obra-prima de um realizador cujos filmes são todos extraordinários. Embora baseado num romance, é totalmente cinematográfico, oferecendo uma sugestiva visão da realidade que é irredutível à palavra. Cada cena diz-nos mais do que qualquer formulação verbal pode transmitir. Tal como o seu herói, o filme surge-nos simples; mas ao longo das suas 3 horas mantendo uma coerência onírica e ambiguidade, concretiza-se como história, espectáculo, reconstrução histórica, alegoria psicológica e visão do homem ocidental. E é sobre o ato de ver, melhorando a nossa capacidade de prestar atenção.
In Wiki
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qui Ago 16 2018, 14:09

O amplifificador já está ligado, daqui a pouco também terei direito a essa bela vida que partilham!!! Smile

Continuem!!!
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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qui Ago 16 2018, 14:12

José Miguel escreveu:
O amplifificador já está ligado, daqui a pouco também terei direito a essa bela bida que partilham!!! Smile

Continuem!!!


Hoje em modo de audição no segundo sistema (que é quando me sinto mais melomano que audiofilo)... lol!
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Alexandre Vieira
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MensagemAssunto: Re: A rodar XLIII   Qui Ago 16 2018, 14:16

Este irá ter direito a uma artigo de fundo daqui a uns dias.




Um álbum tão bom e tão mal amado...
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